Sindest Santos

Sindest Santos Sindicato representante dos Servidores Estatutários Municipais de Santos

A luta do SINDEST pelos direitos dos servidores municipais ganhou destaque na imprensa.Não é justo que trabalhadores que...
12/05/2026

A luta do SINDEST pelos direitos dos servidores municipais ganhou destaque na imprensa.

Não é justo que trabalhadores que exercem a mesma função recebam valores diferentes de adicional de insalubridade. Seguiremos cobrando da prefeitura uma solução imediata e respeito aos servidores.

Direito se conquista com organização, mobilização e luta coletiva. ✊

11/05/2026

Estamos ao vivo!

Vamos debater as principais lutas da categoria, como insalubridade, reclassificações, negociação permanente e defesa dos cargos públicos.

Ao vivo no Facebook, YouTube e Instagram do Sindest.

✊ CONQUISTA HISTÓRICA DOS SERVIDORES!A regulamentação da negociação coletiva no serviço público representa um passo hist...
11/05/2026

✊ CONQUISTA HISTÓRICA DOS SERVIDORES!

A regulamentação da negociação coletiva no serviço público representa um passo histórico para a organização e valorização dos trabalhadores do setor público em todo o país.

Depois de décadas de luta do movimento sindical, o avanço do projeto fortalece o direito à negociação, amplia a participação das entidades representativas e garante mais voz aos servidores na defesa de salários, condições de trabalho e direitos da categoria.

O Sindest segue presente nessa construção coletiva, participando ativamente dos debates nacionais ao lado da FUPESP, CSPB e das centrais sindicais.

📢 A luta continua!
Seguiremos mobilizados para garantir a aprovação definitiva e avançar nas conquistas da classe trabalhadora.

📢 Nossa luta faz a lei!O trabalho realizado pelo SINDEST nos últimos dias teve ampla repercussão e importantes conquista...
11/05/2026

📢 Nossa luta faz a lei!

O trabalho realizado pelo SINDEST nos últimos dias teve ampla repercussão e importantes conquistas para os servidores municipais de Santos.

✊ Entre os temas debatidos:
• Insalubridade para os servidores
• Reclassificação das ASBs
• Comissão Permanente de Negociação
• Luta contra a extinção de cargos na Câmara Municipal
• Reclassificação dos servidores do DEMUTRAN
• Eleição da FUPESP com participação na diretoria

A mobilização e organização da categoria seguem fazendo a diferença na defesa dos direitos dos trabalhadores e dos serviços públicos.

📺 Segunda-feira, 11 de maio
🕖 Às 19h
📍 Ao vivo no Facebook, YouTube e Instagram do Sindest TV

Participe, acompanhe e fortaleça essa luta coletiva!

Mãe é sinônimo de força, cuidado e amor sem medida. ❤️Hoje celebramos aquelas que enfrentam os desafios da vida com cora...
10/05/2026

Mãe é sinônimo de força, cuidado e amor sem medida. ❤️
Hoje celebramos aquelas que enfrentam os desafios da vida com coragem, acolhem com carinho e seguem sendo inspiração todos os dias.

Parabéns a todas as mamães, especialmente às mulheres trabalhadoras que cuidam da família, da comunidade e ajudam a construir um mundo melhor. 🌹✨

SantosMais um resultadodo Sindest na câmaraNa foto, ‘card’ do sindicato dos estatutários da prefeitura e câmaraMais uma ...
09/05/2026

Santos
Mais um resultado
do Sindest na câmara

Na foto, ‘card’ do sindicato dos estatutários da prefeitura e câmara

Mais uma vez, a câmara municipal de Santos atendeu sugestão do sindicato dos 12 mil servidores estatutários e 7 mil aposentados da prefeitura e do legislativo (Sindest). Foi na sessão de quinta-feira (7), com modificação de um projeto do executivo desfavorável à categoria.
O projeto de lei complementar (plc) 58-2025, do prefeito Rogério Santos (Republicanos), extinguiria 773 postos de trabalho e eliminaria 1.175 vagas. Criaria, por outro lado, 402 vagas. Os parlamentares vetaram as extinções e aprovaram as criações.
O presidente Fábio Pimentel e o diretor de comunicação da entidade, Fábio Pimentel e Daniel Gomes, agradecerão publicamente, na noite de segunda-feira (11), aos vereadores que rejeitaram a extinção de postos e eliminação de vagas.

Servidor e
população

Será no programa semanal ao vivo do sindicato, das 19 às 20 horas, pelo facebook, youtube e instagram, com mediação do jornalista Willian Ribeiro. “O legislativo tem dado seguidas demonstrações de apoio às reivindicações dos trabalhadores”, diz Fábio.
As vagas extintas seriam de armadores, borracheiros, calceteiros, cozinheiros, jornalistas, operadores de máquinas, entre outros, que não seriam mais preenchidas por concursos públicos. “Seria mais um passo nefasto para o crescimento das terceirizações”, explica Daniel.
O ‘plc’ incluía a redução de 27 das 88 vagas de acompanhantes terapêuticos, o que gerou controvérsia pela necessidade desses profissionais na área da saúde. “Essa parte do projeto prejudicaria os servidores e a população usuária dos serviços públicos”, pondera o presidente.

Adicional de
insalubridade

Outro assunto da ‘live’ será o ofício que Fábio enviou ao prefeito requerendo “reunião de urgência” para anulação de um decreto e estabelecimento de diálogo “que respeite decisões de cortes superiores e a dignidade dos trabalhadores” em relação ao adicional de insalubridade.
Protocolado em 22 de abril, o documento reivindica a garantia de grau médio no pagamento do benefício a não a retroação ao grau mínimo. O requerimento diz que a categoria “está em estado de alerta e que a ausência de resposta ensejará a imediata judicialização e mobilização política”.
A adequação da base de cálculo tem como base a lei federal 11.350-2006 e decisão do TST (tribunal superior do trabalho). A lei regula as atividades dos agentes comunitários de saúde (acs) e de combate às endemias (ace).

Saúde bucal e
outros segmentos

A norma legal garante o adicional calculado sobre o vencimento-base e não sobre o salário mínimo, cobrindo exposição a agentes nocivos. O requerimento reivindica a nulidade do decreto municipal 11.101-2026. E lembra o histórico do pagamento do adicional desde 1999.
O sindicato levará o assunto à segunda reunião da mesa permanente de negociação com a prefeitura, prevista para sexta-feira da próxima semana (15). A mesa foi conquistada pelo Sindest, após muitos anos de luta, na campanha salarial de 2026.
O programa do Sindest TV abordará também reivindicações das auxiliares de saúde bucal e de outros segmentos do funcionalismo envolvidos nas seguidas campanhas da entidade por melhores salários e condições de trabalho.

SantosSindest quer reunião ‘urgente’com prefeito sobre insalubridadeNa foto, ‘card’ do sindicato dos estatutários da pre...
08/05/2026

Santos
Sindest quer reunião ‘urgente’
com prefeito sobre insalubridade

Na foto, ‘card’ do sindicato dos estatutários da prefeitura e câmara

O presidente do sindicato dos 12 mil servidores estatutários e 7 mil aposentados da prefeitura e câmara de Santos (Sindest), Fábio Pimentel, quer uma “reunião de urgência” com o prefeito Rogério Santos (Republicamos).
Em ofício enviado em 22 de abril, o sindicalista requer a anulação de um decreto e estabelecimento de diálogo “que respeite decisões de cortes superiores e a dignidade dos trabalhadores” em relação ao adicional de insalubridade, garantindo o grau médio e não a retroação ao grau mínimo.
O documento reforça que a categoria “está em estado de alerta e que a ausência de resposta ensejará a imediata judicialização e mobilização política” da entidade. A adequação da base de cálculo tem como base a lei federal 11.350-2006 e decisão do TST (tribunal superior do trabalho).

Há mais
de 25 anos

A lei regula as atividades dos agentes comunitários de saúde (acs) e de combate às endemias (ace). Garante o adicional calculado sobre o vencimento-base e não sobre o salário mínimo, cobrindo exposição a agentes nocivos. O requerimento reivindica a nulidade do decreto municipal 11.101-2026
O documento lembra o histórico do pagamento do adicional de insalubridade aos servidores, “fruto de um pacto consolidado em 1999, com a lei municipal 350, regulamentada em comum acordo entre a categoria e a administração por meio do decreto 3.444-99.
Fábio pondera ao prefeito, como já fez em relação à secretaria de finanças, que, em 2002 e 2003, respectivamente, a lei foi ratificada pelos decretos 3.940 e 4.169, que incorporaram novas funções e mantiveram a metodologia do cálculo por mais de 25 anos.

Segurança jurídica
e confiança legítima

“A tentativa de ruptura desse fluxo, com o decreto de 2026, fere o princípio da segurança jurídica e da confiança legítima. O STF (supremo tribunal federal) veda a retroação de entendimentos administrativos que resultem em decesso salarial após décadas”, diz o ofício.
O documento ressalta que a prefeitura incorre em grave erro de exegese (interpretação) ao tentar submeter os ‘acs’ e ‘ace’ unicamente à norma regulamentadora (nr) 15-1978, do ministério do trabalho e emprego (MTE), instituída pela portaria 3.214 daquele ano.
A lei 11.350, segundo o sindicalista, alterada pela lei 11.345-2026, criou o agrupamento de ‘acs’ e ‘ace’ e determinou a utilização do salário-base, e não o salário mínimo, como base de cálculo para o adicional. O TST (tribunal superior do trabalho) pacificou o tema com a tese 19-2024.

Impedimento
de readaptação

No ofício, Fábio considera “erro de cálculo local” o fato de a administração aplicar a contagem sobre o salário mínimo, o que gera um pagamento equivalente a apenas metade do valor devido por força da lei federal.
Sobre o impedimento de readaptação dos agentes comunitários, em caso de doenças ou acidentes, “o que acontece é uma ‘conveniência interpretativa’ da secretaria municipal de gestão”, denuncia o requerimento. “É uma contradição administrativa”, diz o dirigente.
“Para negar o direito estatutário à readaptação, a administração alega que a lei 11.350 não permite a aplicação do estatuto local. Contudo, para reduzir o adicional de insalubridade, a administração ignora a mesma lei e as decisões do TST”.

Bagunça de
entendimentos

“Para aplicar uma interpretação restritiva do estatuto, essa ‘bagunça de entendimentos’ prejudica diretamente o trabalhador e expõe o município a um passivo judicial bilionário”, adverte o documento, até agora sem resposta.
Segundo Fábio, os servidores nomeados a partir de dezembro de 2025 “já sofrem os efeitos nefastos” do novo decreto, recebendo valores significativamente inferiores aos seus pares para o desempenho da mesma função e exposição ao mesmo risco.
Essa prática, explica o sindicalista, é inconstitucional porque viola o princípio da isonomia salarial e da impessoalidade. No dia 16 de abril, a direção sindical e um grupo de servidores afetados pela medida estiveram na câmara para pedir apoio aos vereadores.

Na mesa
permanente

Dias antes, ao receber um grupo de guardas municipais com o mesmo problema, o presidente do legislativo, Adilson Júnior (PP), disse que o adicional de insalubridade na corporação existe desde 1999 e que não teria cabimento reduzi-lo.
O sindicato levará o assunto à segunda reunião da mesa permanente de negociação com a prefeitura, prevista para sexta-feira da próxima semana (15). A mesa foi conquistada pelo Sindest, após muitos anos de luta, na campanha salarial de 2026.
“Se não resolvermos o problema administrativamente”, finaliza Fábio, “vamos levá-lo aos tribunais. E isso poderá, infelizmente, resultar em grave prejuízo ao município. Vamos também mobilizar a categoria para seguidos protestos de rua”.

04/05/2026

O Seminário Nacional de Servidores, realizado em Praia Grande, é o tema da Live desta segunda (04), às 19h.

Em pauta:
PL 1893/2026, enviado por Luiz Inácio Lula da Silva
Negociação coletiva e direitos
Combate à pejotização
Desafios do sindicalismo

Também teremos pautas locais e informes importantes aos servidores.

Ao vivo às 19h!

Hoje é dia de reafirmar nosso compromisso com a classe trabalhadora!1º de Maio é símbolo de luta, unidade e resistência....
01/05/2026

Hoje é dia de reafirmar nosso compromisso com a classe trabalhadora!
1º de Maio é símbolo de luta, unidade e resistência.
Seguimos firmes na defesa dos servidores municipais e de um serviço público forte.

30/04/2026

Acompanhe ao vivo nosso seminário!

Endereço

Avenida Afonso Pena 123
Santos, SP
11020001

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Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

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