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Com aplicação a cada dois meses, medicamento dispensa o uso diário de comprimidos e apresentou resultados superiores à P...
11/08/2026

Com aplicação a cada dois meses, medicamento dispensa o uso diário de comprimidos e apresentou resultados superiores à PrEP oral em estudos; comissão deu parecer inicial favorável à incorporação e sociedade pode participar até 31 de agosto

Uma injeção a cada dois meses pode se tornar uma nova opção de prevenção do HIV oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu a Consulta Pública nº 76 para avaliar a incorporação do cabotegravir de longa ação como Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP).

A consulta ficará aberta até 31 de agosto e permite que pacientes, profissionais de saúde, pesquisadores, organizações da sociedade civil e qualquer pessoa interessada apresentem opiniões, experiências, críticas, sugestões e evidências sobre a chegada da nova tecnologia ao SUS.

Acesse esse link para participar da consulta: https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/5234

Leia mais detalhes em nosso site: gapabs.org.br

Fonte: Agência Aids

Depois de dois falsos positivos para HIV, a mulher foi submetida a parto cesáreo e, junto à filha, precisou fazer uso de...
06/08/2026

Depois de dois falsos positivos para HIV, a mulher foi submetida a parto cesáreo e, junto à filha, precisou fazer uso de medicamentos

A Justiça de Goiás condenou a Fundação de Assistência Social de Anápolis (Fasa) a pagar indenização de R$ 20 mil a uma paciente que recebeu um falso diagnóstico para HIV em 16 de novembro de 2024. Com base no resultado incorreto, ela foi submetida a um parto cesáreo, impedida de amamentar a filha recém-nascida e, junto à criança, iniciou o uso de tratamento medicamentoso de alta complexidade.

Segundo a sentença da juíza Laryssa de Moraes Camargos, na data do parto a paciente foi submetida a dois te**es rápidos para HIV. No entanto, ambos eram do mesmo fabricante, sem a utilização de um teste de fabricante ou metodologia distinta, conforme exige o Protocolo Nacional de Testagem Sequencial.

Além disso, ao longo do processo, não foi comprovada a realização imediata de teste confirmatório sequencial com metodologia diferente no momento do resultado reagente. O exame confirmatório laboratorial teria sido realizado posteriormente, mas sem registro de encaminhamento formal, aconselhamento estruturado ou comunicação ativa e tempestiva do resultado à paciente.

A magistrada destacou que a vítima foi submetida a sofrimento físico e psicológico ao ser levada a acreditar que era portadora do HIV, ser impedida de amamentar a própria filha e ver a recém-nascida ser submetida, desnecessariamente, ao uso de medicamentos de alta complexidade. Segundo a juíza, a situação extrapola o mero dissabor do cotidiano.

No laudo pericial, foi destacado que a Fasa não adotou medidas para minimizar os impactos psicológicos da situação. O documento aponta que “não há registro de aconselhamento estruturado e contínuo; não houve comunicação ativa do resultado definitivo negativo; não foi garantido acompanhamento psicológico imediato durante o período de incerteza diagnóstica; e o esclarecimento definitivo ocorreu de forma tardia e passiva”.

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23/07/2026

Arraiá cheio de alegria, música, sorrisos e muito carinho!
Nossa festa junina foi preparada com muito amor para as pessoas vivendo com HIV atendidas pela instituição, proporcionando um dia de convivência, diversão e celebração.
Obrigado a todos que fizeram parte dessa celebração.

Documento publicado na The Lancet HIV reúne consenso de 63 especialistas de diversos países e busca preencher uma lacuna...
20/07/2026

Documento publicado na The Lancet HIV reúne consenso de 63 especialistas de diversos países e busca preencher uma lacuna clínica no acompanhamento de pessoas que apresentam carga viral persistentemente detectável, ainda que em baixos níveis

Uma carga viral baixa, mas persistentemente detectável, continua sendo uma das principais áreas de incerteza no tratamento do HIV. Embora nem sempre represente falha terapêutica, essa condição pode estar associada ao desenvolvimento de resistência aos medicamentos, à progressão da infecção e até mesmo à necessidade de mudanças no esquema antirretroviral.

Com o objetivo de orientar médicos diante desse cenário, um painel internacional de especialistas publicou, na revista The Lancet HIV, o primeiro conjunto abrangente de recomendações para o manejo da chamada viremia de baixo nível. O documento, coordenado pelo pesquisador Dr. Tommaso Clemente, reúne evidências científicas de uma revisão exploratória da literatura e o consenso de especialistas de diferentes países para oferecer um roteiro clínico mais padronizado.

Até então, embora algumas diretrizes internacionais abordassem situações específicas, inexistia uma orientação ampla capaz de diferenciar as possíveis causas da viremia de baixo nível e indicar condutas para os casos mais complexos.

O que é a viremia de baixo nível

Os especialistas definiram como viremia de baixo nível a presença persistente de carga viral entre 50 e 1.000 cópias/ml, embora tenham elaborado recomendações específicas para duas faixas distintas: 50 a 200 cópias e 200 a 1.000 cópias.

Tradicionalmente, cargas virais acima de 1.000 cópias são consideradas indicativas de falha terapêutica em muitos países. Entretanto, em sistemas de saúde com maior disponibilidade de recursos, valores superiores a 200 cópias já costumam ser interpretados como falha virológica.

Segundo os autores, entre 3% e 26% das pessoas vivendo com HIV podem apresentar episódios de viremia de baixo nível, dependendo dos critérios utilizados em cada estudo e do contexto clínico analisado.

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Fonte: Agência Aids com informações do Aidsmap

14/07/2026

Visite na nossa sede e retire seu autoteste gratuitamente

Av. Epitácio Pessoa, 278 – Santos
De segunda a sexta, das 9h às 17h30.

Três estudantes de medicina de Cubatão (SP) foram selecionadas para apresentar, na maior conferência internacional sobre...
06/07/2026

Três estudantes de medicina de Cubatão (SP) foram selecionadas para apresentar, na maior conferência internacional sobre HIV e Aids, uma proposta que usa a prática de exercícios físicos no cuidado complementar de pessoas que vivem com o vírus. O projeto surgiu em uma atividade em sala de aula e não substitui o uso de medicamentos.

As estudantes Júlia Costa Gusmão, de 20 anos, Maria Luiza Junqueira de Lima, de 21, e Priscilla Rodrigues Gonçalves, 23, receberam o convite da Sociedade Internacional de Aids (IAS), responsável pela conferência que será realizada pela primeira vez na América do Sul.

A 26ª Conferência Internacional sobre Aids acontecerá entre os dias 26 e 31 de julho, no Rio de Janeiro (RJ). Segundo o Ministério da Saúde, o evento é considerado o maior encontro global dedicado à saúde pública, à ciência e aos direitos humanos relacionados ao HIV e a Aids.

As jovens estão no 4° semestre do curso de medicina da Universidade São Judas Tadeu, em Cubatão. Ao g1, Maria Luiza contou que uma professora propôs que todos os alunos fizessem um projeto para inscrever na conferência.

“Vimos que a maioria pensou no diagnóstico, consequências e carga viral. Então, decidimos vir com um olhar diferente, pensando no exercício físico como uma estratégia para complementar o cuidado e para abranger a pessoa como um todo, e não pensar somente na doença”, explicou a jovem.

A proposta é usar o exercício físico como um tratamento complementar não medicamentoso para pessoas que vivem com HIV e Aids. Maria Luiza afirmou que a prática não substitui a terapia antirretroviral, mas ajuda a reduzir os impactos da doença no organismo.

A estudante destacou que o vírus causa um tipo de inflamação crônica, então a atividade física entra para reduzir essa complicação e auxiliar na prevenção de alterações musculares, ósseas e metabólicas, além de contribuir para a saúde mental, o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes.

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Fonte: G1

03/07/2026

O Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS da Baixada Santista (GAPA) deu início à sua tradicional campanha de arrecadação de agasalhos, roupas e cobertores. A iniciativa tem como objetivo principal apoiar e proteger as pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social durante os dias mais frios do ano.

As doações de mantas e cobertores podem ser entregues de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na sede do GAPA/BS, localizada na Avenida Epitácio Pessoa, 278, no bairro Embaré, em Santos.

Venha conhecer nosso brechó!Local: Nossa sede – Av. Epitácio Pessoa, 278 – Embaré, SantosHorário: Terça a sexta-feira, d...
01/07/2026

Venha conhecer nosso brechó!
Local: Nossa sede – Av. Epitácio Pessoa, 278 – Embaré, Santos
Horário: Terça a sexta-feira, das 13h às 17h

O Instituto Médico Legal de Los Angeles anunciou a causa da morte de Daveigh Chase, que deu voz à Lilo em “Lilo & Stitch...
30/06/2026

O Instituto Médico Legal de Los Angeles anunciou a causa da morte de Daveigh Chase, que deu voz à Lilo em “Lilo & Stitch” e atuou em “O Chamado”. Chase morreu em 16 de junho, em Los Angeles, aos 35 anos.

Chase morreu em decorrência da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (aids), de acordo com o Instituto Médico Legal. Uma causa secundária foi registrada como “uso crônico de múltiplas substâncias”. O pai de Chase, John David Schwallier, disse ao The New York Times que ela estava em situação de rua e enfrentava problemas com dr**as desde os 13 anos. Segundo ele, os dois não se falavam havia muitos anos.

O namorado de Chase, Roy Hernandez, havia informado inicialmente ao TMZ que ela também havia contraído meningite e desenvolvido sepse, uma reação grave do organismo a uma infecção. Antes da morte de Chase, Hernandez escreveu em uma publicação no GoFundMe:

“Depois de uma infância difícil e de um doloroso rompimento com a família, Daveigh sofreu bullying e lutou para encontrar segurança e felicidade no centro de Los Angeles. Quando nos conhecemos, prometi protegê-la e dar a ela o amor e o conforto que merecia. Juntos, encontramos momentos de felicidade e esperança.”

Após deixar a atuação por volta de 2016, Chase teve problemas com a Justiça, incluindo acusações de dirigir um carro roubado e de posse de uma substância controlada.

Depois de ganhar destaque ao dar voz à Lilo, ela voltou ao papel em “Stitch! O Filme” (2003), “Leroy & Stitch” (2006) e na série do Disney Channel “Lilo & Stitch: A Série”. Na série “Big Love”, da HBO, interpretou Rhonda Volmer, uma adolescente que era esposa infantil do profeta fundamentalista Roman Grant.

Ela também interpretou a assustadora Samara Morgan no sucesso de terror “O Chamado”, além de Samantha Darko, a irmã mais nova do personagem principal interpretado por Jake Gyllenhaal em “Donnie Darko”. Em 2009, reprisou o papel na sequência lançada diretamente em vídeo, “S. Darko”.

Fonte: Variety

Imagem: Getty Images/Donato Sardella

Sua doação solidária será de muita ajuda paraPessoas em situação de vulnerabilidade, que vivem com HIV/Aids e estão dese...
30/06/2026

Sua doação solidária será de muita ajuda para
Pessoas em situação de vulnerabilidade, que vivem com HIV/Aids e estão desenvolvendo quadro de pneumologia.
Obrigada!

O Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS da Baixada Santista (GAPA) deu início à sua tradicional campanha de arrecadação de agasalhos, roupas e cobertores. A iniciativa tem como objetivo principal apoiar e proteger as pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social durante os dias mais fr...

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