GAPA BS Página desenvolvida para divulgação do trabalho do GAPA Baixada Santista.

08/05/2026

O Santa Portal realizou uma matéria sobre o bazar beneficente especial de Dia das Mães realizado na sede do GAPA BS.

O bazar oferece opções de presentes para a data comemorativa e contribui para a continuidade das ações sociais desenvolvidas pelo GAPA BS.

Pesquisa europeia inédita aponta que pacientes neurodivergentes enfrentam mais dificuldades com medicamentos e podem est...
05/05/2026

Pesquisa europeia inédita aponta que pacientes neurodivergentes enfrentam mais dificuldades com medicamentos e podem estar sendo negligenciados pelos serviços de saúde

Um estudo apresentado na BHIVA/BASHH Conference 2026 acende um alerta urgente para os sistemas de saúde: pessoas que vivem com HIV e são neurodivergentes — como aquelas com autismo ou TDAH — podem estar mais vulneráveis a falhas no tratamento e à falta de acompanhamento adequado.

A pesquisa, conduzida por especialistas da Queen Mary University of London em parceria com a Share Collaboration, analisou dados de 1.883 participantes em 18 países europeus e identificou uma presença de neurodivergência acima do esperado — 7% dos entrevistados.

Embora ainda pouco investigada, essa interseção entre HIV e neurodiversidade revela um cenário preocupante: dificuldades na adesão ao tratamento, maior complexidade clínica e possíveis lacunas estruturais no cuidado.

Adesão fragilizada e risco silencioso

O dado mais alarmante do estudo está na adesão à terapia antirretroviral. Pessoas neurodivergentes relataram maior dificuldade em manter o uso regular dos medicamentos orais — base do controle do HIV — e, consequentemente, maior frequência de doses perdidas.

Essa fragilidade ajuda a explicar por que esse grupo demonstrou maior interesse por tratamentos injetáveis de longa duração, que reduzem a necessidade de administração diária.

Ainda assim, o acesso a essas alternativas segue limitado. Mesmo entre todos os participantes, apenas 40% relataram ter discutido a otimização do tratamento no último ano, contrariando recomendações médicas internacionais.

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Fonte: Agência Aids com informações

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29/04/2026

Nossa Feira de Dia das Mães já começou!

Preparamos uma seleção especial com ótimas opções de presentes para surpreender sua mãe: artesanatos, roupas, sapatos, bijuterias, objetos de decoração e muito mais.

Local: Nossa sede – Av. Epitácio Pessoa, 278 – Embaré, Santos
Horário: Terça a sexta-feira, das 13h às 17h

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24/04/2026

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O ministro da Saúde da Rússia, Mikhail Murashko, afirmou na sexta-feira (17) que o país deveria testar cerca de um terço...
23/04/2026

O ministro da Saúde da Rússia, Mikhail Murashko, afirmou na sexta-feira (17) que o país deveria testar cerca de um terço de sua população anualmente para HIV, como estratégia para conter a disseminação do vírus. A declaração foi feita durante uma reunião do ministério, diante de dados oficiais que apontam crescimento contínuo das infecções.

Segundo Murashko, a ampliação da cobertura de exames de triagem é essencial para reduzir a transmissão do vírus causador da aids. “É necessário expandir ainda mais os te**es médicos. Um em cada três cidadãos deve ser testado, com atenção especial aos grupos de risco”, afirmou, de acordo com o serviço de imprensa do Ministério da Saúde.

A recomendação ocorre em um cenário preocupante: a Rússia enfrenta uma das maiores taxas de prevalência de HIV da Europa, mesmo com níveis recordes de testagem. Dados do órgão estatal Rospotrebnadzor indicam que mais de 54 milhões de pessoas — cerca de 37% da população — realizaram o teste em 2024, o maior número em pelo menos uma década.

O volume representa um aumento de 7% em relação a 2023 e quase o dobro dos 28,3 milhões de exames realizados em 2014. Ainda assim, informações da Organização Mundial da Saúde mostram que a prevalência do HIV na Rússia é de 890 casos por 100 mil habitantes.

O índice é comparável ao de países africanos como Guiné (874), Libéria (944), Chade (771) e Etiópia (601), e significativamente superior ao de países europeus, como França (358), Grã-Bretanha (191) e Suécia (171).

De acordo com Vadim Pokrovsky, chefe do Centro Científico e Metodológico Federal para Prevenção e Controle da aids, o número total de pessoas vivendo com HIV na Rússia aumentou em 35 mil em 2025, alcançando 1,25 milhão.

“Os riscos de infecção são muito altos”, disse Pokrovsky. “Se considerarmos apenas os adultos de 15 a 50 anos, mais de 1% estão infectados — ou seja, uma em cada cem pessoas.” Entre homens de 40 a 45 anos, a taxa chega a cerca de 4%, acrescentou.

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Fonte: The Moscow Times

Esta semana foi lançado o estudo COMPrEP (PrEP na comunidade), uma iniciativa inédita no Brasil, que busca fortalecer a ...
22/04/2026

Esta semana foi lançado o estudo COMPrEP (PrEP na comunidade), uma iniciativa inédita no Brasil, que busca fortalecer a prevenção do HIV entre adolescentes e jovens. O COMPrEP vai avaliar a efetividade da oferta de PrEP em contextos comunitários, ou seja, fora das unidades de saúde.

O projeto capacita jovens para atuarem como educadores pares. Assim, eles podem orientar, acolher e acompanhar outros jovens no uso do medicamento. PrEP é a sigla de Profilaxia Pré-Exposição. Trata-se de um remédio preventivo, que protege contra o vírus HIV.

A PrEP é disponibilizada gratuitamente, através do Sistema Único de Saúde (SUS), para pessoas a partir de 15 anos. O acesso ao medicamento é focado em homens que fazem s**o com outros homens, população trans, profissionais do s**o e pessoas que se relacionam com parceiros diagnosticados com HIV (casais sorodiscordantes).

O COMPrEP visa atender pessoas de 15 a 24 anos, fortalecendo vínculos de confiança. O estudo será desenvolvido em Salvador e São Paulo, com a participação de cerca de 1,4 mil adolescentes e jovens. Eles vão ser divididos entre dois modelos de cuidado: o tradicional (em unidades de saúde) e o comunitário, com oferta de PrEP mediada por educadores pares e supervisionada por profissionais da saúde. O acompanhamento vai durar até 12 meses.

A iniciativa foi desenvolvida por pesquisadores da Fiocruz Bahia, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade do Alabama (EUA), em parceria com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais e organizações da sociedade civil. É financiada pelo National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.

“A proposta representa uma mudança importante ao reconhecer o papel das comunidades no enfrentamento da epidemia. A expectativa é que os resultados contribuam para o aprimoramento das políticas públicas de prevenção ao HIV no Brasil, com foco em estratégias mais acessíveis e adequadas às populações em maior vulnerabilidade”, frisa Laio Magno, um dos pesquisadores envolvidos, em comunicado da Fiocruz.

Fonte: Revista Galileu

Um paciente norueguês de 63 anos apresentou uma remissão do HIV após ser submetido a um transplante de medula óssea de s...
16/04/2026

Um paciente norueguês de 63 anos apresentou uma remissão do HIV após ser submetido a um transplante de medula óssea de seu irmão para tratar um câncer no sangue. O caso do “paciente de Oslo” é descrito em um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Nature Microbiology, e se soma aos de uma dezena de pessoas curadas ou consideradas curadas da infecção pelo HIV, vírus causador da aids.

A característica comum a esses pacientes é terem passado por um transplante, geralmente de medula óssea, destinado a tratar um câncer agressivo no sangue sem esperança de cura, salvo pelo transplante de células-tronco.

Os riscos do procedimento diminuem quando o doador é portador de uma mutação chamada CCR5, capaz de fazer com que o sistema imunológico elimine o HIV. O paciente de Oslo era soropositivo desde 2006 e foi diagnosticado com câncer no sangue em 2017. Sem um transplante de medula, sua morte era quase certa.

Os médicos buscaram primeiramente um doador que portasse a mutação CCR5. Como não encontraram, recorreram ao irmão mais velho do paciente, acreditando que teriam mais chances de compatibilidade.

A equipe acabou descobrindo que o irmão doador portava a mutação CCR5, que apenas uma a cada 100 pessoas possui naquela região do mundo. O paciente descreveu a coincidência como “ganhar duas vezes na loteria”, contou à AFP o médico Anders Eivind Myhre, membro da equipe e principal autor do estudo publicado.

Dois anos após a cirurgia, o paciente deixou de tomar os medicamentos que controlavam a infecção por HIV e o vírus deixou de ser identificado em seu organismo. Segundo Myhre, o paciente “está em plena forma”.

Esse tipo de caso é considerado excepcional, tendo em vista o risco elevado de um transplante de medula óssea, e não constitui um modelo de tratamento para a maioria dos milhões de pacientes que vivem com o HIV.

Fonte: AFP

Uma nova tecnologia ampliou o entendimento sobre as células infectadas por HIV que persistem mesmo durante tratamento co...
10/04/2026

Uma nova tecnologia ampliou o entendimento sobre as células infectadas por HIV que persistem mesmo durante tratamento com antirretroviral. Através da ferramenta os cientistas identificaram hipóteses que podem explicar como as células do vírus continuam latentes mesmo diante da terapia, algo que pode ser convertido futuramente em novas estratégias de tratamento.

O artigo foi publicado na revista científica Nature Communications. Uma das autoras é Nadia Roan, pesquisadora sênior do Instituto Gladstone e professora da Universidade da Califórnia em San Francisco, ambos nos Estados Unidos. Ela afirma que entender mais sobre o reservatório de células latentes do HIV é importante porque, frente a uma interrupção do tratamento com antirretrovirais, é comum que essas células voltem a replicar.

Essas células persistentes também são uma das razões de por que pacientes que vivem com HIV são mais suscetíveis a comorbidades, respondem menos a vacinas e apresentam envelhecimento precoce, entre outros problemas de saúde. “Mesmo que o vírus não possa infectar novas células [por conta dos antirretrovirais], não é bom para o sistema imunológico lidar com o patógeno por anos a fio”, afirma Roan.

Mas ainda não existia uma tecnologia que permitisse analisar as células remanescentes de forma precisa. Uma ferramenta promissora era o sequenciamento de RNA de célula única, que permite identificar quais genes estão ativos em células individuais. O instrumento, no entanto, não funciona de forma adequada no caso do HIV porque os fragmentos produzidos pelo vírus nas células infectadas não são bem captados pelo sequenciamento.

A solução proposta pelos autores da pesquisa foi criar uma tecnologia, chamada HIV-seq, para identificar especificamente células que produzem RNA do HIV. Em te**es, os pesquisadores observaram que a HIV-seq permite detectar o dobro de fragmentos de RNA do vírus por célula em comparação ao sequenciamento convencional.

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Fonte: Folha de S. Paulo

Uma das seis pessoas infectadas pelo HIV após receber um órgão em transplante realizado em 2024 morreu no último dia 18 ...
02/04/2026

Uma das seis pessoas infectadas pelo HIV após receber um órgão em transplante realizado em 2024 morreu no último dia 18 de março, no estado do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, que não divulgou a causa da morte.

A paciente estava internada em uma unidade especializada e, segundo a secretaria, vinha sendo acompanhada por uma equipe multidisciplinar desde a descoberta do caso, há cerca de um ano e cinco meses. Em nota oficial, o órgão lamentou o falecimento e informou que a vítima recebeu indenização do governo estadual em julho do ano passado, além de assistência médica contínua.

“A Secretaria se solidariza com a família e reforça que seguirá oferecendo suporte psicológico aos familiares”, declarou a SES-RJ.

Falha em exames levou à infecção

O caso veio à tona após seis pacientes transplantados apresentarem infecção pelo HIV, mesmo após exames prévios indicarem que os órgãos doados estavam livres do vírus. As análises foram realizadas pelo laboratório PCS LAB Saleme, posteriormente interditado.

De acordo com as investigações, o laboratório teria deixado de cumprir protocolos essenciais de testagem para reduzir custos, o que resultou em falsos negativos. A falha comprometeu a segurança dos transplantes e expôs os pacientes ao vírus.

A descoberta ocorreu quando um dos transplantados procurou atendimento médico com sintomas neurológicos e testou positivo para HIV, levantando suspeitas sobre a origem da infecção.

Responsabilização na Justiça

Seis pessoas — entre sócios e funcionários do laboratório — foram denunciadas pelo Ministério Público e aguardam julgamento. Eles respondem por crimes como associação criminosa, lesão corporal gravíssima, falsidade ideológica e falsificação de documento particular.

Em agosto de 2024, as vítimas foram indenizadas por meio de um acordo firmado entre o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, o governo estadual, a Fundação Saúde e o laboratório envolvido.

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Fonte: Agência Aids com informações

A busca por uma cura para o HIV ganhou novos contornos científicos após uma série de apresentações na Conference on Retr...
30/03/2026

A busca por uma cura para o HIV ganhou novos contornos científicos após uma série de apresentações na Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections 2026, realizada recentemente em Denver, nos Estados Unidos. Pesquisadores relataram avanços que reforçam o papel da imunidade celular — especialmente das células CD8 — como um possível caminho para o controle duradouro ou até a eliminação do vírus.

As descobertas desafiam uma das premissas mais consolidadas da história da epidemia: a de que a infecção prolongada pelo HIV levaria inevitavelmente ao esgotamento do sistema imunológico. Durante décadas, acreditou-se que o vírus induzia um estado de “senescência imunológica”, caracterizado por envelhecimento precoce das células de defesa e inflamação crônica persistente — mesmo em pessoas sob terapia antirretroviral (TARV) por longos períodos.

Esse quadro era apontado como um dos fatores por trás da maior incidência de doenças cardiovasculares, certos tipos de câncer e distúrbios neurodegenerativos em pessoas vivendo com HIV.

Nos últimos anos, no entanto, evidências vêm sugerindo um cenário mais complexo. Estudos apresentados anteriormente na International Aids Society Conference 2025 já indicavam que parte das pessoas em tratamento prolongado abriga o DNA do HIV em regiões celulares onde sua reativação é improvável. Esses indivíduos poderiam, em alguns casos, manter o vírus sob controle mesmo após a interrupção da TARV — tornando-se os chamados controladores pós-tratamento.

O mecanismo por trás desse controle, contudo, permanecia incerto.

Na CROI 2026, o imunologista Victor Appay, da Universidade de Bordéus, apresentou dados que ajudam a preencher essa lacuna. Segundo ele, uma parcela de pessoas com supressão viral de longo prazo mantém populações funcionais de células CD8 — responsáveis por identificar e destruir células infectadas.

“Quando iniciei o estudo, esperava encontrar células envelhecidas e disfuncionais”, afirmou o pesquisador durante a apresentação. “Mas o que vimos foi o oposto.”

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Fonte: Agência Aids com informações do site Aidsmap

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