A Ordem da Estrela do Oriente
A Ordem da Estrela do Oriente foi fundada em 1850 por Robert Morris, Mestre Maçom e Grão Mestre do Estado de Kentucky (USA) sendo uma das mais sólidas instituições existente no mundo e ligada à Maçonaria Universal. A Sociedade cresceu muito desde então e atualmente está representada em todos os continentes, possuindo cerca de 1.500.000 membros.
É uma organização con
siderada Paramaçônica, instituída com a finalidade de congregar a família maçônica, sob o manto dos ensinamentos seculares de solidariedade, amor ao próximo, liberdade de expressão, liderança moral e intelectual e crença na existência de um Ente Supremo. Dela fazem parte mulheres de bons princípios e valores espirituais, bem como homens, necessariamente Mestres Maçons. Não é uma religião, nem uma sociedade feminista, muito menos uma “maçonaria mista ou feminina”. Tem como propósito, através de seus trabalhos ritualísticos, ressaltar qualidades morais e espirituais, edificar o caráter, educar, fazer caridade e servir ao próximo. Para ser um membro da Estrela do Oriente, no caso de homem, deve ser Mestre Maçom regular e, no caso de mulheres, é preciso ser esposa, viúva, filha, filha adotiva, mãe, madrasta, irmã, neta, avó, bisavó, sobrinha, nora, sogra, prima, ou cunhada de maçom regular e ter mais de 18 anos completos. A organização dá suporte à Ordem do Arco-Íris para Meninas e às Filhas de Jó Internacional, também Organizações Paramaçônicas, incentivando-as para uma vida de liderança dentro dos valores da Estrela do Oriente. A Maçonaria honra-lhes com o indispensável patrocínio e lhes imprime as regras de ingresso e convivência, assim como a disciplina e a ética. Todavia, desenvolvem liturgia própria, sem paralelo ou referência com as praticadas pela Ordem Maçônica e adaptada a cada corpo, de acordo com o fim a que se destina. Texto extraído da página do Grande Capítulo do Estado de São Paulo (http://grandecapitulosp.com/a-ordem-da-estrela-do-oriente/)