Frente Regional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres

Frente Regional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Frente Regional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, Organização comunitária, Av. Ramiro Colleoni, 5, Centro, Santo André.

Frente que reúne mulheres, movimentos, coletivos, associações da região do Grande ABC Paulista, que atuam para o fim da violência contra as mulheres e por uma sociedade mais justa e igualitária.

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14/05/2026

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Masculinistas e simpatizantes estão espalhando uma mentira, distorcendo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Um ator com 5 milhões de seguidores repetiu esse dado em horário nobre. Desmonto aqui a manipulação deles com os dados reais. 👆🏽👆🏽👆🏽

Hoje nos despedimos, com profunda tristeza, de Verônica Paiva de Alencar, companheira de luta, Promotora Legal Popular e...
05/05/2026

Hoje nos despedimos, com profunda tristeza, de Verônica Paiva de Alencar, companheira de luta, Promotora Legal Popular e referência na defesa dos direitos das mulheres em São Caetano do Sul e em toda a região do ABC.

Verônica também integrou a coordenação da Frente Regional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, onde atuou com compromisso, generosidade e firmeza. Mesmo diante de demandas de saúde, seguiu presente, solidária e determinada em seu propósito de proteger mulheres e fortalecer redes de apoio.

Sua trajetória foi marcada por uma atuação concreta: acolheu, orientou e contribuiu para que muitas mulheres saíssem de situações de violência, interrompendo ciclos que poderiam resultar em feminicídio. Seu trabalho salvou vidas e deixou marcas profundas na luta pela construção de uma rede comprometida com a dignidade e a justiça.

Sua memória não se encerra hoje. Permanece como inspiração e nossa força política, guiando nossas ações e reafirmando o sentido coletivo de continuidade da nossa luta feminista.

As inúmeras manifestações de carinho, reconhecimento e tributos das companheiras evidenciam o quanto Verônica foi uma presença marcante, generosa e transformadora na vida de todas que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

Verônica foi valente. Foi acolhimento. Foi amiga e parceira de muitos projetos. Sempre impulsionando outras mulheres.
Verônica presente, hoje e sempre.

Os feminicídios no Grande ABC não são casos isolados. Eles revelam um padrão de violência que poderia ser interrompido s...
03/05/2026

Os feminicídios no Grande ABC não são casos isolados. Eles revelam um padrão de violência que poderia ser interrompido se houvesse prevenção, proteção efetiva e políticas públicas estruturadas.

Ao longo de março e abril, a Frente Regional esteve nas ruas, nos territórios e nos espaços institucionais denunciando essas falhas e incidindo na construção do *Pacto Regional Antifeminicídio*. As propostas existem e apontam caminhos concretos: campanhas permanentes, educação para igualdade de gênero, monitoramento de risco, integração da rede e garantia de proteção real às mulheres.

Agora, o Pacto segue para apresentação às prefeituras e câmaras municipais. É o momento de exigir compromisso: o que está no papel precisa ser implementado, com estrutura e orçamento.

Também reforçamos: nenhuma mulher deve enfrentar a violência sozinha. A rede de serviços existe e pode salvar vidas. Em caso de violência, ligue 180 ou procure um serviço de referência na sua cidade.

📎 No panfleto, você encontra os serviços de atendimento às mulheres nos 7 municípios do Grande ABC.

Seguimos denunciando, mobilizando e construindo caminhos para que nenhuma mulher tenha sua vida interrompida.

*1º de Maio: Mulheres trabalhadoras contra o feminicídio* |  8h |  Igreja Matriz – São Bernardo do CampoNo Dia do Trabal...
28/04/2026

*1º de Maio: Mulheres trabalhadoras contra o feminicídio* | 8h | Igreja Matriz – São Bernardo do Campo

No Dia do Trabalhador, estaremos nas ruas para denunciar a violência contra as mulheres. Entre 2024 e 2025, o feminicídio dobrou no ABC, e neste ano já são pelo menos cinco casos .

O ato do Fórum de Mulheres de São Bernardo levará informação, memória das vítimas e orientação sobre a rede de apoio. A cidade conta com serviços como o CRAM Márcia Dangremon, DDM, Vara de Violência Doméstica e Guardiã Maria da Penha — mas ainda há falhas no acesso e na proteção efetiva .

Também é fundamental responsabilizar empregadores: locais de trabalho devem proteger as mulheres, garantir acolhimento e possibilitar afastamento em situações de risco.

O enfrentamento ao feminicídio é uma responsabilidade pública e coletiva.

Que nenhuma mais Cibelle seja vítima de feminicídio em seu local de trabalho.

   Dia 25/04 vamos ocupar as ruas. ✊💜Em todo o Brasil, mulheres estão se mobilizando porque a misoginia não é opinião. É...
25/04/2026



Dia 25/04 vamos ocupar as ruas. ✊💜

Em todo o Brasil, mulheres estão se mobilizando porque a misoginia não é opinião. É violência. E precisa ser tratada como crime.

O PL 896/23 já foi aprovado no Senado, mas segue parado na Câmara. Sem pressão popular, não avança.

Confira se a sua cidade já está na lista de atos confirmados.
Se não estiver, você pode iniciar a mobilização por aí.

Para isso, manda uma DM pra gente e te orientamos nos próximos passos.

Transformar indignação em ação coletiva começa assim.

Encontre o ato da sua cidade ou reúna quem está perto de você.
Leve uma amiga. Leve sua história. A rua também é nossa.

✊ Criminalização da misoginia já!

Via: levante das mulheres

18/04/2026


PENSATA: ⚠️A machosfera está recrutando crianças.

Começa em fóruns de jogos e grupos de Discord e Telegram, quando meninos de 11 anos são incentivados a se referir a mulheres como “vadias”.

Depois, passa para o incentivo explícito à violência. Assim, a misoginia chega às salas de aula.

Neste vídeo, conectamos os pontos: desde as "trends" absurdas das redes sociais até casos reais de violência e o novo Projeto de Lei que quer criminalizar a misoginia. Não é apenas "coisa de internet", é um problema de segurança pública e educação.

Assista até o fim e entenda por que o discurso de ódio não pode ser confundido com liberdade de expressão.

Referência:
“Misoginia na Internet”, Mariana Valente, ed. Fósforo

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18/04/2026



Quer ajudar a criminalizar a misoginia? Pressione a Deputada ou Deputado que você votou.
Enquanto alguns estão comemorando, outros estão articulando para que o Projeto de Lei 896/23 da Misoginia não se torne lei.
Muito ajuda quem não atrapalha!


📢 PARTICIPE DO ATO!Dia 25/04, às 14h, no MASP.Em 24 de março, o Senado aprovou por unanimidade o PL 896/23, que inclui a...
18/04/2026

📢 PARTICIPE DO ATO!

Dia 25/04, às 14h, no MASP.

Em 24 de março, o Senado aprovou por unanimidade o PL 896/23, que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito e discriminação. Essa conquista é resultado direto da mobilização e da indignação diante de tanta violência contra as mulheres.

Mas não podemos parar agora. O presidente da Câmara, Hugo Motta, mesmo sendo signatário do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, se recusa a pautar o projeto e também trava o avanço do PLP 41/26, que destinaria bilhões para ações emergenciais de combate ao feminicídio.

O feminicídio é o último estágio de uma violência cotidiana que começa no discurso de ódio, alimentado nas redes e na vida real por grupos misóginos.

🚨 A violência contra as mulheres cresce em todo o país. É urgente criminalizar a misoginia!

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Repudiamos veementemente a violência sofrida pela Vereadora Fernanda Henrique, em Ribeirão Pires, e denunciamos a grave ...
18/04/2026

Repudiamos veementemente a violência sofrida pela Vereadora Fernanda Henrique, em Ribeirão Pires, e denunciamos a grave conivência institucional que marcou esse episódio.

Segundo relatos públicos, a parlamentar foi intimidada no exercício de sua função fiscalizatória. Ao levar a denúncia à tribuna, encontrou um plenário esvaziado, sem acolhimento e sem posicionamento — um retrato do silenciamento que mulheres enfrentam cotidianamente na política.

O silêncio da Câmara não é neutro. Ele legitima a violência.

Em um cenário de aumento dos feminicídios, da violência sexual e da violência política de gênero no ABC e no país, o que está em curso é a tentativa de intimidar e afastar mulheres dos espaços de poder. Quando uma vereadora eleita é atacada e ignorada, todas as mulheres são atingidas.

Nomear e denunciar essa violência é fundamental para romper sua naturalização e exigir a aplicação da Lei nº 14.192/2021.

Fernanda Henrique não está sozinha. Sua luta é coletiva — e exige resposta pública.

Diante disso, também chamamos todas pela aprovação de medidas concretas de enfrentamento à violência contra as mulheres.

No dia 25/04, às 14h, no MASP, estaremos nas ruas pela aprovação do PL 896/23, que inclui a misoginia como crime. A proposta já foi aprovada por unanimidade no Senado, fruto da mobilização social, mas segue sendo bloqueada na Câmara dos Deputados.

Enquanto isso, a violência cresce. O feminicídio é o último estágio de uma cadeia que começa no ódio e na misoginia, alimentados nas redes, nas ruas e também nos parlamentos.

É urgente criminalizar a misoginia para proteger todas as mulheres.

Ir às ruas é romper o silêncio.
Apoiar Fernanda é defender todas nós.

28/03/2026

A Luiza Erundina participou de atividade com a Frente Regional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, reunindo mais de 60 mulheres — entre trabalhadoras dos serviços, Promotoras Legais Populares, parlamentares, conselheiras de direitos e sindicalistas.

O encontro foi marcado por escuta ativa e acolhimento de denúncias graves de revitimização em delegacias, evidenciando as falhas do Estado na proteção das mulheres. Erundina destacou a urgência da educação de gênero nas escolas, reforçou a necessidade de responsabilização e fiscalização efetiva das medidas protetivas, e apontou o papel central do orçamento público para garantir políticas reais de enfrentamento à violência.

Também reafirmou a importância do poder popular e da escuta das mulheres como base para a construção de políticas públicas comprometidas com a vida e a dignidade.

Aos seus 91 anos, sua trajetória de dedicação à democracia e à luta contra as desigualdades segue sendo inspiração concreta. Muitas companheiras relataram o quanto sua caminhada impactou suas próprias trajetórias de militância.

Foi uma noite de denúncias duras, que expõem a omissão do Estado, mas também um encontro potente, afetivo e de reafirmação coletiva do nosso compromisso com a luta.

Sigamos juntas, porque só a luta transforma e garante conquistas.
Pela vida de todas as mulheres!

Endereço

Av. Ramiro Colleoni, 5, Centro
Santo André, SP
09040-160

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