Empreendimento social recém iniciado em março de 2017, trata-se da iniciativa de um morador em transformar sua residência num espaço cultural, ambiental, político e sustentável, para que a comunidade do entorno e organizações possam usufruir e interagir utilizando um ambiente que normalmente seria individual e privado, como referência para o coletivo, para realização de reuniões e outras atividade
s. Apoiado quase que imediatamente pelo Instituto Viva Santo André, quem tem divulgado as ações da casa, optou-se inicialmente pelo compartilhamento da rede de internet via wi-fi, para que moradores do entorno e jovens que estiverem na rua tenham condições de acessar informações on line. Grafiteiros encarregaram-se de ilustrar a casa com temas relacionados aos objetivos do espaço. A intenção é inspirar mais pessoas a compartilharem, de alguma forma, sua estrutura individual, pois o idealizador acredita que, através da interação com a comunidade do entorno, é possível criar empatia, melhorar o diálogo, entender os problemas do bairro e cuidar até da segurança um dos outros. O lilás é a cor da transformação. Desde o início do projeto, já foi implantado um gramado, uma cobertura, realizado um Sarau Julino no último dia 2 de julho e estão sendo organizados cursos, oficinas e palestrar que acontecerão no espaço no decorrer do segundo semestre. Logo teremos uma bela horta comunitária, captação de água de chuva, área de convivência e uma galeria de arte a céu aberto. Sandro Nicodemo atua nas áreas de meio ambiente e cultura há mais de quinze anos, e já ministrou palestras sobre a Casa Viva Lilás em universidades como a Metodista, em São Bernardo do Campo, e Unifesp Diadema, além de ter apresentado a iniciativa no curso de Promotoras Legais Populares de Santo André, tratando, em todos os casos, da temática da Sustentabilidade, onde a Casa Viva Lilás é citada como um exemplo prático.