11/07/2024
Contextualizando, nosso profundo e genuíno respeito à “natureza” nos foi incorporado desde a infância de forma lúdica, divertida e agradável pelos nossos pais e professores, plantando mudas de árvores já no final de 1940, 50, 60... nas “barrancas” do Rio Jaguari.
Na linha do tempo, já na fase pós aposentadoria da UFSM, tivemos, Eleonora e Rainer, a sorte e o privilégio de encontrar a D. Regina e o Giovani Pozzobon, nossas almas gêmeas que se indignavam com o descaso de governos sobre o “lixo” em Santa Maria.
Então com o incentivo e o apoio da D. Regina iniciamos o trabalho de separação de resíduos no pátio do Hotel Umberto. Ao mesmo tempo entrou em nossa vida o Biólogo Frozi em Canela que com outros técnicos foi organizado e implantado um projeto de Educação Ambiental nas Escolas Municipais de Canela, RS.
Em 1993 conhecemos a Roberta, austríaca que veio a Santa Maria completar seus estudos de 2º grau, através de convenio estudantil. Ela também ficava indignada com a quantidade de lixo esparramado pela cidade. Dizia ela “mas como que aqui não separam o lixo e não contribuem com a questão social na geração de trabalho e renda”.
A partir de uma reunião no dia 20 de agosto de 1996 com Professores engajados nas questões ambientais, iniciamos as discussões na UFSM, o que resultou na criação da Fundação MO’Ã, proteger em tupi-guarani.
Ilustra-se na foto uma das primeiras atuações de membros da Fundação MO’Ã e membros do CONDEMA no “Projeto Educação Ambiental em uma comunidade piloto no município de Santa Maria” – Perpétuo Socorro e Chácara das Flores – Agosto de 1998.
A nossa transferência para o Prédio da APUSM foi em 2010, entidade que faz parte do nosso Conselho Administrativo, onde estamos até hoje.
A partir dessa época o casal Eleonora e Rainer Müller resolveu adotar a Fundação, tornando-se mantenedores, suprindo com recursos próprios às necessidades do funcionamento e para atingir os objetivos propostos pelo seu Estatuto.
Eleonora Diefenbach Muller, 02.06.2024