Escoteiro Vale do Rio Pardo

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O Grupo Escoteiro é uma associação sem fins lucrativos, onde os adultos são voluntários, e os jovens são ensinados através de atividades na prática para formação de seu caráter.

Sempre Alerta para Servir o Melhor Possível ⚜️ Escoteiro Vale do Rio Pardo Escoteiro Vale do Rio Pardo Claudia Andrade E...
02/10/2026

Sempre Alerta para Servir o Melhor Possível ⚜️
Escoteiro Vale do Rio Pardo
Escoteiro Vale do Rio Pardo
Claudia Andrade
Escoteiro TV.


⚜️ CLÁUDIA ANDRADE

Uma história de coragem, educação e Escotismo em Santa Cruz do Rio Pardo

Algumas histórias escoteiras começam em um acampamento. Outras começam com uma necessidade simples: continuar aquilo em que se acredita.

A história da chefe Cláudia Andrade da Silva, de Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, pertence a esse segundo grupo.

Antes de chegar à cidade, Cláudia já vivenciava o Escotismo em São Paulo, onde participava do Grupo Escoteiro Tacaúnas, juntamente com seu filho. Em 2015, quando sua família se mudou para Santa Cruz do Rio Pardo, surgiu uma questão: como continuar oferecendo aos filhos aquela experiência de educação, amizade, disciplina, natureza e serviço?

A resposta veio através da iniciativa de criar um novo grupo.

Em 25 de setembro de 2015, Cláudia fundou o Grupo Escoteiro Vale do Rio Pardo. O começo foi humilde e, justamente por isso, significativo: as primeiras atividades reuniram aproximadamente 15 crianças na Praça São Sebastião.

Não havia uma grande estrutura. Havia disposição.

Em 2017, o grupo recebeu a oportunidade de utilizar um espaço na Rua Frei Domingos Acerbi, no Parque São Jorge, que passou a funcionar como sede provisória. A caminhada continuou baseada no trabalho voluntário de adultos e na participação das famílias.

Em entrevista publicada em 2022, Cláudia relatou que trabalhava na área da educação e que essa experiência contribuiu para sua decisão de desenvolver o Escotismo na cidade. Sua atuação com os Lobinhos utilizava o lúdico e a narrativa de Mogli, o Menino-Lobo, procurando transformar o aprendizado em experiência.

Para Cláudia, Escotismo não era apenas uniforme, distintivo ou acampamento. Era uma ferramenta de formação.

Em 2022, o Grupo Vale do Rio Pardo completava seis anos de existência. Cláudia era apresentada como fundadora e presidente do grupo, além de atuar como chefe da seção de Lobinhos. Naquele período, o grupo reunia crianças, adolescentes e uma equipe de chefia voluntária.

Aquele ano marcou também um momento importante: Santa Cruz do Rio Pardo recebeu uma Assembleia Nacional ligada à organização escoteira da qual o grupo fazia parte. O encontro ocorreu entre 25 e 27 de março, reunindo chefes de diferentes estados brasileiros.

Segundo o Jornal Atual, Cláudia, então presidente do grupo, foi responsável por viabilizar a realização do encontro na cidade. A mesma reportagem a identifica como diretora da Scouts Brasil AEBP — Associação Escoteira de Baden-Powell.

O período também revelou uma das dificuldades enfrentadas pelo grupo: a pandemia havia praticamente interrompido suas atividades. O retorno das reuniões e acampamentos representava não apenas a retomada do calendário, mas uma oportunidade de reconstruir vínculos e conquistar novos jovens.

Existe ainda um detalhe que ajuda a compreender o espírito de sua trajetória: em 2022, Cláudia falava do desejo de que o grupo pudesse, no futuro, conquistar uma sede própria. Enquanto isso, a equipe continuava trabalhando com os recursos disponíveis e realizando campanhas para arrecadar fundos para acampamentos e atividades.

Em uma dessas iniciativas, o grupo recolhia latinhas e lacres para obter recursos e também colaborar com ações sociais, como a obtenção de cadeiras de rodas.

É uma pequena imagem de algo maior.

Porque a história de Cláudia Andrade não está apenas na fundação de um grupo. Está na decisão de não deixar o Escotismo terminar quando a mudança de cidade aconteceu.

Ela poderia simplesmente ter procurado outro caminho para sua família.

Escolheu construir um caminho para muitas famílias.

E talvez seja justamente aí que esteja a essência de uma verdadeira chefia escoteira: compreender que o lenço não representa apenas aquilo que recebemos do Movimento, mas também aquilo que somos capazes de deixar para aqueles que virão depois de nós.

Em Santa Cruz do Rio Pardo, uma praça, algumas crianças e uma vontade de servir foram suficientes para acender uma nova chama.

A chama cresceu.

E o nome dessa chama passou a fazer parte da história escoteira local:

Cláudia Andrade.

⚜️ Sempre Alerta para Servir o Melhor Possível.

O Guardião da Chama Escoteira.

Fontes consultadas

• Solutudo — “Sempre alerta para servir o melhor possível: conheça o Grupo dos Escoteiros Vale do Rio Pardo”, 28/04/2022.
• Jornal Atual — “Santa Cruz recebe evento nacional de escoteiros”, 19/04/2022.
• Jornal Debate — edição de abril de 2022, reportagem “Escoteiros retomam atividades”.
• Registro cadastral do Grupo Escoteiro Vale do Rio Pardo

26/09/2026
26/09/2026

Você sabe todas as capitais do Brasil? Todos os estados, suas capitais e monumentos icônicos ilustrados do nosso país. 🇧🇷

E por falar em Brasil, de que lugar desse país gigante você está me lendo?

17/09/2026

MÁRIO GREGGIO O DAVID, CONTRA GOLIAS.

Há homens que passam pelo escotismo. E há aqueles que deixam nele marcas que permanecem.

A história de Mário Silvio Greggio é uma dessas histórias que merecem ser lembradas. Sua caminhada como escotista e dirigente começou, segundo registros publicados em 2003, em 1983. Desde 1992, estava ligado ao Grupo Escoteiro Tacaúnas, em São Paulo, construindo uma trajetória que atravessaria décadas e diferentes momentos da história do escotismo brasileiro.

Em 1991, seu nome já aparece em registros relacionados à formação escoteira paulista, associado à Insígnia de Madeira. Não era apenas alguém que vestia um uniforme: era um dirigente que buscava formação para servir melhor.

No Tacaúnas, sua participação ganhou dimensão institucional. Em 2006, Mário Greggio aparece como presidente da Associação Grupo Escoteiro Tacaúnas. E naquele período ocorreu também uma importante mudança: o grupo comunicou à União dos Escoteiros do Brasil seu desligamento e a criação de uma associação própria. Esse episódio faz parte de um capítulo mais amplo das discussões que marcaram o chamado escotismo independente no Brasil.

Foi nesse universo que Greggio assumiu novas responsabilidades. Como dirigente da Associação Escoteira Baden-Powell, chegou à presidência da entidade e participou da articulação internacional do escotismo independente.

Em 2011, seu nome aparece oficialmente como tesoureiro do Conselho Regional das Américas da World Federation of Independent Scouts WFIS, demonstrando que sua atuação havia ultrapassado as fronteiras brasileiras.

E existe um registro que dá dimensão especial à sua trajetória: em 2012, durante sessão solene da Câmara dos Deputados em homenagem aos escoteiros brasileiros, Mário Greggio foi convidado para compor a mesa. O documento oficial o identifica como presidente da Associação Escoteira Baden-Powell e integrante do Conselho Mundial da WFIS para a América do Sul.

Sua atuação também alcançou a formação de dirigentes em outros países. Na Argentina, registros dos Scouts Navales mencionam sua participação como membro da AEBP e do Conselho Regional da Federação Mundial de Scouts Independientes, colaborando em atividades de capacitação.

Mas existe uma outra contribuição de Greggio que talvez diga muito sobre sua maneira de enxergar o escotismo: a preservação de sua memória musical.

Um acervo dedicado às canções escoteiras registra dezenas de partituras cedidas pelo Chefe Mário Greggio. São músicas que pertencem à memória de gerações de escoteiros canções de campo, de fraternidade, de fogo de conselho e de celebração. Preservar uma canção é preservar uma lembrança; preservar um cancioneiro é ajudar a impedir que parte da história desapareça.

Sua trajetória também esteve ligada à valorização de diferentes expressões do escotismo. Em 2009, como diretor-presidente da AEBP, participou em Alagoas do reconhecimento do Escotismo Florestal, associado à educação ambiental e à preservação da natureza.

Mário Greggio pertence, portanto, a uma geração que viveu o escotismo não apenas como atividade de fim de semana, mas como método, formação, serviço, tradição e identidade.

Sua história também contém divergências e conflitos institucionais, porque a história verdadeira nunca é feita apenas de aplausos. Mas justamente por isso ela merece ser conhecida, estudada e debatida com respeito.

Mais de quatro décadas depois do início de sua caminhada, permanece uma pergunta que atravessa toda essa trajetória:

O que realmente significa preservar o escotismo?

Talvez seja continuar ensinando uma criança a acender uma fogueira.

Talvez seja defender aquilo em que se acredita, mesmo quando o caminho deixa de ser fácil.

Mas quando um homem dedica sua vida para que a chama continue acesa, sua história passa a fazer parte da própria memória do Movimento Escoteiro.

E algumas chamas não foram feitas para serem apagadas.

Mário Greggio é parte dessa história.

Sempre Alerta!

O Guardião da Chama Escoteira.

Endereço

Santa Cruz Do Rio Pardo, SP
18900000

Horário de Funcionamento

14:00 - 17:00

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