CAMA - Centro de Arte e Meio Ambiente

CAMA - Centro de Arte e Meio Ambiente O CAMA é uma Organização da Sociedade Civil -OSC, sem fins lucrativos, fundada no ano de 1995, sediada no município de Salvador- Bahia.

Sua atuação é focada no Desenvolvimento Socioambiental em comunidades eminentemente negras da Bahia. O CAMA – Centro de Arte e Meio Ambiente é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, fundada no ano de 1995, cujo objetivo é desenvolver ações educativas e afirmativas voltadas para a questão social que envolve principalmente os adolescentes e jovens de Alagados, em sua maioria afrodescen

dentes, visando desenvolver a consciência da necessidade de melhoria da qualidade de vida urbana
da população e das questões ligadas ao meio ambiente em Salvador, evidenciando em especial a Península de Itapagipe. Sua identidade social é “desenvolver ações sociais e artísticas, a partir da educação sócio/ambiental, junto ao público juvenil em sistema de atendimento em meio-aberto” numa ação transformadora de dentro para fora com olhar local global, tendo como missão “mudar comportamentos e atitudes utilizando a ferramenta da arte e educação sócio/ambiental, dando ênfase à ação com a população local”, para obtenção da visão de futuro: Ser referência, mundial, na implantação de uma nova cultura no estudo da questão sócio-ambiental. O CAMA desenvolve ações a partir da Península de Itapagipe através da ferramenta da educação sócio-ambiental, adota uma metodologia de trabalho multidisciplinar preocupada com mudanças que ocorrem no mundo e seus impactos no local onde se insere a ação institucional.

As águas conectam territórios. A contaminação também.A Baía de Todos-os-Santos abriga histórias, culturas, modos de vida...
04/08/2026

As águas conectam territórios. A contaminação também.

A Baía de Todos-os-Santos abriga histórias, culturas, modos de vida e comunidades que, há gerações, vivem da pesca, da mariscagem e da relação com as águas. Mas também carrega as marcas de um modelo de desenvolvimento que, historicamente, produziu desigualdades socioambientais e concentrou riscos e danos sobre territórios negros, povos e comunidades tradicionais, comprometendo seus modos de vida, sua saúde e seus direitos.

Da contaminação por mercúrio na Península de Itapagipe aos recentes episódios registrados em São Tomé de Paripe, f**a evidente que esses não são acontecimentos isolados. Eles revelam um padrão de injustiça ambiental que expõe determinadas populações aos impactos da degradação ambiental de forma recorrente, enquanto outras permanecem mais protegidas.

Quando um território é contaminado, não estamos apenas diante de um problema ambiental. Estamos diante de uma violação de direitos e a permanência das comunidades em seus territórios.

03/08/2026

Alimentar o corpo também é fortalecer a memória, a identidade e a resistência.

No encontro sobre Racismo Ambiental e Segurança Alimentar, catadoras de materiais recicláveis e mulheres 50+ compartilharam saberes, redescobriram a história dos alimentos ancestrais e refletiram sobre como as desigualdades raciais e ambientais também determinam o que chega ao nosso prato.

Entre descobertas, trocas e afeto, fortalecemos caminhos para a segurança e a soberania alimentar, valorizando os conhecimentos que nascem nos territórios.

Uma construção coletiva por justiça climática, cuidado e direito à vida.

Realização do CAMA, com apoio da ONU Mulheres () e de Luxembourg ().

Alimentação também é território de luta.Foi sobre isso que conversamos durante a oficina “Segurança Alimentar e Nutricio...
31/07/2026

Alimentação também é território de luta.

Foi sobre isso que conversamos durante a oficina “Segurança Alimentar e Nutricional e Racismo Ambiental”, realizada no CAMA, reunindo catadoras de materiais recicláveis e mulheres 50+ em um espaço de diálogo, troca de experiências e construção coletiva de conhecimento. A atividade foi conduzida pela nutricionista Elisangela Conceição.

A conversa trouxe para o centro do debate o racismo alimentar e ambiental, quem tem acesso à comida de verdade, quem foi historicamente empurrado para o consumo de alimentos ultraprocessados e como os alimentos ancestrais carregam saúde, memória, cultura e identidade dos povos negros e indígenas.

Ao longo da oficina, muitas participantes se surpreenderam ao descobrir a origem e os impactos de diversos produtos ultraprocessados presentes no cotidiano. A partir dessas reflexões, fortalecemos o entendimento de que a alimentação vai muito além do ato de comer, é um direito, atravessado por desigualdades sociais, raciais e ambientais.

Momentos como esse reforçam a importância de ampliar o acesso à informação e fortalecer debates sobre soberania alimentar, segurança alimentar e nutricional e justiça ambiental nos territórios, valorizando os saberes e as vivências de quem constrói essas histórias todos os dias.

A iniciativa conta com o apoio da ONU Mulheres (ONU Mulheres Brasil) e de Luxembourg (Luxembourg Aid & Development), fortalecendo processos de formação e ampliando o debate sobre racismo ambiental, soberania e segurança alimentar e nutricional nos territórios.

25/07/2026

No CAMA, sabemos que economia solidária, sustentabilidade e justiça climática não existem sem quem faz esse trabalho acontecer, dia após dia. Essa força tem nome, sobrenome e ancestralidade: mulheres negras que cuidam dos territórios, protegem a natureza e resistem, diariamente, aos impactos do racismo ambiental.

24/07/2026

Mulher negra 50+ não guarda só memória, guarda estratégia de sobrevivência no território ✊🏿

Foi isso que reunimos na oficina “Decodif**ando o Racismo Ambiental”: mulheres negras 50+ trocando experiências sobre como o racismo ambiental atravessa a saúde, o bem viver e a qualidade de vida onde moram.

Conduzida por Joilson Santana e Jamile Alves, a atividade fortaleceu escuta coletiva e construção de soluções, porque justiça climática também se faz com quem já cuidou do território a vida inteira.

A oficina integra o Observatório do Racismo Ambiental e a Agenda do Julho das Pretas 2026, realizada pelo CAMA, com apoio da ONU Mulheres Brasil e da Cooperação de Luxemburgo.

24/07/2026

Muitas das jovens presentes se surpreenderam ao descobrir a origem real de alguns produtos ultraprocessados que fazem parte do seu dia a dia. Foi nesse estranhamento, e na troca entre elas e as mediadoras, que a percepção sobre o que é comer, e sobre quem tem acesso a isso, começou a se transformar.

Mais do que uma oficina, foi um espaço de formação, reafirmando que alimentação é direito, e que garantir a presença das juventudes nesses debates é fortalecer o olhar crítico sobre o racismo que também se manifesta na mesa.

A iniciativa conta com o apoio da ONU Mulheres () e da Cooperação de Luxemburgo (), em parceria com a Acopamec, fortalecendo processos formativos com as juventudes e ampliando o debate sobre racismo ambiental, soberania e segurança alimentar e nutricional nos territórios.

Alimentação também é território de luta.Foi sobre isso que conversamos com as jovens durante a oficina “ Segurança Alime...
23/07/2026

Alimentação também é território de luta.

Foi sobre isso que conversamos com as jovens durante a oficina “ Segurança Alimentar e Nutricional e Racismo Ambiental”, realizada na Acopamec e conduzida pela nutricionista Elisangela Conceição e por Bruna Neves, tecnóloga em Alimentos.

O papo trouxe o Racismo Alimentar e Ambiental pra roda: quem tem acesso à comida de verdade, quem foi historicamente empurrado para os alimentos ultraprocessados e como os alimentos ancestrais, carregam saúde, memória e identidade dos povos negros e indígenas.

A surpresa tomou conta da maioria das jovens ao descobrir de onde realmente vêm alguns produtos ultraprocessados que consomem no dia a dia. Foi ali, no espanto e na troca, que a ficha caiu sobre o que é comer e por que isso não é acessível para todo mundo da mesma forma.

Mais do que informação, foi um convite para compreender que alimentação é um direito e que as juventudes precisam, e merecem, estar nesses debates, fortalecendo uma leitura crítica sobre o direito à alimentação e sobre o racismo que também se manifesta na mesa.

A iniciativa conta com o apoio da ONU Mulheres (ONU Mulheres Brasil) e de Luxembourg (Luxembourg Aid & Development) e conta com a parceria da ACOPAMEC fortalecendo processos de formação com as juventudes e ampliando o debate sobre racismo ambiental, soberania e segurança alimentar e nutricional nos territórios.

Reunião do Comitê de Inclusão Socioeconômico e Produtivo dos Catadores(as) de materiais recicláveis da Bahia faz um bala...
22/07/2026

Reunião do Comitê de Inclusão Socioeconômico e Produtivo dos Catadores(as) de materiais recicláveis da Bahia faz um balanço das ações voltadas à inclusão socioeconômica dos catadores e catadoras de materiais recicláveis e reutilizáveis. ♻️

Um momento importante de diálogo entre o poder público estadual e o segmento, junto com outras organizações da sociedade civil organizada, a exemplo, Associações e Cooperativas de Catadores(as) de materiais recicláveis, do Centro de Arte e Meio Ambiente (CAMA), integrantes do Fórum Estadual Lixo e Cidadania da Bahia, revisitando conquistas e alinhando os próximos passos para fortalecer políticas que reconhecem e valorizam o trabalho de quem transforma resíduo sólido em renda e cidadania.

Seguimos juntos por mais direitos, mais reconhecimento e mais economia solidária! 🤝

21/07/2026

Quando o território vira sala de aula, o aprendizado ganha outro signif**ado. ✊🏿

A Trilha das Pretas transformou os aprendizados das oficinas em uma experiência de escuta, ancestralidade e leitura crítica do território.

No Parque São Bartolomeu, mulheres 50+, jovens e catadoras de materiais recicláveis vivenciaram um dos mais importantes patrimônios naturais e culturais de Salvador, refletindo sobre racismo ambiental, justiça climática e o direito à vida.

Para muitas participantes, foi a primeira vez conhecendo as cachoeiras do Parque. Um lembrete de que proteger um território também começa por conhecê-lo.

A ação integra o projeto Mulheres Negras pela Justiça Climática: Contra o Racismo Ambiental e pelo Direito à Vida, realizado pelo CAMA, por meio do Observatório do Racismo Ambiental, com o apoio da ONU Mulheres Brasil e da Cooperação de Luxemburgo.

Defender os territórios é fortalecer a memória, garantir direitos e construir justiça climática.

É no território que o conhecimento ganha sentido✊🏿A Trilha das Pretas foi o momento de transformar os aprendizados das o...
18/07/2026

É no território que o conhecimento ganha sentido✊🏿

A Trilha das Pretas foi o momento de transformar os aprendizados das oficinas em experiência. Mulheres 50+, jovens e catadoras de materiais recicláveis vivenciaram o Parque São Bartolomeu como um território de ancestralidade, biodiversidade, memória e resistência.

A cada parada, um novo olhar sobre o território. Conectamos os aprendizados construídos ao longo do projeto às marcas do racismo ambiental, refletimos sobre justiça climática e reconhecemos que preservar a natureza também é proteger histórias, garantir direitos e defender a vida.

E o território também surpreendeu, viu! 💚 Para muitas participantes, foi a primeira vez conhecendo as cachoeiras e o próprio Parque, revelando que um dos maiores patrimônios naturais e culturais de Salvador ainda é desconhecido por muitas pessoas.

A Trilha das Pretas integra as ações do Projeto Mulheres Negras pela Justiça Climática: Contra o Racismo Ambiental e pelo Direito à Vida, realizada pelo CAMA por meio do Observatório do Racismo Ambiental, com o apoio da ONU Mulheres Brasil e da Cooperação de Luxemburgo.

Agradecemos ao Parque São Bartolomeu pela acolhida e a todas as pessoas que contribuíram para que essa experiência fortalecesse nossos vínculos com o território, a memória, a ancestralidade e a luta por justiça climática.

🌱 Porque não existe justiça climática sem conhecer, reconhecer e defender os territórios que sustentam a vida.

Endereço

Praça Do Uruguai, S/n/Uruguai
Salvador, BA
40450-390

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando CAMA - Centro de Arte e Meio Ambiente posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar