Sindap-Bahia

Sindap-Bahia Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Sindap-Bahia, Sindicato laboral, Avenida Joana Angélica, Nº 747, Edf. Atenas, sala 601, Salvador.

Sindicato dos Agentes Disciplinares Penitenciários e Agentes Socioeducadores Empregados Terceirizados, Temporários e Contratados em Regime Especial Administrativo do Estado da Bahia

Sindicato solicita mediação na Superintendência do Trabalho para resolução do Acordo Coletivo do Sistema SocioeducativoH...
12/08/2026

Sindicato solicita mediação na Superintendência do Trabalho para resolução do Acordo Coletivo do Sistema Socioeducativo

Hoje, 12 de Agosto de 2026, na sede do Ministério do Trabalho e Superintendência do Trabalho - SRTE-BA aconteceu a reunião de mediação para resolução da ACT Acordo Coletivo 2026 aonde se fizeram presentes o SINDAP BA, que provocou a mediação frente ao chefe da SERET Dr. Gustavo Dantas Abrantes que chamou a FJS que se fez presente na pessoa de Inaildo e representando a FUNDAC, a Sra. Vanusa e o Sr. Jean e o Procurador do Estado Dr. Andre.

Na oportunidade frente a um longo debate e muita estratégia de negociação colocada em mesa pelos representantes do SINDAP/BA Lourival Alves, presidente e os diretores João Dantas, Edenisio (Zito), Josenilto Conceição (Coruja) e o assessor jurídico Arialdo Andrade, saiu uma proposta pelo mediador, de um reajuste de 7.5% de aumento linear aonde iremos aguardar trâmites das secretarias envolvidas e da FJS para colocarmos a apreciação dos trabalhadores e coletivamente avaliarmos a proposta para posteriormente darmos resposta juntos.

SINDAP BA juntos na luta pela valorização dos trabalhadores que representamos.

Você sempre foi minha direção certa em meio às incertezas
08/08/2026

Você sempre foi minha direção certa em meio às incertezas

Lei Maria da Penha completa 20 anos com o desafio de conter casos de feminicídiosLei é uma das mais avançadas do mundo p...
07/08/2026

Lei Maria da Penha completa 20 anos com o desafio de conter casos de feminicídios

Lei é uma das mais avançadas do mundo por ter transformado o enfrentamento à violência contra a muher. Para a CUT, proteção às mulheres depende também de políticas públicas, educação e mudanças culturais

Neste dia 7 de agosto, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completa 20 anos como o principal instrumento de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Considerada uma das legislações mais avançadas do mundo sobre o tema, ela mudou a forma como o Estado enfrenta esse tipo de violência, garantindo proteção às vítimas, ampliando a responsabilização dos agressores e reconhecendo que a violência doméstica é uma violação dos direitos humanos.

Durante o mês de agosto, o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres, promove ações para divulgar os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha, orientar sobre as formas de violência e informar como acessar a rede de proteção e os canais de denúncia, como o Ligue 180.
Apesar dos avanços da lei, a realidade continua alarmante. Somente no primeiro semestre de 2026, o país registrou 732 feminicídios, média de quatro mulheres assassinadas por dia. Cerca de 65% das vítimas são mulheres negras. Em 2025, foram 1.571 casos, recorde pelo quarto ano consecutivo. Os números mostram que, embora a Lei Maria da Penha seja um marco na proteção dos direitos das mulheres, ela não atua sozinha.

Especialistas e entidades que atuam no enfrentamento à violência defendem que sua efetividade depende do fortalecimento da rede de proteção, da fiscalização do cumprimento das medidas protetivas, da ampliação das políticas públicas de acolhimento e autonomia das mulheres, além de ações permanentes de prevenção e educação para enfrentar a cultura machista que sustenta esse tipo de violência.

A secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Amanda Corcino, reforça que o Brasil tem avançado nos últimos anos ao fortalecer a legislação e ampliar as políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres. Exemplos são mudanças recentes a execução imediata de medidas protetivas cíveis sem exigir ação judicial principal, a prioridade para o uso de tornozeleira eletrônica no agressor em risco iminente, e novas regras mais rígidas para a audiência de retratação da vítima.

No entanto, Amanda ressalta, que ainda existem desafios importantes. “Na legislação trabalhista, por exemplo, faltam mecanismos de proteção para as vítimas, que muitas vezes são agredidas até mesmo no ambiente de trabalho e não encontram o amparo psicológico de que precisam. Muitas seguem trabalhando com as sequelas físicas e emocionais das agressões", afirma Amanda Corcino.

Paralelamente, a dirigente destaca que há categorias que incluem em suas negociações coletivas mesmas específicas sobre o tema.

Conquista histórica
Mesmo diante de uma realidade que ainda expõe milhares de mulheres à violência, Amanda Corcino celebra os 20 anos da Lei Maria da Penha como uma conquista histórica do movimento feminista, mas ressalta que a data também deve servir para refletir sobre os desafios que o país ainda precisa enfrentar.
"Essa conquista é fruto da luta incansável do movimento feminista e da coragem de mulheres como Maria da Penha, que transformaram a sua dor em resistência", afirma.

Segundo a dirigente, a legislação representou um avanço ao reconhecer a violência doméstica como crime e estabelecer mecanismos como as medidas protetivas e os juizados especializados. No entanto, ela ressalta que a violência continua sendo alimentada por desigualdades estruturais.
"As profundas desigualdades de gênero dificultam o ingresso e a permanência das mulheres no mercado de trabalho, criando, muitas vezes, uma dependência econômica que leva muitas mulheres a se sujeitarem a agressões para garantir o seu sustento e dos seus filhos."

Amanda também chama atenção para o crescimento dos discursos de ódio contra as mulheres. "A narrativa misógina e machista, transformada em discurso de ódio, tem um grande impacto e impulsiona a violência."

Para ela, a CUT seguirá cobrando políticas públicas efetivas e combatendo a cultura machista e patriarcal para que todas as mulheres possam viver livres da violência.

O feminicídio é o último estágio da violência
A experiência acumulada ao longo desses 20 anos também mostrou que o feminicídio raramente acontece de forma repentina.
Antes do assassinato, geralmente existe um ciclo marcado por controle, ameaças, humilhações, isolamento, violência psicológica, agressões físicas e outras formas de violência que muitas vezes são naturalizadas.

Compreender como as desigualdades entre homens e mulheres são construídas e reproduzidas na sociedade é apontado como um passo essencial para romper esse ciclo antes que ele chegue ao desfecho mais extremo.

"O feminicídio é a expressão máxima. Antes disso aconteceram outros casos e, se a gente pudesse ter identificado, nós poderíamos ter salvado a vida daquela mulher."

Por isso, especialistas defendem que políticas de prevenção e educação caminhem lado a lado com a aplicação da lei. Promover relações baseadas no respeito e na igualdade desde a infância é considerado um dos caminhos para reduzir a violência de gênero.

Medidas protetivas precisam ser fortalecidas
As medidas protetivas de urgência são um dos principais instrumentos criados pela Lei Maria da Penha para interromper o ciclo da violência.

Na prática, porém, ainda enfrentam dificuldades. Levantamentos mostram que parte dos feminicídios ocorre contra mulheres que possuíam medidas protetivas em vigor. A insuficiência de tornozeleiras eletrônicas, a limitação das equipes de acompanhamento e a dificuldade de fiscalizar todos os casos comprometem a efetividade dessa proteção.

Ao mesmo tempo, o aumento da procura por medidas protetivas demonstra que mais mulheres têm buscado apoio do sistema de Justiça, reforçando a importância de ampliar a estrutura da rede de atendimento para garantir que a proteção prevista na lei se concretize.

A responsabilidade no mundo do trabalho
Para a CUT, combater a violência contra as mulheres também significa atuar dentro dos locais de trabalho. A Central orienta que acordos e convenções coletivas incorporem cláusulas de proteção às trabalhadoras em situação de violência doméstica, garantindo condições para que elas possam romper o ciclo da violência sem perder o emprego.

Em maio deste ano, a entidade lançou a Campanha Permanente de Combate ao Feminicídio – "Pela vida das mulheres, a luta é de todos", que busca transformar o enfrentamento à violência em uma ação permanente nos sindicatos, ampliando a formação de dirigentes, fortalecendo as redes de acolhimento e incentivando a inclusão de cláusulas de proteção nas negociações coletivas.
Duas décadas depois da criação da Lei Maria da Penha, a avaliação é que o Brasil avançou ao construir um dos mais importantes instrumentos legais de proteção às mulheres. O desafio agora é fazer com que essa proteção alcance todas aquelas que ainda convivem diariamente com a violência, antes que ela chegue ao seu desfecho mais extremo: o feminicídio.

Agosto Lilás reforça a divulgação dos direitos e da rede de proteção às mulheres
Os 20 anos da Lei Maria da Penha são celebrados durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres, instituída pela Lei nº 14.448/2022. Ao longo do mês, governos, instituições e organizações da sociedade civil promovem ações para divulgar os direitos assegurados às mulheres, orientar sobre as diferentes formas de violência e ampliar o conhecimento sobre os serviços de acolhimento e proteção disponíveis.

Como parte da mobilização deste ano, o Ministério das Mulheres preparou uma série de conteúdos para explicar como funciona a Lei Maria da Penha, quais são as medidas protetivas de urgência, como acessar a rede de atendimento e quais canais podem ser utilizados para buscar orientação ou denunciar situações de violência.

Um dos principais serviços é a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, que oferece informações sobre direitos, orienta as vítimas e encaminha denúncias aos órgãos competentes. O atendimento é gratuito, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e pode ser acionado pela própria mulher ou por qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma situação de violência. Em casos de emergência, a orientação é ligar para a Polícia Militar pelo telefone 190.

Fonte: CUT

CUT lança “Plataforma para as Eleições 2026” com prioridades da classe trabalhadoraDocumento é guia para eleitores avali...
07/08/2026

CUT lança “Plataforma para as Eleições 2026” com prioridades da classe trabalhadora

Documento é guia para eleitores avaliarem candidatos e canidatas que estejam comprometidos com os interesses da classe trabalhadora

Faltam cerca de dois meses para as eleições 2026, momento que define os rumos dos próximos anos para a sociedade brasileira, em especial, para a classe trabalhadora .A representação política influencia diretamente temas como emprego, salários, direitos trabalhistas e desenvolvimento. Por isso, conhecer as propostas defendidas pelas diferentes candidaturas é parte importante do processo eleitoral.

Por isso, a CUT lançou nesta quarta-feira (5), em plenária virtual com sindicalistas de todo o país, a Plataforma da CUT para as Eleições 2026, documento que reúne as principais propostas da entidade: as reivindicações consideradas prioritárias para a classe trabalhadora.

Mais do que consolidar as bandeiras históricas defendidas pela Central, a plataforma é uma referência durante o processo eleitoral. De um lado, oferece aos trabalhadores e trabalhadoras um conjunto de informações que pode ajudar na avaliação das propostas apresentadas pelas candidaturas. De outro, convida candidatos e candidatas aos cargos proporcionais e majoritários a assumirem compromisso público com pautas relacionadas ao emprego, aos direitos sociais, ao fortalecimento da democracia e ao desenvolvimento nacional.
Acesse aqui a Plataforma da CUT para as Eleições
Instrumento de debate
Na abertura da atividade, o presidente da CUT, Sérgio Nobre, destacou que discutir eleições faz parte da própria concepção sindical construída pela entidade desde sua fundação. "Nós somos movimento sindical. Lutamos por melhores salários, por condições de trabalho, mas essa luta, se for descolada da luta política, do país que a gente quer, é uma luta incompleta", afirmou.
Segundo ele, a defesa de melhores condições de vida para os trabalhadores não termina nas negociações salariais. "Não adianta o trabalhador estar bem no local de trabalho e estar mal na sociedade onde ele vive. Portanto, temas como saúde, educação, emprego, democracia e soberania são fundamentais para a nossa central sindical", disse.

A Plataforma da CUT para as Eleições 2026 foi construída a partir das resoluções aprovadas pela Central. O documento organiza essas reivindicações em quatro grandes eixos e apresenta 16 pontos considerados prioritários para fortalecer o emprego, ampliar direitos, reduzir desigualdades e promover um projeto de desenvolvimento com distribuição de renda.
A proposta não é substituir os programas apresentados pelos partidos nem orientar o voto em candidaturas específicas, mas oferecer um parâmetro para que o eleitorado conheça quais propostas a CUT considera essenciais para a classe trabalhadora e possa identificar quais candidaturas demonstram compromisso com esses temas.

Ao mesmo tempo, a plataforma também funciona como um compromisso proposto aos próprios candidatos. A expectativa é que parlamentares e futuros governantes conheçam as reivindicações da CUT e assumam publicamente o compromisso de defendê-las durante seus mandatos.

A vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, explicou que a plataforma sintetiza debates acumulados pela Central ao longo dos últimos anos e reúne reivindicações consideradas inegociáveis para os trabalhadores.
"Esse é um documento que retoma as nossas reivindicações e afirma compromissos que são inegociáveis para a gente, fundamentais para a classe trabalhadora", afirmou. Ainda de acordo com a dirigente, “democracia, soberania nacional e desenvolvimento econômico caminham juntos quando o objetivo é ampliar direitos”.

"Sem democracia não tem sindicatos fortes. A gente reafirma a importância da democracia e da soberania no cenário nacional e internacional", destacou.
Plataforma: propostas construídas a partir da realidade do trabalho
Entre as prioridades apresentadas pela CUT estão temas que já fazem parte da agenda da entidade, como a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva e dos sindicatos, a regulamentação do trabalho por aplicativos e a revisão de pontos das reformas trabalhista e previdenciária. Veja quais são:
Eixo I: Prioridades estratégicas
• Nova regulação sindical: a CUT defende uma legislação que fortaleça a organização sindical, garanta a autorregulação das entidades, preserve a autonomia das assembleias, assegure o financiamento solidário e proteja o direito de greve.
• Fim da escala 6x1 e redução da jornada: redução imediata da jornada para 40 horas semanais, com perspectiva de chegar a 36 horas, sem redução salarial.
• Valorização do salário mínimo e das aposentadorias: continuidade da política de valorização real do salário mínimo e dos benefícios previdenciários, preservando também a vinculação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao piso nacional.
• Direitos para trabalhadores de aplicativos: regulamentação que assegure remuneração digna, proteção previdenciária, limite de jornada, direito de defesa e liberdade de organização sindical para trabalhadores das plataformas digitais.
• Transição justa e requalificação profissional: políticas públicas voltadas à formação permanente dos trabalhadores diante dos impactos da inteligência artificial e da automação, garantindo proteção aos empregos durante as mudanças tecnológicas.
• Tarifa Zero no transporte público: a proposta trata o transporte coletivo como um direito social, defendendo o passe livre como instrumento para ampliar o acesso ao trabalho, à educação, à saúde e ao lazer.
Eixo II: “Democracia e desenvolvimento”
• Justiça tributária: atualização anual da tabela do Imposto de Renda e a tributação de grandes fortunas, lucros e dividendos.
• Segurança cidadã e direitos humanos: políticas públicas baseadas em inteligência, prevenção e combate às diversas formas de violência, incluindo feminicídio, racismo e ataques à população LGBTQIA+ - garantir a vida e a dignidade das mulheres com o combate intransigente ao feminicídio e a todas as formas de violência de gênero, fortalecendo e amplaindo a rede pública de proteção, acolhimento e assistência integral às mulheres e seus dependentes, articulada à luta antirracista e a defesa das trabalhadoras dentro e fora do local de trabalho.
• Meio ambiente e transição ecológica: a CUT propõe enfrentar a crise climática preservando florestas, águas e demais recursos naturais, garantindo que riquezas estratégicas contribuam para o desenvolvimento nacional.
• Enfrentar a epidemia das apostas virtuais (bets) e proteger a renda e a saúde da classe trabalhadora: combate rigoroso à exploração financeira promovida pelas plataformas de jogos, a proibição da publicidade predatória, a criação de mecanismos de bloqueio do uso de crédito e benefício social em apostas.
Eixo III: “Direitos sociais e trabalhistas”
• Revisão das reformas trabalhista e previdenciária: recuperação de direitos retirados pelas reformas e o fortalecimento das negociações coletivas.
• Negociação coletiva no setor público: regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), assegurando negociação permanente, data-base e direito de greve para servidores públicos.
• Fortalecimento do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT): preservar o programa como política de segurança alimentar, impedindo sua descaracterização.
• Ratificação da Convenção 156 da OIT: políticas que permitam conciliar trabalho e responsabilidades familiares, com medidas como ampliação de creches e maior flexibilidade para trabalhadores responsáveis por crianças, idosos e pessoas com deficiência.
• Cumprimento dos pisos salariais nacionais: cumprimento integral dos pisos nacionais da enfermagem e do magistério, independentemente do vínculo de contratação.
• Ratificação da Convenção 193 da OIT e regulação do trabalho por plataformas: o avanço das tecnologias digitais não pode servir de pretexto para o desmonte de direitos e a precarização da vida trabalhadora. Assegurar um marco regulatório que combata a superexploração, garanta cobertura previdenciária, restrinja punições e bloqueios arbitrários via algoritmos e garanta o direito de livre organização e representação para a categoria.
Eixo IV: “Soberania nacional e relações internacionais”
• Defesa da Soberania nacional, dos serviços públicos e das estatais e dos direitos da classe trabalhadora. Defender a soberania do Brasil, preservando o controle público sobre empresas estratégicas, riquezas naturais e inovações tecnológicas, fortalecendo os serviços públicos e destinando o patrimônio nacional à geração de empregos, à redução das desigualdades e ao bem comum
• Reindustrialização nacional: utilizar o poder de compra do Estado e das empresas públicas para fortalecer a indústria brasileira, gerar empregos e ampliar o desenvolvimento tecnológico.
• Defesa do multilateralismo e da paz: a CUT reafirma a importância da cooperação internacional, do fortalecimento de espaços como Mercosul e Brics e da defesa da autodeterminação dos povos.
Debate para além das eleições

Ao apresentar a plataforma ao Portal CUT, Juvandia explicou que o documento foi pensado para permanecer como instrumento de diálogo mesmo depois da campanha eleitoral. "Essa plataforma é para ser utilizada no debate nos estados, para ser complementada com os debates estaduais, para conversar com os candidatos, ter o compromisso desses candidatos", afirmou.
Na avaliação da dirigente, ampliar a representação de parlamentares comprometidos com essas propostas pode facilitar o avanço de projetos defendidos historicamente pelo movimento sindical.
"E são esses candidatos que têm este compromisso para que a gente possa ter um Congresso Nacional que de verdade represente os interesses da classe trabalhadora e não que a gente fique tendo que fazer muita luta para aprovar, por exemplo, a redução da jornada e o fim da escala 6 por 1."

Rede CUT
Durante a plenária, o secretário-geral da CUT, Renato Zulatto, afirmou que a plataforma será encaminhada às CUTs estaduais, aos ramos, aos sindicatos e às candidaturas do campo sindical. "A plataforma é o instrumento da CUT até para ajudar na narrativa dos nossos candidatos, da nossa militância", afirmou.
Renato ressaltou que o documento reúne posições históricas da entidade e deve orientar o diálogo com trabalhadores durante todo o processo eleitoral. "A vida da CUT não se dissocia da vida da política brasileira", observou.

Pontos de vista
Durante a atividade, o economista Sérgio Gabrielli afirmou que as propostas apresentadas pela CUT dialogam diretamente com os desafios do país. "Essa pauta que vocês apresentaram tem enormes identidades com o que nós estamos apresentando para a sociedade brasileira, incluindo os trabalhadores", disse.

Para Gabrielli, as conquistas sociais sempre estiveram ligadas à organização dos trabalhadores. "Os trabalhadores sabem muito claramente que todas as conquistas que tiveram na vida são resultado da luta dos trabalhadores."
O ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, também destacou a iniciativa da CUT de apresentar uma plataforma construída a partir das reivindicações da classe trabalhadora e afirmou que o documento contribui para o debate sobre os rumos do país. Para ele, a eleição vai além da escolha de representantes e envolve a definição de um projeto para o Brasil.

"Esse é um momento muito especial das nossas vidas, porque nós não vamos apenas discutir a eleição de um presidente. Nós vamos escolher um caminho para os destinos do nosso país", afirmou. Ao cumprimentar a Central pelo lançamento do documento, Gilberto acrescentou: "Quero cumprimentar mais uma vez vocês pela iniciativa da plataforma", destacando a importância de fortalecer a organização dos trabalhadores e o debate sobre um projeto de desenvolvimento para o país.

Compromisso para além da campanha
A expectativa da CUT é que a plataforma permaneça como referência mesmo depois das eleições. Além de orientar o debate durante o período eleitoral, o documento deverá servir como instrumento de diálogo entre a Central, parlamentares e futuros governantes, permitindo acompanhar quais compromissos foram assumidos e cobrar sua implementação ao longo dos mandatos.

Representação sindical no Parlamento
Durante a plenária, o secretário de Administração e Finanças da CUT, Ariovaldo de Camargo, apresentou um levantamento preliminar sobre as candidaturas do campo sindical nas eleições deste ano.
Segundo ele, foram identificadas 157 candidaturas ligadas ao movimento sindical informadas pelas CUTs estaduais. Desse total, 108 disputam vagas nas assembleias legislativas, 47 concorrem à Câmara dos Deputados e uma é candidata à suplência do Senado.
Ariovaldo destacou que o objetivo do levantamento é “acompanhar a presença de dirigentes sindicais nas disputas eleitorais”.

Fonte: CUT

09/07/2026

Sindap/BA informa
Em resposta aos últimos acontecimentos com a Convenção Coletiva, hoje tivemos uma reunião com representantes do sindicato patronal, aonde conseguimos que eles garantissem o pagamento na próxima folha e seus impactos com data retroativa a maio.
Assistam o vídeo e se esclareça!

SINDAP-BA participa do Cortejo do 2 de Julho e reforça a luta pela valorização dos socioeducadores e monitores de ressoc...
03/07/2026

SINDAP-BA participa do Cortejo do 2 de Julho e reforça a luta pela valorização dos socioeducadores e monitores de ressocialização prisional

Entidade levou às ruas a defesa da categoria e destacou a importância dos profissionais que atuam na socioeducação e na ressocialização prisional para a segurança e a cidadania
O SINDAP-BA marcou presença nas comemorações da Independência da Bahia, realizadas nesta quarta-feira (2), em Salvador, participando do tradicional Cortejo do 2 de Julho. Ao lado de milhares de baianos, a entidade aproveitou a maior manifestação cívica do estado para reafirmar seu compromisso com a valorização dos socioeducadores e dos monitores de ressocialização prisional, profissionais essenciais para a promoção da segurança pública e da reintegração social.

Durante o percurso, diretores e filiados do sindicato dialogaram com a população sobre a relevância do trabalho desempenhado pela categoria, que atua diretamente na execução de políticas públicas voltadas à socioeducação de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas e à ressocialização de pessoas privadas de liberdade.

Mais do que celebrar um marco histórico da luta pela liberdade, o SINDAP-BA utilizou o momento para dar visibilidade às reivindicações da categoria, defendendo melhores condições de trabalho, valorização profissional, fortalecimento das carreiras e investimentos nas unidades socioeducativas e prisionais.
Para o presidente do SINDAP-BA, Lourival Alves, participar do Cortejo do 2 de Julho representa reafirmar o compromisso da entidade com a defesa dos trabalhadores e com a construção de uma sociedade mais justa.

"O 2 de Julho simboliza a luta do povo baiano por liberdade e justiça. Estar presente neste momento é reafirmar que continuaremos lutando pelos direitos dos socioeducadores e dos monitores de ressocialização prisional, profissionais que desempenham um papel indispensável na proteção da sociedade e na reconstrução de vidas. Nosso objetivo é fazer com que a população reconheça a importância desse trabalho e compreenda que investir nesses profissionais é investir em segurança, cidadania e dignidade", destacou Lourival Alves.

A participação no Cortejo também reforça o compromisso permanente do sindicato em ampliar o diálogo com a sociedade, demonstrando que o trabalho desenvolvido pela categoria vai muito além da custódia. Os profissionais atuam na promoção dos direitos humanos, na mediação de conflitos, na educação, na disciplina e na construção de oportunidades para que adolescentes e adultos possam reconstruir seus projetos de vida.

Com sua presença nas comemorações do 2 de Julho, o SINDAP-BA reafirma que seguirá mobilizado na defesa dos direitos da categoria e na busca por políticas públicas que fortaleçam o sistema socioeducativo e a ressocialização prisional, contribuindo para uma Bahia mais segura, humana e comprometida com a transformação social.

A grande festa cívica em comemoração ao 2 de julho, data que marca a Independência da Bahia e, de forma decisiva, do Bra...
02/07/2026

A grande festa cívica em comemoração ao 2 de julho, data que marca a Independência da Bahia e, de forma decisiva, do Brasil. Este é um momento histórico de celebração da luta do povo baiano e brasileiro por liberdade e soberania e também dos trabalhadores e trabalhadoras por seus direitos.

A participação tem como objetivo promover o civismo, a cidadania e celebrar a histórica data magna da Independência do Brasil na Bahia, valorizando a cultura e o resgate histórico junto aos nossos.
Data: 02 de Julho

Saída do Largo da Soledade
Horário: 07h da manhã
PARTICIPE!!

SINDAP-BA participa da reinauguração do CASE Maria de Fátima Rocha e reforça defesa da categoria socioeducativaDurante o...
01/07/2026

SINDAP-BA participa da reinauguração do CASE Maria de Fátima Rocha e reforça defesa da categoria socioeducativa

Durante o evento, dirigentes dialogaram com representantes do Governo do Estado e destacaram a importância da representatividade sindical para o fortalecimento dos direitos dos trabalhadores

O SINDAP-BA participou, na última terça-feira (30), da solenidade de reinauguração da antiga CASE CIA, que passa a se chamar CASE Maria de Fátima Rocha. O evento reuniu representantes do Governo do Estado, gestores públicos e diversas entidades ligadas ao sistema socioeducativo da Bahia.

Na ocasião, os diretores do sindicato aproveitaram a oportunidade para dialogar com representantes de diferentes secretarias estaduais e demais instituições presentes, apresentando demandas da categoria e reforçando a necessidade de avanços nas condições de trabalho dos profissionais do sistema socioeducativo.

Durante a cerimônia, a fala do secretário Felipe Freitas foi destacada pelos dirigentes do SINDAP-BA por reconhecer a importância da representatividade sindical como instrumento essencial para o fortalecimento da democracia, do diálogo institucional e da valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Para a direção da entidade, o reconhecimento do sindicato como interlocutor legítimo representa o fortalecimento da voz coletiva da categoria. É por meio da organização sindical que as reivindicações chegam às mesas de negociação, os direitos são defendidos e novas conquistas podem ser alcançadas.

O SINDAP-BA reafirmou ainda seu compromisso com a defesa permanente dos profissionais do sistema socioeducativo, ressaltando que representar a categoria significa ouvir, acolher, dialogar e lutar por valorização, respeito e dignidade.

Ao final do encontro, a entidade agradeceu a receptividade e a sensibilidade da diretora da FUNDAC, Regina Affonso, e do secretário da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), Felipe Freitas, por ouvirem as ponderações apresentadas pelo sindicato e demonstrarem disposição para o diálogo em prol do fortalecimento do sistema socioeducativo e da valorização de seus trabalhadores.

O SINDAP-BA reforça que seguirá firme, unido e comprometido com a missão de representar os trabalhadores e as trabalhadoras, defendendo seus direitos e contribuindo para a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais digno, valorizado e humano.

SINDAP-BA: juntos somos mais fortes.

Viva São João!!!
23/06/2026

Viva São João!!!

FORTALEÇA SEU SINDICATO. FILIE-SE
16/06/2026

FORTALEÇA SEU SINDICATO. FILIE-SE

Endereço

Avenida Joana Angélica, Nº 747, Edf. Atenas, Sala 601
Salvador, BA
40050001

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Sindap-Bahia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar