Unisol Bahia

Unisol Bahia Luta pela organização dos empreendimentos de economia solidária na Bahia.

A UNISOL Bahia (Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários) é uma associação civil com fins não econômicos, de âmbito nacional, de natureza democrática, cujos fundamentos são o compromisso com a defesa dos reais interesses da classe trabalhadora, a melhoria das condições de vida e de trabalho das pessoas, a eficiência econômica e o engajamento no processo de transformação da sociedade brasileira com base nos valores da democracia e da justiça social.

19/06/2026
  de um encontro que deixou marcas, conexões e muitas histórias para contar!Relembrar o Festival Nacional de Economia Po...
18/06/2026

de um encontro que deixou marcas, conexões e muitas histórias para contar!

Relembrar o Festival Nacional de Economia Popular e Solidária é celebrar a força do trabalho coletivo, da cultura, do empreendedorismo e das pessoas que acreditam em um futuro mais justo e colaborativo.

Cada expositor, visitante, parceiro e organização fez parte dessa construção tão especial. Foram dias de aprendizado, troca de experiências e valorização de quem transforma realidades através da economia solidária.

Que venham os próximos encontros!

17/06/2026

📜 CARTA DO RIO DE JANEIRO

Ao final do Festival Nacional de Economia Popular e Solidária, realizado no Rio de Janeiro, trabalhadoras e trabalhadores, empreendimentos, cooperativas, movimentos sociais, universidades, gestores públicos e organizações de todo o país construíram uma carta que aponta caminhos para fortalecer a Economia Popular e Solidária como estratégia de desenvolvimento para o Brasil.

Entre os principais pontos defendidos estão:

✅ Fortalecimento do Sistema Nacional de Economia Popular e Solidária;

✅ Desenvolvimento dos territórios urbanos, rurais e tradicionais;

✅ Protagonismo das mulheres, juventudes e da diversidade;

✅ Promoção da segurança e soberania alimentar;

✅ Construção de uma transição ecológica justa e solidária;

✅ Ampliação das finanças solidárias, bancos comunitários e moedas sociais;

✅ Consolidação de políticas públicas permanentes, com participação social e financiamento adequado.

A Carta do Rio de Janeiro reafirma que outro modelo de economia já existe, gera trabalho, renda, inclusão social e desenvolvimento sustentável nos territórios brasileiros.

Porque quando a cooperação vem antes da competição, a economia passa a servir às pessoas.

Estou entrando em contato no âmbito de um trabalho conduzido a pedido do Presidente da Região, Sr. Alain Rousset, sobre ...
17/06/2026

Estou entrando em contato no âmbito de um trabalho conduzido a pedido do Presidente da Região, Sr. Alain Rousset, sobre a participação dos trabalhadores no capital, nos resultados e na governança das empresas. Esses temas são particularmente importantes atualmente, sobretudo em um contexto marcado por inúmeras aposentadorias de dirigentes, bem como por desafios relacionados à sucessão empresarial e à soberania econômica dos territórios.

Nesse contexto, estamos analisando diferentes modelos de participação e governança, tanto em nível regional quanto internacional, a fim de identificar práticas inspiradoras e instrumentos concretos para a democratização das empresas.

17/06/2026

Caravane Ouest-Africaine 2026 – En route vers le Forum Social Mondial !

La 3ᵉ étape de l’axe Sahel de la Caravane Ouest-Africaine 2026 se déroulera à Ouagadougou et Tenkodogo du 27 au 28 juillet 2026.

Ensemble portons les revendications des communautés et des mouvements sociaux.

Caravane Ouest Africaine Terre et Eau , même dégâts, même combats !

Fsm2026 Cotonou, Bénin
World Social Forum

16/06/2026

Resistência. Luta. Cooperação. Gratidão. Ação. Movimento. Manifestação. Direitos. Colaboração.

Foram cinco dias intensos no Rio de Janeiro, reunindo empreendimentos, organizações, gestores públicos, movimentos sociais e milhares de pessoas que acreditam em uma economia construída pelas pessoas e para as pessoas.

Mais do que comercializar produtos ou gerar renda, os empreendimentos presentes mostraram que a Economia Popular e Solidária é uma ferramenta de transformação social. Ela fortalece a autonomia dos trabalhadores, incentiva a produção coletiva, promove a inclusão produtiva e demonstra que é possível desenvolver territórios inteiros por meio da cooperação e da solidariedade.

Durante o Festival Nacional de Economia Popular e Solidária, ficou evidente que ninguém cresce sozinho. A força de cada empreendimento se multiplica quando existe troca de saberes, apoio mútuo, comércio justo e construção coletiva.

Foram dias de debates, formação, cultura, articulação política e valorização de quem produz, empreende e movimenta a economia nos territórios. Dias que reforçaram uma certeza: a Economia Solidária não é apenas uma alternativa econômica. É um movimento que gera trabalho, fortalece comunidades, promove dignidade e ajuda a construir um Brasil mais justo, democrático e sustentável

Mais do que acesso ao crédito, os Bancos Comunitários promovem pertencimento, autonomia e desenvolvimento local. Com mai...
16/06/2026

Mais do que acesso ao crédito, os Bancos Comunitários promovem pertencimento, autonomia e desenvolvimento local. Com mais de 150 bancos comunitários e cerca de 180 moedas sociais em funcionamento no Brasil, as Finanças Solidárias vêm demonstrando que é possível gerar riqueza sem deixar ninguém para trás.

No FNES, Joaquim Melo trouxe experiências inspiradoras que reforçam uma certeza: quando os recursos circulam dentro dos territórios, fortalecem empreendimentos, criam oportunidades e transformam vidas.

A Economia Popular e Solidária não é apenas uma alternativa. É uma construção coletiva que já está acontecendo em todo o Brasil.

Após dias de debates, trocas de experiências, construção coletiva e celebração da diversidade dos territórios brasileiro...
16/06/2026

Após dias de debates, trocas de experiências, construção coletiva e celebração da diversidade dos territórios brasileiros, o Festival Nacional de Economia Popular e Solidária encerra suas atividades com uma mensagem clara: é possível construir uma economia que coloque a vida no centro.

A Carta do Rio de Janeiro reafirma o compromisso com o fortalecimento da Economia Popular e Solidária, da agricultura familiar, da agroecologia, das finanças solidárias, da inclusão produtiva e da participação popular como caminhos para um Brasil mais justo, democrático e sustentável.

Mais do que um documento, esta carta representa a voz de milhares de pessoas que acreditam na cooperação, na solidariedade e no trabalho coletivo como ferramentas de transformação social.

Seguimos fortalecendo redes, conectando territórios e construindo um novo projeto de desenvolvimento para o país.

Endereço

Salvador, BA

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