Infinis - Instituto Futuro é Infância Saudável

Infinis - Instituto Futuro é Infância Saudável A voz que defende a infância e a adolescência ❤

Atuamos pela saúde infantojuvenil e fortalecendo a sociedade civil no Brasil. Fundação José Luiz Setúbal

Lutamos em defesa da saúde de crianças e adolescentes e pelo fortalecimento da sociedade civil no Brasil

“Vou contar até três.” Quase todo brasileiro já ouviu ou disse essa frase. E, por gerações, o medo fez parte da forma co...
29/07/2026

“Vou contar até três.” Quase todo brasileiro já ouviu ou disse essa frase. E, por gerações, o medo fez parte da forma como educamos.

Os dados mostram algo urgente: os maus-tratos contra crianças e adolescentes cresceram 106,1% entre 2021 e 2025, e acontecem majoritariamente dentro de casa.

Isso não é sobre apontar culpados. É sobre entender que muita coisa que aprendemos como “disciplina” é, na verdade, um ciclo de violência passado entre gerações. Mas que pode e precisa ser interrompido, com informação, escuta e novas ferramentas de cuidado.

Você acredita que a palmada educa? Comente quais formas você usa para educar e demonstrar autoridade com crianças e adolescentes.

A saúde mental da juventude indígena não pode ser compreendida apenas pela perspectiva individual. Ela está diretamente ...
27/07/2026

A saúde mental da juventude indígena não pode ser compreendida apenas pela perspectiva individual. Ela está diretamente relacionada às condições de vida, à proteção dos territórios, ao enfrentamento das violências e à garantia de direitos.

Em entrevista ao Nexo PP, a psicóloga indígena do povo Macuxi Iterniza Pereira André destaca como fatores como invasões de terras, racismo, violência de gênero, uso prejudicial de álcool e outras dr**as e o aumento dos casos de suicídio impactam o bem-viver de jovens indígenas. Ao mesmo tempo, ressalta que as próprias juventudes têm construído iniciativas coletivas de cuidado e prevenção.

Leia a entrevista completa pelo link da bio! 🔗

A violência contra crianças e adolescentes não acontece por acaso.  Ela é resultado de fatores sociais, econômicos, cult...
23/07/2026

A violência contra crianças e adolescentes não acontece por acaso.

Ela é resultado de fatores sociais, econômicos, culturais e institucionais que se acumulam ao longo do tempo e comprometem o desenvolvimento, a saúde e o futuro de milhares de meninas e meninos.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 mostra a urgência desse debate. Com apoio do Infinis e do Instituto Galo do Amanhã, o capítulo sobre violência contra crianças e adolescentes do estudo produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (), aponta um aumento de 106,1% nos maus-tratos contra essa população entre 2021 e 2025.

Observando o conjunto de indicadores presentes no material, percebe-se um cenário marcado pela diversidade de práticas que impactam a segurança infantojuvenil, colocando-a em risco, inclusive, no âmbito familiar.

É por isso que o 8º Fórum de Políticas Públicas da Saúde na Infância tem como tema a prevenção das violências. Ao reunir especialistas, gestores públicos, profissionais da saúde e representantes da sociedade civil, o evento busca fortalecer políticas, compartilhar evidências e apresentar experiências que mostram que agir antes das ocorrências é possível e precisa ser prioridade.

Acompanhe o encontro ao vivo pelo canal Saúde da Infância no dia 30 de setembro! Em breve divulgaremos o link da transmissão.

✨ 240 histórias. 240 olhares. 240 vozes comprometidas com a infância e a adolescência.As inscrições para o 6º Prêmio de ...
22/07/2026

✨ 240 histórias. 240 olhares. 240 vozes comprometidas com a infância e a adolescência.

As inscrições para o 6º Prêmio de Comunicação José Luiz Setúbal chegaram ao fim e temos um número que nos enche de alegria: 240 trabalhos inscritos, vindos de todas as regiões do Brasil!

Esse resultado mostra que, de Norte a Sul, há jornalistas, comunicadores e estudantes dedicados a colocar em pauta temas fundamentais para a saúde de crianças e adolescentes.

Agora começa uma nova etapa: em breve, anunciaremos o time de jurados que fará a avaliação cuidadosa de cada trabalho inscrito.

📅 Em setembro, conheceremos os finalistas desta edição.

Fique por aqui e acompanhe cada etapa dessa jornada. Ainda temos muitas novidades pela frente! 💙

Pense nos asilos, creches, APAEs, hospitais filantrópicos, ONGs que cuidam de crianças e adolescentes, idosos, pessoas c...
21/07/2026

Pense nos asilos, creches, APAEs, hospitais filantrópicos, ONGs que cuidam de crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, vítimas de violência...

Essas organizações não visam lucro. Vivem de doações, de trabalho voluntário, de gente que acredita que cuidar do próximo é dever de todos nós. E é justamente essa assistência silenciosa, que muitas vezes o Estado não consegue prestar, que está em risco de f**ar mais frágil.

Taxar a filantropia é enfraquecer quem mais ajuda os que mais precisam. O PLP 11/2026 existe para manter a regra que já vale, dando segurança jurídica, evitando interpretações que podem mudar a qualquer momento.

Ele não cria nenhuma despesa nova. Não tira um centavo dos cofres públicos. Ele apenas garante, em lei, que a isenção que essas entidades sempre tiveram seja mantida. O Infinis apoia as Organizações da Sociedade Civil e PLP 11/2026.

Não é "pauta-bomba". Não onera o orçamento. É justiça e continuidade.

Compartilhe. Quanto mais gente entender, mais forte f**a essa causa.

O que você faria se presenciasse uma criança levando palmadas em um espaço público? A forma como os brasileiros percebem...
20/07/2026

O que você faria se presenciasse uma criança levando palmadas em um espaço público?

A forma como os brasileiros percebem, vivenciam e reagem às diferentes formas de violência contra crianças e adolescentes é o tema do estudo "Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil", realizado pelo Infinis em parceria com a Quaest. Em sua segunda edição, o levantamento aponta uma dicotomia entre o que a população acredita ser certo e aquilo que pratica.

Os dados apontam para um cenário de rejeição de punições como xingamentos e ofensas, mas mostram uma naturalização da violência que pode ser fruto de um ciclo geracional, uma vez que muitos adultos sofreram agressões físicas na infância.

Entender esses cenários é importante para orientar estratégias para prevenir violências contra esse público e trabalhar em defesa de políticas públicas mais ef**azes para proteção de crianças e adolescentes.

Acesse o resumo da pesquisa, comente e compartilhe com mais pessoas para ampliar esse debate. Link na bio! 🔗

17/07/2026

Há 36 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) consolidou essa população como sujeitos de direitos, fortalecendo o compromisso coletivo com a garantia da proteção integral de crianças e adolescentes.

Em mais de três décadas, novos desafios surgiram. A infância também passou a acontecer nas telas, nas redes sociais, nos jogos online e em tantos outros espaços digitais, exigindo respostas efetivas para garantir direitos e promover segurança nesses ambientes. 📱

É nesse contexto que surge a Lei nº 15.211/2025. Também conhecida como ECA Digital, trata-se de uma atualização que reforça responsabilidades, amplia a proteção de dados, fortalece a prevenção de riscos e reafirma a corresponsabilidade de toda a sociedade para que os direitos garantidos pelo ECA também sejam preservados no ambiente digital.

Assim como a sociedade se transforma, as estratégias de proteção também precisam evoluir, e o ECA Digital representa um avanço importante. Mas ainda há muito trabalho pela frente.

Vamos continuar essa conversa nos comentários? Para você, qual é o maior desafio para tornar a internet um ambiente verdadeiramente seguro para crianças e adolescentes? 💬

15/07/2026

Pesquisa Infinis – Quaest expõe o paradoxo da educação no Brasil ao mostrar que 91% dos brasileiros acreditam que o diálogo é a melhor forma de educar uma criança. Mas, na prática, 62% admitem já ter gritado com uma criança; 49% já deram tapas e 27% já usaram objetos para bater.

Esses são dados da 2ª edição da pesquisa "Atitudes e percepções sobre a infância e violência contra crianças e adolescentes no Brasil", realizada pelo Instituto Futuro é Infância Saudável - Infinis em parceria com a Quaest.

A boa notícia é que esses números caíram em relação a 2023, quando eram 66%, 52% e 38%, respectivamente. Isso mostra que estamos avançando, mas ainda há um caminho longo pela frente.

Proteger a infância começa com informação e com a coragem de reconhecer o problema. Só assim conseguimos traçar estratégias reais de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

Conheça o relatório da pesquisa. Link na bio!

E você, que tipo de exemplo quer deixar para a próxima geração?
Comente e compartilhe sua reflexão nos comentários.

Há 36 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente transformou a forma como o Brasil reconhece e protege as infâncias e ...
13/07/2026

Há 36 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente transformou a forma como o Brasil reconhece e protege as infâncias e adolescências. Ao longo dessas décadas, se consolidou como um marco legislativo que abriu caminho para novas respostas diante de desafios históricos.

O Estatuto é fundamental para orientar políticas públicas, fortalecendo a rede de proteção e assegurando que a garantia de direitos infantojuvenis vai além do discurso e necessita chegar à gestão, ao orçamento e à prática cotidiana.

Celebrar o ECA é reafirmar um compromisso com a defesa de crianças e adolescentes de todo tipo de violências e da criação de oportunidades para o seu desenvolvimento. Compartilhe esse conteúdo para celebrar esse movimento!

O Infinis é um dos apoiadores do estudo “Acompanhamento e Não Cumprimento de Condicionalidades no Programa Bolsa Família...
10/07/2026

O Infinis é um dos apoiadores do estudo “Acompanhamento e Não Cumprimento de Condicionalidades no Programa Bolsa Família voltado à Primeira Infância”, lançado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

O material reúne diagnóstico e recomendações para fortalecer o acompanhamento das condicionalidades do programa, entendendo-as como instrumento de garantia de direitos, e não de punição. Assim, elas passam a cumprir também um papel estratégico na identif**ação de vulnerabilidades e na mobilização de ações de busca ativa.

Para o Infinis, apoiar iniciativas como essa é fundamental, uma vez que contribui para o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências e voltadas à garantia de direitos de crianças e adolescentes.

Leia a matéria e acesse o estudo completo no nosso site. Link na bio! 🔗

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