11/09/2026
O Celebra Fortaleza marcou os cinco anos da Coalizão pelo Impacto na cidade, reunindo, na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), poder público, setor financeiro, empresas, universidades e empreendedores em torno de uma mesma agenda. A cidade abre, assim, uma sequência de encontros que celebra essa trajetória também em Belém, Brasília, Campinas, Paranaguá e Porto Alegre.
Iniciativa do ICE, a Coalizão Pelo Impacto chegou a Fortaleza a partir de uma leitura de campo, a de que negócios comprometidos com a solução de desafios socioambientais dependem de capital, conhecimento, políticas públicas, universidades e organizações de apoio articulados entre si. Esses cinco anos de atuação mostram essa leitura na prática com 95 negócios de impacto apoiados e R$ 10,1 milhões mobilizados na cidade.
Entre os participantes da abertura institucional, Carla Duprat, diretora-executiva do ICE, que também mediou o o painel "O fortalecimento do ecossistema para economia de impacto", com a participação de Sandra Monteiro, secretária da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará; Diana Azevedo, vice-reitora da Universidade Federal do Ceará; e Rebeca Wermont, cofundadora da Yby Soluções Sustentáveis. O evento contou, ainda, com outros paineis e convidados e divulgou o plano 2027-2030 e anunciou a Somos Um como Secretaria Executiva a partir do próximo ano.
O Celebra Fortaleza teve como anfitriãs, Ticiana Rolim Queiroz, associada do ICE e fundadora da Somos UM e Carla Esmeraldo, coordenadora da Coalizão pelo Impacto Fortaleza, e reuniu as associadas do ICE, Bia Fiuza, Duda Alcantara e Giovanna Lorenzetti. Pelo ICE, estiveram presentes ainda a gerente da Rede Academia, Camila Aloi, além da coordenadora de comunicação, Carol Kossling, que atuou como mestre de cerimônias.
Esse reconhecimento se estende aos 11 correalizadores da Coalizão, aos conselheiros e conselheiras locais, organizações parceiras, empreendedores, universidades, representantes do poder público e investidores que apoiaram nesta construção.
Nesse novo ciclo, as organizações locais assumem mais protagonismo, com o desafio de tornar permanente na cidade a construção realizada a partir das conexões desses 5 anos.