Instituto Hercule Florence

Instituto Hercule Florence Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Instituto Hercule Florence, Organização não governamental (ONG), São Paulo.

O Instituto Hercule Florence (IHF) dedica-se à coleta, organização, conservação e divulgação de fontes e de bibliografia sobre viajantes do século XIX brasileiro.

A participação do Instituto Hercule Florence no ICOM-CC 2026, em Oslo, foi destaque na Folha de S.Paulo e no Estadão — o...
21/09/2026

A participação do Instituto Hercule Florence no ICOM-CC 2026, em Oslo, foi destaque na Folha de S.Paulo e no Estadão — os dois maiores jornais do país.

O estudo “Remote Visions: Hercule Florence's Photographic Innovations in Brazil”, desenvolvido em parceria com o Getty Conservation Institute (), o Laboratório HERCULES e o IMS, levou ao principal fórum mundial de conservação de patrimônio a prova material de que no século XIX Florence criou em Campinas, isolado dos grandes centros científicos de sua época, um sistema fotográfico com elementos como prata e ouro.

Confira as matérias nos sites da e do .

18/09/2026

No dia 17 de setembro, Hercule Florence ganha destaque no maior encontro de conservação cultural do mundo.

Na 21ª Conferência Trienal do ICOM-CC, o IHF, o Getty Conservation Institute, do , o Laboratório HERCULES e o IMS apresentam os resultados da análise material de três fotografias originais de Hercule Florence.

Em “Remote Visions: Hercule Florence's Photographic Innovations in Brazil”, o cientista Art Kaplan, do GCI, explora como esses registros, que sobreviveram a quase dois séculos e seguem visíveis, ajudam a confirmar Hercule Florence como um dos pais da fotografia.

Para saber mais sobre a pesquisa e assistir ao vídeo completo com o depoimento dos cientistas que participaram das análises, acesse o site do IHF: ihf19.org.br

Em 20 de janeiro de 1833, em Campinas, Hercule Florence produziu a primeira fotografia nas Américas. Seis anos antes do ...
14/09/2026

Em 20 de janeiro de 1833, em Campinas, Hercule Florence produziu a primeira fotografia nas Américas. Seis anos antes do anúncio do daguerreótipo, em Paris.

Estabelecido na então Vila de São Carlos, atual Campinas, o artista e inventor buscava reproduzir seu manual de Zoofonia.

Por não haver oficinas gráf**as para o serviço no local, Florence começou a experimentar outros métodos de reprodução de imagens — e foi essa investigação, visando resolver uma questão prática, que o levou ao desafio de imprimir usando a luz.

O resultado deu origem ao primeiro material fotográfico produzido no continente americano.
Em 15 de janeiro de 1833, ele registrou em seu diário pessoal a palavra “photographie” para descrever seus estudos — o primeiro uso documentado do termo no mundo.

Em seus diários, deixou também uma pergunta: "Se é somente com a luz que a natureza pode ser retratada, qual é então o papel do artista?".

Não havia resposta pronta. Mas a pergunta já era, ela mesma, uma descoberta.
Siga as redes sociais do IHF para saber mais sobre a vida e o legado de Hercule Florence, um dos pais da fotografia.

Em 1833, Hercule Florence produzia imagens por ação da luz no interior de São Paulo – sem saber que outros faziam experi...
11/09/2026

Em 1833, Hercule Florence produzia imagens por ação da luz no interior de São Paulo – sem saber que outros faziam experimentos com diferentes técnicas ao redor do mundo.

O que signif**a inventar algo sozinho, à margem das redes científ**as de seu tempo?

Grant B. Romer, autoridade mundial nos primórdios da fotografia, examina essa questão no ensaio "Hercule Florence, o Inventor Isolado da Fotografia em Contexto" — disponível agora no site do IHF: ihf19.org.br

"Sem nenhum mestre além dos modelos diante dos meus olhos."Hercule Florence escreveu isso em “L'Ami des Arts” — sua auto...
09/09/2026

"Sem nenhum mestre além dos modelos diante dos meus olhos."

Hercule Florence escreveu isso em “L'Ami des Arts” — sua autobiografia, redigida entre 1837 e 1859, mostrando o autodidatismo como um dos traços definidores do artista e inventor.

Nascido em Nice em 1804, numa família de artistas (o avô era pintor oficial da corte de Mônaco; o tio, premiado pela Academia Real de França), Hercule aprendeu a ver com olhos de artista antes de frequentar qualquer escola. Aos 19 anos, embarcou para o Brasil. Em 1826, integrou a etapa fluvial da Expedição Langsdorff como segundo desenhista – e partiu para o interior do continente com a missão de registrar o que encontrassem.

Na viagem, apurou o olhar com o primeiro desenhista Aimé-Adrien Taunay, assumindo seu posto após a morte trágica do amigo. Nesse período, criou a Zoofonia: um sistema para transcrever os sons dos animais – uma das primeiras tentativas documentadas de notação sonora da fauna, precursora do que hoje chamamos de bioacústica.

Após a doença e a perda de memória do Barão de Langsdorff, torna-se o responsável pela preservação do legado da expedição.

De suas investigações sobre como fixar o que é efêmero, produz obras que hoje, mais de 200 anos depois, ganham o mundo, e que o colocam como um dos pais da fotografia mundial.
Acompanhe as redes do IHF para saber mais sobre a vida de Hercule Florence e suas criações.

Em junho de 2022, o Getty Conservation Institute, o Instituto Moreira Salles, o Laboratório HERCULES da Universidade de ...
08/09/2026

Em junho de 2022, o Getty Conservation Institute, o Instituto Moreira Salles, o Laboratório HERCULES da Universidade de Évora e o Instituto Hercule Florence analisaram três imagens fotográf**as originais de Hercule Florence — registros que sobreviveram a quase 200 anos e documentam algumas das fotografias mais antigas conhecidas do mundo inteiro.

No dia 17 de setembro, os resultados chegam a Oslo, na 21ª Conferência Trienal do ICOM-CC, quando será apresentado o artigo “Remote Visions: Hercule Florence's Photographic Innovations in Brazil” (Visões remotas: as inovações fotográf**as de Hercule Florence no Brasil).

No maior evento de conservação cultural do mundo, o Instituto Hercule Florence ajuda a reescrever a história da descoberta da fotografia.

Visite a exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois” de onde você estiver. Apresentada originalmente na ...
04/09/2026

Visite a exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois” de onde você estiver.

Apresentada originalmente na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP () de março a junho de 2026, a exposição sobre uma das viagens naturalistas mais importantes do século XIX ganhou uma versão virtual no site do IHF.

Os registros históricos de Hercule Florence e dos viajantes do século XIX, em diálogo com as imagens contemporâneas de Lalo de Almeida (), Paula Sampaio (), Miguel Chikaoka () e João Pompeu (), entre outros fotógrafos, são acompanhados por textos curatoriais e depoimentos de intelectuais e ativistas brasileiros como Carlos Nobre, Sonia Guajajara (), Luiz Villares () e Ana Maria Belluzzo.

O link para o hotsite está no site: ihf19.org.br

E lembrando que a exposição está em cartaz na Biblioteca de Obras Raras da Unicamp até o dia 25 de setembro. Se estiver em Campinas, visite!

Exposição Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois
Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA) da Unicamp
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”; Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP)
Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, exceto feriados.
Entrada gratuita

O legado de Hercule Florence e seu reconhecimento como um dos pais da fotografia ganham substância em três artefatos — t...
02/09/2026

O legado de Hercule Florence e seu reconhecimento como um dos pais da fotografia ganham substância em três artefatos — todos peças-chave para a comprovação científ**a de sua invenção.

O primeiro deles é uma câmera escura construída a partir de uma paleta de pintor, uma lente de luneta e uma caixa com espelho, com papel sensibilizado, e que precisou de quatro horas de exposição para registrar uma imagem.

O segundo, rótulos de farmácia reproduzidos por contato fotossensível, cujas análises do Getty e do Laboratório HERCULES da Universidade de Évora confirmaram o uso de ouro como metal formador de imagem — um pioneirismo sem paralelo documentado.

Por fim, diplomas maçônicos cujas imagens foram formadas por sais de prata: exatamente como Florence descreveu em seus diários.

A história contada por esses artefatos será apresentada na 21ª Conferência Trienal do ICOM-CC, em Oslo, no dia 17 de setembro, com o estudo "Remote Visions: Hercule Florence's Photographic Innovations in Brazil", fruto da parceria entre Getty Conservation Institute, IMS, Universidade de Évora e Instituto Hercule Florence.

Confira no carrossel mais sobre cada um dos artefatos e acompanhe as redes do IHF para saber mais sobre Florence e sua obra.

O projeto "Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois" segue disponível — agora também em formato digital.Depois de...
28/08/2026

O projeto "Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois" segue disponível — agora também em formato digital.

Depois de três meses em cartaz em São Paulo, e com a exposição já em itinerância em Campinas, o IHF reuniu em um hotsite do projeto tudo o que foi produzido ao longo dessa experiência.

No site do IHF você encontra a exposição virtual, informações sobre a Mostra de Cinema, conteúdos sobre as três publicações lançadas no bicentenário da expedição, além de depoimentos de estudiosos e autoridades em história e clima.

Dois séculos depois da partida da expedição de Porto Feliz, seu legado continua a provocar perguntas urgentes sobre o Brasil que conhecemos – e o futuro que queremos construir.

Visite ihf19.org.br/langsdorff200: ihf19.org.br

Não perca a exposição “Langsdorff: A expedição fluvial 200 anos depois” em Campinas! A mostra f**a em cartaz até 25 de s...
21/08/2026

Não perca a exposição “Langsdorff: A expedição fluvial 200 anos depois” em Campinas!

A mostra f**a em cartaz até 25 de setembro na .unicamp, Biblioteca de Obras Raras (BORA) da Unicamp, com entrada gratuita, como parte da programação do 16º .

Veja imagens da abertura. Fotos: Érika Beraldo.

Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA) da UNICAMP
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”
Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP)
Visitação: até 25/09/2026, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h (exceto feriados).

Entrada gratuita

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Instituto Hercule Florence publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Instituto Hercule Florence:

Compartilhar