Instituto Hercule Florence

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O Instituto Hercule Florence (IHF) dedica-se à coleta, organização, conservação e divulgação de fontes e de bibliografia sobre viajantes do século XIX brasileiro.

Não perca a exposição “Langsdorff: A expedição fluvial 200 anos depois” em Campinas! A mostra f**a em cartaz até 25 de s...
21/08/2026

Não perca a exposição “Langsdorff: A expedição fluvial 200 anos depois” em Campinas!

A mostra f**a em cartaz até 25 de setembro na .unicamp, Biblioteca de Obras Raras (BORA) da Unicamp, com entrada gratuita, como parte da programação do 16º .

Veja imagens da abertura. Fotos: Érika Beraldo.

Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA) da UNICAMP
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”
Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP)
Visitação: até 25/09/2026, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h (exceto feriados).

Entrada gratuita

Chega a Campinas a exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois”, na BORA – Biblioteca de Obras Raras “Fau...
18/08/2026

Chega a Campinas a exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois”, na BORA – Biblioteca de Obras Raras “Faustio Castilho” da Unicamp (.unicamp).



Com entrada gratuita, a abertura acontece no dia 19 de agosto (quarta), às 10h, f**ando em cartaz até dia 25 de setembro, como parte das comemorações dos 60 anos da Unicamp e da programação do 16º .



Campinas foi a cidade em que o artista e inventor Hercule Florence (1804-1879) se estabeleceu após o término da Expedição Langsdorff. Na exposição, a rica iconografia produzida por ele durante a histórica missão científ**a do século XIX dialoga com os olhares contemporâneos de Lalo de Almeida e João Pompeu, entre outros fotógrafos, provocando o visitante a refletir sobre as transformações ocorridas em 200 anos e nos desafios ambientais que vivemos hoje.

Não perca!

Exposição Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois

Local: Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA) da UNICAMP
Endereço: Rua Sérgio Buarque de Holanda, 441, Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP)
Em cartaz: de 19 de agosto a 25 de setembro de 2026
Visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, exceto feriados.

Entrada gratuita

IHF indica:Exposição “Bancos Indígenas do Brasil: Rituais”, com entrada gratuita, em cartaz até 17 de outubro de 2026 em...
14/08/2026

IHF indica:

Exposição “Bancos Indígenas do Brasil: Rituais”, com entrada gratuita, em cartaz até 17 de outubro de 2026 em Campinas, no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes. Uma celebração da complexidade simbólica, estética e espiritual presente na arte dos povos originários, a mostra apresenta 133 bancos e artefatos produzidos por artistas de 49 povos indígenas brasileiros, revelando toda sua diversidade cultural, artística e cosmológica.

Não perca!
Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes
Praça Imprensa Fluminense, s/nº - Cambuí, Campinas (SP)
Visitação: terça a sexta, das 10h às 18h | sábados, das 10h às 19h. Entrada gratuita.

Fotos: Firmino Piton

13/08/2026

Leia trechos de “O Livro Segundo de Hercule Florence” no site do IHF

Um raro testemunho da Expedição Langsdorff, a edição traz a tradução inédita do manuscrito enviado por Florence em 1830 à Rússia, documentando a segunda parte da missão científ**a chefiada pelo Barão de Langsdorff (autor do primeiro relato). Com o imediatismo e o frescor diante das paisagens e dos encontros com as populações indígenas, o relato mostra também os conflitos internos e as dificuldades do trabalho científico e artístico ao longo da trajetória.

A organização é da historiadora Maria de Fátima Costa, com prefácio de Chiara Vangelista e texto de Thierry Thomas sobre sua transcrição do manuscrito original.

Leia um trecho:
“Partimos em 28 de abril de 1827. A duas léguas a leste da vila cruzamos o rio Coxipó-Guaçu e andamos mais uma pequena légua até um sítio em que passamos a noite. No dia seguinte, caminhamos por uma região plana e irregular, até o pé da Serra da Chapada, a sete léguas a leste da vila. Começamos a subir, ou melhor, a escalar, pois a subida é muito inclinada. O caminho é muito ruim, cheio de rochedos. Ao pé da serra, atravessamos cinco vezes um riacho que faz várias curvas.”

Acesse outros trechos no site do IHF: ihf19.org.br

11/08/2026

Leia trechos do “Caderno de Viagem de Hercule Florence” no site do IHF

Com uma vasta seleção das imagens produzidas por Florence durante a Expedição Langsdorff, este livro reúne representações da flora, fauna e dos povos indígenas das regiões visitadas durante a histórica viagem fluvial.

Organizado pela historiadora Lorelai Kury (), inclui textos de Maria de Fátima Costa, Iris Kantor, José Rogério Beier (), Gloria Kok (), Francis Melvin Lee () e João Cândido Santos que contextualizam a expedição e abordam as práticas de produção de conhecimento no âmbito das viagens naturalistas.

Leia um trecho:
“No ‘Caderno’, diversos esboços trazem indicação de cor, o que é uma informação de extrema utilidade para o trabalho científico posterior. Os animais empalhados, as peles, carcaças e partes tratadas com venenos ou conservadas em álcool perdem a vivacidade das cores e, como se sabe, a cor pode ser elemento essencial para a classif**ação de espécies. No material que se encontra na Academia de Ciências da Rússia vê-se que Florence também indicava muitas vezes a escala adotada, com anotações como grandeur nature (tamanho natural) ou réduit (reduzido).” [Lorelai Kury]

Acesse outros trechos no site do IHF: ihf19.org.br

06/08/2026

Figuras essenciais nas expedições científ**as pelo interior do Brasil no século XIX, os guias e seus ajudantes são tema do artigo da pesquisadora italiana Chiara Vangelista na revista “Letterature d’America” (Sapienza, Università di Roma).

Ela analisa os relatos e imagens produzidas por dois importantes observadores europeus do período – Jean-Baptiste Debret e Hercule Florence –, destacando, no manuscrito sobre a Expedição Langsdorff, a atenção de Florence ao cotidiano dos trabalhadores da floresta e seu testemunho único sobre esses homens que tornaram possível a viagem fluvial.

Leia o ensaio no site do IHF: ihf19.org.br

04/08/2026

Em visita à exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois” (BBM USP, 31/03 a 26/026), a pesquisadora e curadora Ana Maria Belluzzo falou ao IHF sobre Hercule Florence, memória, documentação e arte.

Em seu depoimento, ela ressalta a singularidade da observação de Florence nos registros de paisagens, povos indígenas, animais e plantas do Brasil, e como ele se diferencia dos demais artistas viajantes, pois “se apaixonava pelas características que o mundo oferecia”.

Ana Belluzzo constata ainda que, decorridos 200 anos da Expedição Langsdorff, vivenciamos hoje as consequências de uma dupla destruição – da memória e da paisagem.

Assista ao vídeo completo no site do IHF: ihf19.org.br

30/07/2026

Por trás de cada grande expedição científ**a ao Brasil do século XIX havia um exército invisível: guias que conheciam cada corredeira, remeiros que empurravam canoas pesadas por cachoeiras, sábios locais que identif**avam espécimes e faziam, eles próprios, ciência.

Lilia Schwarcz (Lilia Moritz Schwarcz) desmonta, em seu artigo publicado na revista “Letterature d’America” (Sapienza, Università di Roma), o mito do naturalista solitário, o “Adão europeu” perdido numa natureza virgem, e revela como esse apagamento foi uma estratégia narrativa deliberada, com consequências que vão do esquecimento até o sequestro de crianças indígenas.

Leia o ensaio no site do IHF. Link na bio!

28/07/2026

Caminhos para a conservação da Amazônia

Confira o depoimento do ambientalista Luiz Villares () em sua visita à exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois” (BBM USP, de 31/03 a 26/06/2026).

Villares fala sobre os processos exploratórios na Amazônia e aponta para a importância da implantação de sistemas agroflorestais sustentáveis e a valorização da floresta em pé como caminhos para a desaceleração da crise ambiental e combate às desigualdades sociais na região.

Autor do livro “Ecos do Antropoceno”, o ambientalista possui quase três décadas de atuação socioambiental, incluindo 16 anos na Fundação Amazônia Sustentável (FAS), a maior organização sem fins lucrativos dedicada à conservação da Amazônia.

Assista ao vídeo no site do IHF: ihf19.org.br

28/07/2026

Caminhos para a conservação da Amazônia

Confira o depoimento do ambientalista Luiz Villares (Luiz Villares) em sua visita à exposição “Langsdorff: a expedição fluvial 200 anos depois” (BBM USP, de 31/03 a 26/06/2026).

Villares fala sobre os processos exploratórios na Amazônia e aponta para a importância da implantação de sistemas agroflorestais sustentáveis e a valorização da floresta em pé como caminhos para a desaceleração da crise ambiental e combate às desigualdades sociais na região.

Autor do livro “Ecos do Antropoceno”, o ambientalista possui quase três décadas de atuação socioambiental, incluindo 16 anos na Fundação Amazônia Sustentável (FAS), a maior organização sem fins lucrativos dedicada à conservação da Amazônia.

Assista ao vídeo no site do IHF. Link na bio!

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