Ceap Centro Espírita Amor e Paz

Ceap Centro Espírita Amor e Paz O CEAP (Centro Espírita Amor e Paz) é uma associação religiosa sem fins lucrativos, voltada à divulgação do Espiritismo Kardecista.

Fundado em 1.o de julho de 1991

03/08/2026

Nossa irmã e trabalhadora Danielle Regina de Oliveira Cardia nos proporcionou uma visão bastante atual sobre O Feminicídio e o Espiritísmo.

Na revista de julho queremos demonstrar as limitações dos Espíritos quanto às expectativas dos encarnados quando vão ao ...
28/07/2026

Na revista de julho queremos demonstrar as limitações dos Espíritos quanto às expectativas dos encarnados quando vão ao Centro Espírita

https://www.ceamorepaz.org.br/revista/dinamica_espirita_134.pdf

Chico XavierCartas de Paz e Consolação Os avós desencarnados seguem seus netos Mesmo após o desencarne, os laços do verd...
28/07/2026

Chico Xavier

Cartas de Paz e Consolação

Os avós desencarnados seguem seus netos

Mesmo após o desencarne, os laços do verdadeiro amor não se desfazem. A morte do corpo não rompe aquilo que foi construído pelo sentimento sincero, pela convivência e pelo afeto verdadeiro.

Os Espíritos que nos amam continuam vivos, conscientes e interessados em nosso bem-estar, e, quando Deus permite, podem se aproximar para nos amparar nos momentos em que mais precisamos.

É por isso que muitos avós, mesmo depois de partirem, continuam acompanhando seus netos em espírito. O cuidado não termina com a despedida física. O carinho permanece, a proteção continua e o vínculo segue ativo, ainda que de forma invisível aos nossos olhos.

Nos hospitais, durante uma enfermidade, em uma noite difícil ou diante de uma dor profunda, essa presença pode ser sentida de maneira sutil, mas real. Surge como uma paz que não se explica, uma coragem inesperada ou um co***lo que parece envolver o coração. Não se trata de algo mágico ou sobrenatural no sentido comum, mas de manifestações naturais do amor que não morreu, apenas mudou de plano.

E essa assistência não acontece somente nos momentos de doença. Nas provas da vida, quando o desânimo pesa, quando a solidão aperta ou quando a fé parece enfraquecer, esses Espíritos amigos também se fazem presentes. Eles inspiram pensamentos bons, fortalecem nossas decisões e nos ajudam, silenciosamente, a seguir em frente.

Muitas vezes, não percebemos claramente essa ajuda, mas sentimos seus efeitos: uma ideia que surge no momento certo, uma força que aparece quando já não tínhamos mais, uma tranquilidade que acalma o coração em meio à tempestade.

Como ensina Allan Kardec, a morte transforma o corpo, mas jamais extingue o amor que une as almas. O verdadeiro amor não se interrompe. Ele continua, cresce, amadurece e encontra novas formas de se expressar, mesmo além da vida material.

O técnico da seleção espanhola, Luis de la Fuente, afirmou que suas orações antes das partidas não tinham como propósito...
20/07/2026

O técnico da seleção espanhola, Luis de la Fuente, afirmou que suas orações antes das partidas não tinham como propósito pedir vitórias.

Segundo ele, preferia agradecer pela oportunidade de exercer sua profissão e pedir proteção e força para seguir em frente, destacando que não considerava correto orar para que sua equipe vencesse um jogo ou conquistasse um título.

Para o treinador, o resultado dentro de campo deve ser fruto do trabalho realizado pela equipe, enquanto a fé deve estar voltada para a gratidão, a preservação da vida e o fortalecimento pessoal.

A postura de Luis de la Fuente chamou a atenção por apresentar uma visão diferente sobre a relação entre esporte e fé. Em vez de vincular a fé ao resultado das partidas, o treinador defendeu que suas orações têm como foco valores como proteção, gratidão e a oportunidade de continuar desempenhando seu trabalho.

Diário Espírita “Não te detenhas no desejo de vingança. A justiça de Deus não necessita das tuas mãos para cumprir-se, n...
11/07/2026

Diário Espírita

“Não te detenhas no desejo de vingança. A justiça de Deus não necessita das tuas mãos para cumprir-se, nem da tua palavra para alcançar quem feriu. Tudo no universo obedece a leis sábias, e cada criatura recolhe os frutos daquilo que semeia.

Quando alguém te prejudica, a dor procura explicações. A mágoa deseja resposta, o orgulho pede reparação, a memória repete a cena e o pensamento imagina devolver o golpe. Mas quem se entrega à vingança abandona a posição de aprendiz e começa a construir dívida perante a consciência.

A lei de retorno não é castigo movido por cólera divina. É educação misericordiosa. O bem retorna como luz, fortalecendo o espírito que o praticou. O mal retorna como lição, convidando o espírito a compreender a dor que espalhou. Ninguém foge de si mesmo. Ainda que o mundo esqueça, a consciência registra. Ainda que os homens não vejam, a vida observa.

Por isso, não gastes tua paz tentando provar a culpa de ninguém. Faz a parte que te cabe: guarda silêncio quando a palavra puder ferir, ora por serenidade, afasta-te do mal sem alimentar ódio, trabalha, serve e segue. A verdadeira vitória não está em ver o outro cair, mas em não permitir que a queda alheia te arraste.

O ofensor também é espírito em aprendizado, embora esteja cego pelo orgulho ou pela ambição. Um dia, diante das consequências naturais dos próprios atos, entenderá o peso do que fez. E nesse dia, a vida será sua mestra.

Perdoar não signif**a confiar novamente, nem aceitar abusos, nem permanecer onde a dignidade foi ferida. Perdoar é libertar a alma do veneno que a vingança fabrica. É entregar a Deus o que pertence a Deus e conservar as mãos limpas.

A justiça divina é perfeita, mas não se apressa para satisfazer ressentimentos. Ela age no tempo exato, para que cada um receba conforme suas obras e aprenda que somente o amor constrói a paz”. (Chico Xavier)

08/07/2026

Diário espírita

Quando a alma desperta para a verdade de que nada na Terra nos pertence para sempre, começa a compreender que a vida física é uma escola breve, onde tudo passa para que o espírito permaneça.

Passam posses, títulos, discussões que pareciam importantes. Passam os rostos amados, ainda que o amor não morra. Passam dores que julgávamos eternas, e também alegrias que desejávamos prender com as mãos. Tudo se modif**a, porque Deus não nos criou para a estagnação, mas para o progresso.

Diante disso, o orgulho se revela como pesada vestimenta sobre ombros cansados. Para que nos julgarmos maiores que alguém, se todos dependemos do mesmo sopro divino? Para que disputar lugares, aplausos e vantagens, se a sepultura iguala os corpos e a consciência recolhe o bem que semeou?

A ganância perde o brilho. O ouro que não se transforma em pão, remédio, amparo e esperança vira prisão invisível para quem o acumula. A riqueza que não serve ao amor pesa mais que a pobreza suportada com dignidade.

E as mágoas, cultivadas no silêncio do coração, mostram-se crianças assustadas pedindo luz. Quantas vezes carregamos ofensas por anos, enquanto o ofensor já seguiu o próprio caminho! Perdoar não é aprovar o erro alheio, mas libertar a alma do cárcere onde ela mesma se encerrou.

Se tudo é transitório, aproveitemos o dia para amar mais. Se a vida é frágil, sejamos menos duros. Se o tempo nos visita sem aviso de partida, abracemos enquanto podemos, peçamos perdão enquanto há voz, agradeçamos enquanto há oportunidade.

Nada é definitivo. Mas cada gesto de bondade f**a gravado no livro invisível da consciência. O corpo passa, a casa passa, o dinheiro passa, a vaidade passa. Só o amor, vivido em silêncio e serviço, segue conosco como luz acesa no caminho da eternidade.

Que hoje possamos diminuir uma queixa, desfazer uma disputa, vencer um orgulho, repartir um recurso e acalmar uma saudade. Porque quem compreende a brevidade da vida aprende que perder tempo sem amar é a única perda realmente triste.

05/07/2026
Pergunta de H**e Camargo: Chico, eu gostaria de fazer uma pergunta muito pessoal. Eu perdi meu pai, há dois anos. No com...
26/06/2026

Pergunta de H**e Camargo: Chico, eu gostaria de fazer uma pergunta muito pessoal. Eu perdi meu pai, há dois anos. No começo eu chorava demais e diziam que a gente não devia chorar porque perturbava o Espírito dele. A partir daquilo eu passei a chorar menos e a pensar mais nele. Senti que, realmente, isso me trouxe mais tranquilidade. Acha você que quando a gente chora muito por um ente que nos deixou aqui, perturba o seu Espírito?

Resposta de Chico:
— Geralmente, quando partimos da Terra, partimos em condições difíceis, sempre traumatizados por violenta saudade e essa saudade também f**a do lado de cá.

Se persistirmos nas impressões de dor negativa, cultivando angústia interminada, isso se reflete sobre a pessoa que nós amamos.

Sem dúvida, o parente é nosso, a lágrima é uma herança nossa, sofremos e choramos, mas sempre que pudermos chorar escorados na fé em Deus, escorados na certeza de que vamos nos reencontrar, isso tranquiliza aquele ente amado que espera de nós um diálogo pacífico.

Creio que tudo aquilo que você fala com tanto amor, nas suas horas de maior sofrimento, ou que fala com tanto carinho junto às relíquias de seu venerado pai, em Gethsemani, n tudo isso alcança, pelos mais belos sentimentos, seu pai, porque vocês estão ligados.
*
Pergunta de H**e Camargo: Chico, agora quero fazer uma pergunta talvez audaciosa. Havendo, segundo a Doutrina Espírita, Planos Espirituais Superiores, dispondo de notáveis poderes, como vocês explicam que eles não atuem para evitar A impedir as guerras e hecatombes que tanta repulsa causam a todos os Espíritos bem formados?

Resposata de Chico:
— Certamente os Espíritos superiores interferem sempre, através do diálogo amoroso e pacífico que o mundo espiritual estabelece com os seres humanos, desde épocas imemoriais.

Tudo aquilo que conhecemos dentro da religião — os preceitos religiosos — são induções à paz e ao amor, que devemos cultivar uns com os outros, à estima recíproca, ao trabalho, ao progresso, à cultura, à não violência.

Se ocorrem, em nosso campo de criaturas humanas, determinados conflitos, isso ocorre à nossa conta, porque, claramente que o homem terá criado o robô, mas Deus criou o espírito humano, livre, herdeiro das qualidades divinas, e o homem — configurando aí o homem e a mulher — obviamente possui suas faculdades próprias de autodeterminação e por isso mesmo necessitamos compreender que todos defendemos uns aos outros, que a guerra é um estado anômalo dentro da Humanidade, que isso não deveria ocorrer e que quanto mais nos adiantarmos, mais longe f**aremos das guerras e mais perto do panorama das realizações divinas que nos esperam no mundo de amanhã.
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Fonte: A Terra e o Semeador (Chico Xavier/Emmanuel). A obra é composta por transcrições de entrevistas e debates concedidos a jornais, rádios e programas de televisão, de 1958 a 1975.

Entrevista realizada por H**e Camargo, a 17 de setembro de 1973, no Horto Florestal Paulistano, para o seu programa da TV Record, Canal 7, São Paulo.

Endereço

Rua Oscar Porto 77
São Paulo, SP
04002-002

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