15/06/2026
Comunicar, estudar, circular, participar, trabalhar, se divertir, exercer direitos.
Ações simples da vida cotidiana... ou que, pelo menos, deveriam ser.
Mas quando não existe acessibilidade, o que deveria ser natural vira obstáculo. O que deveria ser direito vira esforço. O que deveria ser participação vira exclusão.
Nesta série do Instituto Paradigma, pessoas com e sem deficiência respondem a uma pergunta direta: O que é acessibilidade para você?
As respostas revelam algo essencial: acessibilidade não diz respeito apenas a estruturas físicas, recursos tecnológicos ou adaptações pontuais. Está relacionada à forma como a sociedade se organiza para que todas as pessoas possam estar nos espaços, acessar informações, construir relações, exercer direitos e viver com autonomia, segurança e dignidade. Assim, todas as experiências serão, enfim, coletivas.
Este também é um convite para você olhar ao redor com mais atenção. Você já se perguntou onde estão as pessoas com deficiência?
Quais barreiras ainda existem? E o que podemos transformar, individual e coletivamente, para que presença, participação e pertencimento deixem de ser exceção?
Acessibilidade é uma responsabilidade de construção coletiva e quando ela existe, todos ganham.
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Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).
: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de Siana Leão Guajajara, autora da fala, mulher indígena Tentehar, usando tiara nos cabelos longos e encaracolados, óculos grandes e camiseta listrada, em enquadramento lateral, voltada para a direita.
No canto superior esquerdo está o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, a identificação “Siana Leão Guajajara, indígena Tentehar, ativista e pesquisadora". Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Siana.