Instituto Paradigma

Instituto Paradigma OSCIP dedicada a promover a inclusão e os direitos humanos de pessoas com deficiência.

O Instituto Paradigma se posiciona com um ator da sociedade civil em defesa dos direitos humanos das pessoas com deficiência, e como parte de um plano da ação global: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que reconhece a deficiência como uma questão transversal a ser considerada na implementação de todos os seus objetivos. A Agenda 2030 está vinculada à Convenção sobre os Direitos das

Pessoas com Deficiência (CDPD), o primeiro tratado de Direitos Humanos promulgado pela ONU no século XXI. A CDPD teve seu conteúdo elaborado pelo comitê Ad Hoc, criado pela ONU, do qual o Instituto Paradigma também foi membro e representou a sociedade civil brasileira, participando ativamente de todo o processo de elaboração e aprovação desse tratado.

É na perspectiva da CDPD e da Agenda 2030 que, hoje, o Instituto Paradigma norteia suas ações e esforços, seja na gestão do conhecimento acumulado por duas décadas, e oferecido em nossa Biblioteca Virtual, seja em parcerias estratégicas firmadas na direção de potencializar o desenvolvimento inclusivo e sustentável do planeta.

20/07/2026

Ouvir Giovanni Venturini declamar “DeFora da Norma”, ao final da entrevista para o episódio 14 do podcast Pessoas Incluindo Pessoas, é um convite à reflexão: ninguém deveria precisar caber em padrões para ter seu lugar reconhecido.

Quando toca esse ponto, a arte deixa de ser apenas expressão. Torna-se encontro, memória e transformação.

Que essa corrente siga levando embora as certezas fáceis e traga, em seu lugar, a coragem de enxergar a beleza de tudo aquilo que vive para além das normas.

E você, sabe o que é DEF?

D. E. F.
DEFora da Norma
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No site do Instituto Paradigma você acessa a transcrição completa desse programa e a tradução em LIBRAS utilizando o plugin Handtalk_br.

Você também pode acessar esses e outros episódios do podcast Pessoas Incluindo Pessoas no Spotify.

07/07/2026

Você sabe o que é Arte DEF?

Neste episódio do Pessoas Incluindo Pessoas, conversamos com Giovanni Venturini, ator, roteirista, poeta e uma das vozes mais potentes da cena artística contemporânea.

A partir de sua trajetória, exploramos o significado da Arte DEF, um movimento que reafirma o protagonismo de artistas com deficiência e amplia o debate sobre representatividade, estética, criação e acessibilidade nas artes.

Giovanni tem se destacado por sua atuação no teatro, no audiovisual e na literatura, contribuindo para transformar a forma como a sociedade enxerga os corpos, as narrativas e a produção cultural de pessoas com deficiência.

Mais do que uma conversa sobre arte, este episódio é um convite para refletir sobre pertencimento, diversidade e o direito de todas as pessoas criarem, ocuparem espaços e contarem suas próprias histórias.

Dê o play e descubra por que a Arte DEF está redesenhando o cenário cultural brasileiro. No site do Instituto Paradigma você acessa a transcrição completa desse programa e a tradução em LIBRAS utilizando o plugin Handtalk_br.

30/06/2026

Há pessoas que transformam desafios em caminhos, ideias em soluções e experiências em oportunidades para todos.

Na nova etapa da campanha de acessibilidade do Instituto Paradigma, apresentamos três trajetórias que ajudam a ampliar o olhar sobre inclusão, participação e cidadania.

Tatiana Valério, arquiteta, mostra como os espaços podem ser planejados para acolher a diversidade humana, promovendo autonomia, segurança e pertencimento.

Marco Pellegrini, articulador de políticas públicas, compartilha sua experiência na construção de soluções inovadoras e na defesa de direitos que impactam a vida de milhares de pessoas.

Natália Meneghini, professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), traz a perspectiva da educação inclusiva e do compromisso diário com o desenvolvimento de estudantes em toda a sua singularidade.

Três histórias. Três olhares. Um propósito em comum: construir uma sociedade mais acessível, inclusiva e preparada para reconhecer o potencial de cada pessoa.

Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).

: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de Nathalia Meneghini, autora da fala, mulher branca adulta, em pé, olhando diretamente para a câmera e sorrindo.

No canto superior esquerdo, aparece o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, está a identificação “Nathalia Meneghine, professora”. Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Nathalia.

30/06/2026

Há pessoas que transformam desafios em caminhos, ideias em soluções e experiências em oportunidades para todos.

Na nova etapa da campanha de acessibilidade do Instituto Paradigma, apresentamos três trajetórias que ajudam a ampliar o olhar sobre inclusão, participação e cidadania.

Tatiana Valério, arquiteta, mostra como os espaços podem ser planejados para acolher a diversidade humana, promovendo autonomia, segurança e pertencimento.

Marco Pellegrini, articulador de políticas públicas, compartilha sua experiência na construção de soluções inovadoras e na defesa de direitos que impactam a vida de milhares de pessoas.

Natália Menegini, professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), traz a perspectiva da educação inclusiva e do compromisso diário com o desenvolvimento de estudantes em toda a sua singularidade.

Três histórias. Três olhares. Um propósito em comum: construir uma sociedade mais acessível, inclusiva e preparada para reconhecer o potencial de cada pessoa.

Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).

: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de marco Pellegrini, autor da fala, homem negro adulto, em cadeira de rodas e dispositivo adaptado para a fala. Ele está olhando diretamente para a câmera, com o semblante tranquilo.

No canto superior esquerdo, aparece o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, está a identificação “Marco Pelegrini, palestrante e consultor”. Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Marco.

30/06/2026

Há pessoas que transformam desafios em caminhos, ideias em soluções e experiências em oportunidades para todos.

Na nova etapa da campanha de acessibilidade do Instituto Paradigma, apresentamos três trajetórias que ajudam a ampliar o olhar sobre inclusão, participação e cidadania.

Tatiana Valério, arquiteta, mostra como os espaços podem ser planejados para acolher a diversidade humana, promovendo autonomia, segurança e pertencimento.

Marco Pellegrini, articulador de políticas públicas, compartilha sua experiência na construção de soluções inovadoras e na defesa de direitos que impactam a vida de milhares de pessoas.

Natália Menegini, professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), traz a perspectiva da educação inclusiva e do compromisso diário com o desenvolvimento de estudantes em toda a sua singularidade.

Três histórias. Três olhares. Um propósito em comum: construir uma sociedade mais acessível, inclusiva e preparada para reconhecer o potencial de cada pessoa.

Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).

: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de Tatiana Valério, autora da fala, mulher branca adulta, sorridente, com o queixo apoiado sobre a mão. Ela está olhando diretamente para a câmera.

No canto superior esquerdo, aparece o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, está a identificação “Tatiana Valério, Arquiteta”. Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Tatiana.

15/06/2026

Comunicar, estudar, circular, participar, trabalhar, se divertir, exercer direitos.

Ações simples da vida cotidiana... ou que, pelo menos, deveriam ser.

Mas quando não existe acessibilidade, o que deveria ser natural vira obstáculo. O que deveria ser direito vira esforço. O que deveria ser participação vira exclusão.

Nesta série do Instituto Paradigma, pessoas com e sem deficiência respondem a uma pergunta direta: O que é acessibilidade para você?

As respostas revelam algo essencial: acessibilidade não diz respeito apenas a estruturas físicas, recursos tecnológicos ou adaptações pontuais. Está relacionada à forma como a sociedade se organiza para que todas as pessoas possam estar nos espaços, acessar informações, construir relações, exercer direitos e viver com autonomia, segurança e dignidade. Assim, todas as experiências serão, enfim, coletivas.

Este também é um convite para você olhar ao redor com mais atenção. Você já se perguntou onde estão as pessoas com deficiência?

Quais barreiras ainda existem? E o que podemos transformar, individual e coletivamente, para que presença, participação e pertencimento deixem de ser exceção?

Acessibilidade é uma responsabilidade de construção coletiva e quando ela existe, todos ganham.
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Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).

: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de Leo Oliveira, autor da fala, homem branco adulto, de cabelos curtos e cacheados, usando óculos de armação escura e moletom. Ele segura uma câmera fotográfica diante do corpo e olha diretamente para a câmera, com expressão séria.

No canto superior esquerdo, aparece o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, está a identificação “Leo Oliveira” e "fotógrafo". Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Leo.

15/06/2026

Comunicar, estudar, circular, participar, trabalhar, se divertir, exercer direitos.

Ações simples da vida cotidiana... ou que, pelo menos, deveriam ser.

Mas quando não existe acessibilidade, o que deveria ser natural vira obstáculo. O que deveria ser direito vira esforço. O que deveria ser participação vira exclusão.

Nesta série do Instituto Paradigma, pessoas com e sem deficiência respondem a uma pergunta direta: O que é acessibilidade para você?

As respostas revelam algo essencial: acessibilidade não diz respeito apenas a estruturas físicas, recursos tecnológicos ou adaptações pontuais. Está relacionada à forma como a sociedade se organiza para que todas as pessoas possam estar nos espaços, acessar informações, construir relações, exercer direitos e viver com autonomia, segurança e dignidade. Assim, todas as experiências serão, enfim, coletivas.

Este também é um convite para você olhar ao redor com mais atenção. Você já se perguntou onde estão as pessoas com deficiência?

Quais barreiras ainda existem? E o que podemos transformar, individual e coletivamente, para que presença, participação e pertencimento deixem de ser exceção?

Acessibilidade é uma responsabilidade de construção coletiva e quando ela existe, todos ganham.
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Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).

: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de Siana Leão Guajajara, autora da fala, mulher indígena Tentehar, usando tiara nos cabelos longos e encaracolados, óculos grandes e camiseta listrada, em enquadramento lateral, voltada para a direita.

No canto superior esquerdo está o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, a identificação “Siana Leão Guajajara, indígena Tentehar, ativista e pesquisadora". Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Siana.

15/06/2026

Comunicar, estudar, circular, participar, trabalhar, se divertir, exercer direitos.

Ações simples da vida cotidiana... ou que, pelo menos, deveriam ser.

Mas quando não existe acessibilidade, o que deveria ser natural vira obstáculo. O que deveria ser direito vira esforço. O que deveria ser participação vira exclusão.

Nesta série do Instituto Paradigma, pessoas com e sem deficiência respondem a uma pergunta direta: O que é acessibilidade para você?

As respostas revelam algo essencial: acessibilidade não diz respeito apenas a estruturas físicas, recursos tecnológicos ou adaptações pontuais. Está relacionada à forma como a sociedade se organiza para que todas as pessoas possam estar nos espaços, acessar informações, construir relações, exercer direitos e viver com autonomia, segurança e dignidade. Assim, todas as experiências serão, enfim, coletivas.

Este também é um convite para você olhar ao redor com mais atenção. Você já se perguntou onde estão as pessoas com deficiência?

Quais barreiras ainda existem? E o que podemos transformar, individual e coletivamente, para que presença, participação e pertencimento deixem de ser exceção?

Acessibilidade é uma responsabilidade de construção coletiva e quando ela existe, todos ganham.
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Este conteúdo também está disponível no site do Instituto Paradigma (com tradução em Libras pelo plugin HandTalk).

: Vídeo vertical do Instituto Paradigma com identidade visual em tons de roxo. A peça apresenta o retrato de Rafael Ferraz Carpi, autor da fala, homem branco adulto, usando óculos de armação escura, boina xadrez e camiseta preta estampada. Ele está sentado em uma cadeira de rodas, olhando diretamente para a câmera, com expressão serena.

No canto superior esquerdo, aparece o logotipo do Instituto Paradigma. No canto inferior esquerdo, está a identificação “Rafael Ferraz Carpi”. Ao longo do vídeo, a legenda aparece em blocos de texto que entram na tela, destacando a fala de Rafael.

12/05/2026

No episódio 13 do podcast Pessoas Incluindo Pessoas, recebemos a escritora Ana Clara Moniz para uma conversa atravessada por experiência de vida, linguagem, infâncias, escuta e os caminhos inesperados da escrita.

Autora do livro ABPCD: Letras, infâncias e vidas de pessoas com deficiência pela editora, Companhia das Letrinhas, Ana Clara transforma as letras e palavras do seu livro em território da representatividade e um lugar quentinho das histórias que abraçam a todos e todas.

Entre memórias, palavras e pequenas revoluções cotidianas, o episódio percorre o que pode nascer quando a literatura deixa de ser apenas leitura e passa a ser encontro do desejo com a curiosidade.

Uma conversa delicada e intensa, dessas que parecem abrir gavetas antigas dentro da gente.

Uma matavilhosa dica de filme. Disponível no  o curta Big Bang  parece tocar aquele instante raro em que algo termina e ...
10/05/2026

Uma matavilhosa dica de filme. Disponível no o curta Big Bang parece tocar aquele instante raro em que algo termina e nasce ao mesmo tempo.

O filme dirigido por Carlos Segundo com o ator Giovanni Venturini como um protagonista que atravessa corpos, memórias e pequenos colapsos cotidianos como quem recolhe fragmentos de estrela no chão da cozinha. Nada ali grita. Mas tudo pulsa. Há uma delicadeza inquieta nas pausas, nos olhares e nas rachaduras que os personagens carregam sem conseguir esconder completamente.

Assistir Big Bang é como encostar o ouvido numa rotina cansada e perceber que ainda existe movimento dentro dela.

Algumas colisões não destroem. Expandem.

Cartaz do filme/Curta Big Bang exibido na plataforma Globoplay.

A imagem é dominada por tons intensos de amarelo e laranja, criando uma atmosfera quente, quase explosiva, como se tudo estivesse iluminado por um sol em combustão. Na parte superior, aparece o logotipo branco da plataforma sobre um fundo preto.

Ao centro, o título “BIG BANG” ocupa grande parte da composição em letras maiúsculas robustas. A palavra “BIG” surge em laranja avermelhado, enquanto “BANG” aparece em branco, ambas com textura desgastada, lembrando poeira, ferrugem ou película de filme antigo.

Na parte inferior, há o retrato de um homem jovem de barba curta e cabelos ondulados, vestindo uma camiseta clara sem mangas. Seu rosto aparece parcialmente sombreado e ele olha para fora do enquadramento, transmitindo uma sensação contemplativa e inquieta. A textura granulada da imagem reforça um clima cinematográfico entre memória, calor e ruína, como se o personagem estivesse atravessando os destroços luminosos de uma explosão simbólica.

Endereço

São Paulo, SP
04571-110

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