Coletivo Arouchianos

Coletivo Arouchianos Idealizado pelo militante Helcio Beuclair e fundado pelo conjunto de militantes Helcio Beuclair, Rodrigo Costa e Lucas Kiler, em 03/04/2016.

- Garantir a visibilidade, a ocupação sócio-cultural/política e a demarcação como território político, social, artístico, cultural, turístico, econômico e histórico da comunidade LGBT+HQIAP.

Foi realizada em 30 de agosto de 2025 a Conferência Livre LGBTQIA+, no Largo do Arouche. Este também foi um momento para...
30/09/2025

Foi realizada em 30 de agosto de 2025 a Conferência Livre LGBTQIA+, no Largo do Arouche. Este também foi um momento para celebrar o Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca.

Essa foi a programação:

14h00min - Celebração da Vida LGBTQIA+ (com DJ).

14h10min - Acolhida e boa-vindas (com os Arouchianos)

14h30min - Direito à cidade como Direito Humano de LGBTQIA+ com: Victor Grampa (OAB-SP) e Leandro Fontana (Inst. de Arquitetos do Brasil).

15h10min - Direitos Humanos de LGBTQIA+: conexões de agendas e lutas com: Davi Ruivo (Conselho Regional de Psicologia/SP), Beto Silva (Casa Florescer), Ricco Machado (Ocupação Ana Neri) e Alline Dias Eubank (Família Stronger).

16h00min Coleta de contribuições e propostas. Comentarista: Valmor Oliveira, especialista em direitos da população LGBTQIA+

16h40min - Eleição para 13ª Conferência Nacional de Direitos Humanos.

Pessoas eleitas: Iza Potter (titular - tr****ti) e Gil Santos (Suplente - homem trans).

Propostas eleitas: “Reservar 2% do Minha casa, Minha Vida para pessoas Trans, Travestis e Intersexo” e “Que o Governo Federal reconheça o Largo do Arouche como Patrimônio Imaterial LGBTQIA+”.

17h00min - Apresentações artísticas em celebração da vida. Fervo é Política.

17h30min - Comidaço e socialização.

São Paulo, 12 de março de 2025. Ia ao chão uma árvore de 30 metros de altura e com mais de 200 anos de resistência no ce...
16/03/2025

São Paulo, 12 de março de 2025. Ia ao chão uma árvore de 30 metros de altura e com mais de 200 anos de resistência no centro desta cidade de pedra, a Chichá quebrou e caiu ao chão após um forte temporal que atingiu a cidade de São Paulo neste dia.

16 de março de 2025, ativistas do meio ambiente, integrantes de coletivos e OSC, influenciadores, políticos, moradores, trabalhadores e frequentadores da região do Largo do Arouche nos reunimos para lamentar esta queda que PODERIA TER SIDO EVITADA SE A PREFEITURA FIZESSE A PARTE DELA; nós também celebramos a vida da Chichá que ainda está vida e necessita de cuidados para continuar viva numa nova brotação.

Debaixo da frondosa copa daquela árvore caída, muitos amores, conflitos e momentos particulares ou coletivos aconteceram. Aquela árvore, tombada como patrimônio natural e uma das três árvores mais antigas na cidade, ainda resiste, e neste processo de resistência, presenciou a história sendo escrita nos seus mais de dois séculos de existência!

O nosso coordenador Geral, , e um dos diretores do , o .el, marcaram presença neste ato; confiram nesta postagem a fala do Helcio Beuclair e entenda a importância desta árvore para a comunidade LGBTQIAPDN+ e para a cidade de São Paulo no conjunto de outras falas!

Video01: O ator estava presente apoiando o ato e fez este registro do vídeo.

Video01: Fala completa do Helcio Beuclair, registro de Anderson Sousa.

Vídeo03: Registro da leitura de uma matéria na Folha de São Paulo, contendo o poema de Lygia Fagundes Telles.

Vídeo04: Fala do Sr Minoro Furuya.

É com muita tristeza, preocupação e reverência, no sentido da resistência e da memoria desta árvore que tem mais de 200 ...
12/03/2025

É com muita tristeza, preocupação e reverência, no sentido da resistência e da memoria desta árvore que tem mais de 200 anos ali, no Largo do Arouche, que informamos a QUEDA DO CHICHÁ.

Uma árvore imponente, parte da mata atlântica uma das poucos centenárias que resistem em São Paulo. A relação dos moradores com a árvore é antiga, desde a reverência e admiração de sua imponência na altura e na sua copa, até à sua proteção e cuidado.

O Cícero, ex-proprietário do , depositou as cinzas de seu amado já falecido, Pepe, aos pés do Chichá, ao qual ele tanto amava e admirava do seu apartamento.

No 1° Inventário Participativo LGBTQIAPDN+ da história do Brasil, realizado por nós juntos à , e sob financiamento da .oficial, nós falamos desta árvore e o vínculo com a comunidade LGBTQIAPDN+ que mora, trabalha e frequenta o maior bairro LGBTQIAPDN+ do mundo!

Dentro da , há um jogo educativo, e uma das personagens deste jogo é inspirada no Chichá.

A notícia pega toda a comunidade de surpresa e por hora viveremos o luto e o vazio que essa grande árvore deixa em nessa praça simbólica para a comunidade, e em nossos corações.

O Chichá existe no Largo do Arouche muito antes de conhecermos São Paulo tal como é hoje e testemunhou os atraques, batidas policiais, manifestações culturais, amores, violências , a passagem do tempo, os beijos, os afetos e as dores da vivência de pessoas LGBTQIA+.

Para a MONA o Chichá também é nossa Xica e como Xica Manicongo seguirá sempre em nossa memória e que sua queda repercuta no plantio de novas árvores!

“beijei e troquei afetos encostado nela, me escondi, se procurar direitinho tem uma marca com meu nome nela e hoje depois da chuva veio ao chão“, disse Ghe Santos, secretário geral do , e se manifesta dizendo que o “Chichá era resistente, Chichá era histórica, Chichá era memoria do Largo do Arouche”.

HA MUITAS HISTÓRIAS DO POVO COM O CHICHÁ, POVO ESTE QUE NESTE MOMENTO LAMENTA A PERDA DESTA ÁRVORE PARA A CIDADE E PARA O BIOMA JÁ MALTRATADO!

Obs.: Autor da foto mande mensagem inbox para devido reconhecimento/créditos.

Endereço

Largo Do Arouche
São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

15:00 - 16:00

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