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Fetquim-Cut/sp Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT do Estado de São Paulo

NO RAMO QUÍMICO PAULISTA, MULHERES RECEBEM, EM MÉDIA, 20,6% MENOS QUE OS HOMENSDados da RAIS 2025, elaborados pelo DIEES...
18/09/2026

NO RAMO QUÍMICO PAULISTA, MULHERES RECEBEM, EM MÉDIA, 20,6% MENOS QUE OS HOMENS

Dados da RAIS 2025, elaborados pelo DIEESE/FETQUIM, mostram que a desigualdade salarial entre homens e mulheres continua presente em praticamente todos os segmentos da indústria química paulista.

No conjunto do ramo:
👨 Homens: R$ 5.463,45
👩 Mulheres: R$ 4.338,24

A remuneração média das mulheres corresponde a apenas 79,4% da remuneração dos homens.

Uma diferença de 20,6%.

A DESIGUALDADE APARECE EM QUASE TODO O SETOR

Alguns exemplos:
🔴 Defensivos Agrícolas: mulheres recebem 67,9% do salário dos homens.
🔴 Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos: 77,2%
🔴 Plásticos: 77,4%
🔴 Fibras Artificiais e Sintéticas: 82,6%
🔴 Abrasivos: 88,5%
🔴 Medicamentos de Uso Veterinário: 89,9%
🔴 Químicos para Fins Industriais: 90,3%

E a desigualdade também aparece nos segmentos de salários mais altos.

Em Químicos para Fins Industriais, por exemplo, os homens recebem em média R$ 7.964,52, enquanto as mulheres recebem R$ 7.194,81.

Em Medicamentos de Uso Veterinário, são R$ 7.450,73 para os homens contra R$ 6.695,77 para as mulheres.

SALÁRIO MAIOR NÃO SIGNIFICA IGUALDADE.

Os números mostram que a desigualdade salarial não está concentrada em uma única atividade. Ela atravessa praticamente todo o ramo químico paulista.
Igualdade salarial não é privilégio.

É direito.

TRABALHO IGUAL.
SALÁRIO IGUAL.
DIREITOS IGUAIS PARA TODOS OS GÊNEROS.

DEMOCRACIA NÃO SE DEFENDE SÓ NO DISCURSO.DEFENDE-SE TODOS OS DIAS.O Brasil sabe o preço de perder a democracia.Nos últim...
15/09/2026

DEMOCRACIA NÃO SE DEFENDE SÓ NO DISCURSO.
DEFENDE-SE TODOS OS DIAS.

O Brasil sabe o preço de perder a democracia.

Nos últimos anos, assistimos a ataques às instituições, tentativas de ruptura democrática, questionamentos sobre o processo eleitoral e discursos que estimulam a violência política.

A democracia resistiu.

Mas a defesa da democracia não termina quando uma crise política passa. Ela precisa estar presente nas ruas, nos locais de trabalho, nos sindicatos e, principalmente, nas urnas.

No dia 4 de outubro, milhões de brasileiros e brasileiras escolherão presidente, governadores, senadores e deputados. Não é apenas escolher nomes. É decidir que projeto de país queremos. É decidir entre mais democracia ou autoritarismo.
Mais direitos ou retirada de direitos.
Mais soberania ou submissão a interesses externos.
Mais participação popular ou concentração de poder.

Democracia também significa garantir que ninguém seja pressionado pelo patrão a votar em determinado candidato. O aumento das denúncias de assédio eleitoral em 2026 mostra que essa disputa também acontece dentro dos locais de trabalho.

DEMOCRACIA SE DEFENDE COM PARTICIPAÇÃO.

A Fetquim CUT/Intersindical/Unidos Pra Lutar lamenta profundamente a morte de Arthur Henrique, hoje em São Paulo. Compan...
14/09/2026

A Fetquim CUT/Intersindical/Unidos Pra Lutar lamenta profundamente a morte de Arthur Henrique, hoje em São Paulo.

Companheiro do Sinergia-CUT, ele foi presidente da CUT de 2006 a 2012, secretário municipal de Desenvolvimento na gestão de Fernando Haddad na Prefeitura de SP e dirigente da Fundação Perseu Abramo.

A categoria química agradece seu imenso legado de lutas, em especial na defesa da valorização do salário mínimo e dos direitos da classe trabalhadora.

O velório acontecerá nesta terça-feira, 15/09/2026, das 8h às 14h, no saguão da CUT Brasil, Rua Caetano Pinto 575 - Brás . E a cremação está marcada para às 16h30, na Avenida Manacá, 1400- Mauá-SP.

Arthur Henrique presente!

Há 53 anos, no dia 11 de setembro de 1973, o governo de Salvador Allende foi violentamente derrubado por um Golpe de Est...
11/09/2026

Há 53 anos, no dia 11 de setembro de 1973, o governo de Salvador Allende foi violentamente derrubado por um Golpe de Estado. Com o apoio dos EUA e liderado pelo então chefe das Forças Armadas, general Augusto Pinochet, o movimento golpista avançou contra o governo eleito pelo povo chileno, o que culminou na quebra das liberdades democráticas do país e na morte do então presidente Allende.

O regime golpista e ditatorial durou 17 anos, reinaugurando um período de sofrimento no país. Durante esse período, a ditadura de Pinochet cometeu diversas violações de direitos humanos: pelo menos 40 mil chilenos sofreram violência estatal, entre torturas, mortes e desaparecimentos. Além disso, a implementação de políticas econômicas neoliberais levou ao empobrecimento da maior parcela da população e ao consequente aumento das desigualdades sociais.

Atualmente, a extrema direita está novamente no poder do Chile, retomando a política autoritária e neoliberal. O atual presidente, José Antonio Kast, é um grande defensor de Pinochet e já está avançando com as suas políticas neoliberais, cortando os investimentos públicos, reduzindo impostos para grandes empresas e ampliando a desigualdade.

O contexto do Chile não é um cenário isolado. A América do Sul tem enfrentado o avanço da extrema direita. Com o apoio do imperialismo de Trump e dos EUA, a extrema direita voltou ao poder em países como Argentina, Colômbia, Peru e Bolívia. Diante desses acontecimentos, não podemos ignorar os sinais e os riscos de interferência externa nas eleições brasileiras e as ameaças às nossas conquistas democráticas.

Diante disso, essa data deve ir além da proteção da memória daqueles que lutaram contra a ditadura, devendo servir também como um alerta. A história latino-americana mostra que somente com a organização, luta e mobilização popular conseguimos defender as nossas liberdades democráticas.

Exaltar a bandeira do socialismo e de suas principais lideranças, como Salvador Allende, é manter sempre viva a ideia de um mundo justo.

Neste 10 de setembro, somos chamados a refletir sobre o real significado de prevenir o suicídio. No mês de setembro, as ...
10/09/2026

Neste 10 de setembro, somos chamados a refletir sobre o real significado de prevenir o suicídio. No mês de setembro, as redes sociais são marcadas por frases motivacionais e campanhas de “Setembro Amarelo” que, diversas vezes, acabam por afastar a complexidade e seriedade do debate profundo sobre saúde mental.

A ansiedade, a depressão e outros transtornos não podem ser compreendidos apenas como problemas individuais: eles expressam também o adoecimento de uma sociedade estruturada pelo capitalismo, que impõe desigualdades e opressões. A perda de direitos trabalhistas, a sobrecarga provocada por jornadas exaustivas, como a escala 6x1, além do crescimento das bets e do endividamento relacionado aos jogos também fazem parte desse cenário de vulnerabilidade social.

Momentos de crise econômica e políticas de austeridade, segundo evidências, estão relacionados ao aumento das taxas de suicídio. Em contrapartida, estudos mostram que cidades com maior cobertura do Bolsa Família registraram quedas significativas nesses índices, reforçando que assegurar renda, dignidade e proteção social pode salvar vidas.

A prevenção do suicídio, portanto, não se limita ao campo da saúde mental. É também uma responsabilidade social e política, que envolve garantir condições dignas de existência: acesso universal à saúde, à educação, ao trabalho, à moradia e à proteção social, além do fortalecimento de redes de cuidado que acolham, escutem e construam vínculos.

Prevenir o suicídio é, acima de tudo, assumir um compromisso constante com a vida, com os direitos humanos e com a construção de uma sociedade justa e que realmente cuida de todos.

No dia 5 de setembro, celebramos o Dia da Amazônia, o maior patrimônio ambiental e o bioma mais biodiverso do planeta. A...
05/09/2026

No dia 5 de setembro, celebramos o Dia da Amazônia, o maior patrimônio ambiental e o bioma mais biodiverso do planeta. Apesar disso, o bioma vem sendo atacado pela direita e extrema direita, defendendo os interesses dos empresários e do agronegócio, que querem ver a devastação do bioma.

A Amazônia se espalha por todos os estados da região Norte, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e países vizinhos, abrigando aproximadamente 33 milhões de pessoas. A destruição da floresta é uma ameaça direta à vida e ao bem-estar de milhões de brasileiros e povos tradicionais.

Em 2025, os deputados de direita e extrema direita aprovaram o PL da Devastação, que facilita o avanço do desmatamento da Amazônia e a destruição das comunidades dos povos originários. O governo Lula vetou 63 pontos do projeto, mas grande parte dos vetos foram derrubados na Câmara pelos deputados e senadores que preferem defender os interesses do agronegócio, ao invés do povo.

Os ataques não pararam após a aprovação do PL, pois novas propostas que ameaçam o desmonte da proteção ambiental no país surgiram. É o caso do PL 2.608/2026, que busca a exploração de minérios, petróleo, gás e recursos hídricos de Terras Indígenas, e do PL 2.564/2025, que delimita a atuação dos órgãos de fiscalização ambiental via satélite. Projetos como esses mostram que, se depender da direita e da extrema direita, os interesses econômicos do agronegócio e das mineradoras estarão acima da preservação da Amazônia, dos direitos dos povos indígenas e da proteção ao meio ambiente.

O Dia da Amazônia não é só uma data simbólica: é um alerta urgente para a mobilização. A crise climática se agrava a cada dia; defender a maior floresta tropical do mundo é questão de sobrevivência.

📉 A taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, o menor índice já registrado para esse pe...
28/08/2026

📉 A taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, o menor índice já registrado para esse período desde o início da série histórica do IBGE, em 2012.

👷‍♀️ 103,3 milhões de pessoas estavam ocupadas, o maior número da série histórica.
🔻 O número de desempregados caiu para 5,8 milhões, 503 mil a menos que no trimestre anterior.

📈 O emprego com carteira assinada também atingiu recorde: 39,4 milhões de trabalhadores no setor privado.

Mas há um desafio: a informalidade ainda atinge 37,5% dos ocupados, cerca de 38,8 milhões de trabalhadores.

Menos desemprego é uma conquista!

Agora é preciso avançar na qualidade dos empregos, na formalização e nos direitos dos trabalhadores.

Essa semana completamos 45 anos desde a 1ª Conclat, Conferência Nacional da Classe Trabalhadora,  que reuniu 5.036 sindi...
28/08/2026

Essa semana completamos 45 anos desde a 1ª Conclat, Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, que reuniu 5.036 sindicalistas, representando 1.091 entidades de todo o país, além de apoiadores e delegações internacionais. Foi a primeira grande reunião intersindical nacional desde o golpe de 1964.

O Brasil ainda estava sob o comando do general João Figueiredo, último presidente da ditadura militar. O regime começava uma abertura política lenta e controlada, mas a repressão ainda existia. O movimento sindical havia passado anos sofrendo intervenções, perseguições, prisões e limitações à organização política.

Ao mesmo tempo, desde as greves do ABC iniciadas em 1978, os trabalhadores vinham reconstruindo sua capacidade de organização. Cresciam as greves, as comissões de fábrica e a mobilização por melhores salários e condições de trabalho.

O que estava em jogo?

Na CONCLAT, os trabalhadores discutiram temas que continuam extremamente atuais como emprego e desemprego; salários e inflação; saúde e Previdência; liberdade e organização sindical; política econômica; reforma agrária; direitos dos trabalhadores do campo e da cidade; e, principalmente, a redemocratização do país.

Lutar por salário era também lutar contra a estrutura política que impedia os trabalhadores de decidir sobre seus próprios destinos.

A conferência foi, portanto, um desafio direto à ditadura. O próprio movimento sindical estava dizendo que não aceitaria mais um sindicalismo controlado pelo Estado e que queria construir uma organização independente e combativa.

Foi criada a Comissão Nacional Pró-CUT, encarregada de organizar os próximos passos. Dois anos depois, em 28 de agosto de 1983, aconteceria em São Bernardo do Campo o congresso que fundaria oficialmente a Central Única dos Trabalhadores.

Por isso a CONCLAT é frequentemente chamada de “embrião” ou “pré-nascimento” da CUT.

Assista ao vídeo no youtube sobre a 1ª Conclat.

DOCUMENTÁRIO || Praia Grande, litoral paulista, agosto de 1981: mil...

A reunião do GT Químico, grupo de trabalho formado por representantes patronais (CEAG-10 da Fiesp) e sindicais (FETQUIM)...
26/08/2026

A reunião do GT Químico, grupo de trabalho formado por representantes patronais (CEAG-10 da Fiesp) e sindicais (FETQUIM) que discute mudanças e atualizações na Convenção Coletiva da categoria, se reuniu na manhã desta quarta-feira (26/08/26) na sede da FETQUIM.

Desta vez os representantes patronais trouxeram sua devolutiva sobre os ajustes de redação relativos a férias, limbo previdenciário, adicional de turno, situação de empregados em vias de aposentadoria e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, entre outros pontos. Houve avanço nos itens relativos a prevenção e combate de assédio sexual e outras formas de violência o ambiente de trabalho e doméstico. Não houve acordo com a patronal sobre a ampliação da licença maternidade de 180 dias.

A próxima reunião do GT Químico está marcada para o dia 30/09, mesma data de entrega da pauta da Campanha salarial dos Químicos 2026.

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