Fetquim-Cut/sp

Fetquim-Cut/sp Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT do Estado de São Paulo

Se o mundo foi feito para a direita, está na hora de transformá-lo pela esquerda.Neste dia do canhoto, não podíamos perd...
14/08/2026

Se o mundo foi feito para a direita, está na hora de transformá-lo pela esquerda.

Neste dia do canhoto, não podíamos perder o trocadilho. Todos nós sabemos que tesouras, carteiras escolares, instrumentos, ferramentas e objetos em geral são pensados para destros. E em vez de o mundo se adaptar à diversidade, é o canhoto quem precisa se adaptar ao mundo.

A comparação com os canhotos serve para todos os tipos de minorias, étnicas, religiosas e comportamentais. Todos precisam "servir" e se "adequar" ao pensamento da direita.

No mundo do trabalho a direita manda e oprime. São metas impossíveis, jornadas exaustivas, ambientes de trabalho inadequados, salários que não acompanham o custo de vida e tecnologias usadas para aumentar a cobrança.

O problema é que a direita constroi um mundo que só funciona para alguns.

A transformação política e social pela esquerda contempla as minorias, busca a equidade social, o respeito pela diversidade e a soberania nacional dos países.

Chega de opressores e oprimidos! Vamos transformar nosso presente e futuro pela esquerda!

Em agosto de 1798, Salvador foi cenário de um dos levantes mais ousados contra a escravidão e a desigualdade no Brasil c...
12/08/2026

Em agosto de 1798, Salvador foi cenário de um dos levantes mais ousados contra a escravidão e a desigualdade no Brasil colonial: a Revolta dos Búzios, também conhecida como Conjuração Baiana.

Inspirados pelas ideias iluministas da Revolução Francesa, trabalhadores, artesãos, soldados e negros libertos se uniram para lutar pela independência do Brasil em relação a Portugal. Mas, diferente da Inconfidência Mineira, o movimento baiano foi além: defendia o fim da escravidão e a igualdade entre brancos e negros.

A revolta, porém, foi sufocada antes mesmo de começar. Após a distribuição de panfletos, o movimento foi descoberto pelo Império, e seus principais líderes: João de Deus do Nascimento, Manuel Faustino dos Santos Lira, Lucas Dantas e Luiz Gonzaga das Virgens, foram condenados à forca.

O povo negro e pobre não aceitou passivamente a opressão: sonhou e lutou por liberdade e igualdade, desafiando um sistema que parecia inabalável. Os búzios, usados como símbolo e senha entre os participantes, tornaram-se marca de união e resistência.

Relembrar a Revolta dos Búzios não é apenas revisitar o passado: é reconhecer que, mais de dois séculos depois, ainda enfrentamos desigualdade, racismo e concentração de riqueza. Em tempos de crise econômica e ataques aos direitos do povo, a história nos lembra que a organização popular sempre foi, e continua sendo, a força capaz de mudar o rumo das coisas.

Há 43 anos, em 12 de agosto de 1983, um crime terrível abalou nosso país e o mundo: a cruel execução de Margarida Maria ...
12/08/2026

Há 43 anos, em 12 de agosto de 1983, um crime terrível abalou nosso país e o mundo: a cruel execução de Margarida Maria Alves, trabalhadora rural, mulher nordestina, negra, sindicalista e lutadora pelos direitos das trabalhadoras e trabalhadores rurais. O assassinato ocorreu em frente à casa de Margarida, na cidade de Alagoa Grande (PB). A ação foi encomendada e tramada pelos latifundiários da região, que se incomodavam profundamente com a contestação de seus privilégios e com a luta corajosa de Margarida ao lado dos trabalhadores.

Margarida cumpriu uma importante tarefa para a história dos trabalhadores, foi a primeira mulher a presidir o Sindicato dos Trabalhadores Rurais em sua cidade e seu estado. Durante os 12 anos em que esteve à frente do sindicato, sua luta se concentrou para que os trabalhadores rurais tivessem seus direitos respeitados, como carteira de trabalho assinada, férias, 13º salário e jornada de trabalho de 8 horas diárias.

Mesmo com a repercussão mundial, os mandantes do assassinato não foram responsabilizados e continuam impunes.

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para defender os direitos dos trabalhadores rurais. Em 2024, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), 13 lideranças foram mortas no campo.

A morte de lideranças como Margarida é sistemática; ela segue a lógica das elites do campo que tentam, a todo custo, silenciar aqueles que lutam por direitos, terra e justiça. Casos como de Margarida Alves, Marielle Franco, Bruno Pereira e Dom Phillips deixa evidente que a classe dominante está disposta a executar quem enfrentar seus interesses.

O legado dela segue vivo através da Marcha das Margaridas, a maior mobilização de mulheres do campo, da floresta e das águas da América Latina, que acontece de quatro em quatro anos desde 2000.

Não há justiça social sem justiça no campo, sem reforma agrária, sem segurança para quem luta.

Margarida, presente!

O coordenador político da FETQUIM, Joel Souza, participou ontem da abertura do 11º Congresso da FEQUIMFAR, realizado na ...
11/08/2026

O coordenador político da FETQUIM, Joel Souza, participou ontem da abertura do 11º Congresso da FEQUIMFAR, realizado na Colônia de Férias dos Químicos em Praia Grande -SP.

“O convite da FEQUIMFAR para o 11º Congresso deles e a nossa presença como FETQUIM mostra a firme disposição das duas federações na busca da unidade do movimento sindical brasileiro e o fortalecimento da categoria química: juntos somos mais fortes!”.

O lema deles este ano é “Resistência, direitos e tecnologia”. Entre os temas em debate estão ainda desafios jurídicos, práticas antissindicais, o fortalecimento da atuação das entidades, o desenvolvimento econômico, a soberania nacional e a construção de uma transição justa.

Hoje, no dia 09 de agosto, celebramos o Dia Internacional dos Povos Indígenas, data fundamental para pautarmos o debate ...
09/08/2026

Hoje, no dia 09 de agosto, celebramos o Dia Internacional dos Povos Indígenas, data fundamental para pautarmos o debate público sobre a preservação da cultura, das comunidades e da luta histórica dos povos indígenas contra as opressões e por sua autonomia.

Na última década, os ataques à população indígena e às comunidades tradicionais se intensificaram, principalmente pela ação de setores da direita e da extrema direita que defendem os interesses do agronegócio. Entre esses ataques, podemos destacar o Marco Temporal, que restringe a demarcação de terras indígenas, e o PL da Devastação, que tem o objetivo de destruir o que resta da legislação ambiental em nosso país, prejudicando principalmente a população indígena. Além disso, devemos destacar a atuação desastrosa do governo Bolsonaro, que paralisou as demarcações de terras indígenas, enfraqueceu a Funai, o que contribuiu para o aumento das invasões de territórios e dos ataques a lideranças indígenas.

É fato que, durante o atual governo Lula, as demarcações de terras indígenas foram retomadas, o Ministério dos Povos Indígenas foi recriado e a atuação da Funai foi fortalecida. Mas ainda há muito a ser feito, pois a bancada ruralista no Congresso segue criando projetos que ampliam a exploração de territórios indígenas e colocam essas populações em risco.

Os ataques aos povos indígenas são ataques contra o futuro da humanidade. Os povos originários desempenham um papel fundamental na preservação da natureza, dos saberes ancestrais e de formas sustentáveis de organização da vida em sociedade.

O futuro será com respeito aos direitos da natureza ou não será!

Neste Dia dos Pais, mais do que homenagens, vale uma reflexão: ser pai não é apenas gerar um filho. É estar presente. É ...
09/08/2026

Neste Dia dos Pais, mais do que homenagens, vale uma reflexão: ser pai não é apenas gerar um filho. É estar presente. É cuidar, educar, dividir responsabilidades e construir vínculos todos os dias.

Desde 2016, mais de 1,4 milhão de crianças foram registradas apenas com o nome da mãe, segundo dados do Portal da Transparência do Registro Civil. Além disso, muitas mulheres seguem assumindo praticamente sozinhas o cuidado com os filhos, acumulando jornadas de trabalho dentro e fora de casa.

Essa realidade não é fruto apenas de escolhas individuais. Ela também é consequência de uma cultura que ainda atribui o cuidado quase exclusivamente às mulheres e de um modelo de trabalho que rouba o tempo das famílias. Jornadas exaustivas, longos deslocamentos, baixos salários e a precarização dificultam que muitos pais exerçam uma paternidade verdadeiramente presente.

Por isso, defender a paternidade ativa também é defender direitos. É lutar por redução da jornada de trabalho, pelo fim da escala 6x1, pela ampliação da licença-paternidade, por creches públicas, igualdade entre homens e mulheres e condições dignas de trabalho.

Nenhum pai deveria precisar escolher entre garantir o sustento da família e acompanhar o crescimento dos seus filhos.

Neste Dia dos Pais, homenageamos todos aqueles que fazem da paternidade um compromisso diário de afeto, presença, respeito e responsabilidade.

✊Mais tempo para viver. Mais tempo para cuidar. Mais direitos para quem trabalha.

Em defesa da vida, dos direitos e da dignidade da classe trabalhadora.

🚨 Entre janeiro de 2023 e maio de 2026, o Brasil registrou 1.843.604 acidentes de trabalho. Somente nos cinco primeiros ...
06/08/2026

🚨 Entre janeiro de 2023 e maio de 2026, o Brasil registrou 1.843.604 acidentes de trabalho. Somente nos cinco primeiros meses de 2026 foram 222.139 ocorrências.

A série histórica foi iniciada em 2023, quando a Portaria 217 do Ministério da Saúde passou a exigir notificação de todos os acidentes de trabalho atendidos pelos serviços de saúde.

Os números revelam uma realidade preocupante: milhares de trabalhadores adoecem, sofrem lesões e até perdem a vida enquanto exercem suas atividades. E a realidade pode ser ainda pior, já que muitos acidentes não são notificados.

📊 Os dados mostram que:

• 75% dos acidentes atingem trabalhadores entre 20 e 49 anos;
• Homens representam cerca de 75% dos casos;
• Sudeste e Sul concentram mais de 70% das notificações.

Estes números representam vidas, famílias afetadas e direitos que precisam ser protegidos.

A prevenção deve ser prioridade. Isso exige ambientes de trabalho seguros, fiscalização, registro de todos os acidentes e investimentos permanentes em saúde e segurança do trabalhador.

🛡️ Trabalho digno também é trabalho seguro.

# **a

🚆 GREVE DOS FERROVIÁRIOS: ENTENDA O QUE ESTÁ ACONTECENDO EM SÃO PAULOOs ferroviários da CPTM iniciaram hoje (4/08) uma g...
04/08/2026

🚆 GREVE DOS FERROVIÁRIOS: ENTENDA O QUE ESTÁ ACONTECENDO EM SÃO PAULO

Os ferroviários da CPTM iniciaram hoje (4/08) uma greve por tempo indeterminado nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade – aquelas que foram privatizadas para a Trivia Trens e que após o incêndio na linha 12 voltaram para a operação da CPTM por 90 dias.

O governador Tarcísio de Freitas devolveu momentaneamente a operação para a CPTM para evitar reflexos no resultado das eleições de outubro.

➡️ Por que os ferroviários entraram em greve?

Os trabalhadores que voltaram ao serviço para garantir o funcionamento dos trens não receberam nenhuma garantia de que continuarão empregados após esse período emergencial.

Segundo o sindicato da categoria, cerca de 4 mil ferroviários podem perder seus empregos em razão da privatização.

Os sindicatos apontam problemas de treinamento e segurança na transição para a Trivia e argumentam que as falhas registradas desde a concessão mostram os riscos da substituição de trabalhadores experientes da CPTM.

Segundo levantamento da TV Globo citado pelas entidades sindicais, o número de falhas em trens e metrôs de São Paulo cresceu 27% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, superando uma ocorrência por dia.

As linhas concedidas à iniciativa privada concentraram os maiores aumentos.
Na Linha 7-Rubi, que passa por processo de transferência para a TIC Trens, o crescimento das ocorrências chegou a 600%. Há também problemas recorrentes nas linhas 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda, operadas pela ViaMobilidade.

O modelo financeiro das concessões precisa ser revisto. De acordo com estimativa da Federação Nacional dos Metroferroviários (Fenametro), aproximadamente 75% dos investimentos previstos no sistema continuam sendo bancados pelo governo de SP, apesar da transferência da operação para empresas privadas!

➡️ O que a categoria reivindica?

✔️ Garantia dos empregos;
✔️ Manutenção dos direitos trabalhistas;
✔️ Que as linhas 11, 12 e 13 permaneçam sob gestão da CPTM;
✔️ Aprovação do PL 730/2025, que prevê o reaproveitamento dos trabalhadores da CPTM em órgãos públicos estaduais quando houver concessão de linhas.

🚉 A greve coloca em debate um tema que deve ser pauta nas eleições de outubro: qual deve ser o papel do Estado na prestação de serviços públicos essenciais?

Transporte público é um direito. Trabalhadores e usuários merecem respeito. ✊🏽

Uma dica para este final de semana: assista ao documentário do Instituto Conhecimento Liberta: Flávio Bolsonaro: a verda...
31/07/2026

Uma dica para este final de semana: assista ao documentário do Instituto Conhecimento Liberta: Flávio Bolsonaro: a verdadeira história do filho zero um.

Em uma apuração inédita, o explica as ligações de Flávio com as milícias do RJ e ex-governador Claudio Castro, com o banqueiro Daniel Vorcaro e até com o careca do INSS, entre outros personagens da corrupção recente.

O documentário está disponível gratuitamente no portal www.icl.com.br/flavio.

Assista enquanto ainda está no ar já que os bolsonaristas continuam tentando calar o ICL!

Endereço

Rua Major Diogo, 624
São Paulo, SP
01324-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
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