Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal

Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal Organização sem fins lucrativos que, desde 2007, promove ações que colaboram para o desenvolvimento integral da criança, com foco na primeira infância
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⚽ COPA DO MUNDO - Para uma criança, assistir a um jogo em família pode ser muito mais do que futebol.No Brasil, o futebo...
11/06/2026

⚽ COPA DO MUNDO - Para uma criança, assistir a um jogo em família pode ser muito mais do que futebol.

No Brasil, o futebol faz parte da cultura, das memórias afetivas e da convivência entre gerações. Vivido por adultos e crianças, ele pode criar oportunidades para estar junto, compartilhar histórias, conversar e construir lembranças.

Para muitos homens, o futebol também pode abrir espaço para algo maior: a construção de vínculos com as crianças. Em uma sociedade que ainda associa o cuidado principalmente às mulheres, momentos como assistir a uma partida, brincar com uma bola ou torcer juntos podem ser um ponto de partida para uma maior presença, ampliando as oportunidades de trocas.

A ciência mostra que vínculos seguros e interações afetuosas com adultos de referência são fundamentais para o desenvolvimento infantil. E essas conexões nem sempre acontecem em grandes ocasiões: uma conversa antes da partida, um abraço após um gol ou uma tarde compartilhada no sofá podem ter um signif**ado profundo para as crianças.

Na primeira infância, o que f**a não é o resultado do jogo. São os momentos de presença, afeto e pertencimento vividos ao lado de seus cuidadores.

08/06/2026

Por que investir na primeira infância? Quanto mais cedo começarmos, melhores serão os resultados!

Afeto, cuidados, nutrição, segurança e educação de qualidade fortalecem o desenvolvimento infantil e contribuem para melhores resultados em áreas como aprendizagem, saúde, segurança pública e mercado de trabalho.

Uma mensagem clara: quando cuidamos de cada criança desde o começo da vida, todos ganham! 🌱

Falar sobre a crise climática é falar sobre as condições em que as crianças crescem, aprendem e se desenvolvem.Eventos e...
05/06/2026

Falar sobre a crise climática é falar sobre as condições em que as crianças crescem, aprendem e se desenvolvem.

Eventos extremos, como ondas de calor, enchentes, fumaça de queimadas, poluição do ar e insegurança hídrica, atravessam o cotidiano das famílias e afetam espaços essenciais da primeira infância: a casa, a escola, os serviços de saúde, os territórios e as redes de cuidado.

Durante os primeiros seis anos de vida, essa exposição exige atenção específ**a. O corpo em desenvolvimento é mais sensível à desidratação, a agravos respiratórios e às mudanças nas condições ambientais. Por isso, os impactos da crise climática não podem ser tratados apenas como eventos externos ou emergenciais. Eles também interferem nas possibilidades de cuidado, proteção, convivência, aprendizagem e bem-estar.

Esses riscos não se distribuem da mesma forma. Crianças negras, indígenas, ribeirinhas e aquelas que vivem em territórios com menor acesso a saneamento, moradia adequada, áreas verdes, saúde e educação tendem a enfrentar maior exposição e menos recursos de proteção.

Responder a esse cenário exige políticas climáticas sensíveis à primeira infância. Adaptar escolas, fortalecer redes de saúde, integrar sistemas de alerta, proteger biomas e reconhecer os saberes de povos indígenas e comunidades tradicionais são caminhos para aproximar a agenda ambiental da garantia de direitos.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, esse debate reforça um ponto central: proteger a natureza também é proteger as condições de desenvolvimento das múltiplas infâncias no presente.

Descrição das imagens no texto alternativo

Na primeira infância, brincar não é apenas uma forma de passar o tempo. É uma experiência central para a construção de v...
03/06/2026

Na primeira infância, brincar não é apenas uma forma de passar o tempo. É uma experiência central para a construção de vínculos, linguagem, imaginação, autonomia e relação com o mundo.

Para D. W. Winnicott, o brincar ocupa um lugar essencial no desenvolvimento humano. É nesse espaço que a criança experimenta, cria, organiza sentimentos e se relaciona com a realidade de forma ativa. Ao brincar, ela não apenas reproduz o que vê: ela elabora experiências, testa possibilidades e constrói sentidos.

Mas para que o brincar aconteça, não basta reconhecer sua importância. Crianças precisam de tempo, presença, segurança e espaços adequados. A casa, a escola, a praça, a rua e o bairro também fazem parte das condições que favorecem ou limitam essa experiência.

Por isso, promover o brincar na primeira infância envolve famílias, educadores, cuidadores e políticas públicas. Ambientes seguros, acessíveis e acolhedores ampliam as oportunidades de interação, movimento, convivência e criação.

Cuidar do brincar é oferecer condições de desenvolvimento para as crianças!

📢 Você sabia que brincar é um direito de toda criança brasileira? Hoje celebramos o Dia Nacional do Brincar! Instituída ...
28/05/2026

📢 Você sabia que brincar é um direito de toda criança brasileira?

Hoje celebramos o Dia Nacional do Brincar! Instituída no ano passado, a data representa mais do que um reconhecimento simbólico. Ela é um ato de conscientização sobre a centralidade do brincar para o desenvolvimento infantil e um chamado para que todos protejam esse direito das crianças.

Garantir o direito ao brincar não é uma responsabilidade individual das famílias, mas um compromisso coletivo que envolve também planejamento urbano, educação infantil de qualidade, acesso à cultura, programas de apoio à parentalidade positiva e redes de proteção integral às crianças.

Em um contexto de aprofundamento das desigualdades, redução dos espaços de convivência, violência urbana e uso excessivo de telas desde a primeira infância, discutir o brincar também é discutir quais experiências queremos garantir para bebês e crianças pequenas.

As evidências mostram que ambientes seguros, interações de qualidade, convivência comunitária, contato com a natureza e acesso a experiências lúdicas impactam diretamente o desenvolvimento infantil, a saúde mental, a aprendizagem e a construção de vínculos no começo da vida.

Proteger o direito ao brincar é proteger o direito a uma vida digna e plena! 🌱

🔎 O que a escala 6x1 tem a ver com desenvolvimento infantil?A primeira infância acontece nas relações. Nos momentos coti...
26/05/2026

🔎 O que a escala 6x1 tem a ver com desenvolvimento infantil?

A primeira infância acontece nas relações. Nos momentos cotidianos, nas conversas, no brincar, na presença, no cuidado responsivo. É por meio disso tudo que bebês e crianças pequenas constroem vínculos seguros e desenvolvem habilidades fundamentais para toda a vida.

Mas cuidar exige tempo e condições dignas.

Quando cuidadores enfrentam jornadas exaustivas de trabalho, longos deslocamentos e sobrecarga de responsabilidades, o impacto não se restringe aos adultos. Ele também alcança as crianças e as possibilidades de convivência familiar nos primeiros anos de vida.

No Brasil, o cuidado ainda recai de forma desproporcional sobre as mulheres, especialmente mães solo e famílias em situação de maior vulnerabilidade. Em muitos casos, o único dia de descanso acaba sendo ocupado por tarefas domésticas, cuidados com outros familiares e demandas acumuladas da semana.

Por isso, falar sobre primeira infância também é falar sobre valorização do trabalho de cuidado, mobilidade urbana, renda, proteção social, saúde mental e direito à convivência familiar.

Garantir que bebês e crianças pequenas tenham adultos presentes e disponíveis é uma responsabilidade coletiva que envolve famílias, empresas, sociedade e poder público.

Cuidar da primeira infância é também reconhecer o cuidado como responsabilidade de todos! 🌱

💡 Uma cidade boa para a primeira infância é aquela que reconhece bebês e crianças pequenas como cidadãs desde o começo d...
25/05/2026

💡 Uma cidade boa para a primeira infância é aquela que reconhece bebês e crianças pequenas como cidadãs desde o começo da vida e garante que possam ocupar, explorar e participar dos espaços urbanos com segurança e pertencimento.

Isso signif**a ter espaços públicos seguros e acolhedores, onde seja possível brincar, conviver e circular com autonomia. Signif**a também contar com calçadas acessíveis, áreas verdes, entornos escolares protegidos e ambientes que favoreçam o brincar livre, sem riscos, barreiras ou obstáculos.

Mas é preciso ir além da infraestrutura. Uma cidade que acolhe a primeira infância é aquela que promove a integração entre cultura, educação, assistência e saúde, estimula a convivência comunitária e intergeracional, e reconhece que o direito à cidade inclui participar da vida cultural, acessar serviços e circular de forma segura e inclusiva.

Uma cidade que acolhe a primeira infância é uma cidade que investe no presente e no futuro - e se torna melhor para todas as pessoas! 🌱

22/05/2026

💡Por que investir na primeira infância? Porque isso é cuidar do desenvolvimento de cada criança e também do país!

Neste vídeo, a apresenta, de forma sensível e baseada em evidências, o porquê dos primeiros anos de vida gerarem impactos duradouros para crianças e para toda a sociedade.

Afeto, cuidados, nutrição, segurança e educação de qualidade fortalecem o desenvolvimento infantil e contribuem para melhores resultados em áreas como aprendizagem, saúde, segurança pública e mercado de trabalho.

Uma mensagem clara: quando cuidamos de cada criança desde o começo da vida, todos ganham! 🌱

A violência sexual contra crianças não acontece longe da sociedade. Ela ocorre dentro das casas, nas comunidades e em re...
19/05/2026

A violência sexual contra crianças não acontece longe da sociedade. Ela ocorre dentro das casas, nas comunidades e em relações que as deveriam proteger. E seus impactos podem atravessar toda a vida.

Na primeira infância, período em que o cérebro se desenvolve de forma intensa, as experiências de violência e estresse tóxico afetam diretamente o desenvolvimento emocional, cognitivo e social de bebês e crianças.

O que acontece nos primeiros anos de vida deixa marcas profundas. E isso acontece também quando o cuidado é substituído pelo medo, pelo silêncio e pela violação de direitos.

🔎 Os dados evidenciam a gravidade desse cenário. Entre 2013 e 2023, os registros de violência sexual contra crianças de 0 a 4 anos cresceram 383% no Brasil, segundo o Atlas da Violência. Já o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 aponta que 61% das vítimas de estupro no país tinham até 13 anos no último ano.

Diante dessa realidade, proteger a infância exige compromisso coletivo. É preciso fortalecer políticas públicas, ampliar redes de proteção e preparar famílias, escolas, serviços de saúde, assistência social e comunidades para identif**ar sinais de violência.

Agir precocemente é fundamental para garantir que crianças cresçam com segurança, dignidade e oportunidades de desenvolvimento. Toda criança tem direito a uma infância livre de violência!

📞 Em casos de suspeita ou violação de direitos, denuncie pelo Disque 100 ou procure o Conselho Tutelar.

🌱 A frase do escritor indígena Daniel Munduruku revela uma dimensão fundamental da primeira infância: o direito de cada ...
17/05/2026

🌱 A frase do escritor indígena Daniel Munduruku revela uma dimensão fundamental da primeira infância: o direito de cada criança crescer sendo reconhecida em sua cultura, em seus vínculos e em sua forma própria de existir no mundo.

Ser criança integralmente signif**a poder brincar, aprender, explorar o território, conviver com a comunidade e construir sua identidade em ambientes de afeto, proteção e pertencimento. Na primeira infância, essas experiências são fundamentais para o desenvolvimento emocional, cognitivo, físico e social — e precisam acontecer com respeito às múltiplas infâncias brasileiras.

Garantir os direitos das crianças indígenas exige olhar para essa diversidade e fortalecer políticas públicas e redes de cuidado que valorizem seus modos de viver, cuidar e educar. Porque promover o desenvolvimento integral na primeira infância também é assegurar que cada criança possa crescer com dignidade, cultura e liberdade para ser quem é desde o começo da vida.

Endereço

Rua Campos Bicudo, 98, 1º Andar, Cj. 11 E 12, Edifício Itaquerê
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