26/09/2026
NUA E AMORDAÇADA
NUA E AMORDAÇADA, Alê levou um soco no peito e foi torturada, sob ameaças de que ela seria morta. Tudo diante de seus dois filhos. Enquanto isso, um policial com balaclava entra no barraco com uma bolsa preta, que depois a Alê saberia que continha dr**as, para forjar sua prisão em flagrante.
Isso aconteceu no dia 8 de setembro, quando mais de 140 policiais militares invadiram a Favela do Moinho para realizar uma megaoperação, cujo principal alvo era a Alê. O batalhão responsável foi o Choque, conhecido por ser "especializado" em reprimir manifestações e responsável pela horrenda sessão de tortura à qual Alê foi submetida.
O pano de fundo da megaoperação policial era uma outra ação penal, talvez ainda mais cruel, em que Alê é acusada de fazer exatamente aquilo contra o que sempre lutou. Com diversas imputações de organização criminosa, extorsão, lavagem de direito, etc., ela é absurdamente acusada de extorquir as famílias do Moinho para repassar valores do acordo com a CDHU e Caixa Econômica, quando o tempo todo lutou exatamente para resguardar os direitos de todos à moradia digna.
Confira a fala do advogado Pedro Bahdur, que explica os processos contra a Alê, suas contradições e absurdos.
Apoie a campanha ALÊ LIVRE já!!!! Link na Bio.