AJD - Associação Juízes para a Democracia

AJD - Associação Juízes para a Democracia A AJD (Associação Juízes para a Democracia) é um movimento de juízas e juízes que defendem a efetivaç

Venha conversar conosco sobre Big Techs, Democracia e Proteção Social. O evento será aberto ao público e gratuito. A mes...
10/06/2026

Venha conversar conosco sobre Big Techs, Democracia e Proteção Social. O evento será aberto ao público e gratuito. A mesa de debate será composta pelo ex-deputado federal e advogado Aldo Arantes, o jurista Pepe Chaves e o professor da UFABC Sérgio Amadeu, com mediação do juiz e conselheiro da AJD Marcus Barberino. 

Data: 10 de julho (Sexta-feira)

Horário: 17 horas

Endereço: Rua Maria Paula, n° 36, 11° andar, Bela Vista, São Paulo-SP. 



09/06/2026

📍Big Techs, Democracia e Proteção Social

🗓️ Dia 10 de julho
⏰ 17:00hs - Roda de conversa e sessão de autógrafos
⏰ 19:00hs - Início do debate

🌐 Local: Rua Maria Paula, n⁰ 36, 11⁰ andar, Bela Vista, São Paulo-SP.

🔴 Evento aberto ao público e gratuito.

No dia 10 de julho, a Associação Juízas e Juízes para a Democracia (AJD) promoverá o debate “Big Techs, Democracia e Pro...
03/06/2026

No dia 10 de julho, a Associação Juízas e Juízes para a Democracia (AJD) promoverá o debate “Big Techs, Democracia e Proteção Social”, reunindo importantes especialistas para refletir sobre os impactos das plataformas digitais na democracia, nos direitos sociais e no mundo do trabalho.

Participarão do debate o juiz Pepe Chaves, o advogado e ex-deputado federal Aldo Arantes e o professor da UFABC Sérgio Amadeu, com mediação de Marcus Barberino, juiz e conselheiro da AJD.

A programação terá início às 17h, com o lançamento e sessão de autógrafos de duas obras: “A Luta pelo Direito do Trabalho: Homenagem à Professora Magda Barros Biavaschi”, organizada por Hugo Melo Filho; “Domínio das Mentes: Do Golpe Militar à Guerra Cultural”, de autoria de Aldo Arantes.

Na sequência, será realizada uma roda de conversa sobre as obras, com a participação de Magda Biavaschi, Hugo Melo Filho e Aldo Arantes, sob mediação de Raquel Braga, juíza do trabalho aposentada e conselheira da AJD.

O evento é gratuito e aberto ao público, e será realizado na sede da AJD, localizada na Rua Maria Paula, nº 36, 11º andar, Bela Vista, São Paulo (SP).

Participe deste importante momento de diálogo, reflexão e troca de ideias.

Esperamos você!

27/05/2026

Dyrceu Cintra Júnior é um dos membros fundadores da AJD, tendo exercido a presidência do conselho executivo entre 1997 e 1999. Neste vídeo ele fala sobre o contexto histórico de formação da associação e os princípios que norteiam a união de juízas e juízes em prol da democracia.

🌍 Participe dos próximos encontros do curso "Projeto Nacional de Desenvolvimento no Século XXI"A Cátedra Celso Furtado e...
18/05/2026

🌍 Participe dos próximos encontros do curso "Projeto Nacional de Desenvolvimento no Século XXI"

A Cátedra Celso Furtado e a FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo) promovem uma série de encontros que reúne importantes nomes do pensamento econômico, social e político brasileiro para discutir os desafios do desenvolvimento nacional no século XXI.

🗓️ O ciclo iniciou em abril e vai até junho de 2026, com uma programação especial.

🔗 Inscrições gratuitas no site da FESPSP:
https://fespsp.apprbs.com.br/evento-inscricao

📍Link disponível no story

15/05/2026

Um resumo do mês de abril da Associação Juízas e Juízes para a Democracia na revista eletrônica "AJD em Movimento".

Confira!

15/05/2026

Nosso Marcelo Semer - presidente da AJD entre 2005 e 2007 - divide um pouco das suas memórias com a Associação, revelando lutas importantíssimas nesta trajetória que resultaram em conquistas fundamentais. Ele também projeta os desafios do futuro.

O avanço acelerado das plataformas digitais e das ferramentas de inteligência artificial tem ampliado, no Brasil e no mu...
14/05/2026

O avanço acelerado das plataformas digitais e das ferramentas de inteligência artificial tem ampliado, no Brasil e no mundo, o debate sobre soberania de dados, democracia e proteção social. Em um cenário no qual informações públicas e privadas passaram a ocupar posição estratégica na economia global e no funcionamento das instituições, especialistas alertam para os riscos da concentração tecnológica nas mãos de grandes corporações internacionais.  

Big Techs no sistema de justiça

A discussão ganhou novos contornos após reportagem publicada pelo portal JOTA revelar que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, o advogado Roberto Quiroga e o apresentador Luciano Huck passarão a integrar o Conselho Institucional da startup brasileira de inteligência artificial jurídica Enter. A empresa anunciou uma nova rodada de investimentos liderada pelo fundo norte-americano Founders Fund, do empresário Peter Thiel, fundador do PayPal e aliado político do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

(...)
Para estudiosos da economia digital e da governança de dados, a disputa contemporânea envolve não apenas tecnologia, mas poder político, econômico e institucional. Nesse contexto, o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcio Pochmann, tem defendido publicamente a necessidade de o Brasil desenvolver mecanismos próprios de proteção e gestão de dados estratégicos.  

“O Brasil infelizmente não é um país soberano de dados”, afirmou Pochmann em entrevista ao Brasil 247. Segundo ele, as big techs “sabem mais sobre os brasileiros do que o próprio governo”. 

AJD realiza debate sobre o tema  

Levando em consideração tal contexto, a Associação Juízas e Juízes para a Democracia promoverá, no dia 10 de julho, às 18h30, a mesa de discussão “Big Techs, Democracia e Proteção Social”, em sua sede, localizada na Rua Maria Paula, 36, 11º andar, Bela Vista, em São Paulo.  

O debate contará com a participação dos juristas Pepe Chaves, Aldo Arantes e do cientista social Sérgio Amadeu, a mediação será com o juiz Marcus Barberino, conselheiro da AJD. O evento será aberto ao público. 

🔗 Leia mais no link da bio e do story

O avanço acelerado das plataformas digitais e das ferramentas de inteligência artificial tem ampliado, no Brasil e no mu...
14/05/2026

O avanço acelerado das plataformas digitais e das ferramentas de inteligência artificial tem ampliado, no Brasil e no mundo, o debate sobre soberania de dados, democracia e proteção social. Em um cenário no qual informações públicas e privadas passaram a ocupar posição estratégica na economia global e no funcionamento das instituições, especialistas alertam para os riscos da concentração tecnológica nas mãos de grandes corporações internacionais.

Big Techs no sistema de justiça

A discussão ganhou novos contornos após reportagem publicada pelo portal JOTA revelar que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, o advogado Roberto Quiroga e o apresentador Luciano Huck passarão a integrar o Conselho Institucional da startup brasileira de inteligência artificial jurídica Enter. A empresa anunciou uma nova rodada de investimentos liderada pelo fundo norte-americano Founders Fund, do empresário Peter Thiel, fundador do PayPal e aliado político do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

(...)
Para estudiosos da economia digital e da governança de dados, a disputa contemporânea envolve não apenas tecnologia, mas poder político, econômico e institucional. Nesse contexto, o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcio Pochmann, tem defendido publicamente a necessidade de o Brasil desenvolver mecanismos próprios de proteção e gestão de dados estratégicos.

“O Brasil infelizmente não é um país soberano de dados”, afirmou Pochmann em entrevista ao Brasil 247. Segundo ele, as big techs “sabem mais sobre os brasileiros do que o próprio governo”.

(...)
As declarações e análises convergem para uma preocupação crescente em diferentes áreas do Estado e da sociedade civil: a dependência tecnológica em relação a plataformas privadas estrangeiras e a ausência de controle nacional sobre fluxos massivos de informações produzidas pela população brasileira.

(...)
AJD realiza debate sobre o tema

Levando em consideração tal contexto, a Associação Juízas e Juízes para a Democracia promoverá, no dia 10 de julho, às 18h30, a mesa de discussão “Big Techs, Democracia e Proteção Social”, em sua sede, localizada na Rua Maria Paula, 36, 11º andar, Bela Vista, em São Paulo.

O debate contará com a participação dos juristas Pêpe Chaves, Aldo Arantes e do cientista social Sérgio Amadeu, a mediação será com o juiz Marcus Barberino, conselheiro da AJD. O evento será aberto ao público.

Leia mais:
https://ajd.org.br/noticias/3356-big-techs-inteligencia-artificial-e-soberania-de-dados-os-desafios-democraticos-da-era-digital

O 13 de maio de 1888 permanece como uma das datas mais debatidas da história brasileira. Para o movimento negro, há razõ...
13/05/2026

O 13 de maio de 1888 permanece como uma das datas mais debatidas da história brasileira. Para o movimento negro, há razões profundas para criticar o simbolismo tradicional construído em torno da chamada abolição. A escravidão terminou formalmente, mas o racismo estrutural permaneceu organizando a sociedade brasileira. Por isso, a crítica ao 13 de maio como uma falsa abolição é legítima e necessária.

Ainda assim, é importante lembrar que a liberdade não foi um presente da monarquia. A abolição foi resultado de décadas de resistência negra: revoltas, fugas, quilombos, insubordinação e mobilização política que enfraqueceram o sistema escravista até torná-lo insustentável.

Os quilombos foram fundamentais nesse processo. O Quilombo dos Palmares, liderado por Zumbi dos Palmares e por Dandara dos Palmares, simboliza a luta coletiva pela liberdade. No século XIX, nomes como Luiz Gama, que libertou centenas de pessoas escravizadas nos tribunais; José do Patrocínio, voz poderosa do abolicionismo; André Rebouças, defensor da justiça social; Maria Firmina dos Reis, pioneira na denúncia da violência escravista; e Chico da Matilde (o Dragão do Mar) ajudaram a minar o escravismo brasileiro.

Criticar o mito da redenção imperial não significa apagar essa luta. Significa devolver o protagonismo às verdadeiras heroínas e aos verdadeiros heróis negros da abolição. A liberdade conquistada em 1888 foi incompleta, mas foi fruto de resistência. A luta por igualdade e dignidade continua até hoje.


Endereço

Rua Dona Maria Paula, 36/Bela Vista
São Paulo, SP
01319-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 12:00
13:00 - 17:30
Terça-feira 09:00 - 12:00
13:00 - 17:30
Quarta-feira 09:00 - 12:00
13:00 - 17:30
Quinta-feira 09:00 - 12:00
13:00 - 17:30
Sexta-feira 09:00 - 12:00
13:00 - 17:30

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