Geledés Instituto da Mulher Negra

Geledés Instituto da Mulher Negra Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Geledés Instituto da Mulher Negra, Organização sem fins lucrativos, Rua Santa Isabel, 137 cj 41 cj 42 an 4, São Paulo.
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Geledés - Instituto da Mulher Negra foi criado em 30 de abril de 1988. É uma organização política de mulheres negras que tem por missão institucional a luta contra o racismo e o sexismo, a valorização e promoção das mulheres negras.

É hora de enfrentar o racismo ambiental, o patriarcado e a colonialidade das decisões climáticas
23/10/2025

É hora de enfrentar o racismo ambiental, o patriarcado e a colonialidade das decisões climáticas

Este artigo é o último que consigo escrever antes da COP30. O cansaço de uma conferência é imenso, especialmente para mulheres da luta popular, mulheres que lutam por direitos coletivos e não individuais — esse segundo, na verdade, acho que nem existe. Então, vou aproveitar o mês e o tema ...

Está no ar o EncruziLab Videocast! O programa entrevista mulheres que participaram do curso de mesmo nome, liderado por ...
23/10/2025

Está no ar o EncruziLab Videocast! O programa entrevista mulheres que participaram do curso de mesmo nome, liderado por Nilza Iraci, coordenadora da Formação, Cuidado e Emancipação de Geledés e do projeto ‘Enquanto Viver, Luto’.

Em três episódios, o podcast traz reflexões sobre tecnologia, raça, gênero, etarismo e os desafios enfrentados por mulheres negras na defesa de seus direitos.

Para ouvir, basta acessar o canal do Instituto Geledés no Spotify. Acesse via stories.

Concurso anulado pela USP contra Érica Bispo diz respeito à instituição, não ao Brasil
23/10/2025

Concurso anulado pela USP contra Érica Bispo diz respeito à instituição, não ao Brasil

Órgão lava as mãos e deixa implícito que compactua com grupo perdedor, inabilitado e, pelo visto, ressentido

Não é sobre competência. É que você é preto
23/10/2025

Não é sobre competência. É que você é preto

Estudantes brancos receberam 12% mais seguidores do que estudantes negros. A disparidade racial persiste mesmo entre estudantes de instituições de primeira linha

Na Bahia, boas ideias em segurança
23/10/2025

Na Bahia, boas ideias em segurança

O plano para reduzir a letalidade policial na Bahia tem a vantagem de lidar com a questão multifatorial a partir de múltiplas frentes

Com o objetivo de reconhecer, preservar e fortalecer as comunidades de terreiros de religiões de matriz africana, inicia...
23/10/2025

Com o objetivo de reconhecer, preservar e fortalecer as comunidades de terreiros de religiões de matriz africana, inicia-se o projeto “Territórios de Axé: Mapeamento de Terreiros de Religiões de Matriz Africana em Poços de Caldas”, que tem como missão mapear, sistematizar e analisar dados socioeconômicos, culturais e territoriais destes espaços sagrados na cidade de Poços de Caldas, MG.

O projeto visa catalogar os terreiros realizando pesquisa detalhada sobre localização, organização comunitária, situação estrutural e desafios enfrentados, como a intolerância religiosa e a invisibilidade histórica. As ações incluem entrevistas com lideranças religiosas, visitas aos terreiros e criação de um banco de dados georreferenciado, que subsidiará propostas para políticas públicas específicas, como apoio à regularização fundiária, financiamento para manutenção destes espaços, inclusão em roteiros culturais e programas educacionais.

Saiba mais em nosso Portal: www.geledes.org.br

Festival reúne lideranças femininas mundiais no Rio
23/10/2025

Festival reúne lideranças femininas mundiais no Rio

O festival Mulheres do Mundo - WOW - retorna para sua terceira edição no Rio de Janeiro entre os dias 24 e 26 próximos. O evento será no Complexo da Maré.

Geledés Instituto da Mulher Negra é uma organização da sociedade civil que atua para que os sistemas de ensino sejam esp...
22/10/2025

Geledés Instituto da Mulher Negra é uma organização da sociedade civil que atua para que os sistemas de ensino sejam espaços comprometidos com a aprendizagem de todas as pessoas, em particular da população negra. Nos debates sobre o Plano Nacional de Educação (PNE) 2024-2034, desde a CONAE, estamos mobilizadas por metas e estratégias que enfrentem as desigualdades de raça, gênero e socioeconômicas; promovam a qualidade educacional e a superação das assimetrias raciais por meio de financiamento adequado; e valorizem as/os profissionais da educação, entre outros temas. Como parte desses compromissos, apresentamos a presente análise.

Leia a análise completa em nosso Portal: www.geledes.org.br

Sinergias que importam: integrando clima, biodiversidade e justiça racial no Brasil
22/10/2025

Sinergias que importam: integrando clima, biodiversidade e justiça racial no Brasil

Integrar clima, biodiversidade e combate à desertificação exige enfrentar o racismo ambiental, fortalecer direitos territoriais e colocar povos e florestas no centro da ação global.

A possibilidade de um incinerador de lixo no bairro de Perus, região noroeste da capital de SP – ao lado das terras indí...
22/10/2025

A possibilidade de um incinerador de lixo no bairro de Perus, região noroeste da capital de SP – ao lado das terras indígenas do Jaraguá – tem revoltado a população, que aponta não ter sido consultada para a implementação da iniciativa.

O projeto é da Loga, concessionária que cuida de resíduos sólidos urbanos, como a coleta domiciliar, e já está em fase de aprovação na CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). O projeto é nomeado como Unidade de Recuperação Ambiental (URE) Bandeirantes e está sendo vendido como uma “nova tecnologia” para tratar os resíduos sólidos, quando, na verdade, é uma tecnologia criticada em diversos países do mundo.

próxima reunião será no dia 8/11, na Comunidade Cultural Quilombaque. Venha!

Saiba mais em nosso Portal: www.geledes.org.br

As três grandes crises do nosso tempo — a crise climática, a perda de biodiversidade e a degradação dos solos — nunca es...
21/10/2025

As três grandes crises do nosso tempo — a crise climática, a perda de biodiversidade e a degradação dos solos — nunca estiveram separadas na vida real. É o mesmo território sendo violado, o mesmo corpo sendo atravessado, as mesmas populações sendo sacrificadas e as desigualdades aprofundadas. Ainda assim, por mais de três décadas o sistema internacional tratou essas agendas como compartimentos estanques: clima na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), biodiversidade na Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD) e desertificação na Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD). Essa fragmentação nunca foi neutra: ela serviu a interesses econômicos e geopolíticos que lucram com a falta de coordenação, enquanto comunidades afrodescendentes, povos indígenas e populações tradicionais seguem pagando a conta com seus corpos e territórios.

A fragmentação entre as três convenções ambientais gera sobreposição de ações, falta de sinergia nas políticas, dificuldade de financiamento integrado e monitoramento fragmentado. Projetos muitas vezes são implementados separadamente, desperdiçando recursos, e ações voltadas para mitigação climática podem entrar em conflito com a conservação da biodiversidade ou a prevenção da desertificação. Essa divisão institucional e diplomática dificulta estratégias globais coerentes, compromete a efetividade das políticas e limita o potencial de benefícios múltiplos para ecossistemas, comunidades locais e populações vulneráveis.

Leia a análise completa de Mariana Belmont em nosso Portal: www.geledes.org.br

Geledés – Instituto da Mulher Negra realizou neste sábado (18), em São Paulo, o seminário “Violência de Gênero e Raça – ...
21/10/2025

Geledés – Instituto da Mulher Negra realizou neste sábado (18), em São Paulo, o seminário “Violência de Gênero e Raça – Estratégias de Enfrentamento e Educação em Direitos Humanos”, reunindo pesquisadoras, lideranças comunitárias e ativistas para discutir políticas de prevenção e enfrentamento às violências que atingem mulheres negras no país.

O encontro partiu do diagnóstico de que, apesar dos avanços legais nas últimas décadas, as desigualdades raciais e de gênero continuam estruturando as formas de violência e limitando o acesso à proteção pública. O objetivo central do evento foi fortalecer redes comunitárias e propor estratégias interseccionais que integrem educação em direitos humanos, dados desagregados e financiamento específico.

A coordenadora de Gênero, Raça e Equidade de Geledés, Maria Sylvia de Oliveira, afirmou que “a violência de gênero e de raça continua sendo uma das expressões mais graves das desigualdades no país” e que “enfrentá-la requer políticas interseccionais e o protagonismo das mulheres negras”.

Saiba mais em nosso Portal: www.geledes.org.br

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Rua Santa Isabel, 137 Cj 41 Cj 42 An 4
São Paulo, SP
02362-115

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