Sindicato dos Comerciários de SP

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Sindicato dos Comerciários de SP O Sindicato dos Comerciários de São Paulo

13/10/2026

O balcão virou cadeira porque cadeira não tem.

Trabalhar em pé pode, e não existe tempo máximo em pé no comércio. A gente não vai dizer o contrário.
O que a lei garante é outra coisa, e é bem concreta: assento com encosto, para descanso, em lugar que dê pra usar nas pausas. Artigo 199 da CLT e item 17.6.7 da NR-17.

Três palavras mudam tudo. Com encosto, então a banqueta não cumpre. Em lugar que dê pra usar, então cadeira trancada no estoque não cumpre, e cadeira que existe e é proibido usar também não.
Tem ainda o item 17.6.2, que quase ninguém conhece: quando a tarefa pode ser feita alternando em pé e sentado, o posto tem que ser adaptado pra permitir isso.

Amanhã você vai estar na loja. Olha em volta e responde: cadê a cadeira?

Não tem, chama a gente no direct, seu relato f**a em sigilo. E manda esse vídeo pra quem fecha o turno com você.

09/10/2026

Em 1982, Elis Regina participava do ‘Jogo da Verdade’ na TV Cultura.

Nesse vídeo, ela fala de consciência de classe. E a consciência de classe, no comércio, começa num ponto bem concreto: a escala 6x1.

Seis dias de trabalho, um de folga, e a vida que couber no meio. Virou tão normal que muita gente nem sabe que essa rotina de exaustão tem nome.

Mas tem. E 71% do Brasil quer que acabe, segundo pesquisa Datafolha feita entre 3 e 5 de março deste ano, com 2.004 pessoas em 137 municípios. Em dezembro de 2024 esse apoio era de 64%.

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo só apoia quem é contra a escala 6x1. Na mesa de negociação com o patronal, na fiscalização, no jurídico e aqui, todo dia.

Comenta aqui: quantos domingos você já perdeu?
E manda esse vídeo pra quem trabalha com você.

07/10/2026

Você abriu a bolsa ontem, e vai abrir hoje de novo.

Olhar, a empresa pode. Agora, essa permissão vem com quatro condições que valem todas ao mesmo tempo, só com o olho, sem encostar em você nem no que é seu, com todo mundo e sem escolher você, e sem te expor na frente de ninguém.

Quebrou uma, acabou a revista regular e vira dano moral. Quem fixou isso foi o Tribunal Superior do Trabalho, no Tema 58, tese vinculante de fevereiro de 2025 que vale para o país inteiro.

E tem linha que nem se discute, revista com toque no corpo ou pedido para tirar roupa é proibida, para mulheres por lei desde 2016 e para qualquer trabalhador por decisão pacíf**a da Justiça do Trabalho.

Se acontecer, não compra briga no corredor, porque ali você perde. Anota o dia, a hora, o que fizeram e quem estava junto, e chama a gente no direct.

Manda pra quem fecha o turno com você.

Linha do tempoAções do Sindicato sobre as Casas Bahia13 e 14 de agosto de 2026 | Demissões em massa e fechamento de loja...
06/10/2026

Linha do tempo
Ações do Sindicato sobre as Casas Bahia

13 e 14 de agosto de 2026 | Demissões em massa e fechamento de lojas

A Casas Bahia anunciou a demissão de cerca de 3 mil trabalhadores e o fechamento de quase 300 lojas. A empresa também ingressou com pedido de recuperação judicial.

A medida surpreendeu trabalhadores e entidades sindicais, entre elas a diretoria do Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP).

18 de agosto de 2026 | Justiça determina restabelecimento provisório dos contratos

A juíza Katarina Roberta Mousinho de Matos, da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, concedeu liminar em ação proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

A decisão buscou impedir que os direitos trabalhistas fossem incorporados ao processo de recuperação judicial. Caso isso acontecesse, os pagamentos poderiam f**ar submetidos ao processo de recuperação, com possibilidade de espera de até três anos.

25 de agosto de 2026 | Primeira audiência de mediação no TRT-2

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) realizou audiência de mediação para discutir a situação dos trabalhadores que aguardavam autorização do convênio médico para procedimentos e cirurgias.

31 de agosto de 2026 | Assembleia reúne trabalhadores demitidos

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo realizou, em sua sede, na região central da capital, uma assembleia com expressiva participação de trabalhadores demitidos pelas Casas Bahia.

2 de setembro de 2026 | Nova audiência no TRT-2

Em nova audiência de mediação, o SECSP voltou a cobrar uma resposta da empresa, especialmente em relação às autorizações do convênio médico para procedimentos e cirurgias.

Na ocasião, as Casas Bahia não apresentaram proposta.

22 de setembro de 2026 | Sindicato vai às ruas cobrar direitos

O SECSP realizou um ato em frente à megaloja das Casas Bahia, na região da Berrini, em São Paulo, reivindicando o pagamento das verbas rescisórias e uma definição sobre os convênios médicos.

A luta continua!

05/10/2026

Aquele desconto no holerite chamado contribuição assistencial é o motivo pelo qual muita gente cogita assinar a carta de oposição…

Só que boa parte confunde essa cobrança com o antigo imposto sindical, que não existe mais desde 2017, com a reforma trabalhista.

São coisas diferentes: essa cobrança é aprovada em assembleia, prevista no artigo 513 da CLT, custa 1% do salário por mês (teto de R$ 50) e sustenta atendimento médico, assessoria jurídica e a militância que acompanha, todos os dias, quem tem seus direitos desrespeitados no trabalho.

No vídeo, Ricardo Patah (Ricardo Patah), presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, fala direto sobre esse desconto. O STF garantiu que qualquer pessoa pode entregar a carta de oposição sem sofrer pressão de ninguém, nem do próprio sindicato.

Quem assina não perde nada da convenção. Piso, reajuste e cláusulas continuam valendo igual para todo mundo.

Antes de decidir o que fazer, vale entender pra onde vai esse dinheiro. Assiste até o fim e comenta o que achou, a gente responde.

A colinha do comerciário.Amanhã tem eleição e todo mundo está decorando número. A gente resolveu fazer a nossa, e nenhum...
03/10/2026

A colinha do comerciário.

Amanhã tem eleição e todo mundo está decorando número. A gente resolveu fazer a nossa, e nenhum número dela é de candidato.

**221** é a PEC do fim da escala 6x1, aprovada na Câmara em maio e ainda em tramitação. Se virar regra: 40 horas por semana, 8 por dia, dois dias de folga, sem cortar salário.

**1316** é a portaria do Ministério do Trabalho que vale desde 22 de julho. Comércio em geral só abre em feriado se a Convenção Coletiva autorizar, e comércio varejista não está na lista das atividades liberadas.
**146** é a súmula do TST: feriado trabalhado e não compensado é pago em dobro. Compensado com folga, não tem dobra. E folga prometida sem data não é compensação, é pendência.

**199** é o artigo da CLT, junto com o item 17.6.7 da NR-17. Quem trabalha em pé tem direito a assento com encosto, pra descanso, em lugar que dê pra usar. Banqueta sem encosto não conta. Cadeira trancada no estoque também não.

**58** é o tema do TST sobre a revista na saída. Olhar pode. Encostar, escolher só você ou expor você na frente dos outros, não. Tem que ser visual, impessoal, sem contato físico e sem constrangimento, as quatro juntas.

**NR-1** é a norma que desde 26 de maio obriga a sua empresa a gerenciar risco psicossocial. Meta, pressão, jornada, assédio. E tem novidade quentinha: em 25 de setembro o STF prorrogou por mais 90 dias a suspensão das multas, na ADPF 1316. As sanções estão suspensas, mas a obrigação de gerenciar continua valendo.

Amanhã você vota em quem você quiser. Segunda-feira as urnas fecham e você volta pra loja. Esses seis números continuam valendo lá.

Salva essa colinha e manda pro grupo da loja.
Comenta aqui: qual desses seis você não conhecia?

02/10/2026

Ela sabe o discurso da campanha de cor. Repete para o cliente o dia inteiro: previna-se, cuide-se, faça o exame. Só que marcar o próprio nunca cabe na escala.

O comércio é feito majoritariamente por mulheres, e são elas que sustentam outubro inteiro de campanha dentro das lojas de São Paulo. As mesmas que passam o mês vendendo prevenção são as que mais adiam a delas, e não é por descuido. É porque não dá pra faltar.

Só que dá. Você tem direito a se ausentar até 3 dias a cada 12 meses para fazer exames preventivos, sem desconto no salário. Mamografia, papanicolau, exames ligados ao HPV e à prevenção do câncer de próstata. O direito está na CLT e foi reforçado pela Lei 15.377/2026, que também obriga a empresa a informar os trabalhadores sobre ele.

Como usar: avise a empresa com antecedência, faça o exame e apresente o comprovante. Com o comprovante, a falta é abonada.

O INCA estima cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano no Brasil. Descobrir cedo aumenta muito as chances de tratamento, e a escala da loja não pode continuar sendo o motivo para adiar.

Não é favor da empresa. É direito seu.

Se negarem a folga ou descontarem do salário, fala com a gente pelo WhatsApp (11) 99435-5834, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Salva esse vídeo e marca uma colega que vive adiando o exame dela.

30/09/2026
28/09/2026

A Maisinha já estava certíssima lá atrás: encarar rotinas exaustivas não tá com nada. E ainda sobrou pro Yudi tentando justif**ar a escala 7x0. 😅

Brincadeiras à parte, a discussão sobre o fim da 6x1 e a redução da jornada sem a diminuição salarial é URGENTE. A qualidade de vida do trabalhador depende da extinção de escalas que esgotam a saúde física e mental.

A UGT segue na linha de frente, pressionando o Congresso e mobilizando as bases para garantir que essa pauta avance e seja aprovada o quanto antes. Trabalho digno também signif**a ter tempo para viver.

E você, tá com a Maisa nessa? Deixe sua opinião nos comentários!

27/09/2026

Uma metáfora policial não cabe no ambiente corporativo. Trazer referências como “Tropa de Elite” ou o famoso “pede pra sair” para a rotina de metas passa longe do que é uma liderança saudável. Afinal, gerir pessoas não signif**a comandar um confronto.

No vídeo, percebe-se que ela nem precisa levantar a voz, pois a simples imposição desse discurso já basta para criar um clima dominado pelo medo e pelo controle, maquiado de engajamento.

O problema é que esse tipo de conduta, quando repetido para constranger ou desestabilizar a equipe, pode caracterizar assédio moral. Por isso, se esses abusos tornam a rotina insustentável, lembre-se de que a lei garante caminhos para proteger você.

Informe-se sobre os seus direitos e não aceite o constrangimento fantasiado de cultura da empresa.

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