Instituto Luiz Gama

Instituto Luiz Gama Portal de notícias do Instituto Luiz Gama, associação civil que atua na defesa das minorias e dos direitos humanos. Fundador: Silvio Almeida

O presidente do INSTITUTO LUIZ GAMA estará presente neste evento imperdível da OAB. Inscrições pelo site da OAB/SP.VOZES...
19/08/2026

O presidente do INSTITUTO LUIZ GAMA estará presente neste evento imperdível da OAB. Inscrições pelo site da OAB/SP.

VOZES NEGRAS: CONGRESSO PAULISTA DA ADVOCACIA NEGRA REPRESENTATIVIDADE, LIDERANÇA, INOVAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO - SLOGAN: CELEBRANDO LEGADOS, FORTALECENDO LIDERANÇAS E CONSTRUINDO O FUTURO DA ADVOCACIA NEGRA
22 de agosto (sábado) 8h30 | Local: Sede Institucional da OAB - São Paulo/SP.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres junto à Secretaria de Justiça, por meio da Escola de Justiça, convida você pa...
18/08/2026

A Secretaria de Políticas para as Mulheres junto à Secretaria de Justiça, por meio da Escola de Justiça, convida você para participar deste importante encontro do Fórum Permanente da Escola de Justiça de Campinas, que reunirá especialistas para dialogar sobre direitos, autonomia e proteção jurídica das mulheres nas relações familiares.

Será no 21 de agosto de 2026 – sexta-feira
Das 9h às 17h
📍 Salão Vermelho – Paço Municipal de Campinas (Av. Anchieta, 200 – Centro)

A participação é gratuita, mediante inscrição no Sympla!
https://www.sympla.com.br/evento/mulher-familia-e-autonomia-protecao-juridica-nas-relacoes-familiares/3535198?share_id=copiarlink

Participe e compartilhe! 💜

18/08/2026

O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para investigar o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, por discriminação racial em um vídeo divulgado nas redes sociais para promover a Guarda Civil Municipal (GCM).

Publicado em 22 de abril, o vídeo encena a abordagem de um homem acusado de furto, interpretado por um ator negro, e simula a mutilação do personagem. A publicação já ultrapassou 1,3 milhão de visualizações no perfil do prefeito.

A representação encaminhada ao MP aponta que o material reproduz estereótipos raciais ao associar uma pessoa negra à criminalidade e sustenta que o conteúdo viola a dignidade da pessoa humana e a igualdade racial, além de poder configurar apologia à violência e causar danos morais coletivos.

O promotor Jorge Alberto Marum determinou perícia para verificar o alcance e o engajamento da publicação e deu 30 dias para Rodrigo Manga apresentar sua manifestação. Até a publicação da reportagem, o prefeito não havia respondido aos questionamentos.

O episódio merece crítica. Não se trata simplesmente de uma produção artística ou de uma publicação pessoal: é um vídeo utilizado para divulgar a atuação da Guarda Civil Municipal e publicado pelo próprio chefe do Executivo.

A escolha de um homem negro para representar um criminoso, associada à encenação de uma mutilação como resposta ao crime, reproduz uma associação histórica e ra***ta entre negritude e criminalidade.

Quando essa representação é utilizada na comunicação de um órgão público, a gravidade é ainda maior. O Estado tem o dever de promover a igualdade e combater discriminações, e não de reproduzir estereótipos que historicamente contribuíram para a marginalização da população negra.

A investigação deverá assegurar o contraditório e o direito de defesa. Mas isso não impede a crítica ao conteúdo: a comunicação institucional do poder público deve respeitar a dignidade humana e não pode naturalizar violência e racismo.

📷Fonte: g1 Sorocaba e Jundiaí.

17/08/2026

"O que você acha das pessoas que usam caricaturas de condições especiais para conseguir vantagem ou para fazer “humor”?"

Vídeo repost

17/08/2026

VÍDEO DE SILVIO ALMEIDA E ARTIGO DE RITA DE OLIVEIRA analisam o linchamento de Jason Arday.

Jason Arday, professor de Sociologia da Educação da Universidade de Cambridge, foi encontrado morto em sua casa, no sul de Londres, em 14 de agosto. Aos 37 anos, havia se tornado o mais jovem professor negro a ocupar uma cátedra na instituição. Poucos dias antes, havia deixado o cargo em meio à intensa exposição pública e a investigações sobre sua trajetória acadêmica e acusações de plágio. A causa da morte ainda não foi oficialmente esclarecida e está sendo investigada.

O caso foi analisado pela defensora pública federal e mestre em Direitos Humanos e Democracia pela UFPR Rita Cristina de Oliveira, em artigo publicado no Substack, intitulado “Jason Arday e a pena de morte social”.

Na análise, Rita Cristina de Oliveira chama atenção para uma questão que ultrapassa a discussão sobre as acusações contra Arday: o risco de uma investigação legítima transformar-se em um processo de destruição reputacional, no qual a pessoa deixa de responder por fatos específicos e passa a ter toda a sua trajetória submetida ao julgamento público.

Para a autora, liberdade de imprensa e direito à informação não significam liberdade para punir. Mesmo informações verdadeiras podem, dependendo da seleção, do enquadramento e da forma de divulgação, contribuir para uma narrativa que ultrapasse os limites da responsabilização proporcional.

A reflexão não pretende absolver eventuais irregularidades acadêmicas, tampouco afirmar que a exposição pública tenha causado a morte de Arday. O ponto levantado por Rita é outro: quais devem ser os limites da investigação e da exposição pública quando a responsabilização passa a produzir consequências que vão muito além dos fatos investigados?

Uma discussão especialmente relevante em uma época em que redes sociais podem transformar acusações em julgamentos definitivos antes mesmo de todos os fatos serem esclarecidos.

Autoria: Rita Cristina de Oliveira —

16/08/2026

Levei minha família todo pra Disney!!!
Minha família diz que eu sou a Tiana deles, então levei eles pra conhecer a verdadeira nos Estados Unidos na Disney

Vídeo repost Bia Ben

15/08/2026

"Em Madame Durocher, o passado não aparece apenas como cenário — ele revela feridas, resistências e histórias que continuam ecoando no presente.

A partir das trajetórias de Clara e Durocher, o filme aborda a escravidão, o racismo, o preconceito e os desafios enfrentados por mulheres e pessoas negras em uma sociedade marcada por estruturas de opressão. Entre afetos, escolhas e sobrevivência, a narrativa também evidencia a força de quem insistiu em existir, estudar, cuidar e construir caminhos de liberdade.

Porque, mesmo depois de tantos avanços, ainda há momentos em que o cotidiano parece nos devolver ao século XIX."

Vídeo repost Miscigenazo | Camisetas Oversized

14/08/2026

"Sustenta os seus B.O., gata!

Agora “não é xenofóbica”? Agora “teve a fala cortada antes de terminar”?

Xenofobia é crime, e no exercício do mandato é passível de cassação. E é isso que nós do PT queremos!

Mais uma vez me solidarizo à vereadora .deassis, e a todos os nordestinos e migrantes que vivem no Paraná. Nosso partido não vai passar pano. Não vamos deixar passar esse tipo de preconceito!

Miss Preta
Vereadora de Pinhais e vice-presidenta do PT Paraná"

Vídeo repost

14/08/2026

"A história da música também passa pelos braços do racismo, vamos conhecer um pouco mais disso!

Durante décadas, muitos artistas negros enfrentaram segregação, tiveram menos espaço na mídia e frequentemente viram suas músicas alcançarem maior sucesso nas versões gravadas por artistas brancos.

Vídeo original e inspiração: "

Vídeo repost

13/08/2026

Instituto Luiz Gama participa de projeto da PUC-Campinas para ampliar a presença negra na pós-graduação em Direito

A PUC-Campinas lançou o projeto “Advocacia Negra na Ciência: Capacitação para o Ingresso em Mestrado e Doutorado”, iniciativa voltada à ampliação da participação de pessoas negras na pós-graduação stricto sensu em Direito e à valorização de diferentes saberes e perspectivas na produção científica.

O Instituto Luiz Gama participa do projeto por meio de seus membros, que estarão envolvidos nas atividades de formação. Entre eles estão o Prof. Dr. Renato Gomes, Presidente do Instituto Luiz Gama, e o Prof. Dr. Camilo Onoda Caldas, que ministrarão conjuntamente uma aula sobre integridade científica, ética na pesquisa e inteligência artificial na pesquisa jurídica.

Renato Gomes esteve presente no lançamento do projeto, que será realizado entre agosto e setembro e reunirá professores e pesquisadores de diferentes instituições.

A coordenação é da Profa. Dra. Waleska Miguel, professora da PUC-Campinas e também Diretora do Instituto Luiz Gama. A iniciativa conta ainda com a coordenação do Prof. Dr. Pedro Pulzatto Peruzzo, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-Campinas, cuja atuação merece reconhecimento pela criação e condução de uma proposta que amplia oportunidades e incentiva a presença de pessoas negras na pesquisa e na pós-graduação.

Ao longo de seis encontros, serão abordados temas como elaboração de projetos de pesquisa, hermenêutica afromericana, pós-graduação e carreiras jurídicas, fontes de pesquisa, produção e impacto científico, internacionalização e impacto social.

O objetivo é preparar pesquisadores e profissionais para o ingresso em programas de mestrado e doutorado, contribuindo para ampliar a participação de pessoas negras na ciência e incorporar diferentes experiências e perspectivas à produção acadêmica.

A participação do Instituto Luiz Gama reafirma sua atuação na promoção da educação, da pesquisa e da ampliação da presença negra nos espaços de produção do conhecimento.

Endereço

Rua Da Consolação 323/Cj. 301/Consolação/São Paulo/
São Paulo, SP
01301-000

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