Human Rights Watch Brasil

Human Rights Watch Brasil A HRW é uma organização não-governamental sem fins lucrativos, que trabalha pelos direitos humanos em

Fundada em 1978, a Human Rights Watch é reconhecida pelo seu trabalho de investigação, relatórios imparciais, efetivo uso da mídia, e suas estratégias de advocacy; muitas vezes atuando em parceria com organizações locais. Nossas equipes contam com diversos profissionais, especialistas, advogados, jornalistas, e acadêmicos de diversas carreiras e nacionalidades. A cada ano, publicamos mais de 100 r

elatórios e artigos sobre direitos humanos, contando com grande cobertura jornalística de mídia local e internacional. Essa publicidade auxilia na divulgação de abusos e violações de direitos humanos contra cidadãos e contra a comunidade global. A Human Rights Watch então se reúne com governos, ONU, grupos regionais como a União Africana e a União Europeia, instituições financeiras e empresas para pressionar por mudanças nas políticas e práticas para promoção dos direitos humanos e da justiça em todo o mundo.

12/06/2025

Ouça Negar Sabet relatar as diversas formas de repressão que as mulheres Bahá’ís enfrentam por parte do governo iraniano por pertencerem a uma minoria religiosa.

Em 12 de junho, HRW participará de uma audiência no Congresso para denunciar as violações de direitos humanos no Irã.

A violência policial no Brasil mais uma vez foi destaque do Relatório Mundial da Human Rights Watch sobre a situação dos...
16/01/2025

A violência policial no Brasil mais uma vez foi destaque do Relatório Mundial da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos ao redor do mundo. É urgente acabar com este ciclo de violência que impacta desproporcionalmente a população negra. https://hrw.org/pt/world-report/2025/country-chapters/brazil

13/12/2024

A FIFA anunciou que a Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo de 2034,
apesar das evidências de violações generalizadas de direitos humanos no país, incluindo:
• Abusos contra trabalhadores migrantes e ausência de indenização após mortes de trabalhadores.
• Detenções ilegais de ativistas.
• Criminalização de relações se***is consensuais fora do casamento, incluindo relações entre pessoas do mesmo s**o.
A FIFA não está cumprindo sua política de direitos humanos e não avaliou de forma adequada os sérios riscos aos direitos humanos.
A FIFA precisa garantir que violações de direitos não estejam associadas ao seu principal evento esportivo.

Brasil descumpre promessa de lançar aguardado plano de redução de agrotóxicosO governo brasileiro não cumpriu seu compro...
04/12/2024

Brasil descumpre promessa de lançar aguardado plano de redução de agrotóxicos

O governo brasileiro não cumpriu seu compromisso de lançar o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos hoje, Dia Mundial de Luta Contra os Agrotóxicos. O Brasil está entre os maiores consumidores de agrotóxicos do mundo, muitos dos quais são altamente perigosos.

Embora o plano tenha sido elaborado em 2014, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) tem repetidamente bloqueado seu avanço. O fracasso dos ministérios envolvidos em chegarem a um acordo no dia de hoje é decepcionante para os cientistas, ativistas e agricultores familiares que lutam pelo programa há mais de uma década.

Saiba mais em

O governo brasileiro não cumpriu seu compromisso de lançar o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos hoje, Dia Mundial de Luta Contra os Agrotóxicos. O Brasil está entre os maiores consumidores de agrotóxicos do mundo, muitos dos quais são altamente perigosos.

06/11/2024

O segundo mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos representa uma grande ameaça aos direitos humanos.

Seu primeiro mandato marcado por abusos e o desrespeito aos processos democráticos são motivos de grave preocupação.

Ameaças aos direitos humanos sob a presidência de Trump incluem:
- Enfraquecer os controles sobre o chefe do executivo e usar o Departamento de Justiça para perseguir seus “inimigos”.
- Deter milhões de migrantes e promover deportações massivas.
- Minar ainda mais os direitos reprodutivos e o acesso à saúde para as mulheres.
- Promover políticas de supremacia branca, incluindo o desmonte das proteções contra discriminação racial.
- Apoiar líderes autocráticos e abusivos no exterior e cortar o financiamento para ajuda humanitária.

Lideranças mundiais, trabalhadores federais e estaduais, ativistas e cidadãos comuns, todos têm um papel a desepenhar para proteger os direitos humanos e impedir que Trump concretize os abusos que tem prometido.

Venezuela🇻🇪| Por 23 a 6, o Conselho de Direitos Humanos da ONU renovou o mandato da missão que investiga abusos do regim...
11/10/2024

Venezuela🇻🇪| Por 23 a 6, o Conselho de Direitos Humanos da ONU renovou o mandato da missão que investiga abusos do regime do Maduro.
18 países se abstiveram, entre eles o Brasil.
Muito mais pode e deve ser feito para enfrentar a crise na Venezuela.

Ao estender o mandato da missão de investigação sobre a Venezuela, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas enviou uma forte mensagem aos perpetradores de contínuas violações de direitos humanos, incluindo no contexto da repressão pós-eleitoral, de que haverá responsabilização.

Um novo relatório de um grupo de especialistas da ONU sobre justiça racial mostra o dramático impacto do racismo sistêmi...
10/10/2024

Um novo relatório de um grupo de especialistas da ONU sobre justiça racial mostra o dramático impacto do racismo sistêmico na aplicação da lei no Brasil e apresenta recomendações para políticas de segurança pública que defendam os direitos humanos e protejam a todos.

As autoridades brasileiras deveriam enfrentar a “discriminação arraigada [que] existe na polícia e no sistema de justiça criminal”, identificada pelos especialistas da ONU.

Saiba mais em:

Um novo relatório de um grupo de especialistas da ONU mostra o dramático impacto do racismo sistêmico na aplicação da lei no Brasil e apresenta recomendações para políticas de segurança pública que cumpram a lei, defendam os direitos humanos e protejam a todos.

As brasileiras e brasileiros voltaram a ter acesso ao X após mais de 5 semanas de bloqueio.Esse caso deveria servir como...
09/10/2024

As brasileiras e brasileiros voltaram a ter acesso ao X após mais de 5 semanas de bloqueio.

Esse caso deveria servir como um alerta sobre a necessidade de colocar os direitos de usuários no centro de regulamentação, de políticas públicas e da justiça.

Elon Musk provocou um duelo com o ministro do supremotribunalfederal (STF), Alexandre de Moraes, que culminou no bloqueio do X no país.

O ministro Moraes interveio, em parte, porque o X não tem moderado conteúdo ou aplicado suas políticas internas de forma adequada.

Mas a suspensão do X impactou negativamente os direitos de participação pública, liberdade de expressão e o acesso à informação para milhões de usuários no Brasil.

Uma maneira fundamental para que governos e plataformas mitiguem os riscos enfrentados pelos usuários devido à dependência de plataformas específicas seria exigir e permitir a portabilidade de dados e a interoperabilidade, o que permitiria aos usuários transferir suas postagens, seguidores e outros dados para outra plataforma ou se comunicar entre plataformas de redes sociais, se assim optarem, da mesma forma que fazem entre redes de telefonia e provedores de e-mail.

A proteção de direitos não pode depender dos caprichos de corporações e dos excessos de autoridades.

Saiba mais em:

Elon Musk provocou um duelo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que culminou no bloqueio do X no país. Depois, Musk recuou. A rede social cumpriu as ordens judiciais que Musk havia veementemente rejeitado, e o acesso ao X no Brasil foi restaurado no dia 9 de outub...

Declaração da HRW na ONU sobre mudanças sistêmicas para solucionar o racismo sistêmico nas forças policiaisA Human Right...
04/10/2024

Declaração da HRW na ONU sobre mudanças sistêmicas para solucionar o racismo sistêmico nas forças policiais

A Human Rights Watch fez uma declaração oral na 57ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos, destacando a importância de medidas contundentes para combater o racismo estrutural e assegurar o fim do racismo sistêmico na atuação das forças policiais.

Reiteramos nosso apoio à mensagem dos especialistas do mecanismo especial da ONU de combate ao racismo na aplicação da lei (EMLER), direcionada ao governo brasileiro após sua visita ao país. A mensagem enfatiza que apenas mudanças sistêmicas podem erradicar o racismo nas forças policiais e acabar com décadas de brutalidade policial contra pessoas afrodescendentes.

Os governos, incluindo o Brasil, precisam desmantelar as desigualdades raciais, enfrentar disparidades históricas e criar processos acessíveis e eficazes de responsabilização e reparação. O relatório dos especialistas evidenciou os desafios que as vítimas enfrentam ao buscarem justiça. Muitas vezes, elas se deparam com intimidações, ameaças e uma impunidade sistêmica em casos de abusos policiais.

🔍 Saiba mais em: https://bit.ly/4etikLP

A Human Rights Watch felicita a renovação do mandato do EMLER (Expert Mechanism to Advance Racial Justice and Equality in Law Enforcement) na última sessão, pois a luta contra o racismo sistêmico nas forças de segurança está apenas começando. As visitas dos especialistas a países até agor...

É urgente a implementação da lei anti-desmatamento europeia, tanto para as florestas do mundo, quanto para as pessoas qu...
04/10/2024

É urgente a implementação da lei anti-desmatamento europeia, tanto para as florestas do mundo, quanto para as pessoas que vivem na linha da frente do desmatamento, inclusive no Brasil.

O adiamento proposto pela Comissão Europeia permitiria pelo menos mais um ano de desmatamento e violações de direitos humanos nas cadeias de suprimento de produtos amplamente consumidos pelos europeus.

O Parlamento Europeu e a Comissao Europeia deveriam rejeitar este adiamento e lembrar Ursula von der Leyen, presidente da Comissao Europeia, sobre a urgência de fazer cumprir esta lei ambiental histórica que foi tão meticulosamente elaborada e acordada.
https://l.threads.net/?u=https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Feconomia%2Fnoticia%2F2024%2F10%2F02%2Fue-cede-a-pressoes-e-propoe-adiar-lei-antidesmatamento-por-12-meses.ghtml&e=AT0yjEUlprFSxxVzuNe9Aa24XfRVFr48vqgvP-Y5MJy5GX5AeKKqi-6cP-V_pIJE7hHqHR6204ZV2VPETyEISicMu8ktEVBQc4g5I1q0YSeE7df9fpwXmzFJ5Jsb5XUVsU6mp0t_T4kTHZNPuTX64NM

Nova regra veta importação de produtos de áreas desmatadas, mesmo legalmente, o que afeta o Brasil. Proposta é que legislação passe a vigorar em 30 de dezembro de 2025 para grandes empresas

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Human Rights Watch Brasil posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Human Rights Watch Brasil:

Compartilhar