Casa Arauá

Casa Arauá Casa Colaborativa destinada ao fortalecimento da rede de mulheres

Quando pensamos em Comunidade bell hooks, é uma das nossas referências, na qual precisamos refletir, já que a prática de...
17/03/2025

Quando pensamos em Comunidade bell hooks, é uma das nossas referências, na qual precisamos refletir, já que a prática dessa nos coloca em um lugar de aprendizado, estamos em uma estrutura que nos ensina o individual, que nos ensina à olhar o Eu e não o Nós, e cada vez estamos nos deparando com uma realidade que vem nos mostrando que seremos engolidos (como já estamos sendo) pelo nosso egoísmo oriundo do capitalismo selvagem.

Pensar em Comunidade, em Coletivo, é também pensar sobre as diferenças, somos sujeitos com nossas pluralidades e dentro do nosso narcisismo primário temos como ideia base que a nossa forma, o nosso jeito, a nossa conduta é a certa.

Ao falarmos em Comunidade, talvez precisamos falar sobre a escuta do outro sujeito e nas muitas formas que há de ser, sobre o diálogo e a importância desse para encontrar caminhos e criar pontes, na qual em uma sociedade que temos como base a educação bancária não aprendemos.

Como é para você estar em Comunidade e conviver com as diferenças? Como é para você a escuta e o diálogo?

Você já pensou sobre isso?

Deixamos essa reflexão de bell hooks para esse início de semana.


Quando pensamos em Comunidade Bell Hooks, é uma das nossas referências, na qual precisamos refletir, já que a prática de...
17/03/2025

Quando pensamos em Comunidade Bell Hooks, é uma das nossas referências, na qual precisamos refletir, já que a prática dessa nos coloca em um lugar de aprendizado, estamos em uma estrutura que nos ensina o individual, que nos ensina à olhar o Eu e não o Nós, e cada vez estamos nos deparando com uma realidade que vem nos mostrando que seremos engolidos (como já estamos sendo) pelo nosso egoísmo oriundo do capitalismo selvagem.

Pensar em Comunidade, em Coletivo, é também pensar sobre as diferenças, somos sujeitos com nossas pluralidades e dentro do nosso narcisismo primário temos como ideia base que a nossa forma, o nosso jeito, a nossa conduta é a certa.

Ao falarmos em Comunidade, talvez precisamos falar sobre a escuta do outro sujeito e nas muitas formas que há de ser, sobre o diálogo e a importância desse para encontrar caminhos e criar pontes, na qual em uma sociedade que temos como base a educação bancária não aprendemos.

Como é para você estar em Comunidade e conviver com as diferenças? Como é para você a escuta e o diálogo?

Você já pensou sobre isso?

Deixamos essa reflexão de Bell Hooks para esse início de semana.


Quem Somos?Desde 2016, a Casa Arauá promove o Cuidado Coletivo e Integral das Mulheres, valorizando a dignidade e a auto...
16/03/2025

Quem Somos?

Desde 2016, a Casa Arauá promove o Cuidado Coletivo e Integral das Mulheres, valorizando a dignidade e a autonomia por meio de Acolhimento, Grupos de Apoio e Ações Comunitárias.

Reconhecemos o Cuidado como um ato político capaz de quebrar ciclos de opressão e seguimos os princípios da Economia do Cuidado, que busca redistribuir responsabilidades entre gêneros e comunidades.

Nosso objetivo é consolidar o Cuidado como direito humano e bem público, fortalecendo comunidades de mulheres e ampliando Redes de Apoio.

Acreditamos que o Cuidado Integral e o fortalecimento comunitário são atos transformadores que desafiam desigualdades e promovem justiça social.

Nossa missão é criar oportunidades, estreitar laços comunitários e oferecer suporte às Mulheres, reafirmando o Cuidado como símbolo de dignidade e resistência.

Se para você isso faz sentindo e também acredita que precisamos pensar o cuidado de forma coletiva, vem junto com a gente e vamos construindo pontes.

Pensar e dialogar sobre o cuidado é uma das formas de nos construir enquanto  e acreditamos diante de tantos atravessame...
14/03/2025

Pensar e dialogar sobre o cuidado é uma das formas de nos construir enquanto e acreditamos diante de tantos atravessamentos que vivenciamos como mulheres, que quando falamos sobre o Cuidar esse nos impacta de forma grandiosa - já que em nossa sociedade esse é em sua grande maioria exercido por mulheres.

Nosso projeto Maternidade(s) em Questão convida à todos à sentarem conosco e refletirmos sobre os impactos que o maternar tem sobre à nossa saúde mental e física, em nossa subjetividade, em nossas relações, em nossa carreira, em nossa vida como um todo.

Nesse final de semana estaremos no participando do programa " Conversa entre Nós" do Espaço de Brincar levando esse nosso projeto

Estar em um espaço seguro e dialogarmos sobre nossas angústias oriundas do cansaço e da sobrecarga diante da solidão do cuidar, é uma forma de nos acolher e refletirmos;

"Quais caminhos podemos encontrar para que o cuidado aconteça em Comunidade?"

Vem com a gente, os encontros não são sequenciais e você pode chegar no que for possível pra você.

Pensar e dialogar sobre o cuidado é uma das formas de nos construir enquanto  e acreditamos diante de tantos atravessame...
20/02/2025

Pensar e dialogar sobre o cuidado é uma das formas de nos construir enquanto e acreditamos diante de tantos atravessamentos que vivenciamos como mulheres, que quando falamos sobre o Cuidar esse nos impacta de forma grandiosa - já que em nossa sociedade esse é em sua grande maioria exercido por mulheres.

Nesse projeto Maternidade(s) em Questão convidamos à todos à sentarem conosco e refletirmos sobre os impactos que o maternar tem sobre à nossa saúde mental e física, em nossa subjetividade, em nossas relações, em nossa carreira, em nossa vida como um todo.

Nesse final de semana estaremos no para os últimos encontros.

Estar em um espaço seguro e dialogarmos sobre nossas angústias oriundas do cansaço e da sobrecarga diante da solidão do cuidar, é uma forma de nos acolher e refletirmos;

"Quais caminhos podemos encontrar para que o cuidado aconteça em Comunidade?"

Vem com a gente, os encontros não são sequenciais e você pode chegar no que for possível pra você.

Nesses 9 anos de Casa Arauá, muitas histórias aconteceram e muitas mulheres passaram para que a gente pudesse contar a n...
16/02/2025

Nesses 9 anos de Casa Arauá, muitas histórias aconteceram e muitas mulheres passaram para que a gente pudesse contar a nossa história.

Acreditamos que as memórias são como uma colcha de retalhos, aonde vamos costurando e compreendendo como cada parte é necessária para se construir.

E nessas memórias da nossa história, tem a nossa sala cheia de mulheres aos finais de semana que sempre cabia mais uma quando acontecia os círculos da .ienne.psi, o nosso quintal que era recheado de cantorias nas rodas da e ao fundo o mural da nos acolhia e nos inspirava

A espera para os ambulatórios de cura na ultima sexta-feira do mês em que a organizava a espera e fazia questão que eles acontecesse, ou as feiras das mulheres empreendedoras/autônomas de Jundiaí que a organizava pensando sobre uma maneira colaborativa de existir

A Casa se modificando para receber as terapeutas no Dia Terapêutico e a nossa garagem se transformando em Palco em alguns domingos para o Samba da Tarde.

Os curso de tarot com a .karen, os de reiki com o e os cursos de doula organizado pela que movimentou tantas coisas na cidade.

Tivemos a honra de receber mulheres indígenas, mulheres da cultura popular, mulheres parteiras, recebemos mulheres que nos ensinaram e nos deixaram muito de si na construção da nossa história enquanto Casa, mas também enquanto sujeito.

Essas memórias é apenas um pouco de tudo que foi e apenas as lembranças que vem agora. Nossa história foi construída junto com muitas mulheres.

Na prática aprendemos sobre a importância e os desafios também de aprendermos à estar em Comunidade - que só assim talvez a gente consiga avançar; e hoje a gente segue acreditando e plantando as sementes que quando falamos sobre cuidado, é sobre também estarmos em Rede, pensarmos em Comunidade.

A manhã de domingo deixou nosso coração aquecido, com essa Roda de Conversa que aconteceu no  do nosso projeto Maternida...
16/02/2025

A manhã de domingo deixou nosso coração aquecido, com essa Roda de Conversa que aconteceu no do nosso projeto Maternidade(s) em Questão com .ienne.psi
e

Caminhamos hoje refletindo sobre As Idealizações e Frustrações do Maternar Compulsório e que potência que foi escutar por diferentes perspectivas e em diferentes momentos de vida de cada mulher presente, sobre o quanto nos custa as demandas que são atribuídas à nós diante do Maternar

Ter um espaço seguro em que seja possível compartilhar sobre o nosso cansaço, sobre o não reconhecimento de quem somos, sobre os abandonos e violências que sofremos, sobre o quanto é exaustivo viver em uma estrutura que coloca a Mãe em um papel de servidão e não de cuidado.

A questão não são os filhos, a questão é ausência de tantas coisas que são nossas por direito, e é isso que estamos questionando.

No próximo final de semana estaremos dando continuidade à essas rodas, Sábado e Domingo das 10h30 às 12h00, só chegar para sentar com a gente e trazer sua presença que será grandiosa.
Aonde tem mulheres em roda pensando, dialogando, se fortalecendo, tem revolução!



A manhã de domingo deixou nosso coração aquecido, com essa Roda de Conversa que aconteceu no  do nosso projeto Maternida...
16/02/2025

A manhã de domingo deixou nosso coração aquecido, com essa Roda de Conversa que aconteceu no do nosso projeto Maternidade(s) em Questão com .ienne.psi
e

Caminhamos hoje refletindo sobre As Idealizações e Frustrações do Maternar Compulsório e que potência que foi escutar por diferentes perspectivas e em diferentes momentos de vida de cada mulher presente, sobre o quanto nos custa as demandas que são atribuídas à nós diante do Maternar

Ter um espaço seguro em que seja possível compartilhar sobre o nosso cansaço, sobre o não reconhecimento de quem somos, sobre os abandonos e violências que sofremos, sobre o quanto é exaustivo viver em uma estrutura que coloca a Mãe em um papel de servidão e não de cuidado.

A questão não são os filhos, a questão é ausência de tantas coisas que são nossas por direito, e é isso que estamos questionando.

No próximo final de semana estaremos dando continuidade à essas rodas, Sábado e Domingo das 10h30 às 12h00, só chegar para sentar com a gente e trazer sua presença que será grandiosa.
Aonde tem mulheres em roda pensando, dialogando, se fortalecendo, tem revolução!



Nessa manhã de sábado estivemos no  fazendo parte da programação do Cuidando Junto com o nosso projeto Maternidade(s) em...
15/02/2025

Nessa manhã de sábado estivemos no fazendo parte da programação do Cuidando Junto com o nosso projeto Maternidade(s) em Questão, mediado por .ienne.psi e , em que visa através da Maternidade olhar para o lugar que é atribuído à nós mulheres de cuidar.

Dialogamos sobre " O que é cuidado pra você?" Nessa troca fomos percebendo o quanto a perspectiva do cuidado é diferente diante da necessidade desse para cada sujeito à partir de qual lugar esse está.

Foi uma manhã de muitas reflexões, conversas e acima de tudo aconchego.

Como falamos; estar entre mulheres pensando sobre cuidado é um ato revolucionário; sempre estivemos na posição de servir e ser cuidadas é em muitas vezes visto como algo frágil, à nós foi dado o estigma "que se não cuidamos não somos boas "; Ser cuidada pelos nossos e nossas, pela sociedade, pela nossa comunidade é um direito.

E amanhã estaremos novamente no belenzinho das 10h30 às 12h00, com o tema " Idealizações e Frustrações do Maternar Compulsório " - só chegar

Hoje começa nossa Roda de Conversa: Maternidade(s) em Questão no  com .ienne.psi e .Integrando a programação do Cuidando...
15/02/2025

Hoje começa nossa Roda de Conversa: Maternidade(s) em Questão no com .ienne.psi e .

Integrando a programação do Cuidando Junto dessa Unidade em cada encontro vamos dialogar sobre os lugares que as diversas formas de Maternidades nos atravessam

Os encontros não são sequências e você por vir em qual for possível ( e as crianças são bem vindas para estarem junto)

Encontro 1 – 15/02 das 10h30 à 12h00
Nasce um bebê, nasce uma pessoa que cuida?

Encontro 2 – 16/02 das 10h30 às 12h00 Idealizações e frustrações do Maternar Compulsório

Encontro 3 – 22/02 das 10h30 às 12h00
O Cuidar, a Identidade, e as Relações do Sujeito que cuida.

Encontro 4 – 23/02 das 10h30 às 12h00
Cuida que o Filho é Teu? Diálogos, Caminhos e Reflexões para o cuidar enquanto Comunidade.

Não é necessário ter credencial, só chegar e sentar nessa Roda para juntas e juntos nos acolhermos

Nos caminhos da vida a gente vai seguindo e jogando as sementes sobre o estar em Comunidade, o criar Redes. Acreditamos ...
13/02/2025

Nos caminhos da vida a gente vai seguindo e jogando as sementes sobre o estar em Comunidade, o criar Redes.

Acreditamos e falamos da importância de estar em Rede para nós mulheres e tão potente é quando encontramos ou estamos em nossa Comunidade. Não poderia ser diferente quando pensamos sobre as muitas formas de Maternidade, mas sabemos que essa não é a realidade de muitas famílias - Foi por esse e tantos outros motivos que nos parimos entre sangue, suor y lágrimas em 2016 a nossa casinha da Petronilha Antunes.

Lá foi espaço de muitos encontros de Mulheres, Dança Materna, curso de Doula, bebê no quintal e espaço para que muitas Mulheres e Mães pudessem falar o quanto a maternidade cansa e o quanto nós mulheres nos sentimos exaustas de CUIDAR - e foi assim que nos cuidamos.

A Casa Arauá sempre foi e continua sendo um espaço aonde nossas angústias podem ser compartilhadas e acolhidas, sendo quem somos é como somos.

E diante do que somos a gente vem compartilhar com vocês que agora em Fevereiro levaremos esse nosso projeto Maternidade(s) em Questão com .ienne.psi e no integrando o programa Cuidando Junto

"A chegada de uma criança em uma família - seja ela da forma que for, traz por si diversas mudanças nessa estrutura e nessa rotina. Pensando sobre a importância de Redes a Casa Arauá propõe esse diálogo em quatro encontros para questionarmos as demandas do cuidar e todos os impactos que essas geram na subjetividade da mulher e lembrarmos que a maternidade, cansa, frustra e amendronta"

Serão 4 encontros ( não sequências ) nos dias 15, 16, 22 e 23/02 das 10h30 às 12h00, para sentarmos em Roda em um Espaço Seguro e compartilharmos das angústias (e também alegrias) sobre essa jornada do que é o Maternar e suas inúmeras facetas e o quanto ela nos atravessa.

Compartilha com as Mães, chamas as Amigas, convida os Cuidadores.

Pensar sobre o Cuidar e o quanto esse também é exaustivo é um ato revolucionário.

Falar sobre nossas angústias é Cuidar da gente para cuidarmos das nossas crianças

Endereço

São Paulo, SP

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