Comissão Pró-Índio de São Paulo

Comissão Pró-Índio de São Paulo Parceira de indígenas e quilombolas na luta pelos seus direitos territoriais, culturais e políticos

Organização não-governamental fundada em 1978 por um grupo de antropólogos, advogados, médicos, jornalistas e estudantes para defender os direitos dos povos indígenas frente às crescentes ameaças do regime ditatorial vigente naquela época. Nos seus 45 anos de existência, temos atuado em parceria com quilombolas, indígenas e ribeirinhos na luta por seus direitos territoriais, culturais e políticos. Nossa missão é contribuir com o fortalecimento da democracia e no combate às desigualdades.

Articulação agroecológica lançou hoje (16) a Carta Política para as Eleições 2026A carta reúne 47 propostas concretas, d...
16/06/2026

Articulação agroecológica lançou hoje (16) a Carta Política para as Eleições 2026

A carta reúne 47 propostas concretas, divididas em 12 eixos estruturantes, para a garantia da soberania alimentar no país. As propostas partiram de uma ampla construção com organizações da agricultura familiar e de povos e comunidades tradicionais, como povos indígenas, quilombolas e extrativistas.

A carta política será apresentada para as candidaturas ao longo do atual processo eleitoral, buscando assinaturas que criem compromissos dos candidatos com a agenda agroecológica. A iniciativa está na sua quarta edição, sendo colocada em prática desde as eleições municipais de 2020.

Com informações de O Joio e o Trigo
https://ojoioeotrigo.com.br/2026/06/articulacao-agroecologica-demanda-mais-orcamento-a-iniciativas-construidas-por-quem-vive-e-produz-nos-territorios/

Criação do Parque Nacional Povos Indígenas do Rio Tanaru é vitória histórica para a memória e a reparação indígena. A un...
15/06/2026

Criação do Parque Nacional Povos Indígenas do Rio Tanaru é vitória histórica para a memória e a reparação indígena. A unidade de conservação nasce com a missão de proteger a floresta, os recursos hídricos, a biodiversidade, os sítios arqueológicos e os vestígios materiais, históricos e simbólicos associados ao povo Tanaru.

Foi nesse território que viveu, por cerca de 26 anos, o último sobrevivente de um povo indígena exterminado. Ele recusou o contato até o fim da vida, construiu suas casas, abriu buracos no solo, caminhou pela floresta e manteve uma relação autônoma com o território que defendia. Sua morte, em 2022, marcou o fim físico de um povo inteiro, mas não encerrou a responsabilidade do Estado brasileiro com sua memória, seu território e sua história.

A criação do Parque Nacional é resultado de um longo processo de mobilização e incidência do movimento indígena, com atuação jurídica no âmbito da ADPF 991, proposta pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) para enfrentar graves violações aos direitos dos povos indígenas isolados e de recente contato.

O Governo Federal criou oficialmente o Parque Nacional Povos Indígenas do Rio Tanaru, em Rondônia, transformando em unidade de conservação de proteção integral um território marcado pela resistência de um povo indígena exterminado e pela vida do indígena isolado conhecido pela mídia como “Índio do Buraco”.

A área, de aproximadamente 7,6 mil hectares, está localizada nos municípios de Chupinguaia, Corumbiara, Parecis e Pimenteiras do Oeste.

Fonte OPI .isolados
https://povosisolados.org/criacao-do-parque-nacional-povos-indigenas-do-rio-tanaru-e-vitoria-historica-para-a-memoria-e-a-reparacao-indigena/

O Consulado-Geral da França em São Paulo e a Casa do CNRS organizam, na próxima quarta-feira, 17 de junho, o seminário i...
14/06/2026

O Consulado-Geral da França em São Paulo e a Casa do CNRS organizam, na próxima quarta-feira, 17 de junho, o seminário intitulado "Diálogos sobre reparação: memória, patrimônio e direito".

📚 Conferência de abertura com Ana Lúcia Araújo (Howard University)
🗿 Mesa sobre restituição e patrimônio em disputa
⚖️ Debate sobre ações afirmativas e reparações no Brasil
🌿 Encerramento com Glicéria Tupinambá, artista e liderança indígena Tupinambá, referência nas lutas por rematriamento e pela valorização do patrimônio indígena

📍 Maison du CNRS, Rua da Reitoria, 100 - Campus Butantã
Evento aberto a todos, sujeito à disponibilidade de vagas.

Para mais detalhes sobre a programação: https://ppgas.fflch.usp.br/node/1251

O volante de 26 anos, Éderson, carrega no peito muito mais do que a camisa da Seleção Brasileira.  Ele leva consigo as t...
13/06/2026

O volante de 26 anos, Éderson, carrega no peito muito mais do que a camisa da Seleção Brasileira. Ele leva consigo as tradições do povo Terena, da Aldeia Bananal, em Aquidauana (MS), onde sua família materna tem raízes profundas.

A avó Albina Cândido, falante da língua Terena, é uma de suas maiores inspirações. Ele mantém o vínculo com a Terra Indígena Taunay-Ipegue e visita familiares sempre que pode. Sua trajetória mostra que é possível alcançar os maiores palcos do mundo sem perder a conexão com a ancestralidade.

O Ministério dos Povos Indígenas declarou que "a presença de Éderson na seleção é uma alegria e um orgulho para parentes de todo o Brasil'.



Fonte:

O Governo do Amazonas decretou, em caráter preventivo, Estado de Emergência Climática e Ambiental em todo o território e...
12/06/2026

O Governo do Amazonas decretou, em caráter preventivo, Estado de Emergência Climática e Ambiental em todo o território estadual. A medida foi tomada com base nas projeções meteorológicas associadas ao fenômeno El Niño e os impactos que ele deve causar até o primeiro semestre de 2027.

Segundo o Decreto 54.274, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), no início deste mês, o objetivo é permitir uma resposta integrada do poder público diante da previsão de estiagem severa, redução dos níveis dos rios, aumento das temperaturas e maior risco de incêndios florestais.

O documento determina que os órgãos e secretarias da administração pública estadual adotem, com urgência, medidas de prevenção, mitigação e preparação.

O estado de emergência terá validade inicial de 180 dias, com possibilidade de prorrogação caso as condições climáticas extremas persistam, segundo a avaliação dos órgãos oficiais de monitoramento.

O Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos será o responsável por planejar e articular as ações. Todas as secretarias e entidades estaduais devem agir preventivamente dentro de suas funções.

Com informações de

Alma Preta e a Bancada Feminista lançarão, na próxima terça-feira (16/06), o primeiro Anuário da População Negra no Bras...
11/06/2026

Alma Preta e a Bancada Feminista lançarão, na próxima terça-feira (16/06), o primeiro Anuário da População Negra no Brasil que sistematiza, analisa e debate dados públicos sobre a população negra no país.

O anuário reúne contribuições de pesquisadores de instituições como Afrocebrap, Conaq, Neri/Insper e Unicamp para mapear indicadores raciais em seis eixos temáticos.

O evento é aberto ao público e será realizado no Plenário José Bonifácio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), em São Paulo.

Quando: 16 de junho de 2026, às 19h
Onde: Plenário José Bonifácio — Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 201, Moema, São Paulo/SP

Começa hoje (10/06), o 3º Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas com o lema “Mulheres Quilombolas na defesa por justi...
10/06/2026

Começa hoje (10/06), o 3º Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas com o lema “Mulheres Quilombolas na defesa por justiça climática, por reparação e democracia: somos o começo, o meio e o começo!”

O encontro em Brasília reunirá mais de 500 mulheres quilombolas de 24 estados, além de delegações internacionais de sete países. O objetivo é unificar estratégias contra os impactos das mudanças climáticas nos territórios tradicionais, combater as violências sistêmicas e ampliar a incidência política das mulheres nas esferas nacionais e internacionais de poder.

O evento,que segue até o dia 14/06, contará com mesas de debate e grupos de trabalho compostos por ministros de Estado, defensores públicos federais e outras autoridades do Governo Federal, além de representantes de diversas embaixadas que apoiam iniciativas conduzidas pela CONAQ.

As lideranças apresentarão propostas integradas de reparação histórica, governança climática territorial e combate à violência de gênero, cobrando compromissos firmes dos três poderes da República em defesa da preservação dos direitos quilombolas e o fortalecimento da democracia brasileira.

Com informações de Alma Preta
https://almapreta.com.br/sessao/cotidiano/encontro-mulheres-quilombolas-brasilia-2026/
Foto:Registro da Marcha de Mulheres Quilombolas - Pedro Garcês/CONAQ

Os negociadores da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas voltaram a se reunir nesta 2ª feira (8/6) em Bonn, na Alem...
09/06/2026

Os negociadores da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas voltaram a se reunir nesta 2ª feira (8/6) em Bonn, na Alemanha. Até 18 de junho, as Partes discutirão temas como transição justa, adaptação, mitigação e financiamento climático, partindo dos resultados obtidos em Belém em novembro passado e explorando como eles poderão evoluir até a COP31, no final de 2026.

Movimentos e ONGs brasileiros estão presentes no evento. O Inesc participa da conferência defendendo que o financiamento climático continue no centro do debate internacional. Para a organização, sem recursos públicos adequados, os países em desenvolvimento não terão condições de implementar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nem de responder às perdas e danos provocados pela crise do clima.

Já o Geledés leva para os espaços de negociação e incidência contribuição centrada no enfrentamento ao racismo ambiental e na construção de mecanismos de transição justa que incorporem raça, gênero e território como elementos estruturantes da governança climática.

Também a CONAQ está presente reforçando que as soluções para a crise climática precisam partir dos territórios e garantir a proteção das vidas que neles resistem e produzem conhecimento

Com informações de ClimaInfo @

Estudo da SP Águas identificou 43 mananciais de abastecimento público em São Paulo com risco de indisponibilidade hídric...
08/06/2026

Estudo da SP Águas identificou 43 mananciais de abastecimento público em São Paulo com risco de indisponibilidade hídrica no futuro. Os cursos de água atendem municípios do interior, do litoral e do Vale do Paraíba e apresentam problemas como erosão, assoreamento, perda de matas ciliares, redução da vazão e degradação das margens.

Segundo o pesquisador Ivan Carlos Maglio,os impactos da escassez de água vão além da questão ambiental. “Não estamos diante de um problema apenas ambiental. Trata-se de uma questão de segurança hídrica, saúde pública, desenvolvimento econômico e adaptação climática”, avaliou Maglio.

O estudo também alerta para a possibilidade de agravamento do cenário em razão dos efeitos associados ao El Niño, fenômeno que costuma provocar aumento das temperaturas e alterações no regime de chuvas no Sudeste, o que pode elevar a evaporação dos reservatórios e ampliar períodos de estresse hídrico.

Confira a matéria no Brasil de Fato
https://www.brasildefato.com.br/2026/06/05/mais-de-40-rios-do-estado-de-sao-paulo-podem-ficar-sem-agua-veja-quais-sao/

O projeto Cartas Indígenas ao Brasil, da Universidade Federal da Bahia, reuniu mais de mil cartas de indígenas por meio ...
07/06/2026

O projeto Cartas Indígenas ao Brasil, da Universidade Federal da Bahia, reuniu mais de mil cartas de indígenas por meio de um amplo trabalho de pesquisa e curadoria, que conta com a participação de pesquisadores indígenas e não indígenas.

A pesquisa foca três momentos da história do país: entre 1630 e 1780, antes mesmo da consolidação da ideia de Brasil; entre 1801 e 1910, durante o processo de construção da nação; e entre 1970 e 2025, no Brasil contemporâneo.

Saiba mais no site do projeto: https://cartasindigenasaobrasil.com.br/
indigenas

Endereço

Rua Padre Bento Dias Pacheco, 34
São Paulo, SP
05427-070.

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