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Atuamos na melhoria da aprendizagem dos jovens brasileiros no Ensino Médio público por meio do aprimoramento contínuo da gestão. Somos dedicados a elaborar e implementar soluções de gestão – na rede de ensino, na escola e em sala de aula – comprometidas com a capacidade efetiva das escolas públicas de garantir o direito à aprendizagem de todos os estudantes. Instagram: https://www.instagram.com/jovemdefuturo/
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A Recomposição das Aprendizagens deixou de ser uma resposta emergencial ao período da pandemia e passou a fazer parte da...
26/09/2026

A Recomposição das Aprendizagens deixou de ser uma resposta emergencial ao período da pandemia e passou a fazer parte da agenda das redes de ensino. Mas como cada rede entende e coloca essa política em prática?

Esse é um dos temas da edição 113 do Boletim Aprendizagem em Foco.

A pesquisa “Diagnóstico das ações de recomposição das aprendizagens”, realizada pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Unibanco, mostra como as redes definem e compreendem essa política pública.

Quer saber quais são as perspectivas principais das redes? Leia agora a nova edição “Recomposição tornou-se agenda institucional” do Boletim Aprendizagem em Foco e saiba mais. Acesse: https://bit.ly/4hNo5rT

Que tal ampliar seu repertório neste fim de semana? Arte, memória, língua e identidade são temas que contribuem para des...
25/09/2026

Que tal ampliar seu repertório neste fim de semana?

Arte, memória, língua e identidade são temas que contribuem para desenvolver um olhar mais crítico e sensível sobre o mundo. Selecionamos algumas exposições espalhadas pelo Brasil que promovem reflexões sobre cultura, diversidade e pertencimento.

Salve este post para a próxima saída cultural e compartilhe com quem também gosta de aprender além da sala de aula.

24/09/2026

O que precisamos medir para compreender, de fato, como os estudantes estão aprendendo?

Essa discussão marcou a primeira mesa do VI Seminário Internacional de Gestão Educacional | Recompor aprendizagens, ampliar futuros, que reuniu diferentes perspectivas sobre como aperfeiçoar as avaliações

Ao mesmo tempo, o avanço das tecnologias e da inteligência artificial coloca novas perguntas sobre aquilo que a escola precisa desenvolver. Nesse cenário, avaliar também passa por compreender se os estudantes estão conseguindo interpretar, mobilizar conhecimentos, analisar informações e construir respostas diante de situações reais.

É a partir dessas questões que Chico Soares, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), responde às perguntas deixadas pela audiência durante o seminário e amplia a conversa sobre o papel das avaliações na educação.

O que uma escola aprende quando seus próprios gestores começam a olhar para os desafios da convivência como parte da ges...
23/09/2026

O que uma escola aprende quando seus próprios gestores começam a olhar para os desafios da convivência como parte da gestão?

Conflitos, violência, pertencimento, participação dos estudantes, relação com as famílias, saúde emocional e escuta fazem parte da rotina de qualquer comunidade escolar. Mas cada escola vive essas questões de um jeito e, muitas vezes, é no cotidiano que surgem respostas capazes de transformar essa realidade.

Foi para dar visibilidade a esses saberes que o Instituto Unibanco criou o Edital de Práticas Gestoras — Relações Interpessoais e Convivência na Escola, realizado entre 2024 e 2025.

A iniciativa partiu da premissa que gestores escolares também são produtores de conhecimento. São eles que, diante dos dilemas concretos de suas comunidades, testam caminhos, fazem escolhas, enfrentam dificuldades, corrigem rotas e constroem aprendizados que podem inspirar outras escolas.

Dez experiências de diferentes regiões do Brasil foram selecionadas e acompanhadas durante oito meses, em um processo que contou com formação, mentoria e apoio para que cada gestor pudesse sistematizar sua própria trajetória.

O resultado é o e-book “Relações interpessoais e convivência escolar: 10 práticas de gestores brasileiros”.

Nas páginas, estão histórias de quem criou formas de mediar conflitos, fortalecer vínculos, ouvir estudantes, aproximar famílias, enfrentar o bullying, ampliar o protagonismo juvenil e fazer da escola um espaço de pertencimento.

Não são receitas prontas. São experiências reais, construídas em contextos reais e que podem provocar novas perguntas, ideias e possibilidades para outras comunidades escolares.

📘 Quer conhecer essas histórias? Acesse o e-book completo no Observatório da Educação. O link está na bio.

A Recomposição das Aprendizagens, que ganhou força como resposta a um contexto emergencial, tornou-se uma política perma...
22/09/2026

A Recomposição das Aprendizagens, que ganhou força como resposta a um contexto emergencial, tornou-se uma política permanente e ampliou o debate sobre equidade, aprendizagem e o papel das redes de ensino diante de desafios cada vez mais complexos.

No novo especial do Observatório de Educação, você confere reflexões sobre essa trajetória e os desafios que acompanham sua consolidação: dos impactos de eventos climáticos extremos e outras emergências aos esforços para garantir permanência, saúde, bem-estar e aprendizagem dos estudantes.

O conteúdo também reúne evidências do estudo Diagnóstico das Ações de Recomposição das Aprendizagens, realizado pelo MEC (Ministério da Educação) em parceria com o Instituto Unibanco, que analisou 151 iniciativas desenvolvidas por estados e capitais brasileiras.

Como a recomposição vem se estruturando nas redes de ensino? Quais avanços já podem ser observados? E quais desafios ainda precisam ser enfrentados? Acesse o conteúdo completo no Observatório de Educação e aproveite para explorar outros especiais disponíveis na plataforma.

De 2007 a 2025, o Brasil ampliou o acesso de estudantes da Educação Especial às classes comuns, passando de 46,8% para 9...
21/09/2026

De 2007 a 2025, o Brasil ampliou o acesso de estudantes da Educação Especial às classes comuns, passando de 46,8% para 93,5% das matrículas, segundo o Censo Escolar. O avanço é importante e expõe um desafio que vem logo depois: garantir que o acesso venha acompanhado de aprendizagem, participação e pertencimento.
 
Mas o que isso significa na prática?
 
Durante o recreio, toda a turma segue para o pátio ao mesmo tempo, enquanto um estudante com mobilidade reduzida encontra obstáculos para acompanhar o grupo. Situações como essa mostram que a inclusão vai além da matrícula. Ela envolve identificar e reduzir barreiras para que todos os estudantes possam participar plenamente da vida escolar.
 
A educação inclusiva parte do reconhecimento de que cada estudante aprende de forma diferente. Por isso, valorizar distintos ritmos, formas de interação e experiências é fundamental para promover uma aprendizagem mais equitativa. Esse compromisso envolve toda a comunidade escolar. Quando gestores, educadores, estudantes e famílias atuam de forma colaborativa, a escola se fortalece como um espaço de aprendizagem, participação e respeito às diferenças.
 
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura esse direito: estudantes com deficiência devem ter acesso à educação em condições de igualdade.
 
A convivência com as diferenças contribui para o desenvolvimento da empatia, da cooperação e do respeito, fortalecendo a escola e a construção de uma sociedade mais justa.
 
Quer ampliar seus conhecimentos e fortalecer sua prática? Inscreva-se no curso Fundamentos da Educação Inclusiva. O link está na bio!
 
Conteúdo desenvolvido em parceria com o Instituto Rodrigo Mendes.

Como equilibrar inovação, aprendizagem e equidade no uso da Inteligência Artificial nas escolas? Em entrevista à ,  .br ...
18/09/2026

Como equilibrar inovação, aprendizagem e equidade no uso da Inteligência Artificial nas escolas?

Em entrevista à , .br , superintendente-executivo do Instituto Unibanco, comentou as novas diretrizes do Conselho Nacional de Educação (CNE) para o uso da IA na educação.

Segundo ele, as orientações ajudam a definir o que pode ser apoiado pela tecnologia e o que deve permanecer sob responsabilidade dos educadores, preservando seu papel fundamental nos processos de ensino e avaliação.

Ricardo também destacou a importância de garantir infraestrutura digital de qualidade para todas as escolas, evitando o aprofundamento das desigualdades educacionais. Além disso, reforçou que o uso da IA exige formação de educadores e capacidade de gestão das redes de ensino para avaliar tecnologias, proteger dados e tomar decisões alinhadas às necessidades da educação.

🔗 Leia a matéria completa e saiba mais: https://bit.ly/4xXf7hq.

Coordenadores pedagógicos de 95 escolas e coordenadores de ensino das regionais participaram do segundo encontro formati...
17/09/2026

Coordenadores pedagógicos de 95 escolas e coordenadores de ensino das regionais participaram do segundo encontro formativo do projeto Escola que Aprende, iniciativa desenvolvida em parceria com o Instituto Unibanco e a Seduc-PI.

Dando continuidade à jornada iniciada em maio, o encontro retomou a implementação do projeto nas escolas e aprofundou o trabalho nas etapas 3 e 4 (compartilhar e aprofundar), além de introduzir a etapa 5 (avaliar). O foco esteve em instrumentalizar a coordenação pedagógica para o uso de dados e evidências na tomada de decisão, no acompanhamento pedagógico sensível da rotina escolar e na qualificação das intervenções de aprendizagem.

O percurso formativo segue nos próximos meses: os coordenadores pedagógicos contarão com mais duas mentorias online (uma em setembro e outra no início de novembro) para aprofundar as próximas etapas da jornada e fortalecer as práticas pedagógicas nas escolas.

Confira alguns registros do encontro e saiba mais sobre o Escola que Aprende!

16/09/2026

Previsão de El Niño mais intenso em 2026 e 2027. 🚨

O alerta para esse fenômeno reforça o risco de ocorrência de eventos climáticos extremos, com potencial para gerar impactos significativos em diversos setores da sociedade, incluindo a educação.

Segundo o relatório Children’s Climate Risk Report 2026 do UNICEF, quase 1,1 bilhão de crianças no mundo vive sob três ou mais ameaças climáticas simultâneas. Ou seja, a resposta à crise climática não pode se limitar à gestão de desastres, é preciso olhar para as escolas e fortalecê-las em suas capacidades.

A edição 112 do Boletim Aprendizagem em Foco, aborda o tema e apresenta guias para fortalecer a resiliência e apoiar na recomposição das aprendizagens, além de experiências de Estados que sofreram com os impactos dos eventos climáticos extremos.

Acesse o link na bio e saiba mais! 🔗

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