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W20brazil Women 20 (W20) é um grupo oficial de engajamento do G20 em prol do empoderamento econômico das mulheres e equidade de gênero.

Os 20% que a economia mundial deixa na mesa!As desigualdades de gênero não representam apenas uma violação de direitos. ...
17/09/2026

Os 20% que a economia mundial deixa na mesa!

As desigualdades de gênero não representam apenas uma violação de direitos. Elas impedem que as economias cresçam, inovem e gerem empregos.O Women, Business and the Law 2026, publicado pelo Banco Mundial em fevereiro, estima que fechar as lacunas de gênero no emprego e no empreendedorismo poderia elevar o PIB global em 20%. Apesar desse potencial, apenas 4% das mulheres vivem em economias próximas da igualdade jurídica plena.

Em fevereiro de 2026, a Reuters repercutiu o relatório e destacou a distância entre direitos e realidade. A média global chega a 67 pontos nos marcos legais, mas cai para 47 nas estruturas de implementação e para 53 na percepção sobre o cumprimento das leis.

Em março de 2024, o The Guardian, também com base no Banco Mundial, chamou atenção para o cuidado e a segurança. A falta de serviços de cuidado pode inviabilizar o trabalho, enquanto a violência restringe a participação econômica das mulheres.

Em janeiro de 2025, o World Economic Forum mostrou que as barreiras ao empreendedorismo continuam depois da abertura de uma empresa, especialmente no acesso a capital, redes, mercados e ferramentas digitais.

Uma análise independente da PwC completa o cenário. Publicado em março de 2026, o Women in Work Index acompanha 33 dos 38 países membros da OCDE. Em 2024, sua pontuação média avançou apenas 0,6 ponto, metade do ritmo anual registrado desde 2011.

Os dados convergem para uma conclusão: não basta permitir que as mulheres trabalhem ou empreendam. É preciso garantir condições para que possam entrar, permanecer, prosperar e liderar.

Para o W20, isso exige sistemas de cuidado acessíveis; licenças parentais que promovam a corresponsabilidade; igualdade e transparência salarial; acesso ao crédito, às compras públicas, à tecnologia e aos mercados; proteção contra a violência; além de orçamento, indicadores interseccionais e prestação de contas.

Os 20% deixados na mesa representam negócios que não crescem, talentos subutilizados, empregos que não são criados e uma prosperidade adiada para todas as pessoas.

Você sabia? 101 economias já reconhecem em lei o direito à remuneração igual por trabalho de igual valor. Mas o que isso...
12/09/2026

Você sabia? 101 economias já reconhecem em lei o direito à remuneração igual por trabalho de igual valor. Mas o que isso significa?

O conceito adotado pela Organização Internacional do Trabalho vai além de pagar o mesmo salário a pessoas que exercem a mesma função. Ele permite comparar trabalhos diferentes, mas equivalentes em qualificação, esforço, responsabilidade e condições de trabalho.

O Women, Business and the Law 2026, do Banco Mundial, analisa 190 economias em dez temas: segurança, mobilidade, trabalho, remuneração, casamento, parentalidade, cuidado infantil, empreendedorismo, ativos e previdência. Cada tema é observado em três pilares: marcos legais, estruturas de apoio e percepção de especialistas sobre a aplicação das leis. Cada pilar reúne 40 indicadores.

Na média global, as economias alcançam 67% nos marcos legais, 47% nas estruturas de apoio e 53% na percepção sobre a aplicação das leis. O número de 101 economias corresponde a um indicador específico do tema remuneração. Não significa que elas atendam a todos os critérios nem que esses direitos sejam plenamente implementados.

E o Brasil?
A Lei 14.611/2023 determina que empresas privadas com 100 ou mais empregados publiquem relatórios de transparência salarial. Quando houver desigualdade, devem elaborar um plano de ação com metas e prazos. Em maio de 2026, o STF confirmou a constitucionalidade desses mecanismos.
Mesmo com esses avanços, o Brasil não integra as 101 economias porque ainda não atende ao critério jurídico mais amplo de remuneração igual por trabalhos diferentes de valor equivalente.

O 5º Relatório de Transparência Salarial mostra por que essa discussão importa: em 53,5 mil empresas analisadas, a desigualdade salarial média foi de 21,3%. As mulheres ocupam 41,4% dos empregos, mas recebem 35,2% da massa de rendimentos.

Estar na lei é o primeiro passo. Transformar esse direito em realidade exige políticas, instituições, transparência e fiscalização.

Fontes: Banco Mundial, Women, Business and the Law 2026; OIT, Convenção 100; Lei 14.611/2023; Decreto 11.795/2023; 5º Relatório de Transparência Salarial, 2026; STF, ADIs 7612 e 7631 e ADC 92.

10/09/2026

Infraestrutura não é neutra em gênero
Quando falta água, saneamento ou energia, as consequências vão muito além da infraestrutura. Elas chegam à saúde, à educação, ao trabalho, à segurança e à organização do cuidado.

E atingem mulheres e meninas de maneira desproporcional.
São elas que, com maior frequência, precisam reorganizar a rotina diante da falta de serviços básicos, garantir a alimentação, cuidar de crianças e pessoas idosas e encontrar soluções para que a vida continue funcionando. Para muitas meninas, a falta de água e de condições adequadas de higiene também compromete a permanência na escola, especialmente durante o período menstrual.

Neste vídeo, Kamila Camilo, delegada do W20 Brazil, conecta sua trajetória, de Guaianazes, na periferia de São Paulo, ao trabalho desenvolvido com comunidades da Amazônia e à atuação no Instituto Oyá.

Foi no contato com diferentes territórios que a sustentabilidade deixou de ser, para ela, apenas um conceito e passou a significar pessoas, impactos reais e consequências concretas da crise climática.

Essa perspectiva revela por que políticas públicas, decisões de investimento e estratégias ESG precisam incorporar a dimensão de gênero. Dependendo de como são pensadas e implementadas, elas podem reduzir desigualdades ou aprofundá-las.

Colocar as mulheres no centro da agenda climática não significa criar uma nova pauta. Significa enxergar melhor o que já está acontecendo e medir aquilo que, durante muito tempo, permaneceu invisível.
Sustentabilidade precisa chegar à vida cotidiana. E isso começa pela infraestrutura.

26/08/2026

Quais as políticas e legislações têm ajudado a fortalecer o empreendedorismo feminino ao redor do mundo?

Neste vídeo, Maria Rita Spina Bueno, delegada do W20 Brazil, apresenta um dos trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho de Empreendedorismo em 2026: um levantamento sobre as legislações voltadas à estimular o empreendedorismo feminino nos 19 países e dois blocos econômicos que integram o G20.

A proposta é reunir boas práticas, iniciativas e programas que já apresentaram resultados e podem inspirar novas políticas públicas em diferentes países.
▶️ Assista ao vídeo e conheça essa iniciativa!

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What policies and legislation have helped strengthen women’s entrepreneurship around the world?

In this video, Maria Rita Spina Bueno, a W20 Brazil delegate, presents one of the initiatives developed by the Entrepreneurship Working Group in 2026: a mapping of legislation designed to promote women’s entrepreneurship across the 19 countries and two economic blocs that make up the G20.

The aim is to identify good practices, initiatives, and programs that have already delivered results and can inspire new public policies in different countries.
▶️ Watch the video and learn more about this initiative!

22/08/2026

Há 20 anos, a Lei Maria da Penha transformava o enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil.
No vídeo, Janaina Gama, delegada do W20 Brazil, destaca três avanços fundamentais da legislação: o reconhecimento da violência de gênero, a definição de cinco formas de violência, física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, e a criação das medidas protetivas de urgência.
Muitas dessas violências não deixam marcas visíveis. Por isso, reconhecer os sinais, fortalecer as redes de apoio e compreender que romper esse ciclo não é responsabilidade exclusiva da vítima são atitudes essenciais.
ATUALIZAÇÃO: Após a gravação deste vídeo, o STF ampliou o alcance das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Agora, elas também poderão ser aplicadas a casos de violência de gênero ocorridos fora de relações domésticas, familiares ou afetivas: como assédio, perseguição e sequestro.
▶️ Assista e compartilhe. Informação também protege.
Em caso de violência contra a mulher, ligue 180. Em situações de emergência, acione o 190.

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Twenty years ago, the Maria da Penha Law transformed Brazil’s response to violence against women.
In the video, Janaina Gama, a W20 Brazil delegate, highlights three major advances introduced by the legislation: the recognition of gender-based violence, the definition of five forms of violence—physical, psychological, sexual, financial and moral—and the establishment of emergency protective measures.
Many forms of violence leave no visible marks. That is why recognizing the warning signs, strengthening support networks and understanding that breaking the cycle is not the victim’s responsibility alone are essential.
UPDATE: After this video was recorded, Brazil’s Federal Supreme Court (STF) expanded the scope of the protective measures established under the Maria da Penha Law. They may now also be granted in cases of gender-based violence occurring outside domestic, family or intimate relationships, including harassment, stalking and kidnapping.
▶️ Watch and share. Information can also protect lives.
To report violence against women in Brazil, call 180. In an emergency, call

20/08/2026

(English below)

Neste mês de agosto, a chair do W20 Brazil, Ana Fontes, foi palestrante no Rio Innovation Week, onde destacou a importância das conexões para as trajetórias profissionais e os negócios, especialmente para as mulheres.

Diante das desigualdades de oportunidades e direitos, construir redes de apoio é fundamental para ampliar a representatividade, fortalecer vozes e garantir que mais mulheres ocupem diferentes espaços. Mais do que trocar contatos ou estabelecer conexões nas redes sociais, networking significa colaboração, apoio e criação de oportunidades.

Quando mulheres apoiam umas às outras, fortalecem suas carreiras, seus negócios, suas pautas e sua presença na política, tornando a jornada menos difícil e ampliando as possibilidades de transformação.

This August, W20 Brazil Chair Ana Fontes spoke at Rio Innovation Week, where she highlighted the importance of connections for professional journeys and businesses—especially for women.

In the face of unequal opportunities and rights, building support networks is essential to increase representation, amplify women’s voices, and ensure that more women occupy different spaces. More than exchanging contacts or connecting on social media, networking means collaboration, mutual support, and creating opportunities.

When women support one another, they strengthen their careers, businesses, causes, and political presence, making the journey less challenging and expanding the possibilities for transformation.

VOCÊ SABIA? | Mulheres em STEMMulheres são apenas 35% dos estudantes de STEM no ensino superior. E a desigualdade não te...
17/08/2026

VOCÊ SABIA? | Mulheres em STEM
Mulheres são apenas 35% dos estudantes de STEM no ensino superior. E a desigualdade não termina no acesso.
Nos países do G20, meninas e mulheres apresentam desempenho acadêmico tão bom quanto — ou melhor que — o dos homens. Ainda assim, continuam sub-representadas nessas áreas e, entre as que chegam a STEM, mais de 40% relatam já ter enfrentado comportamentos sexistas.
Por isso, o debate precisa ir além de incentivar meninas a escolher carreiras científicas e tecnológicas.

É preciso falar de acesso, permanência, ambientes seguros, oportunidades de crescimento e liderança.
Quando mulheres ficam de fora de STEM, também ficam sub-representadas nos espaços onde estão sendo desenvolvidas muitas das tecnologias, soluções e decisões que vão moldar o nosso futuro.

Equidade em STEM não é apenas sobre quem entra. É também sobre quem consegue permanecer, avançar e participar da construção do futuro.


DID YOU KNOW? | Women in STEM
Women make up only 35% of STEM students in higher education. And inequality does not end with access.
Across G20 countries, girls and women perform academically as well as — or better than — men. Yet they remain underrepresented in these fields and, among those who do enter STEM, more than 40% report having experienced sexist behavior.

That is why the conversation needs to go beyond encouraging girls to pursue careers in science and technology.
We need to talk about access, retention, safe environments, opportunities for advancement, and leadership.
When women are excluded from STEM, they are also underrepresented in the spaces where many of the technologies, solutions, and decisions that will shape our future are being developed.

Gender equity in STEM is not only about who gets in. It is also about who is able to stay, advance, and help shape the future.

13/08/2026

Dados para transformar o empreendedorismo feminino em política pública.

O W20 Brazil participou do lançamento da 11ª pesquisa da Rede Mulher Empreendedora e do Instituto Rede Mulher Empreendedora, uma importante referência para compreender a realidade, os desafios e as oportunidades das mulheres que empreendem no Brasil.

No vídeo, Adriana Carvalho, líder do W20 Brazil, e as delegadas Maria Rita Spina Bueno, Maria José Tonelli e Janaina Gama destacam alguns dos pontos que estão no centro das recomendações do W20 para o empreendedorismo feminino:
Conhecimento e formação. Entender como formalizar um negócio, desenvolver competências e construir redes de apoio é parte fundamental da autonomia econômica.
Acesso a capital. Crédito e investimento são instrumentos essenciais para que mulheres possam estruturar, desenvolver e ampliar seus negócios. Dados consistentes ajudam a revelar as barreiras enfrentadas pelas empreendedoras, em toda a sua diversidade, e a orientar políticas públicas e soluções financeiras mais inclusivas.

Mulheres no agro. A presença feminina no setor precisa ser acompanhada de políticas capazes de reconhecer suas necessidades específicas e ampliar seu acesso a recursos e oportunidades.

Interseccionalidade. Mulheres não empreendem a partir das mesmas condições. Raça, território, renda, responsabilidades de cuidado e outros fatores atravessam suas trajetórias e precisam estar presentes na formulação de políticas.
Além desses pontos, ampliar o acesso a mercados também é parte fundamental das recomendações do W20: criar oportunidades para que negócios liderados por mulheres cheguem a novos clientes, cadeias de valor e espaços de comercialização.

Desde a criação do Women20, em 2015, o empreendedorismo feminino ocupa um lugar importante em sua agenda.
Porque reconhecer uma mulher como empreendedora é também criar condições para que ela deixe de enxergar sua atividade apenas como um “bico” e possa vê-la, estruturar e desenvolver como um negócio.

▶️ Confira no vídeo alguns dos destaques dessa agenda.

Você não precisa ter todas as respostas. Só precisa começar uma boa conversa.Machosfera é o termo usado para descrever u...
11/08/2026

Você não precisa ter todas as respostas. Só precisa começar uma boa conversa.
Machosfera é o termo usado para descrever um conjunto de espaços online que disseminam ideias hostis às mulheres e apresentam a igualdade de gênero como uma ameaça aos homens.
Esses conteúdos podem chegar aos jovens por meio de vídeos aparentemente inofensivos sobre motivação, sucesso, masculinidade ou relacionamentos e, aos poucos, levar a mensagens mais extremas que normalizam controle, objetificação e misoginia.
Mais de 98% das crianças e adolescentes brasileiros de 9 a 17 anos acessam a internet pelo celular, e 40% acessam YouTube e outras plataformas de vídeo várias vezes ao dia. (Fonte: TIC Kids Online Brasil 2024)
O guia “No Mesmo Time” ajuda pais, responsáveis e educadores a reconhecer sinais de alerta e iniciar conversas sobre vida online, relacionamentos, respeito e equidade de gênero.
Leia o guia completo no site da ONU Mulheres.
Créditos: adaptação brasileira da campanha Same Side, criada pelo UN Women National Committee UK, desenvolvida pela ONU Mulheres Brasil e UNICEF, em parceria com Beyond Equality e apoio da Vodafone Foundation.

Um   memorável. Quem lembra de outubro de 2024 quando o   estava sob a presidência do Brasil e o grande sumir do W20 aco...
06/08/2026

Um memorável. Quem lembra de outubro de 2024 quando o estava sob a presidência do Brasil e o grande sumir do W20 acontecia? Qual fala mais te impactou?

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Avenida Jabaquara
São Paulo, SP
04045-001

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