GIV-Grupo de Incentivo à Vida

GIV-Grupo de Incentivo à Vida O GIV tem como missão a luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV/AIDS, e das populações mais vulneráveis à infecção pelo HIV.

O GIV surgiu em 08/02/1990 como grupo de ajuda mútua para portadores do HIV/AIDS. Atualmente, além da ajuda mútua, o grupo realiza projetos em diversas àreas, tais como:Cuidador Solidário; Crianças e Adolescentes; G**s; Depto. de Psicologia; Assessoria Jurídica; Publicações, como o Boletim de Vacinas Anti-HIV; Luta pelos direitos e cidadania e contra o preconceito através do Ativismo.

Tenente aposentado perde patente por transmitir HIV a duas ex-mulheresO Superior Tribunal Militar decidiu, por maioria d...
13/08/2026

Tenente aposentado perde patente por transmitir HIV a duas ex-mulheres

O Superior Tribunal Militar decidiu, por maioria de votos, declarar um 2º tenente aposentado do Exército Brasileiro indigno para o oficialato e determinar a perda do seu posto e da sua patente.

A decisão foi tomada pelo Plenário da Corte durante sessão realizada na última quarta-feira (5/8), no julgamento de representação proposta pelo Ministério Público Militar.

O militar havia sido condenado pela Justiça comum do estado do Maranhão por lesão corporal gravíssima e ameaça a quase seis anos de reclusão.

Segundo a condenação, ele transmitiu intencionalmente o vírus HIV a duas ex-companheiras entre os anos de 2012 e 2013, ao manter relações se***is sem pr********vo e ocultar que era soropositivo, condição da qual tinha conhecimento desde 2003.

A condenação criminal transitou em julgado em janeiro de 2025, quando o MPM ingressou com a representação junto à Corte.

Violação de princípios
Na representação apresentada ao STM, o MPM sustentou que a conduta do oficial reformado violou os princípios éticos e morais exigidos dos integrantes das Forças Armadas, comprometendo o pundonor militar, o decoro da classe e a imagem da instituição.

O órgão destacou ainda que o militar utilizou sua condição de integrante do Exército para transmitir confiança às vítimas, afirmando que realizava exames periódicos de saúde, circunstância considerada especialmente grave.

Durante o julgamento, com relatoria do ministro José Barroso Filho, prevaleceu o entendimento de que os fatos são incompatíveis com a permanência do representado no oficialato.

Com isso, o tribunal acolheu a representação e determinou a perda do posto e da patente, nos termos da Constituição Federal e do Estatuto dos Militares.

A decisão também prevê que, após o trânsito em julgado, o Tribunal Superior Eleitoral seja comunicado da decisão, conforme determina a legislação.

Dois ministros divergiram do entendimento da maioria. Para eles, embora a representação fosse admissível, ela não deveria ser acolhida em razão da condição de invalidez e da doença grave com sequelas neurológicas que acometem o oficial reformado.

Na defesa apresentada ao STM, os advogados argumentaram que a perda do posto e da patente seria uma medida desproporcional, uma vez que o militar já havia sido condenado criminalmente pelos fatos.

Também sustentaram que os crimes ocorreram no âmbito da vida privada, sem relação com o exercício da função militar, e destacaram que o representado é portador do vírus HIV, foi reformado por invalidez e sofre de sequelas neurológicas permanentes, dependendo de cuidados especializados. Com informações da assessoria de imprensa do STM.

Representação p/ Declaração de Indignidade/Incompatibilidade 7000626-33.2025.7.00.0000

Fonte: Site Consultor Jurídico em 12/08/2026
https://conjur.com.br/2026-ago-12/militar-perde-patente-por-transmitir-hiv-intencionalmente-para-duas-mulheres/

Às vezes, quem vive com HIV pode ter um blip: uma pequena oscilação da carga viral que logo volta ao indetectável. Isso ...
13/08/2026

Às vezes, quem vive com HIV pode ter um blip: uma pequena oscilação da carga viral que logo volta ao indetectável. Isso não significa falha do tratamento, nem risco de transmissão abaixo de 200 cópias.

Estudo revela que 84% dos diagnosticados tardiamente com HIV em hospital de Porto Alegre eram heterosse***isPesquisa do ...
13/08/2026

Estudo revela que 84% dos diagnosticados tardiamente com HIV em hospital de Porto Alegre eram heterosse***is

Pesquisa do Grupo Hospitalar Conceição e da Universidade da Califórnia aponta importância de conscientizar população para testagem preventiva

Estudo realizado no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, mostrou que 84% dos pacientes que descobriram HIV em estágio avançado (aids) entre 2015 e 2024 eram heterosse***is, uma população que muitas vezes não se vê como suscetível à doença.

Entre esses recém-diagnosticados, 49% eram homens heterosse***is. A maioria afirmou estar trabalhando, ser casado ou estar em união estável e ter filhos. Já 35% eram mulheres heterosse***is que também são mães.

Somente 10% dos casos pertenciam a minorias se***is ou de gênero (g**s, bisse***is e pessoas trans), população considerada "chave" em ações de rastreio e prevenção de aids. Os outros 6% não forneceram essa informação nos formulários.

Conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC) em parceria com pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, o estudo foi publicado na revista científica AIDS Research and Treatment.

— Porto Alegre foca a recomendação do Ministério (da Saúde), que são as populações de alto risco: homens que fazem s**o com homens, indivíduos trans, usuários de dr**as, trabalhadores de s**o. E não é essa a situação que acontece na cidade. A população que está adoecendo com HIV é meio que invisível. Ela não está sendo testada precocemente, assim como esses outros que são ditos de risco — afirma a infectologista Marineide Gonçalves de Melo, uma das pesquisadoras do trabalho

Descoberta tardia do vírus
A pesquisa analisou 1.615 pacientes que chegaram ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, em estado grave relacionado ao HIV no período de 2015 a 2024. Desse total, 25% (407 pacientes) descobriram ser portadores do vírus apenas durante essa hospitalização.

As causas mais comuns de internação foram tuberculose, pneumonia por um fungo oportunista (pneumocistose), toxoplasmose cerebral e pneumonia bacteriana — infecções que ocorrem quando o corpo já não consegue mais se defender.

— Chega uma pessoa com 70, 80 anos, que vai ser internada por causa de uma cirurgia eletiva ou para tratar um câncer, e vem o exame positivo (de HIV). Ou seja, essa pessoa escapou da vigilância e ficou anos infectando outras porque ela própria não se sabia infectada — acrescenta Marineide.

Para ela, a política de testagem precisa ser difundida para além de grupos considerados de risco — homens que fazem s**o com homens, pessoas trans, usuários de dr**as e profissionais do s**o.

Atuando há 40 anos com pacientes com aids, a infectologista diz que há uma epidemia generalizada em Porto Alegre e que a falta de aplicação de te**es de diagnóstico precoce faz com que os casos mais sérios fora do grupo de risco só sejam descobertos quando o cenário está realmente avançado.

— Essas pessoas estão contaminadas, estão na vida, estão trocando de parceiros. Os casamentos se acabam, se fazem novas famílias, e a epidemia é perpetuada nessa população heterossexual. São homens e mulheres infectados que estão chegando muito tardiamente com doença avançada no hospital — ressalta Marineide.

76% dos diagnosticados não tinham fatores de risco
Entre os 407 pacientes que descobriram tardiamente o HIV, 76% não tinham fatores de risco comumente usados para orientar a testagem, como uso de crack ou co***na, dr**as injetáveis, situação de rua, histórico de encarceramento ou trabalho sexual. Essas circunstâncias foram confirmadas apenas em 24% dos participantes.

Os pesquisadores ressalvam que os dados têm origem em prontuários e fichas de triagem, e que informações sensíveis como uso de dr**as, orientação sexual ou situação de rua podem estar subnotificadas, já que dependem do quanto o paciente se sentiu à vontade para compartilhá-las.

Os autores também ponderam que, por ser um estudo realizado em um único hospital, os resultados podem refletir casos mais graves, e não necessariamente o que ocorre em postos de saúde ou na sociedade.

— A preocupação hoje não é quem contaminou alguém. A gente diz assim para as pessoas: aids é uma doença, a gente não está aqui para julgar o seu comportamento. A gente está aqui para te ajudar a não adoecer e para prevenir e não infectar ninguém. Tem que focar nisso — salienta a pesquisadora.

A importância de conscientizar sobre a doença
Mesmo com todos os avanços em diagnóstico, tratamento e prevenção, Marineide Gonçalves de Melo considera que ainda falta divulgação envolvendo a doença.

Conforme o Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS (2024-2025), divulgado em março deste ano pela prefeitura com dados nacionais, Porto Alegre é a capital com a maior taxa de mortalidade por aids (20,2 óbitos para cada 100 mil habitantes). Segundo o documento, o dado é aproximadamente três vezes o valor da taxa nacional e o dobro da estadual.

O boletim ainda salienta o desafio de sensibilizar os profissionais da saúde de que as mortes estão fortemente associadas ao diagnóstico tardio e reforça a importância da oferta imediata do teste rápido durante a consulta.

— Para você ter uma ideia, na academia que eu frequento, as pessoas dizem: "Aids, isso ainda existe?". A minha filha tem 17 anos. Meu filho tem 18 anos, entrou na faculdade. Eles não têm a menor ideia do que seja aids porque é "uma coisa resolvida no mundo" — exemplifica Marineide.

Como interromper a transmissão
Entre as ações recomendadas pela pesquisadora estão incluir os te**es de forma automática e integrada nos atendimentos de rotina, oferecer o exame quando a pessoa apresentar sintomas compatíveis e ampliar o acesso com autoteste e testagem em farmácias.

Com um diagnóstico precoce, o paciente pode iniciar o tratamento e ficar com a carga viral indetectável, parando de transmitir a outras pessoas. A medicina também oferece hoje opções para prevenção, como medicamentos injetáveis e comprimidos como a PrEP.

O que diz a Secretaria de Saúde de Porto Alegre
A coordenadora da atenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e tuberculose da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Daila Raenck, nega que o município priorize apenas populações-chave na testagem para HIV.

Segundo ela, a estratégia da Capital é oferecer o exame para toda a população, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. Ela afirma que o foco da testagem não é a população, mas as práticas se***is, ressaltando que uma pessoa heterossexual também pode apresentar maior risco de infecção dependendo de seu comportamento.

— A orientação do Ministério da Saúde é testar todas as pessoas, especialmente as que estão submetidas a um maior risco, mais exposição. Até porque quando tu direcionas uma testagem, tu estás sendo preconceituoso — afirma Daila.

A coordenadora acrescenta que Porto Alegre disponibiliza te**es nas unidades de saúde, além de autote**es pelo projeto A Hora É Agora, com retirada em armário no Mercado Público ou entrega pelos Correios.

Segundo Daila, a testagem também faz parte dos protocolos da atenção básica, como no pré-natal, em consultas preventivas, em check-ups e diante de sinais clínicos sugestivos de infecções sexualmente transmissíveis.

O que diz o Ministério da Saúde
Procurado pela reportagem para comentar os resultados do estudo, o Ministério da Saúde afirma, em nota, que "com uma política consolidada há 40 anos, o Brasil segue como referência internacional na resposta ao HIV/aids".

"De forma proativa, o Ministério da Saúde financiou e coordenou tecnicamente o estudo mencionado para acompanhar a transição do perfil epidemiológico do HIV no Rio Grande do Sul. Os resultados subsidiaram políticas de testagem ativa e descentralizada no estado", diz o texto.

Ainda segundo a pasta, o estudo "também comprovou o êxito da política de tratamento brasileira: entre os indivíduos da região que tinham conhecimento de sua sorologia, 98% estavam em Terapia Antirretroviral (TARV) garantida gratuitamente pelo SUS, sendo que 94% destes já alcançaram a supressão da carga viral".

O Ministério da Saúde também cita a situação atual do país na prevenção, mencionando que "o acesso gratuito e ampliado às terapias antirretrovirais, aliado a estratégias modernas de prevenção, fizeram com que, pela primeira vez em três décadas, o número de óbitos por HIV/aids tenha ficado abaixo de dez mil".

A nota segue: "No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) certificou o Brasil pela eliminação da transmissão vertical do HIV como problema de saúde pública — o único país continental a alcançar esse marco. Isso significa que interrompeu, de forma sustentada, a infecção de bebês durante a gestação, o parto ou a amamentação".

Por fim, a pasta destaca as recomendações da Estratégia Nacional de Prevenção Combinada do HIV:

Tratamento de todas as pessoas vivendo com HIV, uma vez que o início precoce da terapia melhora a qualidade de vida e impede a transmissão sexual do vírus quando a carga viral permanece indetectável
Testagem regular para HIV e outras ISTs, conforme indicação e contexto de vulnerabilidade
Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), quando indicada
Profilaxia Pós-Exposição (PEP), disponível até 72 horas após uma situação de exposição ao HIV
Diagnóstico e tratamento das ISTs
Uso de pr********vos interno e externo e gel lubrificante
Prevenção da transmissão vertical
Vacinação para hepatites A e B (e HPV, conforme indicação)
Ações de redução de danos para pessoas que usam álcool e outras dr**as

Por Kathlyn Moreira
Fonte: GZH em 12/08/2026
https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2026/08/estudo-revela-que-84-dos-diagnosticados-tardiamente-com-hiv-em-hospital-de-porto-alegre-eram-heterosse***is-cmshkwn9q01cq016ju37m8jcx.html

HIV é uma condição de saúde, não um julgamento moral.Com acesso ao tratamento, pessoas que vivem com HIV podem ter vidas...
12/08/2026

HIV é uma condição de saúde, não um julgamento moral.

Com acesso ao tratamento, pessoas que vivem com HIV podem ter vidas longas, saudáveis e com dignidade. Informação baseada em evidências salva vidas e reduz o estigma.

UNAIDS Brasil

Quando uma nova tecnologia chega ao SUS, não basta perguntar se ela funciona. É preciso perguntar: Quanto ela custa? Que...
11/08/2026

Quando uma nova tecnologia chega ao SUS, não basta perguntar se ela funciona. É preciso perguntar: Quanto ela custa? Quem vai conseguir acessá-la? E quem ficará de fora?

É exatamente esse debate que está em jogo na recomendação preliminar da CONITEC sobre a incorporação do cabotegravir como PrEP injetável.

O cabotegravir pode representar um avanço importante na prevenção do HIV. Mas o alto preço é uma barreira ao acesso universal.

A proposta apresentada pela indústria farmacêutica restringe a população elegível e prevê uma escala de acesso muito pequena diante da necessidade do país.

E tem mais: parte do fornecimento seria feita por meio de “doações”. Mas doação não é política pública.

As 14 mil unidades que a empresa pretende fornecer gratuitamente podem fazer o custo parecer menor e aumentar temporariamente o volume disponível.

Mas elas não representam o preço que o SUS efetivamente pagará, não garantem continuidade e não podem ser usadas para maquiar o valor da incorporação.

Não dá para construir a sustentabilidade do SUS com base na benevolência de uma empresa. Acesso a medicamentos não pode depender de caridade.

Por isso, o GTPI convida a todes para participar da consulta pública e exigir redução substancial do preço, transparência, ampliação da população elegível, um plano de universalização e o uso da licença compulsória, para que o monopólio não impeça o acesso e a sustentabilidade do SUS.

A consulta pública começa hoje, 10 de agosto, e recebe contribuições até 31 de agosto.

📢 Medicamentos não são mercadoria, nem artigos de luxo, muito menos instrumentos de caridade. São direitos fundamentais.

Fonte: https://www.instagram.com/deolhonaspatentes/

Uma injeção a cada dois meses pode se tornar uma nova opção de prevenção do HIV oferecida pelo Sistema Único de Saúde (S...
11/08/2026

Uma injeção a cada dois meses pode se tornar uma nova opção de prevenção do HIV oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu a Consulta Pública nº 76 para avaliar a incorporação do cabotegravir de longa ação como Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP).

A consulta ficará aberta até 31 de agosto e permite que pacientes, profissionais de saúde, pesquisadores, organizações da sociedade civil e qualquer pessoa interessada apresentem opiniões, experiências, críticas, sugestões e evidências sobre a chegada da nova tecnologia ao SUS.

O momento é particularmente importante porque a Conitec já emitiu recomendação inicial favorável à incorporação. O parecer foi definido durante a 154ª Reunião Ordinária da comissão, realizada entre 5 e 7 de agosto. A consulta pública é uma das etapas que antecedem a recomendação final sobre a oferta da tecnologia pelo SUS.

Mais do que a avaliação de um novo medicamento, a discussão coloca em pauta uma mudança importante na prevenção do HIV: ampliar as possibilidades de escolha. Hoje, a principal modalidade de PrEP disponível no SUS utiliza tenofovir e emtricitabina em comprimidos. Com o cabotegravir, a proteção pode ser mantida com aplicações periódicas, reduzindo a dependência da tomada diária de medicamentos.

Agência de Notícias da Aids

AIDS, um beijo contra a ignorânciaEm 1991, o imunologista italiano Fernando Aiuti protagonizou um dos gestos mais simból...
11/08/2026

AIDS, um beijo contra a ignorância

Em 1991, o imunologista italiano Fernando Aiuti protagonizou um dos gestos mais simbólicos da luta contra o preconceito em torno do HIV.

Diante de uma plateia e da imprensa, durante um evento em Cagliari, ele beijou publicamente uma jovem vivendo com o vírus.

O ato teve como objetivo combater o medo e a desinformação que dominavam a época, ao mostrar que o HIV não é transmitido por um beijo social.

Fonte: Estudos Históricos
https://www.facebook.com/SBdeHolanda/photos/em-1991-o-imunologista-italiano-fernando-aiuti-protagonizou-um-dos-gestos-mais-s/991807373173538/

11/08/2026
HIV não é castigo. HIV não é pecado. HIV não é karma. HIV não é o fim.Durante muitos anos, o HIV foi cercado por preconc...
11/08/2026

HIV não é castigo. HIV não é pecado. HIV não é karma. HIV não é o fim.

Durante muitos anos, o HIV foi cercado por preconceitos e informações falsas. Infelizmente, ainda existem pessoas que acreditam que receber um diagnóstico de HIV é uma punição, uma consequência moral ou algo que define quem alguém é. Nada disso é verdade.

O HIV pode afetar qualquer pessoa, independentemente da orientação sexual, identidade de gênero, idade, religião ou estilo de vida. Ele não escolhe quem vai atingir.

Viver com HIV não significa deixar de sonhar, amar, trabalhar, construir uma família ou ser feliz. Com o tratamento adequado, é possível ter qualidade de vida, alcançar a carga viral indetectável e viver plenamente.

O diagnóstico não define o seu valor. Ele não muda quem você é. Você continua sendo uma pessoa digna de respeito, amor e oportunidades.

Precisamos substituir o preconceito pela informação, o julgamento pela empatia e o medo pelo conhecimento. Quanto mais falamos sobre o HIV com responsabilidade, mais vidas são transformadas e mais pessoas se sentem acolhidas para buscar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

Lembre-se:
❤️ HIV não é castigo.
❤️ HIV não é doença que define uma pessoa.
❤️ HIV não é pecado.
❤️ HIV não é karma.
❤️ HIV não é de gay.
❤️ HIV não é uma cruz para carregar.
❤️ HIV não é o fim.
❤️ HIV não é você.

Você é muito maior do que um diagnóstico. Informação salva vidas. Respeito transforma vidas.

Por Sabrina Luz (https://www.instagram.com/p/DbRzbyItSCW/)
https://www.instagram.com/sabrinaluz_pessoa/

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