GIV-Grupo de Incentivo à Vida

GIV-Grupo de Incentivo à Vida O GIV tem como missão a luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV/AIDS, e das populações mais vulneráveis à infecção pelo HIV.

O GIV surgiu em 08/02/1990 como grupo de ajuda mútua para portadores do HIV/AIDS. Atualmente, além da ajuda mútua, o grupo realiza projetos em diversas àreas, tais como:Cuidador Solidário; Crianças e Adolescentes; G**s; Depto. de Psicologia; Assessoria Jurídica; Publicações, como o Boletim de Vacinas Anti-HIV; Luta pelos direitos e cidadania e contra o preconceito através do Ativismo.

O UNAIDS apresenta o relatório “Unidas e unidos para acabar com a AIDS, que apresenta informações sobre financiamento e ...
12/06/2026

O UNAIDS apresenta o relatório “Unidas e unidos para acabar com a AIDS, que apresenta informações sobre financiamento e sobre o cenário do HIV. O documento detalha os impactos recentes na resposta global e antecede a Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, que acontece nos dias 22 e 23 de junho.

Onde: https://unaids.org.br/2026/06/um-momento-perigoso-que-pode-reverter-avancos-historicos-na-resposta-ao-hiv-alerta-unaids/?fbclid=IwVERDUASZMEVleHRuA2FlbQIxMABzcnRjBmFwcF9pZAwzNTA2ODU1MzE3MjgAAR4h3oYLT8oTFXcdNLa4uxzIRE5QrMLlzdliQ9EhOjiOHCnNQo38mGL1NDPmPw_aem_YWdncwBiMBIE0Zb8rsLDAusrfbie

UNAIDS Brasil

A crescente adoção de esquemas antirretrovirais (ART) e de Profilaxia Pré-exposição (PrEP) poupadores de tenofovir repre...
12/06/2026

A crescente adoção de esquemas antirretrovirais (ART) e de Profilaxia Pré-exposição (PrEP) poupadores de tenofovir representa um avanço significativo no manejo do HIV, oferecendo maior comodidade e adesão do paciente. Regimes injetáveis de longa duração, como cabotegravir/rilpivirina e combinações orais como dolutegravir/lamivudina, eliminam a necessidade de doses múltiplas diárias. No entanto, essa transição carrega um risco subestimado: a perda da proteção contra o vírus da hepatite B (HBV), seja por uma nova infecção ou pela reativação de uma infecção prévia.

Esquemas poupadores de tenofovir no HIV: por que avaliar o HBV?

Este artigo de Viewpoints, publicado na Clinical Infectious Diseases, sintetiza evidências disponíveis em diferentes cenários clínicos, estratificados de acordo com o perfil sorológico basal do HBV (usando os marcadores HBsAg, anti-HBc e anti-HBs). Os autores revisaram dados de coortes, séries de casos e diretrizes vigentes para propor um fluxo de trabalho prático na transição para esquemas poupadores de tenofovir, tanto para pessoas vivendo com HIV (PVHIV) em uso de ART quanto para candidatos à PrEP.

RISCO DE INFECÇÃO OU REATIVAÇÃO DO HBV CONFORME PERFIL SOROLÓGICO

O risco é estimado e varia conforme o perfil sorológico. Entre PVHIV sem marcadores de contato prévio com HBV (HBsAg, anti-HBc, anti-HBs negativos), a perda da proteção parcial conferida pelo tenofovir aumenta a vulnerabilidade à infecção. Nesse grupo, até 44% das PVIHIV ainda são suscetíveis ao HBV. Para aqueles com anti-HBc positivo e HBsAg negativo (que denota contato prévio com o vírus), o risco de reativação existe, embora provavelmente baixo (um estudo do Veterans Administration encontrou reativação em 1,6% dos casos, com risco de até 20,7% naqueles com histórico prévio de HBsAg positivo).

Agência de Notícias da Aids

*O remédio existe. Mas quem decide se ele chegará e quais mulheres terão acesso?*Uma conversa sobre HIV, mulheres e aces...
10/06/2026

*O remédio existe. Mas quem decide se ele chegará e quais mulheres terão acesso?*

Uma conversa sobre HIV, mulheres e acesso à saúde
Os novos medicamentos para prevenção e tratamento do HIV estão chegando. Mas entre a pesquisa clínica e a farmácia do SUS existe um longo caminho, marcado por decisões políticas, interesses econômicos, patentes, processos regulatórios e escolhas sobre quem terá acesso às novas tecnologias.

📅 Data: 22 de junho de 2026 (segunda-feira)
🕖 Horário: 19h00 (horário de Brasília)
📍 Evento online via Zoom
Inscrição: https://us06web.zoom.us/meeting/register/kPgwvRQSTQO9mf-rGADEZw

Participe dessa conversa e fortaleça a luta pelo acesso universal à saúde.

Realização: GTPI/Rebrip e Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP)

MNCP - Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas
Gtpi/Rebrip

LEI Nº 12.984, DE 2 DE JUNHO DE 2014.Define o crime de discriminação dos portadores do vírus da imunodeficiência humana ...
10/06/2026

LEI Nº 12.984, DE 2 DE JUNHO DE 2014.

Define o crime de discriminação dos portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e doentes de aids.

Art. 1º Constitui crime punível com reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa, as seguintes condutas discriminatórias contra o portador do HIV e o doente de aids, em razão da sua condição de portador ou de doente:
I - recusar, procrastinar, cancelar ou segregar a inscrição ou impedir que permaneça como aluno em creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado;
II - negar emprego ou trabalho;
III - exonerar ou demitir de seu cargo ou emprego;
IV - segregar no ambiente de trabalho ou escolar;
V - divulgar a condição do portador do HIV ou de doente de aids, com intuito de ofender-lhe a dignidade;
VI - recusar ou retardar atendimento de saúde.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 2 de junho de 2014

Dois estudos publicados na revista científica Lancet HIV acenderam um alerta sobre possíveis efeitos metabólicos associa...
10/06/2026

Dois estudos publicados na revista científica Lancet HIV acenderam um alerta sobre possíveis efeitos metabólicos associados aos inibidores da integrase, classe de antirretrovirais atualmente recomendada como tratamento de primeira linha para o HIV em diversos países, incluindo o Brasil. As pesquisas identificaram um aumento moderado no risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2 entre pessoas vivendo com HIV que passaram a utilizar esses medicamentos.

Os resultados reforçam um debate que vem ganhando espaço nos últimos anos. Embora os inibidores da integrase — como dolutegravir e bictegravir — sejam considerados altamente eficazes no controle da infecção pelo HIV e apresentem perfil de segurança favorável, estudos anteriores já haviam associado seu uso ao ganho de peso, à resistência à insulina e a outras alterações metabólicas.
Agora, as novas análises sugerem que os impactos podem ir além do aumento de peso corporal.

MAIOR RISCO APÓS TROCA DE TRATAMENTO

Um dos estudos analisou dados de mais de 16 mil pessoas acompanhadas pela North American Aids Cohort Collaboration on Research and Design (NA-ACCORD), uma das maiores redes de pesquisa sobre HIV da América do Norte.

Os pesquisadores avaliaram pessoas que trocaram um inibidor de protease (IP) ou um inibidor da transcriptase reversa não nucleosídeo (ITRNN) por um inibidor da integrase e compararam sua evolução com a de participantes que permaneceram nos esquemas anteriores.

Entre aqueles que substituíram um inibidor de protease por um inibidor da integrase, foi observado um aumento de 38% no risco de desenvolver diabetes tipo 2. O risco mostrou-se mais elevado especialmente nos dois primeiros anos após a mudança terapêutica.

Agência de Notícias da Aids

A chegada de medicamentos injetáveis de longa duração para prevenção do HIV pode representar uma das maiores transformaç...
09/06/2026

A chegada de medicamentos injetáveis de longa duração para prevenção do HIV pode representar uma das maiores transformações na resposta à epidemia desde a introdução dos antirretrovirais. Mas para especialistas, ativistas e representantes do movimento LGBT+, o sucesso dessa inovação dependerá menos da ciência e mais da capacidade de garantir acesso universal e equitativo à tecnologia.

O tema foi debatido durante a mesa “Acesso a medicamentos injetáveis de longa duração”, realizada no dia 5 de junho, durante o Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT+, reunindo Gustavo Passos, oficial de Igualdade e Direitos do UNAIDS Brasil; Susana van der Ploeg, coordenadora de projetos da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA); e Thiago Coacci, assessor parlamentar da deputada federal Duda Salabert.

A discussão integrou os debates sobre prevenção combinada, enfrentamento ao estigma e fortalecimento das políticas públicas de HIV/aids, reforçando o papel das Paradas LGBT+ como espaços estratégicos de mobilização social, promoção da saúde e defesa de direitos.

UM MEDICAMENTO COM POTENCIAL HISTÓRICO

Durante sua apresentação, Gustavo Passos explicou que o lenacapavir é um medicamento de longa duração capaz de oferecer proteção contra o HIV com apenas duas aplicações por ano. “O lenacapavir é um medicamento que, com duas doses anuais, oferece uma proteção de praticamente 100% contra o HIV”, destacou.

Segundo Gustavo, a nova tecnologia pode ajudar a superar barreiras enfrentadas por muitas pessoas para aderir à PrEP oral diária, ampliando as possibilidades da prevenção combinada.

Gustavo lembrou que, apesar dos avanços alcançados pelo Brasil na ampliação da PrEP, ainda existem obstáculos importantes relacionados à informação, ao acesso e ao estigma.

Agência de Notícias da Aids

09/06/2026

Ao longo das décadas, pessoas e organizações LGBTQIA+ têm liderado ações de prevenção, cuidado, advocacy e defesa dos direitos humanos, contribuindo de forma decisiva para os avanços da resposta ao HIV.
Neste Mês do Orgulho, celebramos a coragem, a resiliência e a liderança dessas comunidades. Acabar com a AIDS exige superar o estigma, a discriminação e todas as formas de exclusão.

🏳️‍🌈 Saúde é um direito de todas as pessoas.

UNAIDS Brasil

Se a ca*****ha rompeu, saiu ou não foi utilizada, você tem até 72h para acessar a PEP e impedir a infecção pelo HIV Aces...
09/06/2026

Se a ca*****ha rompeu, saiu ou não foi utilizada, você tem até 72h para acessar a PEP e impedir a infecção pelo HIV
Acesse a PEP, de preferência, nas duas primeiras horas. Mas se não der, tudo bem, o importante é não ultrapassar o período de 72h após a exposição, ok?
✅ No canal online SPrEP no e-saúdeSP
⏰ Das 18h às 22h
Com possibilidade de retiradas nas máquinas automáticas:
📍 Estação Vila Sônia
📍 Estação Luz
📍 Estação Santana
📍 Estação Consolação
📍 Estação Brás
✅ Unidades 24h de urgência e emergência (link na bio )
✅ Na Estação Prevenção - Jorge Beloqui
📍 Dentro da Estação República
🗓️ De terça-feira a sábado
⏰ Das 17h às 23h
✅ No CTA da Cidade
📍 De quinta-feira a domingo
⏰ das 17h às 22h
Confira a programação completa no Instagram!
✅ Unidades de Urgência e Emergência 24h, como UPAS e Hospitais.

Coordenadoria de IST/Aids da Cidade de São Paulo

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu indenização a um militar, que vive com HIV, aposentado por inc...
06/06/2026

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu indenização a um militar, que vive com HIV, aposentado por incapacidade permanente para o serviço das Forças Armadas, mesmo sendo assintomático.

A indenização, que deve ser paga pela MAPFRE Vida S.A, se refere à cláusula de Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFDP), tipo de cobertura de seguro de vida que antecipa o capital ao segurado em caso de doenças graves.

O STJ havia decidido, no Tema 1068, pela legalidade de cláusulas que condicionam este tipo de indenização à “perda da existência independente do segurado”. Por isso, a controvérsia julgada nesta terça-feira (2/6) consistia em definir se a ausência de sintomas se opõe ou não à perda da autonomia.

Para a ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso, a noção de perda da existência independente, prevista na tese fixada para o Tema 1068, “deve seguir a interpretação sistemática e teleológica da condição da pessoa vivendo com o vírus definida por esta corte à luz da irreversibilidade da infecção do HIV e da dependência contínua de tratamento antirretroviral e de monitoramento clínico”.

Tais circunstâncias, segundo a magistrada, revelam que “a autonomia da pessoa que vive com HIV, ainda que assintomática, é materialmente condicionada”. A relatora foi seguida por unanimidade pelo colegiado.

Ela mencionou ainda que, no âmbito das Forças Armadas, prevalece o entendimento de que militares soropositivos para HIV “fazem jus à reforma por incapacidade definitiva”, independentemente do grau de desenvolvimento da enfermidade. Nesse contexto, não se admitiria “distinção jurídica redutora” entre a soropositividade a manifestação da doença em sua fase mais grave.

O Ministério da Saúde define o HIV como um retrovírus da subfamília dos Lentiviridae que compromete o sistema imunológico.

Agência de Notícias da Aids

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