Movimento Defenda São Paulo

Movimento Defenda São Paulo Associação Civil de Direito Privado sem fins lucrativos
Movimento Defenda São Paulo

"A questão do adensamento urbano tem sido pauta constante nos debates sobre o planejamento da cidade de São Paulo. Essa ...
22/08/2024

"A questão do adensamento urbano tem sido pauta constante nos debates sobre o planejamento da cidade de São Paulo. Essa pauta esteve presente nas discussões sobre o Plano Diretor Estratégico (PDE) de 2014, que propôs redistribuir pequena parte dos ganhos decorrentes da valorização imobiliária para o conjunto da sociedade, especialmente às camadas mais pobres da população, através de instrumentos como a outorga onerosa do direito de construir e as zonas especiais de interesse social.

As recentes revisões parciais do PDE e da Lei de Zoneamento também foram marcadas pelos debates sobre o adensamento urbano associado à construção de prédios altos denunciados como parte da “cidade como negócio”, com garantia de lucros para poucos combinados com muita destruição de tecidos urbanos pré-existentes e do meio ambiente e expulsão da população mais pobre para áreas com pouca infraestrutura da cidade.

Essas revisões parciais foram feitas principalmente para garantir maiores possibilidades de exploração econômica da terra urbana, principalmente nas áreas ampliadas dos eixos de estruturação da transformação urbana (eixos de transporte público de média e alta capacidade). Essa revisão da revisão retomou uma prática perniciosa de alteração pontual da Lei de Zoneamento realizada sem critérios e justif**ativas técnicas. Conjuntos de lotes e lotes isolados foram favorecidos com regras de uso e ocupação do solo que atendem prioritariamente a interesses privados individuais. Tudo isso é feito com o interesse no aumento de potencial construtivo, encoberto sob o argumento falacioso do adensamento e da verticalização em áreas supostamente com boa infraestrutura que devem ser bem aproveitadas para a realização da cidade de 15 minutos e para a construção de habitação de interesse social para a população de baixa renda. Por que esse argumento é falacioso?"

Artigo completo no ESTADÃO

"A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na noite dessa quarta-feira (26/6), em primeiro turno, um projeto de lei que pe...
28/06/2024

"A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na noite dessa quarta-feira (26/6), em primeiro turno, um projeto de lei que permite a instalação de clubes de tiro ao lado de escolas na cidade de São Paulo. O texto ainda precisa ser votado em segundo torno para ser levado à sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

O projeto contraria o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em junho do ano passado, que havia revogado uma série de normas criadas pela gestão Jair Bolsonaro (PL) que facilitava o acesso e a posse de armas e o funcionamento de lojas de armas e clubes e estandes de tiros.

No texto editado pelo governo federal, para as entidades de tiro receberem certif**ado de registro, elas devem estar a uma distância mínima de um quilômetro de estabelecimentos de ensino públicos ou privados.

Mas, no projeto aprovado pelos vereadores, de autoria do vereador Coronel Salles, do PSD (na foto em destaque), ex-comandante-geral da Polícia Militar, o funcionamento desses estabelecimentos na cidade f**a sujeito apenas às regras urbanísticas da cidade, como o Plano Diretor e a Lei de Zoneamento.

A versão original do texto, apresentado pelo vereador à Câmara em março, chegava a trazer um parágrafo único para dizer explicitamente que as restrições de distanciamento a outros tipos de estabelecimento, previstas por Lula, não valeriam na cidade.

Contudo, após discussões com os demais vereadores, o entendimento foi que o parágrafo não tinha necessidade de estar na versão final do projeto, e foi retirado pelo próprio vereador. O Metrópoles tentou contato com o vereador nesta quinta-feira (27/6), sem sucesso. O espaço segue aberto a manifestações.

Em sua justif**ativa formal para apresentação do texto, protocolada na Câmara no fim de março, o coronel destacou que o decreto de Lula “choca-se” com outro decreto, assinado por Bolsonaro, que ainda está vigente, e que destaca que a atribuição para autorizar os clube de tiro cabe às prefeituras."

Artigo completo no site Metrópoles

"A cidade de São Paulo, que, no passado, foi referência em gestão urbana, está sem zoneamento. Como alertei, inclusive n...
19/06/2024

"A cidade de São Paulo, que, no passado, foi referência em gestão urbana, está sem zoneamento. Como alertei, inclusive nesta Folha ("Lei de Zoneamento não é vale-tudo", 15/8/23), a revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, da maneira açodada como foi conduzida pela gestão Ricardo Nunes (MDB) e pela Câmara Municipal, desestruturou o planejamento da metrópole e gerou insegurança jurídica para os empreendedores.

A combinação de sem-vergonhice política com incompetência técnica e prazos irreais, que vigora no Legislativo, gerou a situação. A lei 18.081/2024 que reviu o zoneamento contém tantos erros, contradições e incoerências que os técnicos da Secretaria de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) não sabem, com segurança, as normas de uso e ocupação do solo nem a zona que vale em cada quarteirão. Por consequência, a aprovação dos projetos está lenta e a regulamentação da lei atrasada, pois foi mal redigida e é imprecisa. Os mapas estão errados e em contradição com o texto da lei.

Nunca se viu algo parecido em São Paulo, que concentra 40% do mercado imobiliário do país —e que apoiou o processo esdrúxulo que ocorreu na Câmara, com expectativa de obter vantagens, mas que agora sofre com essa situação.
Não entro no mérito das alterações aprovadas, que contestei no artigo "São Paulo na contramão do futuro" (20/12/23). Várias foram vetadas por Nunes e algumas reabilitadas pela Câmara, com a derrubada de vetos. O imbróglio gerou quatro meses de incertezas. Concentro-me nos equívocos que impedem a aplicação da lei.
Existe conflito entre o texto e o mapa elaborado pelo Legislativo, sem critérios técnicos, para atender interesses. O artigo 2º, inciso II b, estabelece que "não devem ser demarcadas como Zonas de Estruturação Urbana (ZEUs) as quadras (...) localizadas no compartimento geotécnico terra mole e solo compressível da planície aluvial e nas cabeceiras de drenagem, conforme definidas pela Carta Geotécnica". "

Artigo completo na Folha de SP

"A minirrevisão da Lei de Zoneamento iniciada há uma semana na Câmara Municipal de São Paulo deverá confirmar regras que...
18/06/2024

"A minirrevisão da Lei de Zoneamento iniciada há uma semana na Câmara Municipal de São Paulo deverá confirmar regras que favorecem a construção de grandes edifícios em uma região valorizada pelo mercado imobiliário na zona sul da capital paulista.

A segunda e última audiência pública prevista sobre o tema ocorrerá nesta terça-feira (18) no Legislativo paulistano.

Seis meses após ter sido revisada pelos vereadores, a regra que define o que pode ou não ser construído em cada quadra da cidade passa por um ajuste. A principal justif**ativa é a correção do mapa, pois há quadras "em branco" na versão publicada após os vetos realizados pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), afirmou o presidente da Câmara, Milton Leite (União Brasil).

A Folha localizou cinco quadras publicadas sem zoneamento e que deverão ser corrigidas na nova versão do mapa, todas na região do Brooklin, na zona sul. Em ao menos duas delas há empreendimentos imobiliários aprovados pela prefeitura e que podem se valer de uma das regras mais vantajosas da lei, a que permite a construção de edifícios sem limite de altura.

Com a correção do mapa, três das cinco quadras terão confirmadas a sua condição de ZEUP (Zona Eixo de Estruturação da Transformação Urbana Previsto). A regra criada pelo Plano Diretor de 2014, ainda na gestão de Fernando Haddad (PT), prevê edifícios maiores perto de corredores de ônibus e estações de trem e metrô. As vantagens oferecidas têm como meta estimular o mercado a construir moradias onde trabalhadores possuem mais acesso ao transporte público.

Em um dos lotes, onde casas e comércios demolidos deram lugar a um estande de vendas quase pronto, na rua André Ampere, a incorporadora Tegra anuncia um prédio residencial com apartamentos de 260 metros quadrados, quatro suítes e o mesmo número de vagas na garagem.

Um corretor que enviou proposta à reportagem disse que o preço do metro quadrado na região para esse tipo de imóvel chega a R$ 23 mil. A unidade, portanto, custaria quase R$ 6 milhões."

Artigo completo na Folha de São Paulo

"A tragédia no Rio Grande do Sul acordou parte da população que ainda não dava a importância devida à emergência climáti...
10/06/2024

"A tragédia no Rio Grande do Sul acordou parte da população que ainda não dava a importância devida à emergência climática. Uma pesquisa inédita feita pela Hibou na terça-feira e na quarta-feira mostrou como o assunto escalou no ranking das maiores preocupações dos brasileiros.

Abaixo, o percentual dos entrevistados que disseram estar muito preocupados com os seguintes problemas:

Crime e violência : 83%
Meio Ambiente: 75%
​​​​​​​Preço da comida: 71%
Fome e pessoas em situação de rua: 70%
Economia: 66%

A pesquisa on-line foi feita com 1.542 entrevistados acima de 18 anos de idade das classes A, B, C, D e E. A Hibou é uma empresa de pesquisas voltada a clientes corporativos e organizações do terceiro setor."

Coluna de Lauro Jardim, em O Globo

Será que existe aquecimento global?"Caos climático: gráficos mostram que efeitos do aquecimento global estão mais intens...
31/05/2024

Será que existe aquecimento global?

"Caos climático: gráficos mostram que efeitos do aquecimento global estão mais intensos em 2024; entenda

2024 ainda está longe de terminar, mas um conjunto de gráficos atualizados com os dados mais recentes disponíveis gritam que o ano será marcante na trajetória da emergência climática.

Abaixo, nesta reportagem, o g1 reuniu 10 gráficos essenciais para entender a crise do clima. Quatro deles apresentam o cenário deste ano, mostrando como os efeitos do aquecimento global estão ainda mais intensos nos oceanos, na atmosfera e nas camadas de gelo."

Artigo completo no site do G1

"A reunião de ativistas também foi dedicada a organizar grupos de mobilização por região para preparar a  caminhada do “...
31/05/2024

"A reunião de ativistas também foi dedicada a organizar grupos de mobilização por região para preparar a caminhada do “Ocupa Raposo”, evento marcado para 9 de junho, no km18 da rodovia, às 9h.
Realizar uma audiência com o governador Tarcísio de Freitas e prefeitos das cidades envolvidas no projeto Nova Raposo – Cotia, Vargem Grande, Embu das Artes, Osasco e São Paulo - essa foi a principal decisão dos ativistas reunidos no último sábado, no CEU Uirapuru para suspender imediatamente o projeto proposto pelo governo estadual.

Reunião
“Estamos em contato com parlamentares, já solicitamos a participação de representantes do governo estadual, da Secretaria de Parcerias e Infraestrutura, assim como a Agência Reguladora de Transportes, a Artesp, sem nenhum retorno até o momento”, relata Ernesto Maeda, uma das lideranças do movimento, membro do Conselho Participativo Municipal.

Grupo Técnico
Foi feita a apresentação do Grupo Técnico do movimento, mostrando os diversos impactos do projeto, desapropriações, supressão de áreas verdes, clima, entre outros aspectos. Depois, agrupados por regiões, Pinheiros, Cotia e Vargem Grande, bairros do início do Butantã e outros já na divisa, ativistas começaram a organizar suas localidades para fazer uma grande caminhada marcada para o dia 9 de junho, no km.18 da rodovia Raposo Tavares, em frente ao supermercado Barbosa. Panfletagens nos bairros, semáforos entre outras ações estão em andamento para atrair a população que pode ser impactada pela obra 'Nova Raposo, não!', caso ela siga adiante.

Pedágios abusivos
Para Ana Alcantara, uma das lideranças do movimento em Cotia e do coletivo 'MulherAção Cotia', os pedágios, 16 no total, de Vargem Grande até o Butantã, são totalmente abusivos e vão impactar economicamente a população dos municípios vizinhos que utilizam a rodovia diariamente seja para trabalhar em São Paulo, ir ao mercado ou levar os filhos para a escola. “Além disso, o projeto é inconstitucional, porque fere o Estatuto das Cidades previsto na Constituição de 1988, além de ir contra todas as tendências de sustentabilidade no mundo”. "

Artigo completo no site Gazeta de Pinheiros

São Paulo tá fazendo sua parte... para esquentar ainda mais."Abril de 2024 marcou o décimo primeiro mês consecutivo de r...
08/05/2024

São Paulo tá fazendo sua parte... para esquentar ainda mais.

"Abril de 2024 marcou o décimo primeiro mês consecutivo de recordes de calor na Terra, anunciaram cientistas do observatório europeu Copernicus nesta segunda-feira (7). O dado considera a temperatura média do ar do nosso planeta.

Desde junho de 2023, temos registrado um mês mais quente a cada novo período, um dado preocupante que ilustra claramente que vivemos uma emergência climática.

Em um comunicado, Carlo Buontempo, diretor do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S) explicou que o fenômeno climático El Niño atingiu seu pico no início do ano. Por isso, agora as temperaturas da superfície do mar no leste do Pacífico tropical estão voltando às condições neutras. Apesar disso, ele fez um alerta.

Ainda de acordo com o observatório, abril de 2024 foi o abril mais quente já registrado globalmente porque teve uma temperatura média do ar de superfície de 15,03°C, o que equivale a 0,61°C acima da média de abril de 1991-2020 e 0,14°C acima do recorde anterior, em fevereiro de 2016.

Além disso, a temperatura média global nos últimos doze meses (maio de 2023 - abril de 2024) é a mais alta já registrada, 0,73°C acima da média de 1991-2020 e 1,61°C acima da média pré-industrial de 1850-1900.

Recordes no oceano

Nos mares, a situação também continua preocupante. Segundo o observatório europeu, a temperatura média da superfície do mar global para abril atingiu 21,04°C, o maior valor registrado para o mês.

Este é o décimo terceiro mês consecutivo em que a temperatura da superfície do mar tem sido a mais quente nos registros de dados do Copernicus para o respectivo mês do ano."

Artigo completo no site do G1

GENTRIFICAÇÃO, ao vivo e a cores"Há anos, a verticalização evidente no entorno de estações de metrô e corredores de ônib...
07/05/2024

GENTRIFICAÇÃO, ao vivo e a cores

"Há anos, a verticalização evidente no entorno de estações de metrô e corredores de ônibus tem sido apontada como um dos resultados mais evidentes do Plano Diretor de São Paulo,de 2014. Um estudo da USP e o diagnóstico elaborado pela Prefeitura identif**aram, entretanto, que a transformação é majoritariamente restrita a bairros de classes média e alta e com empreendimentos voltados para o mesmo público, enquanto pouco avança nas estações de transporte próximas da periferia.

Para aumentar a população nas proximidades das áreas mais bem servidas de transporte e reduzir os deslocamentos longos, o Plano Diretor impulsionou a criação das Zonas Eixo de Estruturação e Transformação Urbana (ZEUs), que abrangem quadras nas proximidades das estações e corredores prontos ou em implantação (como é no entorno da Linha 7-Laranja, por exemplo). Há incentivos diversos para empreendimentos nesses locais quando dentro de padrões urbanísticos. No caso de comércio no térreo, por exemplo, não é contabilizado na área construída quando corresponde até 50% da área total, sem pagamento de taxa.

A proposta aumentou de 12% do total (de 2014 a 2016) para 44%(2019 e 2020) o número de imóveis lançados nesses locais, segundo dados foram levantados pelos engenheiros e arquitetos Carlos Henrique Yui Morello, Gabriel Kiyoshi Wadamori Lima, Lucas Fabri de Araújo e Fernando Shikô Toma, com orientação do professor João Meyer, da USP.

Um dos principais distritos visados é Pinheiros, na zona oeste, cuja multiplicação de canteiros de obras tem gerado críticas por uma parcela dos moradores e comerciantes. Coordenadora do movimento Pró-Pinheiros, a publicitária Rosanne Brancatelli, de 59 anos, chama de uma “destruição da paisagem”, por envolver a demolição de casas e predinhos.

“Os problemas para o futuro serão enormes”, comenta ao citar um possível aumento no trânsito e demanda por infraestrutura de saneamento. “Não tem um plano. São prédios imensos em ruas estreitas. Uma vez construídos ninguém vai destruir.” "

Artigo completo no Estadão

"O projeto do governo de São Paulo para privatizar e alargar o trecho urbano da rodovia Raposo Tavares, hoje sob adminis...
06/05/2024

"O projeto do governo de São Paulo para privatizar e alargar o trecho urbano da rodovia Raposo Tavares, hoje sob administração estadual, prevê a construção de pistas, viadutos e alças de acesso em áreas onde hoje estão casas, empresas, vegetação e zonas de proteção ambiental.

O que aconteceu

Impacto estimado é de 1 milhão de m² de áreas desapropriadas. Os cálculos foram feitos pelo grupo técnico formado por engenheiros e outros especialistas do "Movimento Nova Raposo, Não", formado por 90 associações de moradores, empresas da região e coletivos ambientais contrários às mudanças, e consideram áreas que serão diretamente atingidas pelas obras.

A concessão inclui quatro rodovias e a assinatura do contrato deve ocorrer em 2025. O objetivo, segundo a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), é melhorar o trânsito na chegada à capital paulista

Moradores reclamam de falta de diálogo e transparência. Eles contam que f**aram sabendo da proposta pela imprensa, depois que duas audiências públicas já tinham sido realizadas. O prazo da consulta pública para oferecer sugestões também já foi encerrado. A deputada estadual Marina Helou (Rede) protocolou representação no Ministério Público de São Paulo pedindo a paralisação do plano até que haja ampla participação popular e reformulação dele."

Artigo completo no Portal UOL

"O Instituto Butantan planeja ampliar suas instalações. Para isso, contratou por meio de sua fundação um escritório de a...
03/05/2024

"O Instituto Butantan planeja ampliar suas instalações. Para isso, contratou por meio de sua fundação um escritório de arquitetura que tem como dono o presidente do órgão estadual de defesa do patrimônio histórico.

Como o prédio do Butantan é um bem tombado desde 1981, qualquer mudança física precisa ser autorizada exatamente por este órgão estadual.

Em 2018, o instituto assinou contrato de R$ 1,5 milhão com a empresa FGGN Arquitetos, de Carlos Augusto Mattei Faggin, professor aposentado da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), e presidente do Condephatt (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico), ligado à secretaria estadual de Cultura.

A informação foi divulgada pela TV Globo e confirmada pela Folha.
A contratação previa serviço de consultoria para a revisão do Plano Diretor do Instituto Butantan, que incluiu as diretrizes de preservação do local histórico diante da necessidade de ampliação de suas instalações para a receber uma nova fábrica de vacinas.

O documento foi entregue pela empresa em novembro de 2021 após processo de contratação com dispensa de seleção de fornecedores pela Fundação Butantan.
Cerca de um ano antes, o Butantan iniciou a produção da vacina Coronavac contra a Covid-19 em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Qualquer alteração física no Butantan deve ser submetida à votação do Condephatt, por constar na lista de bens tombados, O projeto da FGGN Arquitetos foi aprovado em 2021, segundo a secretaria de Cultura. Na ocasião, Faggin ocupava a presidência do órgão.

Questionada, a secretaria informou que não há impedimento legal na prestação de serviços por parte dos conselheiros como pessoa física ou por meio de empresas, e que têm autonomia para elaborar pareceres técnicos. Quando há um projeto em discussão de interesse direto dos participantes do Condephatt, o envolvido deve se abster dos debates e seu voto não é computado "para que não haja qualquer possibilidade de interferência", segundo nota oficial."

Artigo completo na Folha de São Paulo

"A Prefeitura de São Paulo entregou na última terça-feira (30) a primeira fase de obras de requalif**ação da avenida San...
03/05/2024

"A Prefeitura de São Paulo entregou na última terça-feira (30) a primeira fase de obras de requalif**ação da avenida Santo Amaro. Porém, mesmo com os trabalhos incompletos, a gestão Ricardo Nunes (MDB) espalhou faixas e avisos eletrônicos pela cidade exaltando que a via da zona sul da Capital “tá pronta”.

Faixas na avenida Brasil e na avenida Brigadeiro Luís Antônio, por exemplo, afirmam: "Tá pronta! Uma nova Santo Amaro mais segura e mais moderna", com o logotipo da Prefeitura de São Paulo. Painéis eletrônicos da rua República do Líbano e da avenida 23 de Maio também traziam nesta quinta-feira mensagens semelhantes.

“Bem estranha essa faixa, de cunho eleitoral, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, recém recapeada, mas ainda sem sinalização horizontal e com faixa de pedestres apagada”, escreveu o urbanista Nabil Bonduki, responsável pela criação do atual Plano Diretor de São Paulo, que passou por atualização no ano passado.

“Anuncia o término das obras da avenida Santo Amaro, que ainda estão em andamento. Gastando recursos públicos e poluindo a cidade para divulgar uma fake news”, completou ele.

Na terça, a gestão Nunes anunciou a entrega dos trabalhos na avenida no trecho de quase um quilômetro entre a rua Afonso Braz e a avenida Juscelino Kubitschek.

Trabalho inacabado

Na terça-feira (30), por exemplo, havia na avenida Santo Amaro travessias de pedestres sem faixas pintadas no asfalto, falta de bocas de lobo e desnível entre a calçada nova e a entrada dos imóveis.

A própria administração municipal afirmou na terça que as obras eram referentes apenas à primeira fase dos trabalhos.

“A Prefeitura de São Paulo entregou nesta terça-feira (30) a primeira fase das obras de requalif**ação da Avenida Santo Amaro, no trecho compreendido entre a Avenida Juscelino Kubitschek e a Rua Afonso Braz”, disse, em nota.

Em outra nota, a secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras informou que as correções serão iniciadas imediatamente pelo consórcio contratado para as obras.

A pasta também disse que há necessidade de ajustes em detalhes no acabamento durante vistoria realizada na última segunda-feira (29)."

Artigo completo na Gazeta de S.Paulo

Endereço

Avenida Brigadeiro Faria Lima 1826 Cj 302
São Paulo, SP
01451000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Movimento Defenda São Paulo posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Movimento Defenda São Paulo

Defenda, como é mais conhecido, é uma associação que desde 1983 congrega associações de bairros para promover, proteger, preservar e conservar a qualidade de vida no ambiente urbano. Tem um longo histórico de lutas em defesa do meio ambiente urbano, especialmente quanto aos bens públicos, à ordem urbanística, ao patrimônio histórico e artístico e dos interesses difusos da coletividade. O Defenda foi legalmente constituído como associação civil de direito privado sem fins lucrativos em 5 de julho de 1993, mas começou a atuar informalmente em 1983.