12/05/2026
Boa noite! Como vai?
Por aqui, a gente tá sempre de olho nos DEPOIMENTOS enviados pelas(os) voluntárias(os) após as atuações nas instituições parceiras.
Desta vez, a Ana Clara, integrante voluntária do CantoRia (elenco de música e acolhimento) comentou sobre uma atuação no mês de abril na Casa de Acolhida Isabel Soler (instituição de longa permanência de pessoas 60+), em Mauá-SP.
Ela disse:
"Fazer parte do CantoRia é uma alegria sem explicação, só vivendo pra entender. A gente sempre sai das atuações com uma sensação de coração preenchido, tanto pela música (porque literalmente, cantar espanta qualquer mal) mas também pelo carinho que recebemos dos idosos. Nessa, em especial, estávamos bastante “afinados”, e mesmo sendo muito distante, senti todos os colegas muito inteiros, realizados e até emocionados ao final.
Uma das senhoras com quem eu conversei elogiou nosso coral e depois me disse que adorava dançar, mas que sentia muitas dores, nas pernas e no corpo todo. Eu disse pra ela, “a senhora podia cantar com a gente, dizem que quem canta seus males espanta!” Na hora do forró, ela se levantou sozinha e dançou. A Clara (integrante do elenco) foi dançar com ela.
Um senhor fez um pedido para o Lucas (integrante do elenco), para que tocasse Luiz Gonzaga. “Vida de viajante” não estava no nosso repertório do dia, porque estamos ajustando essa música, mas, improvisamos e cantamos no intervalo pra ele, que ficou tão feliz, que até beijou a mão do Lucas!
Esse mesmo senhor me disse que é cearense e vai ser prefeito de Fortaleza e me pediu Menino da Porteira (estou colocando aqui pra entrar na lista! Hehe)."
Agradecemos o depoimento da Ana Clara e o engajamento de todo o elenco!
Viva a Arte pela Vida! Viva bons encontros!