Instituto 17

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O i17 é uma instituição brasileira, sem fins lucrativo, criada para viabilizar a difusão dos objetivos do desenvolvimento sustentável e propor soluções de forma integrada às questões relacionadas com a economia circular, defesa do meio ambiente.

A ação climática vai destruir empregos? A resposta é NÃO. Embora haja criação líquida de empregos em nível global, a tra...
07/08/2026

A ação climática vai destruir empregos? A resposta é NÃO. Embora haja criação líquida de empregos em nível global, a transição também provoca perdas relevantes em setores específicos e isso exige atenção urgente.

Quando falamos de ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico) atrelado à transição energética, os dados globais são, em geral, otimistas. A Agência Internacional de Energia (AIE) projeta a criação de cerca de 14 milhões de novos postos de trabalho em energia limpa até 2030, em um cenário em que aproximadamente 5 milhões de vagas podem ser perdidas na indústria de combustíveis fósseis.

O grande desafio, no entanto, não é a quantidade de empregos, mas onde e para quem eles serão criados.

A transição esbarra em graves desalinhamentos. A mina de carvão que fecha não se transforma magicamente em um polo de energia eólica no dia seguinte com os mesmos funcionários. Comunidades inteiras que dependem da economia fóssil correm o risco de colapso se os governos oferecerem apenas "auxílio-desemprego" em vez de requalif**ação técnica e atração de novas indústrias.

A história já provou isso: enquanto a região do Ruhr (Alemanha) fez uma transição bem-sucedida do carvão para a tecnologia investindo em educação, regiões ex-carvoeiras do Reino Unido ainda amargam baixos salários por falta de planejamento estrutural de longo prazo.

Arraste para o lado 👉 e entenda por que a requalif**ação profissional e o planejamento regional são o coração da Transição Energética Justa.

Você acha que o Brasil está preparando os profissionais de hoje para a economia verde de amanhã? Deixe sua visão nos comentários! 👇

Você já teve a impressão de que os efeitos do El Niño estão cada vez mais severos? A ciência explica esse fenômeno.O El ...
10/07/2026

Você já teve a impressão de que os efeitos do El Niño estão cada vez mais severos? A ciência explica esse fenômeno.

O El Niño é um evento climático natural, caracterizado pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. O que mudou não foi o fenômeno em si, mas o contexto em que ele ocorre. Hoje, o El Niño acontece em um planeta já aquecido pelo aumento da concentração de gases de efeito estufa, resultado principalmente da queima de combustíveis fósseis, do desmatamento e de outras atividades humanas.

Esse aquecimento adicional aumenta a probabilidade e a intensidade de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas prolongadas, chuvas intensas e inundações. Em outras palavras, um fenômeno natural passa a atuar sobre um sistema climático que já está desequilibrado.

Os impactos vão muito além das altas temperaturas. Eventos extremos comprometem a segurança hídrica e alimentar, afetam a produção agrícola, pressionam a infraestrutura, geram prejuízos econômicos e colocam em risco a saúde da população. No Brasil, por exemplo, ondas de calor têm sido associadas ao aumento de internações e óbitos, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.

Por isso, enfrentar as mudanças climáticas exige uma abordagem ampla. É fundamental reduzir as emissões de gases de efeito estufa, acelerar a transição para fontes de energia de baixa emissão, ampliar soluções como o aproveitamento energético de resíduos, fortalecer políticas públicas e preparar cidades e sistemas produtivos para um clima cada vez mais extremo.

Para o Instituto 17, compreender a relação entre fenômenos naturais como o El Niño e as mudanças climáticas é essencial para construir soluções capazes de aumentar a resiliência da sociedade e acelerar a transição para um futuro mais sustentável.

Para encerrar nossa missão técnica no estado de São Paulo, a equipe do Instituto 17 e os parceiros Amplum Biogás, PSR, P...
03/07/2026

Para encerrar nossa missão técnica no estado de São Paulo, a equipe do Instituto 17 e os parceiros Amplum Biogás, PSR, PIPELINEBRAZIL e Simpipe participaram do I Fórum Paulista de Biogás, realizado em Campinas (SP). Temos muito orgulho em atuar como apoiadores deste evento, uma iniciativa promovida pelo Centro Paulista de Estudos em Biogás e Bioprodutos (CP2b) em parceria com o NIPE da Unicamp.

Para que a transição energética saia do papel, a tecnologia precisa estar alinhada à regulação e ao mercado. O fórum cumpriu exatamente esse papel ao reunir representantes do setor público, universidades, pesquisadores, indústria e as principais organizações da cadeia produtiva. Os debates foram ricos e focados na implementação, passando por novas oportunidades de negócios com biogás e biometano, gargalos tecnológicos e de financiamento, a importância dos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, bem como as políticas públicas necessárias para acelerar o desenvolvimento do setor no Brasil.

Encerramos esta rodada de visitas e eventos com uma bagagem técnica valiosa, que será diretamente aplicada nos estudos do consórcio para o estado de São Paulo.

A missão faz parte do projeto "Cadeia de Valor do Biometano em São Paulo, Brasil", iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (SEMIL-SP) e do Swedfund. Liderado pelo Instituto 17, o consórcio conta com a Biogás, , e parceria da . O objetivo é desenvolver estudos técnicos, econômicos e estratégicos para estruturar o mercado de biometano no estado, englobando desde a logística dutoviária até a valorização do digestato como fertilizante orgânico.

Dando continuidade à nossa missão técnica no interior paulista, a equipe do Instituto 17, junto com a Amplum Biogás, PSR...
02/07/2026

Dando continuidade à nossa missão técnica no interior paulista, a equipe do Instituto 17, junto com a Amplum Biogás, PSR, PIPELINEBRAZIL e Simpipe, desembarcou em Paulínia (SP) para visitar a OneBio, uma joint venture entre a Orizon e a Edge.

Se queremos ampliar a participação do biometano na oferta de gás e reduzir a dependência do gás natural fóssil, precisamos garantir infraestrutura compatível e do cumprimento dos requisitos técnicos e regulatórios que asseguram a qualidade do combustível. Foi exatamente isso que observamos na prática, ao conhecer a planta de produção e os detalhes da conexão com a rede de distribuição da Comgás.

Nossas discussões técnicas focaram em pontos estratégicos para o setor, abordando os requisitos rigorosos de qualidade do gás renovável, os desafios de integração e infraestrutura de escoamento, além das perspectivas para a expansão do mercado de biometano e a valorização de ativos ambientais. A transição energética exige integração contínua entre os diferentes elos da cadeia, especialmente quem produz e quem distribui o combustível, reguladores e consumidores.

Confira as fotos deste segundo dia de missão! 👉

A missão faz parte do projeto "Cadeia de Valor do Biometano em São Paulo, Brasil", iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (SEMIL-SP) e do Swedfund. Liderado pelo Instituto 17, o consórcio conta com a Biogás, , e parceria da . O objetivo é desenvolver estudos técnicos, econômicos e estratégicos para estruturar o mercado de biometano no estado, englobando desde a logística dutoviária até a valorização do digestato como fertilizante orgânico.

Recentemente, a equipe do Instituto 17, ao lado dos parceiros Amplum Biogás, PSR, PIPELINEBRAZIL e Simpipe, deu início a...
01/07/2026

Recentemente, a equipe do Instituto 17, ao lado dos parceiros Amplum Biogás, PSR, PIPELINEBRAZIL e Simpipe, deu início a uma importante missão técnica no estado de São Paulo para mapear os gargalos e as oportunidades do mercado de gás renovável.

Nossa primeira parada foi em Narandiba (SP), onde visitamos a unidade de produção de biometano da Cocal. Durante a visita, acompanhamos um exemplo de aproveitamento de resíduos do processamento da cana-de-açúcar em sistemas de biodigestão, o tratamento e refino do biogás para a produção de biometano, além da infraestrutura de conexão à rede de gás operada pela Necta.

Essa imersão foi fundamental para compreender os desafios técnicos, operacionais e regulatórios envolvidos na injeção do biometano na rede de distribuição, uma etapa crucial para ampliar a participação do biometano na matriz energética do país.

Arraste para o lado e confira os registros dessa visita! 👉

A missão faz parte do projeto "Cadeia de Valor do Biometano em São Paulo, Brasil", iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (SEMIL-SP) e do Swedfund. Liderado pelo Instituto 17, o consórcio conta com a Biogás, , e parceria da . O objetivo é desenvolver estudos técnicos, econômicos e estratégicos para estruturar o mercado de biometano no estado, englobando desde a logística dutoviária até a valorização do digestato como fertilizante orgânico.

Necta Biogás Sustentabilidade EnergiaLimpa Agroindústria

O Brasil vai cumprir o que prometeu ao clima? Os números mostram que a nossa lição de casa precisa ir muito além do óbvi...
16/06/2026

O Brasil vai cumprir o que prometeu ao clima? Os números mostram que a nossa lição de casa precisa ir muito além do óbvio.

Segundo os dados mais recentes do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), o Brasil reduziu o desmatamento na Amazônia, mas ainda enfrenta dificuldades para alinhar suas emissões às metas climáticas estabelecidas para esta década.

Por que isso acontece? Porque o nosso perfil de emissões é complexo. Diferente de países europeus, a nossa principal fonte de CO₂ não é apenas a indústria, mas o uso da terra (42%) e a agropecuária (29%).

Isso signif**a que zerar o desmatamento ilegal é fundamental, mas não é mais suficiente. Precisamos de uma verdadeira transformação em todos os setores: desde a modernização e adoção de práticas sustentáveis na agropecuária (que tem potencial relevante de reduzir e compensar parte de suas emissões), até a aceleração da regularização fundiária na Amazônia, onde a grilagem em terras públicas impulsiona a destruição.

Além disso, enfrentamos um inimigo que frequentemente f**a de fora da conta oficial: o fogo. As queimadas aumentaram nos últimos anos e contribuem signif**ativamente para as emissões, especialmente quando associadas ao desmatamento, ampliando o impacto climático.

Arraste para o lado 👉 e confira o raio-x completo do cenário climático brasileiro.

O Instituto 17 acredita que o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) só será atingido com políticas públicas baseadas em dados e transição econômica justa.

Amazônia TransiçãoJusta SEEG AgroSustentavel MudançasClimaticas AcordoDeParis MeioAmbiente

O Instituto 17 continua realizando as oficinas de Capacitação em Manejo de Resíduos da Produção Animal (MRPA), fortalece...
10/06/2026

O Instituto 17 continua realizando as oficinas de Capacitação em Manejo de Resíduos da Produção Animal (MRPA), fortalecendo a capacidade técnica dos Grupos Gestores Estaduais (GGEs) do Plano ABC+ e apoiando estratégias de mitigação das mudanças climáticas no setor agropecuário.

Recentemente, nossa equipe esteve no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso do Sul para apresentar e discutir dados atualizados sobre o manejo de resíduos da suinocultura e de bovinos de corte confinados. Os workshops abordaram os impactos das emissões do manejo dos dejetos e as oportunidades de aproveitamento energético por meio da produção de biogás.

Os resultados mapearam:

➡️ o sistema de manejo dos dejetos adotado nas propriedades;
➡️ os estabelecimentos com biodigestores em operação e as emissões evitadas associadas à biodigestão;
➡️ os estabelecimentos com viabilidade técnica e econômica para expandir o tratamento de dejetos e o aproveitamento energético.

Essas informações permitem estimar volumes de resíduos gerados, localizar onde estão as emissões e identif**ar onde a expansão do biogás é viável. São dados essenciais para que gestores estaduais construam as metas do Plano ABC+ com base territorial.

Em breve publicaremos os resultados completos das duas oficinas.

Os workshops foram realizados em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Embrapa Suínos e Aves, com apoio da Coalizão Clima e Ar Limpo.

MudançasClimáticas Metano AgropecuáriaSustentável Bioenergia Sustentabilidade Descarbonização EconomiaDeBaixoCarbono

De Cambridge para o centro do debate sobre o futuro da economia global. 🌍Hoje, o Instituto 17 participa do Sustainable D...
27/05/2026

De Cambridge para o centro do debate sobre o futuro da economia global. 🌍

Hoje, o Instituto 17 participa do Sustainable Development Forum – Cambridge Edition 2026, levando a perspectiva do Sul Global para uma discussão urgente: como transformar a economia circular em um modelo sistêmico, escalável e competitivo.

Nosso fundador, Alessandro Sanches Pereira, integra o painel sobre transformação sistêmica da economia circular ao lado de lideranças internacionais, reforçando que sustentabilidade já não é uma pauta paralela — é estratégia econômica, industrial e climática.

Cambridge Descarbonização AçãoClimática

A Transition Away Conference reuniu recentemente, em Santa Marta, representantes de cerca de 60 países para discutir cam...
25/05/2026

A Transition Away Conference reuniu recentemente, em Santa Marta, representantes de cerca de 60 países para discutir caminhos concretos para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis.

O Instituto 17 esteve presente no encontro, representado por Maria Fernanda Gómez, líder do i17 na Colômbia .co

O evento mostrou que a transição energética deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ocupar o centro das discussões econômicas, industriais e geopolíticas.

Entre os principais destaques do encontro:

🌱 Ampla participação internacional
Representantes da academia, governos, parlamentares, organizações sociais, lideranças indígenas e instituições científ**as participaram do debate.

🔬 Ciência como base para decisões
Um dos avanços foi a formalização de um painel científico internacional para apoiar decisões climáticas com base em evidências técnicas.

⚠️ O maior desafio continua sendo a implementação
Muito se falou sobre tecnologias, transformação industrial e financiamento climático, mas ainda faltam mecanismos concretos e vinculantes para acelerar a transição.

💰 O verdadeiro gargalo é o financiamento
Em muitos casos, o planejamento já existe. O desafio agora é transformar metas e discursos em execução real.

Como explicou Maria Fernanda Gómez: “o desafio já não é imaginar a transição, mas executá-la.”

É justamente nesse cenário que soluções já consolidadas em países como o Brasil — como biogás e biometano — podem ajudar a América Latina a avançar da ambição climática para a implementação concreta.

A Colômbia ocupa hoje uma posição estratégica nesse debate: amplia seu protagonismo internacional enquanto ainda enfrenta desafios relacionados à dependência dos combustíveis fósseis e à segurança energética.

A transição energética já começou. O que está em disputa agora é a velocidade da implementação.

Biogás Instituto17 EnergiasRenováveis

Você já teve a sensação de que o calor é muito pior no seu bairro do que no centro da cidade? A ciência acaba de provar ...
19/05/2026

Você já teve a sensação de que o calor é muito pior no seu bairro do que no centro da cidade? A ciência acaba de provar que você tem razão.

Quando o planejamento urbano prioriza apenas o concreto e ignora a natureza, quem paga a conta é a população das periferias. Um estudo recente da USP (FFLCH) mapeou os microclimas da cidade de São Paulo e revelou uma realidade dura: a diferença de temperatura entre um bairro nobre e arborizado (Jardim Paulista) e um bairro periférico (Vila Jacuí) chega a 8,8 °C no verão.

Viver em casas que funcionam como verdadeiros "fornos urbanos" agrava problemas cardíacos e respiratórios, transformando o planejamento urbano excludente em uma grave questão de saúde pública. Além disso, lares mais quentes demandam mais energia para refrigeração, aprofundando a pobreza energética.

O que esses dados deixam claro é que o calor extremo nas cidades não é apenas um fenômeno climático. É, também, uma expressão direta da desigualdade urbana.

É aqui que o clima e o ODS 11 se encontram: cidades mais sustentáveis são, necessariamente, cidades mais justas e resilientes ao aquecimento.

Arraste para o lado 👉 e entenda a conexão entre o ODS 11 (Cidades Sustentáveis) e o combate à desigualdade social.

O Instituto 17 defende que arborização e agricultura urbana não são luxo, são infraestrutura básica de resiliência climática. 🌳⚡

Como é a presença de árvores e praças no bairro onde você mora? Conta pra gente nos comentários! 👇

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