Associação Cidade Escola Aprendiz

Associação Cidade Escola Aprendiz Desde 1997, a Associação Cidade Escola Aprendiz atua na agenda da educação integral, cidades educadoras, educação e direitos humanos, e comunicação.

A Cidade Escola Aprendiz é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que há 25 anos contribui para o desenvolvimento dos sujeitos e suas comunidades por meio da promoção de experiências e políticas públicas orientadas por uma perspectiva integral de educação. Estruturada em Programas que atuam em diversas cidades do país, a Cidade Escola Aprendiz pesquisa e desenvolve conteúd

os metodológicos, dissemina experiências nacionais e internacionais, realiza formações para gestores, educadores e liderança sociais, e contribui para a modelagem e implementação de políticas públicas. Hoje, o Aprendiz é responsável pelo desenvolvimento dos programas Aluno Presente, Centro de Referências de Educação Integral, Educação e Território e projetos de Comunicação para o Desenvolvimento.

Givânia Maria da Silva (), Conselheira do Conselho Nacional de Educação (CNE) e co-fundadora do Coletivo Nacional de Edu...
11/08/2026

Givânia Maria da Silva (), Conselheira do Conselho Nacional de Educação (CNE) e co-fundadora do Coletivo Nacional de Educação da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (), é a próxima convidada da Hora do Intervalo!

A especialista vai detalhar os Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Integral em Tempo Integral, documento formulado pelo CNE que traz orientações que devem servir como referência para instituições de ensino que ofertam Educação Integral em Tempo Integral, estabelecendo parâmetros padronizados nacionalmente para escolas e redes.

Há critérios para o planejamento, a implementação, o monitoramento, a avaliação e a autoavaliação das práticas pedagógicas e de gestão de escolas públicas e privadas de Educação Integral em tempo integral.

A live acontece nesta quinta-feira, 13 de agosto, a partir das 16h (horário de Brasília), pelo perfil no Instagram do Centro de Referências em Educação Integral. Mande suas dúvidas no chat!

Leia mais no link que está na bio ou acesse educacaointegral.org.br

No Dia do Estudante, falar sobre o direito de aprender também é falar sobre quem consegue permanecer, pertencer e ter su...
11/08/2026

No Dia do Estudante, falar sobre o direito de aprender também é falar sobre quem consegue permanecer, pertencer e ter suas trajetórias reconhecidas dentro da escola.

O racismo estrutural presente no ambiente escolar silencia trajetórias, interrompe potências e prejudica quem tem o direito de permanecer estudando.

Quando a cor da pele de uma criança ou adolescente interfere em seu processo de aprendizagem ou em seu sentimento de pertencimento, limitam-se seus horizontes de futuro e aprofundam-se as desigualdades sociais do nosso país.

Para contribuir com a transformação dessa realidade, a Cidade Escola Aprendiz criou o projeto Formação em Educação Integral Antirracista, aprovado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONDECA).

A iniciativa tem como objetivo fortalecer secretarias e gestores escolares, atuando nas redes municipais de São Paulo, Paulínia e Ilhabela.

Ao apoiar este projeto, sua empresa contribui para fortalecer o Direito à Educação e romper ciclos de exclusão que atingem historicamente populações vulnerabilizadas, em especial crianças e adolescentes negros, quilombolas e indígenas.

Saiba mais sobre essa e outras possibilidades de investimento com a Cidade Escola Aprendiz em 2026 em:
https://go.aprendiz.org.br/1OBWYP

10/08/2026

Mais de 160 casos de trabalho infantil foram identificados somente na região do M’Boi Mirim, entre janeiro e setembro de 2025, segundo dados do CREAS M’Boi Mirim.

Neste vídeo, Propercio Rezende chama atenção para a importância de questionar práticas historicamente aceitas pela sociedade e de compreender o trabalho infantil como uma violação de direitos.

É nesse território que a Cidade Escola Aprendiz, em parceria com a Sociedade Santos Mártires, apresenta o Infância Livre, uma oportunidade de investimento via FUMCAD que será realizada no Jardim Ângela (SP).

A iniciativa enfrentará uma das formas mais invisibilizadas de violação de direitos: o trabalho infantil doméstico, com foco na proteção de meninas negras de 10 a 17 anos. Por meio de oficinas de educomunicação para adolescentes, mutirões de mobilização comunitária, campanhas de mídia advocacy e incidência em fóruns de políticas públicas, atuando para desnaturalizar essa exploração.

Vamos juntos nessa transformação?

Saiba mais sobre essa e outras possibilidades de investimento para 2026 em:

https://go.aprendiz.org.br/nPXkYO

As redes de ensino têm até 31 de outubro para revisar ou elaborar suas próprias políticas locais de Educação Integral em...
10/08/2026

As redes de ensino têm até 31 de outubro para revisar ou elaborar suas próprias políticas locais de Educação Integral em Tempo Integral.

O prazo vale para quem aderiu ao Programa Escola em Tempo Integral, bem como para todas as demais redes de ensino.

Reunimos perguntas e respostas sobre a política local e o Plano de Expansão da Educação Integral. Confira algumas a seguir:

1) O que é a política local de Educação Integral em Tempo Integral?

É o conjunto de diretrizes, decisões e ações formulado e implementado por uma rede de ensino para organizar a Educação Integral no seu território. Deve estar alinhada às Diretrizes Operacionais Nacionais da Educação Integral em Tempo Integral.

Entre outros pontos, define o que se entende por Educação Integral e como oferecê-la. Seu principal objetivo é alinhar a política nacional às realidades locais.

2) Quais leis, normas e resoluções devem orientar as políticas locais de Educação Integral e tempo integral?

A principal é a Resolução CNE/CEB nº 7/2025, que estabelece as Diretrizes Operacionais Nacionais para a Educação Integral em Tempo Integral na Educação Básica. Ela orienta as redes na implantação, acompanhamento e avaliação da Educação Integral.

3) Quem deve construir a política de Educação Integral e Tempo Integral a ser adotada pelas escolas?

A iniciativa deve partir da Secretaria de Educação. Mas precisa envolver escolas, famílias, a comunidade, Conselhos de Educação e agentes de outras políticas públicas, como Saúde, Assistência Social, Esporte, Cultura e Moradia, a fim de que todas as pessoas possam se responsabilizar pelo desenvolvimento integral das crianças e adolescentes do território.

Confira as demais perguntas e respostas no link que está na bio ou acesse educacaointegral.org.br

A formação docente precisa ser fortalecida e coerente com princípios da Educação Integral para avançar nos objetivos do ...
09/08/2026

A formação docente precisa ser fortalecida e coerente com princípios da Educação Integral para avançar nos objetivos do PNE, avaliam especialistas.

✅ Sintonizar a formação docente com o desenvolvimento integral desejado para os estudantes na Educação Integral é um caminho apontado por especialistas.

⛔ Para avançar, é preciso enxergar os professores como sujeitos integrais, além de garantir condições para reflexão e participação na formação.

🔎 O PNE determina que a formação inicial e continuada dos professores deverá contemplar a Educação Integral de forma articulada e permanente.

“A formação demanda profissionais que se valorizem, desenvolvam autonomia para elaboração de propostas e construam análises, avaliações e decisões coletivamente, vivendo no cotidiano [da escola] uma gestão democrática prática e participativa.”, afirma Tereza Perez, diretora-presidente da Roda Educativa ().

Para Maria Thereza Marcílio, presidente da Avante Educação e Mobilização Social (.osc), “a formação docente tem que ser dada no cotidiano da escola. Ter uma hora específica para refletir sobre o que fazem, para trocar ideias uns com os outros, para ajustar os conteúdos e para elaborar, de forma que a escola seja uma uma comunidade, que reúne saberes vários e que atende a este sujeito integral”.

Leia mais no link que está na bio ou acesse educacaointegral.org.br

08/08/2026

Há exatos 29 anos, a Cidade Escola Aprendiz nasceu de uma pergunta que continua atual: como fazer com que o Direito à Educação seja uma causa capaz de mobilizar toda a sociedade?

Uma Educação que garanta o desenvolvimento das pessoas em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural.

Foi com a experiência do Bairro-Escola que compreendemos que a Educação acontece ao longo de toda a vida e se constrói em diferentes espaços, tempos e relações. E que, embora seja o centro da garantia desse direito, a escola só é capaz de concretizá-lo quando dialoga direta e profundamente com os territórios, as comunidades e as políticas públicas.

Desde então, transformamos experiências em conhecimento, metodologias e incidência para fortalecer a Educação de qualidade que buscamos: a Educação Integral.
Garantir esse direito vai muito além de assegurar uma matrícula. É preciso criar condições para que crianças, adolescentes e jovens acessem, permaneçam, aprendam, participem e se desenvolvam plenamente, enfrentando as desigualdades raciais, sociais, territoriais e climáticas que atravessam suas trajetórias.

É essa convicção que orienta nosso trabalho há 29 anos. E é ela que seguirá nos guiando ao longo dos próximos.

Agradecemos a todos os colaboradores, organizações, educadores, gestores públicos, lideranças comunitárias, financiadores e parceiros que construíram e constroem essa história conosco.

Seguimos juntos nessa tarefa coletiva de garantir o Direito à Educação Integral!

A ampliação da jornada escolar é fundamental para garantir mais direitos aos estudantes, como alimentação de qualidade, ...
07/08/2026

A ampliação da jornada escolar é fundamental para garantir mais direitos aos estudantes, como alimentação de qualidade, aprendizagens, acesso à cultura, arte, esportes e lazer. Mas para que esse tempo a mais na escola seja significativo, é fundamental que uma série de condições sejam garantidas. Do contrário, o tempo integral pode não promover mais direitos.

É o que explicaram os especialistas em Educação Integral Daniel Cara (), Jaqueline Moll (), Julia Dietrich () e Valdoir Wathier (), presentes no colóquio “Mais tempo, mais direitos? Desafios da Educação Integral no novo PNE”, que aconteceu nesta terça-feira, 4 de agosto, na Universidade de São Paulo (USP), realizado pelo Estudos em Direito à Educação, Economia e Políticas Educacionais ().

“O Estado pode não criar condições adequadas para o tempo integral acontecer. E não se olha para isso e já se avalia se o estudante está dando resultado de aprendizagem”, observou Valdoir Wathier, Diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).

Ele citou um exemplo recorrente pelo Brasil, quando avaliações mostram que estudantes negros têm um desempenho inferior aos brancos. “Se acredito que todo mundo tem a mesma capacidade de aprender e os estudantes negros estão aprendendo menos, então tenho que questionar quais são as condições de aprendizagem que são dadas a eles”, afirmou.

Leia mais no link que está na bio ou acesse educacaointegral.org.br

O trabalho infantil continua sendo uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes no Brasil, comprometendo ...
07/08/2026

O trabalho infantil continua sendo uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes no Brasil, comprometendo trajetórias e direitos fundamentais como Educação, convivência familiar, lazer e proteção integral.

Para enfrentar esse desafio, a Cidade Escola Aprendiz desenvolve iniciativas que atuam em diferentes frentes: da mobilização social à produção de conhecimento, da incidência política ao fortalecimento de territórios e comunidades.

Neste carrossel, apresentamos três projetos voltados ao enfrentamento do trabalho infantil, que podem ser financiados por meio de leis de incetivo:

• Infância Livre, que atua no combate ao trabalho infantil doméstico, com foco na proteção de meninas negras do Jardim Ângela, em São Paulo;

• Criança Livre de Trabalho Infantil, que promove ações de comunicação e mobilização social para enfrentar o preconceito que sofrem as vítimas de trabalho infantil nas ruas do centro de São Paulo;

• Criança e Trabalho Infantil no Estado de São Paulo, iniciativa voltada à incidência dessa agenda no debate público, à produção de conhecimento e ao fortalecimento de estratégias de advocacy para o enfrentamento dessa violação de direitos.

Cada projeto representa uma oportunidade de fortalecer redes de proteção, ampliando o acesso a direitos e contribuindo para que crianças e adolescentes possam viver suas infâncias de forma plena, segura e protegida.

Vamos juntos transformar a realidade de nossas crianças e adolescentes!

Conheça essas e outras oportunidades de parceria por meio de leis de incentivo em nosso site: https://go.aprendiz.org.br/9PMvk4

Audiência pública na Câmara dos Deputados mobilizou a importância de dar prioridade às infâncias e adolescências nas pró...
07/08/2026

Audiência pública na Câmara dos Deputados mobilizou a importância de dar prioridade às infâncias e adolescências nas próximas eleições.

Realizado na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial em 7 de julho, o evento reuniu representantes da sociedade civil e parlamentares para apresentar o documento Prioridade Absoluta – Infâncias e Adolescências: propostas para o Governo Federal | 2027–2030.

O objetivo é apresentar aos candidatos à presidência propostas, metas e recomendações para a formulação de políticas públicas em diferentes áreas, com o objetivo de reduzir desigualdades, prevenir violências e ampliar o acesso a direitos.

Para o campo da Educação, o documento traz 3 propostas e 9 metas desenhadas por 11 organizações da sociedade civil.

São elas a implementação de políticas intersetoriais de equidade, fortalecer o regime de colaboração e garantir financiamento da educação pública, com base no Plano Nacional de Educação (PNE).

“As propostas partem do princípio que a Educação Integral – que vai além do tempo na escola e é voltada ao pleno desenvolvimento – é um direito de cada criança e adolescente, em especial das que mais precisam, ou seja, as negras, pobres, periféricas, indígenas, quilombolas, meninas e de grupos vulnerabilizados”, afirmou Raiana Ribeiro, diretora de programas da Cidade Escola Aprendiz () e integrante do núcleo de Educação da Agenda 227 ().

06/08/2026

Idealizado para acompanhar a qualidade do ensino, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é historicamente questionado por muitos educadores.

Entre as críticas, estão as limitações para o seu uso na avaliação da qualidade do ensino e do desenvolvimento integral dos estudantes, a insuficiência da nota para refletir tudo o que acontece em uma escola e a necessidade de atualização das ferramentas de avaliação.

O índice também não abarca práticas pedagógicas ou formas de avaliação, nem avalia a infraestrutura da escola ou se há nela gestão democrática – todas questões fundamentais para a Educação Integral, por exemplo.

Veja o que diz a especialista em Educação Integral e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Jaqueline Moll, sobre o Ideb.

LINK NA BIO ou educacaointegral.org.br

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