Informações sobre o AMA ,UBS PERI

Informações sobre o  AMA ,UBS PERI Amigos que fazem parte do conselho Gestor do AMA/UBS/UPA jardim Peri, que estão lutando para trazer melhorias para todos usuários.

Wilson Eduardo
Marcos IE
Fernanda Lima Melhorias para os usuários da Unidade Ama\Ubs Jardim Peri

Boa tarde pessoal, espero que estejam bem! Passando para lembra-los do nosso esquenta da pré conferência. Divulguem e co...
12/05/2026

Boa tarde pessoal, espero que estejam bem!
Passando para lembra-los do nosso esquenta da pré conferência.
Divulguem e convidem as pessoas para a participação!

10/05/2026

Pessoal cuidem de suas crianças, muita gente Ruim por aí!
Homem passa mão menina no mercado!

25/04/2026
A influenciadora Keila Rodriguez provocou uma enxurrada de comentários nas redes sociais após compartilhar uma opinião c...
24/04/2026

A influenciadora Keila Rodriguez provocou uma enxurrada de comentários nas redes sociais após compartilhar uma opinião controversa sobre maternidade e pobreza.

Em sua fala, ela declarou: “Podem me odiar, mas quem não tem o que comer não deveria colocar mais alguém no mundo para passar necessidade.” A criadora de conteúdo ainda reforçou seu ponto ao listar o que considera essencial para criar uma criança, como alimentação, itens básicos, conforto e acompanhamento de saúde.

Ao finalizar, Keila utilizou um tom ainda mais direto ao aconselhar que pessoas sem condições financeiras evitem ter filhos, o que gerou críticas e dividiu opiniões entre os internautas.

📷 Reprodução

Precisando de reparos ou estruturas metálicas? Peça seu orçamento sem compromisso."
22/04/2026

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31/03/2026

Estão roubando Rodas nas Comunidades do Jardim Peri e Região.

Responda depois veja qual a resposta certa muita gente vai errar kk
24/03/2026

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A excelência de uma refeição está na harmonia entre o rigor da execução e o prazer da primeira garfada.
19/03/2026

A excelência de uma refeição está na harmonia entre o rigor da execução e o prazer da primeira garfada.

Em 1942, 740 crianças foram condenadas ao mar.Quando o mundo disse “não”, um homem decidiu dizer “sim”.No Mar da Arábia,...
16/03/2026

Em 1942, 740 crianças foram condenadas ao mar.
Quando o mundo disse “não”, um homem decidiu dizer “sim”.

No Mar da Arábia, um navio vagava como um caixão flutuante.

A bordo estavam 740 crianças polonesas — órfãs que haviam sobrevivido a campos de trabalho soviéticos, onde seus pais morreram de fome, doenças e exaustão. Elas haviam conseguido escapar através do Irã, mas ainda enfrentariam outra tragédia: ninguém queria recebê-las.

Porto após porto, ao longo da costa da Índia, o Império Britânico, a maior potência da época, fechava as portas.

— “Não é nossa responsabilidade. Sigam viagem.”

A comida estava acabando.
Os remédios já tinham terminado.
E a esperança começava a desaparecer.

Maria, de 12 anos, segurava a mão do irmão de 6. Antes de morrer, a mãe deles pediu que ela o protegesse.
Mas como proteger alguém quando o mundo inteiro decide virar as costas?

Então a notícia chegou ao pequeno palácio de Navanagar, no atual estado de Gujarat.

O governante era Jam Sahib Digvijay Singhji — um príncipe local em um território dominado pelos britânicos. Ele não tinha exército poderoso, nem controle total dos portos, e muito menos obrigação de agir.

Seus conselheiros informaram:

— “Setecentas e quarenta crianças estão presas no mar. Os britânicos se recusaram a recebê-las.”

Ele perguntou calmamente:

— “Quantas crianças?”

— “Setecentas e quarenta, Majestade.”

Houve um breve silêncio.

Então ele respondeu:

— “Os britânicos podem controlar meus portos… mas não controlam a minha consciência.
Essas crianças vão atracar em Navanagar.”

Avisaram que desafiar os britânicos poderia trazer problemas.

Ele respondeu simplesmente:

— “Então eu enfrentarei.”

E enviou a mensagem que salvaria 740 vidas:

— “Aqui, vocês são bem-vindos.”

Em agosto de 1942, o navio finalmente entrou no porto sob o sol forte do verão indiano.
As crianças desceram fracas, quase como sombras — cansadas demais para chorar, acostumadas demais ao sofrimento para esperar qualquer coisa boa.

O maharajá estava esperando no cais.

Vestido de branco, ele se ajoelhou para ficar na altura dos olhos das crianças e disse, através de intérpretes, algo que muitas delas não ouviam desde a morte dos pais:

— “Vocês não são mais órfãos.
Agora são meus filhos.
Eu serei o seu Bapu — o seu pai.”

E ele não construiu um campo de refugiados.

Construiu um lar.

Em Balachadi, criou uma pequena Polônia em solo indiano:
professores poloneses, comida típica, canções da infância, escola, jardins e até um Natal polonês sob o céu tropical da Índia.

Ele dizia:

— “O sofrimento tenta apagar quem vocês são.
Mas sua língua, sua cultura e suas tradições são sagradas. Aqui vocês vão viver.”

Durante quatro anos, enquanto o mundo estava em guerra, aquelas crianças viveram não como refugiadas — mas como família.

O maharajá visitava o lugar com frequência.
Sabia os nomes das crianças, comemorava aniversários, consolava quem ainda chorava pelos pais que nunca voltariam.

Pagou médicos, professores, roupas e comida com a própria fortuna.

Quando a guerra terminou e chegou a hora de partir, muitas crianças choraram.
Balachadi era o único lar verdadeiro que elas tinham conhecido.

Hoje, aquelas crianças cresceram. Tornaram-se médicos, professores, pais e avós.

Na Polônia, praças e escolas levam o nome de Jam Sahib Digvijay Singhji, que recebeu uma das maiores honrarias do país.

Mas o verdadeiro monumento que ele deixou não é de pedra.

São 740 vidas salvas.

E até hoje, muitos deles contam aos netos a história de um rei indiano que, quando o mundo inteiro fechou as portas, olhou para aquelas crianças e disse:

— “Agora vocês são meus filhos.”

Endereço

R. Afonso Lopes Vieira, 35
São Paulo, SP
02671-100

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