Humanitas360

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Humanitas360 Institute is a think-do tank committed to building human connections as a powerful tool to promote change in Latin America.

Há dois anos, São Paulo dava um passo importante na democratização do acesso à Cannabis medicinal. A Lei nº 17.618, sanc...
18/08/2026

Há dois anos, São Paulo dava um passo importante na democratização do acesso à Cannabis medicinal. A Lei nº 17.618, sancionada em janeiro de 2023, instituiu o fornecimento gratuito de medicamentos à base da planta pela rede pública — fruto de uma longa luta da cidadania ativa, na qual o Instituto Humanitas360, o Instituto Ficus e o nosso ecossistema se colocaram ao lado de familiares, pacientes, profissionais da saúde, advogados e pesquisadores. Regulamentada em dezembro daquele ano, a política começou a sair do papel em junho de 2024, com as primeiras dispensações de canabidiol pelo SUS paulista.

Na última quinta-feira (13), a Frente Parlamentar da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial da Alesp — apoiada pelo ecossistema do H360 — realizou audiência pública para o balanço desses dois anos. Coordenada pelos deputados Caio França e Eduardo Suplicy, reuniu poder público, especialistas e sociedade civil. Entre os participantes, José Luiz Gomes do Amaral, coordenador do GT Canabidiol da Secretaria Estadual de Saúde; a neuropediatra Karen Baldin; o advogado Erik Torquato; e Bruno Pegoraro, presidente do Instituto Ficus.

Os números confirmam a importância da política: mais de 33 mil dispensações de canabidiol desde 2024, com salto de pouco mais de 3 mil no primeiro ano para quase 18 mil em 2025. Os mapas de calor revelaram a interiorização do acesso, hoje presente em regiões como Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, Sorocaba e Vale do Paraíba. A política funciona e se amplia, mas ainda há muito a avançar. Entre pacientes e sociedade civil, cresce a defesa pela ampliação das doenças contempladas e pela urgência de reproduzir a experiência paulista em escala nacional, para que nenhuma família dependa da loteria geográfica ou judicial para acessar tratamentos referendados pela ciência.

Como afirma nossa presidente, Patrícia Villela Marino, trata-se de um mercado que "saiu da ilegalidade pela investigação científica, pela advocacia investigativa e pelo exercício da cidadania". Seguimos convictos do passo maior que ainda precisamos dar: uma Lei da Cannabis no plano federal.

13/08/2026

Os perigos da intersecção entre política e religião estiveram em debate em maio, no 11º encontro da série Conversas Difíceis. Confira um corte do evento nessa intervenção da jornalista Madeleine Lacsko.

🗣️ Conversas Difíceis é um projeto criado pelo Instituto Humanitas360 em parceria com o hub de impacto social e o antropólogo , com o objetivo de promover debates francos e informados sobre temas sensíveis do nosso tempo.

📺 Assista ao debate completo no canal do H360 no YouTube (link na bio).

A segurança pública é uma das principais prioridades do eleitor brasileiro — e talvez por isso mesmo seja tão vulnerável...
11/08/2026

A segurança pública é uma das principais prioridades do eleitor brasileiro — e talvez por isso mesmo seja tão vulnerável ao achismo e às distorções do populismo penal. Discuti-la à altura exige conversas informadas, ancoradas em evidências. Nesse sentido, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, é leitura essencial para entendermos onde estamos e como começar a desenhar soluções reais.

Os dados mostram um país de avanços e contradições. O Brasil alcançou, pela primeira vez, a meta nacional de redução de homicídios, antecipando em dois anos um patamar previsto só para 2027. Mas a violência letal não recuou para todos: 2025 foi o ano de maior letalidade policial já registrado, os feminicídios seguem crescendo, e a população negra continua sendo a maioria absoluta das vítimas — quase 80% das mortes violentas e 82% das mortes por intervenção policial.

Um dado merece atenção especial de quem se preocupa com o encarceramento em massa: o Brasil se aproxima da marca de um milhão de pessoas presas, com quase 965 mil em 2025 contra 909 mil no ano anterior. O déficit de vagas continua crescendo e a expansão do sistema segue desacompanhada de políticas consistentes de reintegração — um caminho que aprofunda a superlotação sem entregar mais segurança. O Anuário também mapeia a migração do crime para o ambiente digital, com os estelionatos em alta de mais de 400% desde 2018, além de trazer análises inéditas sobre violência contra crianças e adolescentes e gastos públicos em segurança.

📖 É um retrato amplo e rigoroso do momento de transição que a segurança pública brasileira atravessa. Leia na íntegra pelo link na bio.



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06/08/2026

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No nosso boletim mensal, apresentamos as principais atividades do Instituto Humanitas360 e do nosso ecossistema, além de novidades e dicas de links sobre temas relacionados ao trabalho que fazemos, como participação cidadã, segurança pública, acesso à justiça, direitos humanos e justiça climática.

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Em sua recente viagem a Sumba, na Indonésia, nossa presidente, Patrícia Villela Marino, conheceu de perto o Water Progra...
04/08/2026

Em sua recente viagem a Sumba, na Indonésia, nossa presidente, Patrícia Villela Marino, conheceu de perto o Water Program da Sumba Foundation — o mais antigo e consolidado programa da organização. Em uma ilha de solo poroso e curta estação chuvosa, a água potável é um recurso escasso, e as mulheres e crianças costumavam caminhar longas distâncias para trazer para casa um único balde por vez.

Desde 2001, a fundação construiu uma rede de 105 poços, 392 estações de água e mais de 1.300 km de tubulação, que hoje leva cerca de 1,3 milhão de litros de água limpa por dia a 417 vilas. São mais de 48 mil pessoas beneficiadas, com impacto direto na redução de doenças, na melhoria do saneamento e na quase erradicação da malária no oeste de Sumba.

Essa causa dialoga diretamente com o trabalho do H360 no Brasil. Por meio da Coalizão Água Potável para os Povos Indígenas — criada com nosso mantenedor, o PDR Fundo Filantrópico, e a startup Água Camelo — levamos água tratada a aldeias da Amazônia, como as do povo Paiter Suruí, em Rondônia e Mato Grosso. De Sumba à Amazônia, reafirmamos que o acesso à água é a base de toda vida digna.



Hoje compartilhamos um pouco mais da visita de nossa presidente, Patrícia Villela Marino, à Indonésia — desta vez, à vil...
31/07/2026

Hoje compartilhamos um pouco mais da visita de nossa presidente, Patrícia Villela Marino, à Indonésia — desta vez, à vila onde acontece o trabalho da Karaja Sumba, iniciativa fundada por Roswita Asty Kulla. Se em outro momento conhecemos o espaço educacional da English Goes to Kampung, aqui o encontro foi com as "mamas": mulheres sumbanesas que mantêm viva a antiga arte do ikat, um tecido tradicional que leva meses para ser produzido.

Mais do que preservar um patrimônio cultural ameaçado, a Karaja gera renda e independência financeira para mulheres vítimas de violência doméstica. Ao comprar os ikats antecipadamente e por um preço justo, que valora todo o processo artesanal, Asty cria oportunidades reais para que essas mulheres sustentem suas famílias e rompam o ciclo da violência e da pobreza. É o empoderamento feminino na prática: consciência, autonomia e dignidade construídas por meio do empreendedorismo.

Essa causa dialoga diretamente com o que acreditamos no Humanitas360. Assim como as "mamas" de Sumba, as mulheres do negócio social Tereza — egressas do sistema prisional — encontram no trabalho um caminho de recomeço e liberdade.



Em novo artigo publicado no site do Instituto Humanitas360, a presidente Patrícia Villela Marino escreve sobre os riscos...
30/07/2026

Em novo artigo publicado no site do Instituto Humanitas360, a presidente Patrícia Villela Marino escreve sobre os riscos de transformar o combate ao crime em instrumento eleitoral. O texto analisa a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas — anunciada no fim de maio, dias após o encontro do senador Flávio Bolsonaro com o presidente Donald Trump, e publicada no diário oficial norte-americano em 5 de junho — e alerta para o que está em jogo quando a segurança pública deixa de ser política de Estado e passa a servir a disputas políticas.

"Não há dúvida de que PCC e CV são organizações criminosas violentas, responsáveis por um rastro de sofrimento, medo e morte. Combatê-las é uma obrigação institucional e civilizatória", escreve. Mas ela questiona: qual a diferença entre essas facções e aquelas formadas por agentes públicos e políticos cuja ação ou omissão corrói a institucionalidade republicana, como nas "rachadinhas" dos gabinetes?

O artigo destaca a posição do promotor Lincoln Gakiya, respeitado especialista no enfrentamento ao crime organizado, para quem PCC e CV não são organizações terroristas, já que o terrorismo pressupõe atos de violência orientados por objetivos políticos ou ideológicos — enquanto as facções perseguem essencialmente objetivos econômicos e de poder criminal.

"A defesa da soberania nacional não é uma bandeira de direita nem de esquerda. É um compromisso com a democracia. E a democracia, como sabemos, raramente é destruída de uma vez. Ela costuma ser corroída aos poucos, por aqueles que afirmam agir em sua defesa enquanto enfraquecem seus alicerces", conclui a presidente do H360.

Leia o artigo na íntegra no site do H360 (link na bio).

Em sua recente viagem à Indonésia, a presidente do Instituto Humanitas360, Patrícia Villela Marino, visitou a organizaçã...
28/07/2026

Em sua recente viagem à Indonésia, a presidente do Instituto Humanitas360, Patrícia Villela Marino, visitou a organização English Goes to Kampung (EGK), em Sumba. Na visita, ela pôde conhecer o projeto de perto, encontrar as crianças e mulheres atendidas e conversar com Roswita Asti Kulla, fundadora do EGK e também da Karaja Sumba — duas iniciativas que transformam realidades na ilha, uma das mais bonitas e, ao mesmo tempo, mais pobres da Indonésia.

A Karaja Sumba trabalha para preservar a antiga arte do ikat, um tecido tradicional sumbanês, enquanto gera renda e independência financeira para mulheres vítimas de violência doméstica. Esse propósito ecoa profundamente a trajetória do negócio social Tereza (), que nasceu das cooperativas sociais do Humanitas360 e hoje é um negócio independente que gera renda para mulheres egressas do sistema prisional por meio do corte e da costura. Antes, ainda como projeto do Instituto, mulheres em privação de liberdade aprendiam a costurar — hoje, essa semente floresceu em autonomia e recomeço.

Encontros como este reafirmam a força de conectar mulheres, culturas e territórios em torno de um mesmo propósito: transformar tradição e trabalho em dignidade, renda e liberdade.

Acompanhe o trabalho dessas organizações:

23/07/2026

A produção de arte gospel e o acesso à cultura foram alguns dos temas da 12ª edição da série Conversas Difíceis, ocorrida em junho. Confira um corte com depoimentos do documentarista Miguel Salvador e da cantora e compositora Sarah Renata.

🗣️ Conversas Difíceis é um projeto criado pelo Instituto Humanitas360 em parceria com o hub de impacto social e o antropólogo , com o objetivo de promover debates francos e informados sobre temas sensíveis do nosso tempo.

📺 Assista ao debate completo no canal do H360 no YouTube (link na bio).

Na última quarta-feira (15), o Instituto Humanitas360 recebeu a visita de Bernardo Guillamon Sanz, especialista e consul...
21/07/2026

Na última quarta-feira (15), o Instituto Humanitas360 recebeu a visita de Bernardo Guillamon Sanz, especialista e consultor na área de finanças verdes que atuou por mais de 15 anos na alta administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Guillamon Sanz foi recebido no escritório do H360 pela gerente de projetos Laura Martini Zellmeister e na sequência foi apresentado à loja e à oficina do negócio social Tereza no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Ali, conheceu as colaboradoras e a CEO de Tereza, Flávia Maria da Silva, que falou sobre o impacto socioambiental gerado pela marca, que capacita e gera renda para mulheres egressas do sistema prisional.

Na última etapa do encontro, o executivo conheceu o hub de impacto social CIVI-CO, conduzido pela diretora executiva Ana Luiza Prudente. Assim, conheceu três organizações que integram o ecossistema do PDR Fundo Filantrópico, criado por Patrícia e Ricardo Villela Marino com o filho Daniel.

Bernardo Guillamon Sanz conhece a atuação do Humanitas360 e de seu ecossistema há alguns anos e, em 2017, quando estava no BID, participou da Bienal das Américas em Denver, no Colorado (EUA), em evento com co-curadoria do H360. A visita na semana passada reforça essa amizade cívica.

Endereço

Rua Drive Virgílio De Carvalho Pinto, 445
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05415-030

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
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