Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia ( SBPO )

Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia   ( SBPO ) Psico-Oncologia

A Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia (SBPO), criada em 01 de maio de 1994,
é uma entidade civil, de âmbito nacional, sem fins lucrativos , de caráter cultural, técnico, científico e político, congregando profissionais e estudantes da área de saúde, e de outras áreas de interesse da Psico-Oncologia.

🩸14 de junho | Dia Mundial do Doador de SangueA doação de sangue é um gesto simples que salva vidas todos os dias e faz ...
14/06/2026

🩸14 de junho | Dia Mundial do Doador de Sangue

A doação de sangue é um gesto simples que salva vidas todos os dias e faz uma enorme diferença para pacientes em tratamento oncológico.

Muitas pessoas com câncer podem precisar de transfusões de sangue ou de componentes sanguíneos durante o tratamento, seja em razão da própria doença, dos efeitos da quimioterapia, de cirurgias ou de outras intervenções.

Essas transfusões são fundamentais para ajudar na recuperação, reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida.

Por trás de cada bolsa de sangue existe um ato de solidariedade que oferece esperança e contribui diretamente para a continuidade do cuidado de milhares de pacientes.

Neste Dia Mundial do Doador de Sangue, a SBPO homenageia todos os doadores e reforça a importância de manter os estoques abastecidos durante todo o ano.

Doe sangue.
Compartilhe vida!


  📑INTRODUÇÃO:O retorno ao trabalho é considerado um importante indicador de recuperação e reintegração social entre sob...
10/06/2026




📑INTRODUÇÃO:
O retorno ao trabalho é considerado um importante indicador de recuperação e reintegração social entre sobreviventes do câncer. Apesar de seus benefícios para a qualidade de vida, autonomia e bem-estar psicossocial, muitos pacientes enfrentam dificuldades físicas, emocionais e ocupacionais para retomar suas atividades laborais após o tratamento.

OBJETIVO:
Avaliar a viabilidade e os efeitos da intervenção “Rebuilding Myself” na adaptabilidade de pacientes oncológicos para o retorno ao trabalho.

MÉTODO:
Trata-se de um ensaio clínico randomizado, controlado e de avaliador cego, realizado com 30 pacientes com câncer em idade produtiva que ainda não haviam retornado ao trabalho. O grupo controle recebeu os cuidados habituais, enquanto o grupo intervenção participou do programa “Rebuilding Myself” durante 12 semanas. A intervenção contemplou estratégias voltadas à reabilitação, fortalecimento da autoeficácia, desenvolvimento da resiliência e planejamento gradual do retorno ao trabalho. Os desfechos foram avaliados no início do estudo, na 6ª semana e ao final da intervenção.

RESULTADOS E DISCUSSÃO:
A intervenção apresentou taxa de recrutamento de 73,17% e retenção de 80%, demonstrando boa viabilidade. Ao final das 12 semanas, os participantes do grupo intervenção apresentaram melhora significativa na adaptabilidade para o retorno ao trabalho, na autoeficácia relacionada à retomada das atividades laborais e na resiliência psicológica. Os achados sugerem que intervenções multidimensionais, que integrem aspectos físicos, psicológicos e ocupacionais, podem favorecer o processo de retorno ao trabalho entre sobreviventes do câncer.

CONCLUSÃO:
O programa “Rebuilding Myself” demonstrou potencial para contribuir com a reabilitação biopsicossocial desses pacientes, reforçando a importância de estratégias estruturadas de suporte durante o período pós-tratamento.

💉 09 de junho | Dia Nacional da ImunizaçãoA imunização é uma das mais importantes estratégias de prevenção em saúde e te...
09/06/2026

💉 09 de junho | Dia Nacional da Imunização

A imunização é uma das mais importantes estratégias de prevenção em saúde e tem um papel fundamental na proteção de pacientes oncológicos.

Durante o tratamento do câncer, o sistema imunológico pode ficar mais vulnerável, aumentando o risco de infecções que podem comprometer a saúde e até mesmo interferir na continuidade do tratamento. Por isso, manter a vacinação em dia, sempre com orientação da equipe médica, é uma medida essencial de cuidado e proteção.

Vacinas ajudam a prevenir doenças potencialmente graves, reduzem complicações e contribuem para mais segurança e qualidade de vida durante toda a jornada do tratamento oncológico.

Neste Dia Nacional da Imunização, a SBPO reforça a importância de conversar com os profissionais de saúde sobre o calendário vacinal mais adequado para cada paciente.

Vacinar é proteger!

Cuidar da imunização também é cuidar da vida!


🖤 O medo da recidiva é uma das preocupações mais frequentes entre pessoas que tiveram câncer. Mesmo quando o prognóstico...
08/06/2026

🖤 O medo da recidiva é uma das preocupações mais frequentes entre pessoas que tiveram câncer. Mesmo quando o prognóstico é favorável, a incerteza sobre o futuro pode permanecer presente e impactar significativamente a qualidade de vida. No melanoma, esse fenômeno merece atenção especial, já que a vigilância constante da pele e os acompanhamentos periódicos podem funcionar como lembretes contínuos da doença.

🔬 Um estudo publicado recentemente investigou as experiências vividas e o medo da recidiva em 51 sobreviventes de melanoma cutâneo localizado (estádios 0 a IIA). Os pesquisadores utilizaram o Fear of Cancer Recurrence Inventory – Short Form (FCRI-SF), além de entrevistas qualitativas para compreender como essas pessoas lidam com a possibilidade de retorno do câncer.

📊 Os resultados chamam a atenção: 74,5% dos participantes apresentaram níveis clinicamente significativos de medo da recidiva. O mais interessante é que esse medo não se restringia aos casos de maior gravidade, estando presente inclusive em pessoas com melanoma estágio 0. As entrevistas revelaram temas recorrentes, como ansiedade antes das consultas de seguimento, monitoramento constante da pele, preocupações com exposição solar e reflexões sobre vulnerabilidade e finitude.

💡 Para a Psico-oncologia, esses achados reforçam uma mensagem importante: o medo da recidiva não depende apenas do risco objetivo de retorno da doença. A forma como cada pessoa interpreta a ameaça, convive com a incerteza e atribui significado à experiência do câncer desempenha um papel fundamental. Avaliar sistematicamente esse medo e oferecer intervenções baseadas em evidências pode contribuir para uma adaptação psicológica mais saudável e para uma melhor qualidade de vida.

✨ Nem sempre o sofrimento emocional acompanha o tamanho do risco clínico. Muitas vezes, ele acompanha o tamanho da incerteza.

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com colegas e profissionais que atuam no cuidado oncológico. Quanto mais falarmos sobre medo da recidiva, mais preparados estaremos para reconhecer e acolher esse sofrimento. 💙

  📑INTRODUÇÃO: A transição para a sobrevivência deadolescentes e adultos jovens (Adolescents andYoung Adults - AYA) cura...
03/06/2026




📑INTRODUÇÃO:
A transição para a sobrevivência deadolescentes e adultos jovens (Adolescents andYoung Adults - AYA) curados de câncer pediátrico é marcada por incertezas sobre os efeitos tardios do tratamento. Apesar da comunicação centrada no paciente ser crucial, há lacunas na transmissão e compreensão desses riscos a longo prazo.

OBJETIVO:
Explorar as preferências de comunicação de sobreviventes AYA sobre os efeitos tardios e avaliar a aplicabilidade do Modelo Funcional de Comunicação em Oncologia de Adolescentes para identificar funções comunicativas essenciais e áreas de melhoria.

MÉTODO:
Análise secundária qualitativa de 17 entrevistas semiestruturadas com sobreviventes AYA (12–22 anos) que concluíram o tratamento há menos de dois anos. As transcrições foram codificadas por abordagem temática dedutiva baseada nas seis funções do modelo: troca de informações, tomada de decisão, gestão da incerteza, promoção de comportamentos de saúde, resposta às emoções e construção de relação.

RESULTADOS E DISCUSSÃO:
Os participantes preferem informações explícitas, honestas, personalizadas e por escrito sobre riscos futuros. A gestão da incerteza foi crítica: a falta de clareza gerou ansiedade, enquanto discussões detalhadas mitigaram o medo do desconhecido. Os jovens apontaram falhas na partilha de dados e a necessidade de maior suporte emocional e fortalecimento da relação com a equipe médica.

CONCLUSÃO:
Uma comunicação proativa, estruturada e empática sobre os efeitos tardios é fundamental para reduzir a ansiedade e a incerteza dos AYA, capacitando-os para a gestão autônoma de sua saúde a longo prazo.

REFERÊNCIA:
Revista: Patient Education and Counseling, 2026 - vol 142
Número do artigo: 109354
DOI: 10.1016/j.pec.2025.109354

O melanoma é frequentemente associado aos desafios físicos do tratamento e ao risco de progressão da doença. Mas existe ...
02/06/2026

O melanoma é frequentemente associado aos desafios físicos do tratamento e ao risco de progressão da doença. Mas existe uma dimensão que nem sempre recebe a mesma atenção: o sofrimento emocional. 💚

Um estudo transversal avaliou 820 pacientes com melanoma para investigar a prevalência de distress e os fatores associados a esse sofrimento psicológico. Os participantes responderam ao Distress Thermometer e à Lista de Problemas da NCCN, instrumentos amplamente utilizados para rastreamento psicossocial em oncologia.

Os resultados mostraram que mais de 40% dos pacientes apresentavam níveis clinicamente significativos de distress. O sofrimento emocional foi mais frequente entre mulheres, pessoas mais jovens e pacientes com doença em estágios mais avançados. Entre as principais dificuldades relatadas estavam preocupações emocionais, medo, alterações do sono, fadiga e sintomas físicos relacionados ao tratamento. 📊

Esses achados reforçam que o melanoma impacta muito mais do que a saúde física. O distress é comum e pode estar presente mesmo quando não é verbalizado espontaneamente pelo paciente. Por isso, o rastreamento sistemático do sofrimento emocional deve fazer parte do cuidado oncológico, permitindo identificar precocemente quem necessita de suporte psicológico especializado. 🧠✨

Para a Psico-Oncologia, o estudo destaca a importância de integrar a avaliação psicossocial à rotina assistencial, contribuindo para uma abordagem mais humanizada, abrangente e centrada na pessoa.

Se este conteúdo foi útil para você, compartilhe com colegas e profissionais que atuam no cuidado de pessoas com câncer. Juntos, podemos ampliar o olhar para as necessidades emocionais que acompanham o diagnóstico e o tratamento. 💚

🏳️‍🌈28 de junho | Dia do Orgulho LGBTQIAPN+O Dia do Orgulho LGBTQIAPN+ é um momento de celebrar a diversidade, reafirmar...
01/06/2026

🏳️‍🌈28 de junho | Dia do Orgulho LGBTQIAPN+

O Dia do Orgulho LGBTQIAPN+ é um momento de celebrar a diversidade, reafirmar direitos e fortalecer a importância do respeito e da inclusão em todos os espaços, especialmente nos serviços de saúde.

No cuidado oncológico, é fundamental reconhecer que pacientes LGBTQIAPN+ podem enfrentar barreiras adicionais no acesso ao diagnóstico, ao tratamento e ao acompanhamento em saúde.

O acolhimento livre de preconceitos, o respeito à identidade de gênero, ao nome social, à orientação sexual e às diferentes configurações familiares são essenciais para garantir um cuidado verdadeiramente humanizado e centrado na pessoa.

Promover um ambiente seguro, inclusivo e respeitoso contribui para o fortalecimento do vínculo entre paciente e equipe de saúde, favorecendo a adesão ao tratamento e a qualidade da assistência.

Neste Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, a SBPO reforça seu compromisso com uma oncologia pautada na equidade, no respeito às diversidades e na garantia de um cuidado digno para todas as pessoas.

Cuidar também é respeitar e reconhecer cada história!🏳️‍⚧️🏳️‍🌈

🚬No Dia Mundial Sem Tabaco, a Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia reforça a importância da conscientização sobre os ...
31/05/2026

🚬No Dia Mundial Sem Tabaco, a Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia reforça a importância da conscientização sobre os impactos do tabagismo na saúde e sua relação direta com diversos tipos de câncer.

O uso do tabaco está associado ao aumento do risco de câncer de pulmão, boca, laringe, esôfago, bexiga, pâncreas, rim, colo do útero, entre outros, além de contribuir para doenças cardiovasculares e respiratórias.

Parar de fumar é uma das medidas mais importantes para a prevenção do câncer e para a promoção da qualidade de vida.

No contexto oncológico, o abandono do tabagismo também pode trazer benefícios durante o tratamento, contribuindo para melhor resposta terapêutica, redução de complicações e melhora do bem-estar físico e emocional.

Sabemos que deixar de fumar pode ser um desafio e, por isso, o tratamento psicológico, o apoio multiprofissional e demais cuidados em saúde mental são fundamentais nesse processo.

Neste Dia Mundial Sem Tabaco, reforçamos a importância da prevenção, da informação e do cuidado integral em saúde.

Escolher uma vida sem tabaco é também escolher mais saúde, qualidade de vida e futuro.🫁

🧠 O medo da recidiva é uma das experiências emocionais mais frequentes após o diagnóstico de câncer, mas quando falamos ...
29/05/2026

🧠 O medo da recidiva é uma das experiências emocionais mais frequentes após o diagnóstico de câncer, mas quando falamos de tumores cerebrais, esse medo pode ganhar características ainda mais complexas. A imprevisibilidade da doença, as mudanças cognitivas e o impacto sobre a autonomia fazem com que muitos pacientes convivam com preocupações constantes sobre o futuro.

Um estudo avaliou 80 pacientes com tumores cerebrais primários e seus cuidadores, investigando como o medo da recidiva se relacionava com sintomas emocionais em ambos. Os pesquisadores utilizaram um modelo estatístico que permite compreender como o sofrimento de uma pessoa influencia diretamente o da outra dentro da mesma relação.

Os resultados mostraram que níveis mais elevados de medo da recidiva estavam associados a maiores sintomas de ansiedade, depressão e ansiedade relacionada à morte. Um dos achados mais interessantes foi que o sofrimento emocional não acontecia de forma isolada: o medo vivido pelo paciente impactava o cuidador, e vice-versa. Ou seja, pacientes e familiares funcionavam como um sistema emocional interdependente, compartilhando medos, preocupações e formas de enfrentamento.

Para a Psico-Oncologia, esses dados reforçam a importância de olhar não apenas para quem recebeu o diagnóstico, mas também para quem caminha ao seu lado durante o tratamento. Muitas vezes, o medo da recidiva não está apenas na possibilidade de o câncer voltar, mas em tudo o que essa possibilidade representa para a vida da pessoa e da sua família. 💙

Compartilhar esse conhecimento também é uma forma de cuidado. Se este conteúdo fez sentido para você, envie para alguém que trabalha ou convive com a realidade do câncer. ✨

A SBPO é apoiadora do 15º Simpósio Internacional Multidisciplinar de Câncer de Mama que será realizado nos dias 25 a 27 ...
27/05/2026

A SBPO é apoiadora do 15º Simpósio Internacional Multidisciplinar de Câncer de Mama que será realizado nos dias 25 a 27 de junho de 2026, em São Paulo.

Sob a coordenação geral dos Doutores Antônio Carlos Buzaid, Carlos Barrios, Debora Gagliato e Rafael Kaliks, a décima quinta edição do Simpósio Internacional Multidisciplinar de Câncer de Mama é a materialização desse trabalho árduo que vem sendo feito pelos especialistas e tem o intuito de compartilhar os avanços que mudaram a conduta do tratamento e diagnóstico do câncer de mama, bem como as áreas de cirurgia, radioterapia e mastologia.

Local: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, nº 1123 – São Paulo/SP).

As inscrições para o Simpósio são gratuitas e devem ser realizadas pelo link: https://www.simposiomama.com.br/evento/camama2026/home

Para maiores informações sobre o evento, acesse:

www.simposiomama.com.br

Endereço

Rua Fradique Coutinho 1945
São Paulo, SP
05416012

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00

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