Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor O Idec (Instituto de Defesa de Consumidores) é uma associação de consumidores sem fins lucrativos.

15/10/2026

Um estudo publicado na Environmental Pollution chama atenção para uma possível conexão entre microplásticos no corpo humano e o consumo de ultraprocessados.

Além das embalagens, alimentos como esses passam por diversas etapas de processamento, armazenamento e aquecimento que podem aumentar o contato com materiais plásticos e, consequentemente, as possibilidades de contaminação.

Enfrentar essa contaminação passa também por reduzir a produção e o consumo de plásticos descartáveis problemáticos e garantir alternativas mais sustentáveis.

Neste Dia do Consumo Consciente, apoie o Projeto de Lei 2524/2022 e junte-se a nós por um futuro mais limpo: pareotsunamideplastico.org

Acordos voluntários protegem de verdade as pessoas consumidoras e o planeta? 🌎Ou podem servir como maquiagem para proble...
14/10/2026

Acordos voluntários protegem de verdade as pessoas consumidoras e o planeta? 🌎

Ou podem servir como maquiagem para problemas que exigem mudanças mais profundas?

No dia 20 de outubro, das 16h às 18h, vamos reunir especialistas para debater os avanços, os limites e os desafios dos acordos voluntários em diferentes áreas, como proteção ambiental, alimentação e saúde, publicidade infantil e direitos digitais.

O encontro contará com a participação de Mariana Gameiro (Mighty Earth), Tiago Reis (WWF-Brasil) e mediação de João Gonçalves (Mighty Earth), na primeira mesa.

Na segunda mesa, participam Eduardo Nilson (Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz), João Coelho (Alana) e André Boselli (ARTIGO 19), com mediação de Samanta Fabbris (Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

📅 20 de outubro
🕓 Das 16h às 18h
💻 Mesa-redonda on-line

Inscreva-se e venha participar desse debate: https://dub.sh/acordosvoluntarios

🧸 Neste mês das crianças, vamos falar sobre comida e infância.Porque comer vai muito além de uma necessidade biológica. ...
12/10/2026

🧸 Neste mês das crianças, vamos falar sobre comida e infância.

Porque comer vai muito além de uma necessidade biológica. É também um direito, uma vivência cultural, um momento de convivência, descoberta e construção de vínculos de afeto.

Para as crianças, cada refeição é uma experiência de cores, cheiros, texturas, temperaturas e sabores. Permitir que a criança toque os alimentos, tentar segurar os talheres e explorar diferentes consistências, sob a condução dos adultos, também faz parte da construção da autonomia.

Comer é, ainda, pertencimento. As refeições conectam as crianças às memórias, tradições e hábitos de suas famílias e aos territórios onde vivem.

Garantir um aprendizado saudável e respeitoso à mesa é transformar a relação com a comida em um ato diário de carinho e aprendizado.

Quer saber mais sobre como promover uma alimentação saudável com autonomia na infância?
👉 Assine a nossa newsletter Tá na Mesa: https://idec.org.br/ta-na-mesa

Tem substância tóxica no seu aparelho eletrônico também?Enquanto a União Europeia proíbe chumbo em eletrônicos desde 200...
07/10/2026

Tem substância tóxica no seu aparelho eletrônico também?

Enquanto a União Europeia proíbe chumbo em eletrônicos desde 2006, no Brasil qualquer quantidade é legal.

Essa diferença tem consequências e elas são preocupantes:

💀 Em 2024, menos de 0,3% do lixo eletrônico gerado no país passou por reciclagem formal;
💀 O Brasil produz 2,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano;
💀 Trabalhadores sem proteção manuseiam diariamente chumbo, mercúrio, cádmio e cromo hexavalente, metais que são altamente tóxicos.

De quase 5 mil empresas que trabalham com eletrônicos no Brasil, estima-se que 150 empresas atuam coletando de volta esses produtos e dando destino correto a esse tipo de resíduo.

O restante vai para aterros, lixões ou reciclagem informal.

E o problema não termina aí. As substâncias tóxicas presentes nos aparelhos, nocivas à saúde humana e ao meio ambiente, contaminam solo, água e ar e podem chegar ao corpo por alimentos, água e até pela respiração.

Quem mais sofre? Comunidades em situação de vulnerabilidade e catadores, expostos sem escolha.

Defendemos que essa responsabilidade não recaia sobre quem consome. Ela deve ser de quem fabrica, importa e lucra com esses produtos. Enquanto a lei não mudar, a conta f**a com quem não pode pagar.

Precisamos de regras mais duras para proteger a saúde e o meio ambiente.

Saiba mais sobre o impacto do lixo eletrônico na sua saúde: https://idec.org.br/dicas-e-direitos/o-impacto-do-lixo-eletronico-na-sua-saude-no-meio-ambiente-e-nas-relacoes-sociais

Você sabia que microplásticos já foram encontrados no cérebro humano? O plástico não desaparece. Ele se fragmenta, se es...
30/09/2026

Você sabia que microplásticos já foram encontrados no cérebro humano?

O plástico não desaparece. Ele se fragmenta, se espalha e entra no nosso corpo. Alguns desses compostos são chamados de “produtos químicos eternos”.

E eles também carregam substâncias químicas como as per- e polifluoroalquiladas (PFAS) e Bisfenol A (BPA), que podem interferir na nossa saúde.

Os dados são assustadores:

💀 A quantidade de microplásticos no cérebro humano aumentou 50% desde 2016;
💀 PFAS foram encontrados em quase 99% das amostras de sangue;
💀 O BPA pode causar danos aos sistemas imunológico e reprodutivo, além de possivelmente aumentar o risco de câncer.

Na Europa, o risco foi reconhecido e houve ação: o limite do BPA foi reduzido em 20 mil vezes e os PFAS foram restringidos.

No Brasil, os parâmetros do BPA continuam sendo os de 2008. Para PFAS, nem norma existe.

E tem mais: não temos como saber o que está nas embalagens que usa todos os dias, porque os fabricantes não têm a obrigação de informar.

Crianças e gestantes são as mais vulneráveis. O plástico afeta o desenvolvimento desde o estágio embrionário.

Não podemos tratar essa omissão como normal. Enquanto não houver cobrança, nada muda.

É por isso que seguimos defendendo o direito à informação e à proteção de quem consome.

Saiba mais sobre o impacto dos plásticos na sua saúde: https://idec.org.br/dicas-e-direitos/o-impacto-do-plastico-na-sua-saude-no-meio-ambiente-e-nas-relacoes-sociais

Nosso site, o idec.org.br, foi alvo de várias tentativas de invasão ao longo deste fim de semana e saiu do ar nesta madr...
28/09/2026

Nosso site, o idec.org.br, foi alvo de várias tentativas de invasão ao longo deste fim de semana e saiu do ar nesta madrugada.

Nossa equipe está trabalhando com toda a capacidade técnica para restabelecer o site o mais rápido possível.

Enquanto isso, seguimos atuando normalmente e mantendo nosso compromisso de estar ao lado de quem consome no Brasil, todos os dias, por diferentes canais, inclusive por aqui.

O Idec existe para defender os direitos das pessoas consumidoras e lutar por relações de consumo mais justas. Por isso, neste momento, seu apoio é fundamental.

Continue acompanhando o Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e compartilhando nosso conteúdo para que a informação siga chegando a quem precisa.

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25/09/2026

Estivemos em reunião com o presidente da República para levar a voz dos consumidores e discutir os impactos das bets no Brasil.

Representando o Idec, nosso diretor executivo, Igor Britto, levou ao debate a perspectiva da defesa de consumidores e os danos que acompanhamos de perto: endividamento, dependência, prejuízos às famílias e violações de direitos.

Por isso, defendemos que a regulamentação não é suficiente. Para proteger de fato os consumidores, é preciso proibir as bets no Brasil.

🔗 Já teve problemas com uma plataforma de apostas? Veja como buscar seus direitos com as nossas orientações: https://idec.org.br/idec-orienta/bets-seus-direitos-e-realidade-das-apostas

Seu rosto virou senha obrigatória para comprar online. E isso deveria preocupar todo mundo.A denúncia teve origem no rel...
25/09/2026

Seu rosto virou senha obrigatória para comprar online. E isso deveria preocupar todo mundo.

A denúncia teve origem no relato de um associado do Idec, que revelou o problema: consumidores impedidos de comprar, acessar a conta ou resolver pendências no Mercado Livre sem passar por reconhecimento facial.

O problema é grave: dados biométricos são sensíveis e insubstituíveis.

Exigir esse tipo de informação para uma compra simples vai contra a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), especialmente o Princípio da Necessidade (Art. 6º, III), que determina que as empresas devem solicitar apenas o estritamente necessário para concluir uma compra.

Essa prática expõe milhões de pessoas a riscos como vazamentos e vigilância desnecessária.

Os números reforçam a preocupação: segundo o Consumidor.gov.br, as reclamações sobre dados e privacidade envolvendo a empresa cresceram 77% no início de 2026.

Por isso, agimos. Levamos o caso ao Ministério Público Federal para pedir investigação e regras justas para o uso de tecnologias biométricas.

Comprar online não pode custar seus dados mais íntimos.

Segurança não pode ser justif**ativa para vigilância. Essa luta é por todas as pessoas consumidoras.

📄 Leia nosso pronunciamento oficial completo: https://idec.org.br/imprensa/idec-mpf-reconhecimento-facial-mercado-livre-mercado-pago

7 em cada 10 agrotóxicos mais vendidos no Brasil são proibidos na União Europeia (UE).Esse cenário não pode ser tratado ...
23/09/2026

7 em cada 10 agrotóxicos mais vendidos no Brasil são proibidos na União Europeia (UE).

Esse cenário não pode ser tratado como acaso. Ele é fruto de uma escolha política.

Enquanto a Europa bane substâncias tóxicas como a atrazina, proibida lá desde 2004 e classif**ada como “provavelmente carcinogênica para humanos” pela Organização Mundial da Saúde, o Brasil segue liberando.

Governos precisam proteger suas populações, mas o Brasil está virando o laboratório do veneno do mundo.

Os números mostram a dimensão do problema:

💀 15 mil toneladas de agrotóxicos banidos na UE foram recebidas pelo Brasil em 2024;
💀 914 novos registros em 2025, alta de 38% em relação a 2024;
💀 9.729 casos de intoxicação registrados em 2025, o pior ano desde 2015;
💀 1 em cada 4 vítimas é criança de 1 a 4 anos.

E os efeitos vão além da intoxicação aguda: câncer, infertilidade, malformações, desregulação hormonal são efeitos associados à exposição contínua, um custo que a população paga com a vida, enquanto a indústria de veneno lucra.

A Lei 14.785/2023 agravou esse cenário. O chamado Pacote do Veneno centralizou o registro no Ministério da Agricultura e Pecuária, acelerou os prazos para aprovação e reduziu o papel decisório da Anvisa e do Ibama, subordinando esses órgãos ao ritmo do agronegócio.

O resultado é um sistema que pode liberar mais veneno para a população.

Não são apenas os trabalhadores rurais que estão expostos. O consumo de alimentos e água contaminados atinge toda a população. Crianças, gestantes e adolescentes são os mais vulneráveis.

Seguimos monitorando, denunciando e pressionando por mudanças. Mas sem o apoio da sociedade, a indústria do veneno continua dominando.

Você já sabia desses dados? Conte nos comentários e compartilhe este post.

Apoie o Idec. Saiba mais no link da bio e conte pra gente se você já sabia disso!

Saiba mais sobre o impacto dos venenos na sua saúde: https://idec.org.br/dicas-e-direitos/o-impacto-dos-agrotoxicos-na-sua-saude-no-meio-ambiente-e-nas-relacoes-sociais

Produto nutritivo ou apenas mais um ultraprocessado? 🥣⚠️Analisamos a mistura para mingau sabor baunilha Cremogema Maizen...
22/09/2026

Produto nutritivo ou apenas mais um ultraprocessado? 🥣⚠️

Analisamos a mistura para mingau sabor baunilha Cremogema Maizena, da Unilever, e mostramos o que as promessas de saudabilidade tentam esconder.

O produto é um ultraprocessado com 13 ingredientes, e o açúcar é o segundo em maior quantidade. Além disso, traz o símbolo do triângulo amarelo (T), que indica o uso de amido de milho transgênico.

Mesmo com publicidade direcionada para crianças, a embalagem esconde armadilhas:

• Apelos de saúde na embalagem: usa afirmações como “força para crescer”, “disposição para aprender” e “energia para brincar”, mas não informa que as vitaminas NÃO são provenientes da matéria-prima dos ingredientes, ou seja, foram adicionadas separadamente. A fortif**ação com nutrientes isolados não proporciona o mesmo efeito benéfico de consumir um alimento que já contém esses nutrientes naturalmente em sua composição.

• Publicidade abusiva: usa desenhos (ursinho, balão e avião de papel) para dialogar com o universo infantil e frases como “força para crescer” e “disposição para aprender”, criando um apelo falso de saúde.

• Fortif**ação: a presença de vitaminas e minerais adicionados industrialmente não transforma um ultraprocessado com excesso de açúcar em um alimento saudável.

Defendemos que nenhuma adição de micronutrientes isolados substitui o alimento de verdade. A saúde dos nossos pequenos não pode ser alvo de estratégias de publicidade.

Quer saber mais sobre o que a indústria de ultraprocessados omite na embalagem dos seus produtos? Confira a análise completa no Raio-X dos Rótulos: https://idec.org.br/raio-x-rotulos/analise?produto=produto169

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