Instituto A Cidade Precisa de Você

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Instituto A Cidade Precisa de Você people make places Pessoas fazem lugares. O Instituto tem como foco os espaços públicos urbanos.

A articulação entre vários atores de territórios da cidade, como comunidade local, movimentos civis organizados, terceiro setor, empresas e poder público tem como objetivo promover a auto-regulação e responsabilidade cívica sobre o uso, cuidados e gestão do espaço público, através de processos de formação que permitam aos cidadãos contribuir com as ações propositivas e positivas, que gerem a integração social e a construção de respeito pelos outros, melhorando assim a qualidade de vida da cidade. Isso se dará impulsionando as relações entre todas as partes interessadas de diversos setores da cidade hem relação ao espaço público, enfatizando a responsabilidade dos cidadãos, incentivando intervenções abrangentes no espaço público em coordenação com outras entidades e/ou setores para resolver situações problemáticas ou insatisfatórias. Outro objetivo do Instituto é o de promover o intercâmbio de iniciativas relacionadas aos espaços públicos urbanos das cidades do Brasil com outras cidades do mundo, contribuindo pra agenda internacional dos espaços públicos, especialmente no Brasil e na America Latina. O Instituto, sem fins lucrativos, visa atuar para a melhoria da cidade, reunindo pessoas interessadas em promover a educação para o exercício da cidadania e a ativação de espaços públicos e espaços de intenção comum, para o que se propõe:
- discutir a cidade por meio de rodas de conversa, palestras, seminários, workshops, mostras
- incubar projetos sociais alinhados com sua finalidade
- articular, realizar e fomentar atividades de natureza social, educacional e cultural em espaços públicos
- desenvolver e executar projetos relacionados ao mobiliário urbano com um laboratório de pesquisa e execução de mobiliário urbano

ACIDADEFAZ | Quem vive no território sabe do que ele precisa.Compreender as relações entre cultura e clima virou pauta p...
15/09/2026

ACIDADEFAZ | Quem vive no território sabe do que ele precisa.

Compreender as relações entre cultura e clima virou pauta prioritária nas discussões sobre adaptação climática no país. E isso coloca um desafio para a arquitetura e o urbanismo: sair do projeto pelo projeto e passar a ler os territórios junto com quem os habita, quem os tece e quem os transforma todos os dias.

Arruda representou o ACIDADE em agosto no 3º Seminário Internacional Cultura e Mudança do Clima do , na São Paulo Climate Week , partilhando experiências de escuta comunitária, que é a espinha dorsal dos nossos projetos, e de linguagens artísticas que ampliam o olhar sobre as reconfigurações urbanas e existenciais que os tempos atuais exigem.

"É cada vez mais necessário aliar diferentes frentes da sociedade e dos governos na busca coletiva de soluções para nossas cidades. Nossa experiência com o Ativa Cultura, que apoiou a criação dos CEUs da Cultura em cidades de pequeno porte, mostra que a arquitetura pode mediar a relação entre comunidades e gestores públicos, unindo sabedoria local, criatividade e políticas públicas", conta Marcella, que também esteve nas edições do Rio (2025) e de Salvador (2024).

08/09/2026

| O registro em vídeo das etapas do projeto ATIVAJuventude, realizado no primeiro semestre de 2026, está disponível no canal ACIDADE (vídeo completo no link da bio).

Com a proposta de ampliar a consciência crítica de estudantes do ensino técnico de Meio Ambiente da Brasilândia sobre a produção da cidade e de valorizar a atuação do arquiteto e urbanista em processos participativos de planejamento de espaços públicos verdes, o ATIVA Juventude realizou uma formação com 20 jovens da
ETEC Paulistano para motivá-los a se engajar na luta pela criação do Parque Morro Grande.

“Essa aproximação entre a comunidade escolar e os movimentos sociais locais tem muito potencial para qualif**ar o projeto do parque”, diz Flávia Fernandes, diretora do ATIVAJuventude, que se surpreendeu com a diversidade de contribuições dos estudantes e com seu respeito à memória local e à luta de moradores da região pelo parque. “Sentimos o desejo de que o parque fosse um ecossistema vivo, de que todos nós pudéssemos fazer parte dele, em conjunto com o meio ambiente, como parte da natureza que está ali”, declara uma jovem participante do projeto.

Para a coordenadora do curso de Meio Ambiente Geovanna Zamboni Pazetto, o contato com arquitetos e urbanistas, que não está no currículo da ETEC, proporcionou aos jovens novos olhares sobre o parque.

   |  Duas horas é o tempo que muita gente da Zona Norte leva para chegar a um parque num dia de sábado. Enquanto isso, ...
27/08/2026

| Duas horas é o tempo que muita gente da Zona Norte leva para chegar a um parque num dia de sábado. Enquanto isso, a área verde onde f**a a antiga pedreira do Morro Grande segue à espera de se tornar o Parque Morro Grande. De cima desse lugar, onde há remanescentes de Mata Atlântica e Cerrado, dá para avistar os bairros da Brasilândia, Freguesia do Ó e do Jaraguá. E também o lugar onde havia um lago, mas que hoje virou pátio de manobras da Linha 6–Laranja do metrô.

Fizemos essa trilha com mais de 60 pessoas no último sábado (22), na Jornada do Patrimônio Ambiental. "Muita gente vai para parques mais distantes, como Ibirapuera e Villa-Lobos, mas ter um parque aqui pertinho é algo muito importante para nós", disse uma estudante da ETEC Paulistano. Ela fez parte do projeto Ativa Juventude, que mobilizou jovens locais a se engajar na criação do Parque Morro Grande. E alguns estudantes do Ativa estiveram conosco na caminhada. Ao longo da experiência, soubemos que um grupo de 250 atletas de corrida de Pirituba treina no espaço do parque e ajuda a cuidar da limpeza do local.

No papel, esse parquejá existe: o decreto nº 65.329/2026 saiu, o conselho gestor está instituído e o secretário adjunto do Verde e do Meio Ambiente, Daniel Teixeira de Lima, confirmou na Jornada do Patrimônio Ambiental que já existem equipes dedicadas ao equipamento público.

Mas falta concluir alguns processos, como as desocupações de parte da sua área, o tombamento da Capela Santa Clara de Assis e do antigo Cinema local, e o aporte de recursos para a obra começar. É por isso que a pressão dos coletivos ligados à causa é tão importante.

E você, quanto tempo leva para chegar no parque mais próximo da sua casa? Conta pra gente nos comentários!

Jornada do Patrimônio Ambiental: uma parceria entre o Movimento em Defesa do , .br, ACIDADE e .

zonanorte

📸 .viyuela

Que tal uma caminhada pelo futuro Parque Municipal do Morro Grande?  Você está convidado(a) para fazer uma trilha por um...
17/08/2026

Que tal uma caminhada pelo futuro Parque Municipal do Morro Grande?  

Você está convidado(a) para fazer uma trilha por uma das principais áreas verdes da região Norte da cidade, no próximo sábado (22), como parte da Jornada do Patrimônio Ambiental no Morro Grande!

Início: 10h, partindo da Capela Santa Clara de Assis e percorrendo o bairro do Morro Grande até o terreno do futuro Parque. Com inclinação acentuada em alguns trechos, a trilha tem nível médio de dificuldade. Use preferencialmente calças compridas e sapatos fechados e confortáveis. 

No encerramento, faremos um piquenique coletivo. Se possível, leve algo para partilhar e também um saquinho para guardar os resíduos.
 
📋A atividade é gratuita! Faça sua inscrição no link da bio!   

A Jornada do Patrimônio Ambiental no Morro Grande é uma iniciativa do Movimento em Defesa do Movimento em Defesa do Parque Morro Grande, do Instituto Morro Grande, em parceria com o ACIDADE e a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente. 

“É urgente que as cidades – em especial, as periferias, territórios que mais sofrem com as mudanças climáticas –, possam...
11/08/2026

“É urgente que as cidades – em especial, as periferias, territórios que mais sofrem com as mudanças climáticas –, possam criar formas de se adaptar para os impactos dos eventos extremos. A questão é: como se dá esse impacto e como essa adaptação pode acontecer?”.

A fala é de , do ACIDADE, uma das idealizadoras do jogo AtivaCLIMA, criado para apoiar comunidades e territórios na ideação de soluções de base comunitária para amenizar efeitos de temporais, secas, vendavais, deslizamentos, entre outros eventos que têm desafiado o planejamento das cidades mais vulneráveis.

O jogo foi aplicado em atividade realizada no , em parceria com o (YCL) e o , representado por Matheus Cabral, durante a , promovendo duas horas de partilhas sobre participação social, justiça climática e o papel das comunidades na construção de cidades mais resilientes.



📷 Thais Viyuela

Nesta quinta-feira, 6 de agosto, estaremos com o jogo AtivaCLIMA na São Paulo Climate Week – das 13 às 15h, no Museu das...
04/08/2026

Nesta quinta-feira, 6 de agosto, estaremos com o jogo AtivaCLIMA na São Paulo Climate Week – das 13 às 15h, no Museu das Favelas. Com a proposta de uma experiência colaborativa, a dinâmica do AtivaCLIMA convida os participantes a refletir e dialogar sobre os efeitos das mudanças climáticas em seus territórios e a criar soluções para enfrentá-los. A atividade, gratuita, será conduzida por e , duas das idealizadoras da metodologia. No mesmo encontro, Matheus Cabral, do , vai apresentar conceitos e exemplos práticos de estratégias de adaptação climática criadas em diferentes contextos urbanos. Este workshop é uma realização da em parceria com o Instituto A Cidade Precisa de Você.

Increva-se: https://luma.com/8n1l7ezl

O ciclo de encontros formativos do projeto Vozes dos Extremos reuniu 250 participantes em oficinas gratuitas de mapeamen...
27/07/2026

O ciclo de encontros formativos do projeto Vozes dos Extremos reuniu 250 participantes em oficinas gratuitas de mapeamento, trilha agroecológica, inventário cultural e arborização urbana ao longo do primeiro semestre do ano. Um dos principais objetivos foi apresentar instrumentos participativos para ampliar a voz de comunidades das zonas Norte e Sul da cidade em políticas públicas para a valorização da cultura e do ambiente local, gerando experiências passíveis de serem replicadas pelo município.
Elaborados com a contribuição de moradores, lideranças, estudantes e idosos, os resultados dos encontros foram apresentados aos conselhos de meio ambiente (CADES) do Jaçanã-Tremembé e de Parelheiros, para então serem encaminhados como propostas à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) do município.

“Na avaliação do CADES Jaçanã-Tremembé, o Inventário Participativo do Patrimônio Cultural resultante de nossas oficinas pode ser uma importante contribuição para o processo de retomada de um museu no território. No CADES Parelheiros, o Planejamento Participativo de Arborização Urbana foi apontado como uma ferramenta capaz de fortalecer a expansão da cobertura vegetal em áreas mais urbanizadas, com um olhar especial para o cuidado comunitário no monitoramento da arborização local”, diz a coordenadora do projeto Fernanda Luchiari.

Confira os resultados em https://vozesdosextremos.org/

O projeto Vozes dos Extremos - memória socioambiental e redes comunitárias de cultura é uma realização do Instituto a Cidade Precisa de Você e do Instituto Vozes do Território e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo por meio de recursos da emenda parlamentar 2025.272.67433.

Diante de uma plateia de arquitetos e urbanistas e gestores públicos, 20 estudantes do ensino médio-técnico de Meio Ambi...
03/07/2026

Diante de uma plateia de arquitetos e urbanistas e gestores públicos, 20 estudantes do ensino médio-técnico de Meio Ambiente da @ apresentaram em junho uma lista de propostas para a implantação do Parque Morro Grande na região da Brasilândia. O evento marcou o encerramento do projeto Ativa Juventude, criado para incluir jovens locais no movimento histórico do território por um equipamento público essencial para a saúde, o lazer, a cultura e o bem-estar da população.

“No mesmo mês, o Mapa das Desigualdades 2026 () trouxe a Brasilândia pelo segundo ano consecutivo como o lugar com o pior índice de qualidade de vida em um ranking de 96 territórios da capital paulista, enfatizando inclusive que nessa localidade as pessoas tem 16 anos a menos de vida do que no território com a melhor pontuação. Isso comprova a urgência da implantação do Parque Morro Grande e da participação da juventude nesse processo”, afirma a diretora do projeto Flávia Fernandes.

Espaços de cultura e lazer, áreas de banho, regeneração de córregos, iluminação, espaços educativos e gestão compartilhada do Parque Morro Grande estão entre as propostas dos estudantes que dialogam com deficiências de serviços e infraestrutura apontadas no Mapa das Desigualdades. Os jovens foram ouvidos por lideranças do Movimento em Defesa do Parque Morro Grande e do coletivo Memórias do Morro Grande e representantes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) e da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA).

A publicação do ATIVA Juventude com as propostas detalhadas pode ser conferida aqui: https://www.acidadeprecisa.org/publicacao-ativa-juventude

O ATIVA Juventude é uma realização do Instituto A Cidade Precisa de Você, com apoio do do Programa CAU Educa, do CAU/SP , através do Termo de Fomento Nº 021/2025.

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O que a arquitetura ensinada nas universidades pode aprender com os saberes produzidos nos territórios?“A linguagem gráf...
30/06/2026

O que a arquitetura ensinada nas universidades pode aprender com os saberes produzidos nos territórios?

“A linguagem gráf**a do arquiteto não precisa ser a representação estática de um lugar, ela pode narrar histórias e registrar experiências coletivas.” — Danilo Filgueiras, arquiteto e ilustrador.

A exposição Envolvimentos iniciou nova temporada na QNCO | Colírio e Questtonó. Fruto da Extremos: Arquiteturas para um mundo quente, a mostra propõe um percurso visual por estratégias e corpos-paisagens criados coletivamente em aldeias, terreiros e periferias para enfrentar extremos climáticos.

Agradecemos a quem veio ouvir, aprender e partilhar conosco no lançamento!

Visitação livre e gratuita:

📍 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1656, 1º andar.

Envolvimentos:

Gustavo Caboco & Danilo Filgueiras .caboco &
Marcella Arruda
Marina Frugoli
Clevio Rabelo
Ivanildes Kerexu
Sem Muros
Mãe Zana de Odé
Luis Octavio de Faria e Silva
Plataforma Arquitetura e Biosfera
Escola da Cidade
Associação Casa Floresta .forestc
Barão Di Sarno

Organizações:
SP, org. Bienal de Arquiteturainstitutedesign

📷:

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What can the architecture taught in universities learn from the knowledge produced within the territories?

“An architect's graphic language doesn't have to be a static representation of a place; it can narrate stories and record collective experiences.” — Danilo Filgueiras, architect and illustrator.

Envolvimentos, the exhibition, opened its new season at QNCO | Colírio and Questtonó (.design). Born out of the 14th BIAsp, (.SP), Architectures for a Hot World, the show proposes a visual journey through strategies and body-landscapes collectively created in indigenous villages, terreiros, and peripheries to face climate extremes.

Thanks to everyone who came to listen, learn, and exchange with us at the opening!

Free and open to the public:

📍 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1656, 1º andar.

11/06/2026

Os encontros para a cocriação de um Inventário Participativo do Patrimônio Cultural, realizados pelo projeto Vozes dos Extremos no território da Subprefeitura Jaçanã-Tremembé, proporcionaram a oportunidade de moradores, agentes culturais e lideranças partilharem memórias e histórias sobre o processo de urbanização da região. A parceria com organizações e movimentos sociais locais foi essencial para que diversas vozes do território fossem contempladas.   

“As pessoas idosas conhecem muito da história do bairro. Então, puderam contar sobre tudo o que viveram para assentar o bairro aqui no território”, diz Marina Abrão, pesquisadora e educadora à frente do projeto “Café com Prosa”, encontro periódico da organização Prato Verde Sustentável para promover a escuta ativa da comunidade. Dentre as percepções compartilhadas, está a transformação da Serra da Cantareira ao longo das décadas com o aumento da população na Zona Norte de São Paulo. 

Ao todo, 77 participantes estiveram nos encontros da oficina de Inventário Participativo do Patrimônio Cultural, com a mediação dos educadores Fernanda Luchiari, doutora em saúde global e sustentabilidade e coordenadora do Vozes dos Extremos, e o doutor em arquitetura e urbanismo Conrado Vivacqua. Um arquivo de memórias e saberes tradicionais colhidos de um repertório comunitário, o inventário contribui para identif**ar, coletar e salvaguardar bens culturais materiais e imateriais de um território.. 

O projeto Vozes dos Extremos - memória socioambiental e redes comunitárias de cultura é uma realização do Instituto a Cidade Precisa de Você e do Instituto Vozes do Território e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo por meio de recursos da emenda parlamentar 2025.272.67433.

Endereço

Avenida Pompeia, 723
São Paulo, SP
05023-000

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