Movimento Nacional De Direitos Humanos

Movimento Nacional De Direitos Humanos Esta é a página do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH).

O Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) é um movimento organizado da sociedade civil, sem fins lucrativos, democrático, ecumênico, supra-partidário, presente em todo o território brasileiro em forma de rede com mais de 400 entidades filiadas. Fundado em 1982, constitui-se hoje na principal articulação nacional de luta e promoção dos direitos humanos.

📢 Nota Pública sobre Plano Nacional de Proteção a Defensores/as de Direitos HumanosO Movimento Nacional de Direitos Huma...
06/11/2025

📢 Nota Pública sobre Plano Nacional de Proteção a Defensores/as de Direitos Humanos

O Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil) saúda a publicação do Decreto n. 12.710/2025 pelo presidente Lula por meio do qual institui o Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos.

O Plano estava previsto no momento da criação da política nacional de proteção a defensoras e defensores de direitos humanos, mas ainda não havia sido publicado, o que somente aconteceu motivado por ações movidas por organizações da sociedade civil com participação ativa do Ministério Público Federal, resultando em decisão da Justiça Federal brasileira e da Corte Interamericana de Direitos Humanos. O texto do Plano é fruto do trabalho de representantes de organizações da sociedade civil e de órgãos públicos reunidos no Grupo de Trabalho Técnico Sales Pimenta, a quem expressamos nosso reconhecimento pelo amplo e consistente processo realizado.

O MNDH Brasil acredita que a luta por direitos humanos é o principal legado construído pela ação das defensoras e defensores de direitos humanos. A organização e a luta é que fazem os direitos. São elas que mantém as exigências de sua implementação, de reparação das violações e de responsabilização de quem os viola, bem como são as que nutrem a criação de novos direitos. São as sujeitas e os sujeitos defensoras e defensores de direitos humanos que, por meio de movimentos, organizações, coletivos, das mais diversas formas, fazem dos direitos humanos agenda de ação para que cheguem ao cotidiano da vida de cada uma e de todas as pessoas.

Lutar por direitos humanos é direito e ser protegido por lutar por direitos humanos também é direito. Um país que protege os direitos humanos também precisa proteger a quem luta por direitos humanos. Inaceitável que o Brasil siga sendo um lugar perigoso para quem luta e que as políticas de proteção sejam ainda insuficientes para garantir que suas vidas sejam cuidadas. A instituição do Plano Nacional representa um passo importante nos compromissos do Estado com políticas de proteção. É fundamental, porém, que ele se traduza em efetividade, com a garantia de recursos orçamentários, medidas concretas, estratégias, programas e ações articuladas e ajustadas às necessidades de quem precisa da proteção e, sobretudo, capazes de enfrentar as causas estruturais geradoras do risco, entre as quais a impunidade, a desigualdade, o racismo, a concentração da terra e dos territórios, o patriarcado e todas as formas de violência, opressão e discriminação.

Reconhecemos que o Plano avança na previsão de medidas de fortalecimento da proteção popular, da proteção coletiva e da proteção territorial, ações próprias das organizações e da sociedade, a serem complementadas com as medidas de políticas públicas. Fortalecer as organizações e as lutas por direitos humanos é o melhor caminho para proteger defensoras e defensores de direitos humanos. Mas isso não exclui e nem diminui a ação responsável do Estado para barrar as violências e para responsabilizar quem as faz acontecer.

Estamos prontos para seguir atentos e vigilantes no processo de implementação do Plano Nacional, aguardando a publicação da Portaria Interministerial com a previsão dos objetivos estratégicos, das ações programáticas, dos órgãos executores e dos prazos de implementação. Também aguardamos a publicação da Portaria que instituirá o Comitê de Monitoramento e Avaliação do Plano com composição paritária entre poder público e sociedade civil para acompanhar a execução do Plano.

O Estado tem a obrigação de proteger quem está na linha de frente da defesa dos direitos, garantindo condições para que possam continuar sua atuação. Defensoras e defensores carregam a “estranha mania de ter fé na vida” e de fazer da vida a luta por causas, muito além de demandas ou de reivindicações.

Este momento histórico se tornará ainda mais concreto quando todas as medidas se transformarem em ações efetivas e quando vivermos numa sociedade na qual lutar por direitos humanos será valorizado e já não haverá, em qualquer hipótese, possibilidade de risco de qualquer tipo para a sua atuação. Viva a luta por direitos humanos, viva a luta das defensoras e defensores de direitos humanos.

Brasil, 06 de novembro de 2025.

Conselho Nacional do MNDH

✊🏽 Acordo de Escazú é aprovado na Câmara dos Deputados e vai para votação do SenadoTrata-se de uma vitória da mobilizaçã...
06/11/2025

✊🏽 Acordo de Escazú é aprovado na Câmara dos Deputados e vai para votação do Senado

Trata-se de uma vitória da mobilização da sociedade civil, que incidiu junto ao Governo com carta pedindo ação coordenada para garantir o resultado positivo.

O Acordo de Escazú foi aprovado nesta quarta-feira, 5 de novembro de 2025, no Plenário da Câmara dos Deputados, após intensa mobilização do Movimento Escazú Brasil, que reúne uma ampla diversidade de organizações ambientais e de direitos humanos em todo o Brasil, inclusive o MNDH.O tratado versa sobre o acesso à informação, participação pública e acesso à justiça em assuntos ambientais na América Latina e no Caribe.

O texto tramita na Câmara desde maio de 2023. A votação, realizada em regime de urgência, aconteceu após o Movimento encaminhar recentemente carta ao Governo Federal solicitando a atuação coordenada dos ministérios para assegurar a aprovação do Acordo, por meio de ações de comunicação e diálogo junto aos parlamentares e à sociedade civil. O documento foi encaminhado aos ministérios do Meio Ambiente, Direitos Humanos, Povos Indígenas, Justiça, Relações Exteriores e Institucionais, entre outros.

🌎 O MNDH participou do Encontro “Derecho a Defender Derechos Humanos en la región de América Latina”, realizado em Bogot...
04/11/2025

🌎 O MNDH participou do Encontro “Derecho a Defender Derechos Humanos en la región de América Latina”, realizado em Bogotá, de 27 a 29 de outubro de 2025. Paulo César Carbonari, membro da coordenação nacional representou o MNDH.
No encontro além de trocas e a construçao de uma agenda conjunta, os/as participantes aprovaram o pronunciamento como expressão de compromisso e fortalecimento da luta por direitos humanos no continente.

🇧🇷 MOÇÃO DAS AMÉRICAS SOBRE BRASILOs/as representantes das organizações que assinam esta moção, participantes do 42 Cong...
31/10/2025

🇧🇷 MOÇÃO DAS AMÉRICAS SOBRE BRASIL

Os/as representantes das organizações que assinam esta moção, participantes do 42 Congresso da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH), reunidos em Bogotá, manifestam, com força, sua total indignação ante o massacre de mais de 132 pessoas nas favelas da Penha e do Alemão no Rio de Janeiro, Brasil, em 28 de outubro. Exigem investigação justa e independente e orientada pelos direitos humanos de todos os que apostam no confronto com as populações pobres das favelas do Rio de Janeiro como política pública.

Os responsáveis por fatos tão graves precisam ser punidos por suas responsabilidades penais e administrativas. Por isso, esperam que o governo do Rio de Janeiro cumpra totalmente a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a uma solicitação do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH).

As organizações que subscrevem manifestam a mais profunda solidariedade às famílias e comunidades afetadas. Também apoiam integralmente as organizações de direitos humanos, em especial às que são afiliadas à FIDH no Brasil, para que sigam atuando com independência e exigindo que o que ocorreu nunca mais se repita.

Bogotá, 31 de outubro de 2025.

Assinam

Movimento Nacional de Direitos Humanos - MNDH Brasil
Justiça Global - Brasil
Justiça nos Trilhos - Brasil
Observatorio Ciudadano - Chile
CAJ - Argentina
Comisión Mexicana de Defensa y Promoción de Derechos Humanos - México
Liga Argentina de Derechos Humanos - Argentina
Centro de Estudios Legales y Sociales - CELS Argentina
Corporación de Promoción y Defensa de los Derechos del Pueblo - CODEPU Chile
ILSA - Colombia
Accion Ecológica - Ecuador
APRODEH - Peru
LIMEDH - México
IDHEAS - México
CEDHU - Ecuador
CEDAL Centro de Derechos y Desarrollo - Perú
Centro de Políticas Públicas y Derechos Humanos - Perú EQUIDAD
CIPRODEH - Honduras
PROVEA - Venezuela
CALDH - Guatemala
Centro Nicaragüense de Derechos Humanos - CENIDH, Nicaragua
Organización Femenina Popular - OFP Colombia
CAJAR - Colombia
CPDH - Colombia
CNDHRD - República Dominicana
INREDH - Ecuador

📣 Em nota pública, o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) repudiou a operação polici...
30/10/2025

📣 Em nota pública, o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) repudiou a operação policial realizada nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortes. O Comitê denunciou a ação como mais um capítulo do genocídio da população negra e favelada.

O documento aponta que a política de segurança no estado se baseia na “opção pela morte”, transformando comunidades em zonas de guerra e promovendo ataques sistemáticos que violam os direitos humanos. A nota exige perícia independente, investigação federal, punição dos responsáveis e reparação às famílias das vítimas, além de ação urgente do governo federal.

Assinada por 45 organizações e movimentos sociais que integram o Comitê, a nota também denuncia a tentativa de criminalização de defensoras e defensores de direitos humanos, perseguidos por prestarem ajuda a familiares e vítimas da chacina.

📌 Leia a nota na íntegra aqui: https://bit.ly/4oIkkVp

*Confira texto completo na imagem.

📢 EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIAAssociadas e associados da Sociedade de Apoio Aos Direitos Humanos estã...
23/10/2025

📢 EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

Associadas e associados da Sociedade de Apoio Aos Direitos Humanos estão, por este Edital, convocadas e convocados a ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, a ser realizada no dia 07 de novembro de 2025, às 17h, para primeira convocação e 17h30 na segunda e última convocação, sendo certo que a mesma realizar-se-á através da plataforma Zoom, conforme a Lei 14.010/2020, visando deliberar sobre a seguinte pauta:

1) Prestação de contas dos exercícios 2003 a 2025 – apresentação e deliberação;
2) Eleição e posse dos membros da Coordenação Geral;
3) Eleição e posse de membros do Conselho Fiscal;
4) Assuntos Gerais.

Certa de contar com vossa presença.

🔗https://mndhbrasil.org/edital-de-convocacao-assembleia-geral-ordinaria/

🌎 MNDH participa de atividade na FAO/ONUNos dias 18 e 19 de outubro, o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) par...
21/10/2025

🌎 MNDH participa de atividade na FAO/ONU

Nos dias 18 e 19 de outubro, o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) participou do Fórum do Mecanismo da Sociedade Civil e Povos Indígenas (MSCPI), voltado para o Comitê de Segurança Alimentar (CSA) da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O encontro serviu como preparação para a 53ª sessão do CSA, a qual esta sendo realizada na sede da FAO, em Roma, entre os dias 20 e 24 de outubro.

O MNDH integra a delegação do governo brasileiro, representando o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Na quinta-feira pela manhã, durante o evento paralelo "Feeding Justice: Transforming Food Systems through the Right to Food", o movimento fará uma intervenção com o tema: "Ferramentas para fortalecer o uso de instrumentos internacionais do direito à alimentação em lutas sociais e políticas públicas".

🚨 Lançamento de publicações e roda de diálogo sobre o tema do enfrentamento às violências e prevenção aos genocídiosNo e...
13/10/2025

🚨 Lançamento de publicações e roda de diálogo sobre o tema do enfrentamento às violências e prevenção aos genocídios

No encontro, serão apresentadas duas novas publicações:

1️⃣ "Contribuições e Recomendações ao Marco de Análise de Crimes Atrozes da ONU". O documento analisa a definição de genocídio da ONU sob uma perspectiva étnico-racial e de gênero a partir da realidade brasileira. Argumenta que a tipificação vigente, baseada em conflitos armados, não contempla adequadamente as violências estruturais que afetam as populações negra e indígena no Brasil por meio de ações e omissões do Estado.

2️⃣ "Plano de Ação para Lideranças Religiosas para Prevenir a Incitação à Violência". A publicação é um resultado de consultas organizadas pelo Escritório da ONU para a Prevenção do Genocídio. O plano detalha recomendações para que lideranças religiosas atuem na prevenção da incitação à violência, ao extremismo e à violência baseada em gênero.

O evento também promoverá uma roda de diálogo sobre os temas abordados nos materiais.

🗓️ Data: 04 de novembro de 2025
⏰ Horário: 15h
💻 Onde: Evento online (o link de transmissão será divulgado em breve)

Anote na agenda e participe!

✊🏽 Conferência Livre de Direitos Humanos mobilizou 130 participantes e definiu representantes para a 13ª Conferência Nac...
19/09/2025

✊🏽 Conferência Livre de Direitos Humanos mobilizou 130 participantes e definiu representantes para a 13ª Conferência Nacional

A Conferência Livre de Direitos Humanos foi realizada ontem (18) no formato virtual, e contou com a organização do Conselho Nacional de Direitos Humanos, Movimento Nacional de Direitos Humanos, Comitê Brasileiro de Defensores/as de Direitos Humanos, Campanha A Vida por um Fio, Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil), Fórum Nacional de Entidades Gestoras, Comissão Brasileira de Justiça e Paz e Fórum dos Direitos Humanos e da Terra do Mato Grosso.

🔗https://repam.org.br/conferencia-livre-de-direitos-humanos-mobilizou-130-participantes-e-definiu-representantes-para-a-13a-conferencia-nacional/

📙 Nova cartilha da Cáritas Brasileira e do Movimento Laudato Si’ convida a refletir sobre as emergências climáticas e a ...
08/09/2025

📙 Nova cartilha da Cáritas Brasileira e do Movimento Laudato Si’ convida a refletir sobre as emergências climáticas e a Conferência das Partes (COP).

🌏 Com linguagem acessível e foco na formação crítica da sociedade, a publicação propõe oficinas, rodas de conversa e ferramentas de mobilização popular rumo à Conferência das Nações Unidades sobre o Clima, em Belém/PA.

🌱 Em sintonia com o legado do Papa Francisco e sua contribuição para os debates sobre justiça climática, a Cáritas Brasileira e o Movimento Laudato Si’ lançam a cartilha “Mudanças Climáticas e Conferência do Clima: Qual o nosso papel?”, um material informativo e formativo voltado à mobilização da sociedade brasileira diante das emergências climáticas. A publicação integra os esforços da Igreja e de organizações sociais para ampliar o letramento climático da população, especialmente no contexto da COP30, que ocorrerá em Belém do Pará em novembro de 2025.

🔗 Acesse o material em caritas.org.br/divulgacao e laudatosimovement.org

✊🏽 NOTA PÚBLICA COLETIVAOrganizações da sociedade civil repudiam espionagem ilegal do Governo do Pará contra defensoras ...
20/08/2025

✊🏽 NOTA PÚBLICA COLETIVA

Organizações da sociedade civil repudiam espionagem ilegal do Governo do Pará contra defensoras e defensores de direitos humanos

As organizações da sociedade civil abaixo assinadas vêm a público manifestar profunda
preocupação e indignação diante das graves denúncias de que a Secretaria de Estado de Segurança Pública do Pará (Segup), por meio da Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (SIAC), estaria utilizando indevidamente suas atribuições para monitorar e vigiar defensoras e defensores de direitos humanos, incluindo lideranças indígenas e comunitárias no âmbito do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos do Pará (PPDDH/PA).

As informacões tornadas públicas indicam desvio de finalidade no uso da estrutura estatal, transformando um instrumento concebido para proteger em mecanismo de vigilância e controle. Há fortes indícios de que informações sensíveis do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH/PA) foram ilegalmente apropriadas e utilizadas para alimentar prática de espionagem.

Esta conduta do Governo do Pará configura um ataque duplo à democracia: primeiro, contra a integridade e a vida das defensoras e defensores, que têm sua segurança, já fragilizada, ainda mais ameaçada por aqueles que deveriam protegê-los; segundo, contra a política pública de proteção, cuja credibilidade e efetividade são sabotadas de dentro para fora, violando-se os princípios de confidencialidade e confiança que a sustentam. O uso de dados protegidos para fins de vigilância política viola frontalmente a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n. 13.709/2018) e compromete a integridade e a credibilidade da política pública de proteção de defensoras e defensores de direitos humanos.

O Pará, de acordo com o Ministério de Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), é o estado da Federação com o maior número de pessoas incluídas no Programa de Proteção dos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas, a maior parte deles ligados à luta pela terra, território e meio ambiente.

Dados da pesquisa Na Linha de Frente: Violencia Contra Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (2023-2024), realizada pela Justiça Global e Terra de Direitos, indica ainda que o Estado do Pará é o mais violento para quem defende direitos, registrando 103 casos de violações de um total de 486 casos mapeados em todo o Brasil. Em dois anos foram contabilizados 6 assassinatos de defensores de direitos humanos e 94% das violências foram cometidas contra defensoras e defensores ambientais.

No contexto em que o Estado do Pará se prepara para sediar a COP 30, em 2025, tais acões ilegais persecutórias apontam uma grande contradição, enquanto se projeta uma imagem de compromisso com o meio ambiente e os direitos humanos internacionalmente, localmente, o governo do estado do Pará criminaliza e espiona aqueles que lutam para tornar esses direitos uma realidade.

Reconhecemos a atuação da entidade gestora do PPDDH/PA, o Instituto Universidade Popular
(Unipop), que declarou não ter qualquer relação com os acontecimentos. Manifestamos apoio à esta organização social e nossa confiança na sua atuação comprometida com a proteção de defensores e defensoras de direitos humanos no Pará.

Exigimos que todas as denúncias sejam apuradas de forma rigorosa e transparente, com a responsabilização dos agentes públicos que tenham ordenado, autorizado e executado tais práticas. A não adoção de medidas imediatas pelos órgãos competentes pode configurar prevaricação, agravando ainda mais os fatos.

Reiteramos a necessidade de desenvolvimento de ações de fortalecimento da confiança na política de proteção, tanto no Pará quanto em todo o País. Reafirmamos que políticas públicas de proteção devem ser ferramentas efetivas para proteger e salvaguardar vidas daquelas e daqueles que lutam pela defesa, garantia e por novos direitos. Defender quem defende direitos é proteger a democracia, a dignidade humana e o futuro comum.

Brasil, 20 de agosto de 2025.
Organizações da Sociedade Civil signatárias

📱 https://mndhbrasil.org/nota/nota-publica-coletiva/

🌏 NOVA ORDEM MUNDIALBrasil está em ‘tabuleiro de War’ singularmente escolhido por Donald Trump como alvo preferencialCon...
20/08/2025

🌏 NOVA ORDEM MUNDIAL
Brasil está em ‘tabuleiro de War’ singularmente escolhido por Donald Trump como alvo preferencial

Conjuntura pede defesa da soberania e a renovação do compromisso com a democracia e os direitos humanos. Artigo do conselheiro do CNDH, Carlos Nicodemos.

📱Leia mais no Brasil de Fato: https://tinyurl.com/hewza6b5

Conjuntura pede defesa da soberania e a renovação do compromisso com a democracia e os direitos humanos

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