Astec SP ASTEC SP - ASSOCIAÇÃO DOS SAMBISTAS, TERREIROS E COMUNIDADES DE SAMBA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Criada em 2011, por um coletivo de Sambistas, alguns de Comunidades e outros independentes como Marquinhos JACA sambista e produtor musical, Wagner do Pagode Do Cafofo, Alisson do Pagode Do Sobrado, Brão Lopes compositor, Daniel Santos da Comunidade Canto pra Velha Guarda, Carlos J Fernandes Neto do Samba do Sino Movimento Cultural e T.Kaçula Sambista e membro da Rua do Samba Paulista, com o objet

ivo de preservar, divulgar, difundir e dar continuação e fortalecimento à cultura do Samba de São Paulo, em todos os seus aspectos. A Associação lançou recentemente o Guia das Comunidades de Samba de São Paulo e está em vias de lançar o aplicativo InSamba (em outubro de 2015), que apresentará um mapa e agenda de todas as Comunidades de Samba de São Paulo, além de Escolas de Samba e Casas de Show ligadas ao ritmo, de todo o Mundo. Um importante passo para a democratização do acesso da população à riquíssima agenda de samba. Desde de 2012, conquistou espaço de participação no principal evento cultural da cidade de São Paulo, a Virada Cultural, inserindo as comunidades como parte integrante da programação cultural da cidade, e promove continuamente articulação com o poder público para apoio em eventos com participação ativa de seus associados como: “Dia da Consciência Negra e o Dia Nacional do Samba”, além de fomentar a participação das mesmas em programações de espaços culturais públicos e privados em todo o estado de São Paulo.

16/07/2026

Circuito das Comunidades de Movimento Paulistano De Comunidades De Samba

Sucesso Samba do Sino Original
03/07/2026

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Samba do Sino na Garoa - Santa Bamba(Fabiano Ramos Torres e Kiko Di...

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21/06/2026

Parabéns Laura Santos Santos Bruno F***j Bruno Santos de Lima Guilherme F***j Pelo Paulo Mathias Guilherme Lacerda
A cultura agradece essa homenagem!
Sensacional esse movimento de resistência e inclusão das mulheres na roda de samba!

Maíra Guedes Sucesso!
16/06/2026

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“Oxum Um Sol” chega às plataformas digitais em 25 de junho e abre os caminhos para o lançamento do álbum Entrelaces, previsto para agosto

16/06/2026

🎩🎶 Carlos Cachaça: o poeta que ajudou a construir a história da Mangueira

Falar de Carlos Cachaça é falar das próprias raízes do samba carioca. Nascido no Rio de Janeiro em 3 de agosto de 1902, com o nome de Carlos Moreira de Castro, ele se transformou em uma das figuras mais importantes da cultura popular brasileira e em um dos grandes responsáveis pela construção da identidade da Estação Primeira de Mangueira.

Criado no Morro da Mangueira, Carlos viveu de perto o nascimento dos blocos carnavalescos e das primeiras manifestações que dariam origem às escolas de samba. Ainda menino, já participava dos festejos da comunidade e, aos 16 anos, atuava como pandeirista no conjunto de Mano Elói.

O apelido que o acompanharia por toda a vida surgiu de forma curiosa. Em uma roda de amigos onde havia vários "Carlos", ele era o único que preferia beber cachaça em vez de cerveja. A brincadeira virou marca registrada, e nasceu ali o lendário Carlos Cachaça.

Em 1925, ao lado de Cartola, Marcelino José Claudino, Francisco Ribeiro e Saturnino Gonçalves, participou da criação do Bloco dos Arengueiros, embrião da futura Estação Primeira de Mangueira. Embora estivesse trabalhando na ferrovia no dia da reunião oficial de fundação da escola e não pudesse assinar a ata, Carlos é reconhecido como um de seus fundadores históricos.

Sua parceria com Cartola tornou-se uma das mais importantes da história do samba. Juntos, criaram obras marcantes como “Pudesse Meu Ideal”, samba que levou a Mangueira ao título de campeã em 1932, e “Chega de Demanda”, um dos marcos dos primeiros desfiles da escola.

Autor de mais de 500 composições, Carlos Cachaça também entrou para a história por ser o primeiro compositor a introduzir elementos históricos nos sambas-enredo, uma inovação que se tornaria tradição em todo o carnaval brasileiro.

Mesmo trabalhando durante décadas na Estrada de Ferro Central do Brasil, onde se aposentou como oficial de administração em 1965, jamais se afastou do samba e da Mangueira. Sua dedicação à escola atravessou gerações, tornando-o uma das maiores referências da verde e rosa.

Em 1997, aos 95 anos, recebeu uma emocionante homenagem na quadra da Mangueira por ser o único fundador vivo da agremiação. Dois anos depois, em 16 de agosto de 1999, despediu-se da vida aos 97 anos, deixando um legado que permanece vivo em cada desfile, em cada batuque e em cada verso que celebra a história do samba.

🌿 Mais do que compositor, Carlos Cachaça foi um guardião da memória da Mangueira e um dos arquitetos da cultura popular brasileira. Seu nome permanece eternamente ligado ao morro que ajudou a transformar em símbolo do samba.

Endereço

Rua Sebastião Rodrigues
São Paulo, SP
01050-060

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