Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual - CENA/ UFSCar

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Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual - CENA/ UFSCar Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual, com informações sobre as indústrias audiovisuais no mundo e reflexão sobre o universo cinematográfico.

Vinculado ao Centro de Educação e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a partir de maio de 2015, o Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual (CENA) tornou-se um Grupo de Pesquisa certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que visa pesquisar as indústrias audiovisuais no mundo, gerando atividades que auxiliem na reflexão do universo cinematográfico e audiovisual, nacional e internacional. Sua criação, em maio de 2009 – quando esteve vinculado ao Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e ao Instituto Iniciativa Cultural –, foi motivada pela ausência de um observatório brasileiro que reunisse dados não só do setor no Brasil, mas em todos os continentes. Para isso, manteve intercâmbio com um grande número de organizações parceiras, organizações profissionais da indústria e uma larga rede de colaboradores, analistas, acadêmicos e gestores públicos – nacionais e estrangeiros – que atuam no mesmo segmento. Com estudos, análises, artigos, reportagens, entrevistas, críticas, estatísticas, legislação, agrega os diversos modelos de gestão de políticas para o audiovisual no mundo (África, Ásia, Europa, América Latina e Estados Unidos) e um sistema de informações para o monitoramento das atividades da indústria cinematográfica em seus diversos meios de produção, distribuição, exibição, difusão e preservação. O CENA pretende atender às necessidades e expectativas presentes e futuras de gestores públicos e privados da área cinematográfica, pesquisadores, profissionais da indústria e interessados em geral. Por meio da parceria entre o Instituto Iniciativa Cultural e a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, a equipe fundadora do CENA organizou e produziu a primeira edição do Prêmio SAV para Publicação de Pesquisa em Cinema e Audiovisual (2009-2010). Os contemplados nas modalidades tese de doutorado, dissertação de mestrado e pesquisa independente tiveram os seus trabalhos publicados em formato de livro, com 1500 exemplares, formando a coleção Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira.

O Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual esteve presente na Rio Innovation Week 2026, participando da Conferência ...
11/08/2026

O Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual esteve presente na Rio Innovation Week 2026, participando da Conferência Immersive Talks. O Painel “Do Cinema à Imersão: o lugar do XR nas políticas culturais” contou com Osvaldo Ortega, Alexandre Muniz e Alessandra Meleiro.

Meleiro e Muniz trataram como, no campo audiovisual, muitas das legislações e mecanismos vigentes estão orientados a formatos audiovisuais tradicionais, com foco no cinema linear e nas produções seriadas, enquanto as realidades estendidas (XR, que compreende Realidade Aumentada, Virtual e Mista), operam em uma lógica distinta — interdisciplinar, híbrida e muitas vezes interativa — o que exige critérios de avaliação, acompanhamento e financiamento mais flexíveis e atualizados.

O Painel enfatizou a necessidade de uma abordagem sistêmica para o financiamento e regulação do cinema expandido e das tecnologias de realidade estendida (XR), enfocando os desafios significativos enfrentados pelos atuais marcos regulatórios no que tange às especificidades do setor XR.




Alessandra Meleiro  e Alexandre Muniz publicaram o capítulo “Políticas Públicas para o Audiovisual e o Cinema Expandido ...
08/06/2026

Alessandra Meleiro e Alexandre Muniz publicaram o capítulo “Políticas Públicas para o Audiovisual e o Cinema Expandido no Brasil: A Urgência de uma Visão Abrangente para o Futuro do Setor XR” em livro recém lançado, intitulado “Tecnologias, criações e novos horizontes das artes e do audiovisual”.

Nele, os autores refletem que muitas das legislações e mecanismos vigentes no campo audiovisual estão orientados a formatos audiovisuais tradicionais, com foco no cinema linear e nas produções seriadas. As realidades estendidas (XR, que compreende Realidade Aumentada, Virtual e Mista), por outro lado, operam em uma lógica distinta — interdisciplinar, híbrida e muitas vezes interativa — o que exige critérios de avaliação, acompanhamento e financiamento mais flexíveis e atualizados.

Apesar do papel central que o audiovisual ocupa na cultura contemporânea, as políticas públicas ainda não contemplam integralmente as especificidades produtivas e distributivas das mídias imersivas, especialmente diante da consolidação das realidades estendidas, de outras linguagens expandidas e da multiplicação de novos formatos e mídias digitais.

O artigo discute as políticas públicas para o audiovisual no Brasil nas últimas três décadas, enfatizando a necessidade de uma abordagem sistêmica para o financiamento e regulação do cinema expandido e das tecnologias de realidade estendida (XR), enfocando os desafios significativos enfrentados pelos atuais marcos regulatórios no que tange às especificidades do setor XR.

Por fim, traça recomendações para o letramento imersivo dos agentes do setor, como forma a reconhecer o audiovisual como um campo diversificado, e para alinhamento das políticas públicas às práticas do audiovisual contemporâneo.

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