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Association of Brazilian Professionals in Logistics/Supply-chain in the U.S.A. Associação de Profissionais Brasileiros em Logística e Supply-Chain n

Copa do Mundo 2026 começa hoje e não é só futebol. É um teste real de planejamento, capacidade e execução em escala cont...
11/06/2026

Copa do Mundo 2026 começa hoje e não é só futebol. É um teste real de planejamento, capacidade e execução em escala continental. O torneio acontece de 11 de junho a 19 de julho de 2026, com 48 seleções e 104 partidas, distribuídas entre Estados Unidos, Canadá e México.

Para quem atua em logística, supply chain e comércio internacional, a analogia é direta. Não vence quem corre mais no segundo tempo. Vence quem entra em campo com processo definido.

O que a Copa ensina para a rotina de Comex e operações globais:

Previsibilidade ganha de improviso. Janelas, rotas e capacidade se definem antes do evento começar.

Execução depende de alinhamento. Time bom sem método perde tempo e margem.

Plano B não é luxo. Em eventos desse porte, contingência é parte do projeto.

Nesta Copa, o mundo inteiro volta a olhar para rotas, hubs e decisões logísticas. A ABPL acompanha esse movimento e reforça seu compromisso em conectar profissionais e empresas que operam na linha de frente do supply chain global.

Tarifas nos EUA por risco de trabalho forçado voltaram ao radar e isso importa para quem opera Brasil e Estados Unidos. ...
09/06/2026

Tarifas nos EUA por risco de trabalho forçado voltaram ao radar e isso importa para quem opera Brasil e Estados Unidos. O governo americano anunciou uma proposta de tarifas adicionais de 10% a 12,5% sobre importações de dezenas de países, vinculando a medida a preocupações com forced labor em cadeias globais.

Para o nosso público, o ponto central não é o anúncio em si. É o que ele sinaliza: o debate comercial está cada vez mais conectado a rastreamento de origem, compliance e evidência documental. Em outras palavras, não basta ter preço e prazo. Vai ser preciso provar cadeia.

O que pode mudar na prática para exportadores, importadores e multinacionais:

Mais pressão por due diligence de fornecedores e subfornecedores

Solicitação de documentação mais robusta para origem de insumos e matérias primas

Maior risco de custo extra via tarifa, além de atrasos por revisão de compliance

Necessidade de alinhar time de compras, jurídico, qualidade e logística antes do embarque

Se você já viu uma operação travar por um detalhe de documentação, sabe onde isso termina. Planejamento vence urgência.

Assunto que vale compartilhar internamente: sua empresa está pronta para responder rápido quando a cadeia for questionada?

05/06/2026

Idioma no comércio exterior não é obstáculo técnico. É uma barreira de confiança e credibilidade.

Na prática, muita negociação não desanda porque a pessoa “não fala perfeito”. Ela desanda quando a comunicação passa insegurança. Quando o e-mail f**a confuso. Quando a resposta demora. Quando o termo técnico é usado errado. Quando o parceiro sente que vai ter retrabalho para entender o básico.

E isso pesa mais do que parece, porque confiança no Comex é construída em detalhe:

1. clareza no que você pede e no que você entrega
2. consistência nos documentos e mensagens
3. rapidez objetiva na resposta, sem rodeio
4. postura profissional na linguagem, mesmo com frases simples

No vídeo de hoje, o Professor João Granato explica exatamente esse ponto: idioma não impede operação, mas pode limitar credibilidade se não houver método de comunicação.

Assista ao vídeo e compartilhe com quem está começando a negociar fora do país. Essa diferença muda resultado.

NCM é a decisão que muita gente toma na pressa e paga caro depois. Você descreve o produto do jeito “popular”, escolhe u...
03/06/2026

NCM é a decisão que muita gente toma na pressa e paga caro depois. Você descreve o produto do jeito “popular”, escolhe um código parecido e pensa que está resolvido. Até a carga parar e o custo aparecer.

A dúvida é comum: qual código usar na Nomenclatura Comum do Mercosul e o que acontece se eu errar?

Na prática, a NCM é o “RG” da mercadoria. Ela define tributação e também os trâmites administrativos do produto. Quando a classif**ação está incorreta, o risco é real: multa, exigências adicionais e até retenção da carga pela Receita Federal.

Como acertar com mais segurança:

Comece pela descrição exata do produto, com material, composição, função e aplicação.

Não classifique por “apelido” ou pelo nome que o mercado usa.

Compare o enquadramento com calma e valide detalhes técnicos antes do embarque.

Persistindo dúvida, use o caminho correto: Consulta de Classif**ação Fiscal junto à Receita Federal.

Se você trata NCM como detalhe, a operação vira loteria. Se trata como método, ganha previsibilidade.

Se quiser, comente NCM e a ABPL prepara um checklist prático do que coletar do produto antes de classif**ar.

Comércio exterior do Brasil em 2026 começou com números históricos. No 1º trimestre de 2026, o país bateu recorde para o...
02/06/2026

Comércio exterior do Brasil em 2026 começou com números históricos. No 1º trimestre de 2026, o país bateu recorde para o período em exportações, importações e corrente de comércio, segundo o MDIC.

Para quem atua em logística e supply chain, a pergunta importante é: o que puxou esse crescimento?

Principais motivos que explicam o avanço no início de 2026:

Aumento do valor exportado e ganho de volume, com desempenho forte já no trimestre.

Commodities em destaque, com alta relevante em embarques como soja, petróleo, minério de ferro e carnes, que sustentaram a tração do saldo comercial no período.

Câmbio e preços internacionais influenciando competitividade e projeções do ano, com impacto direto em margens, negociação e planejamento.

Importações crescendo em ritmo controlado em alguns momentos, como no começo do ano, ajudando a manter superávit mais elevado no acumulado.

Expectativa de superávit elevado para 2026, reforçando um ambiente de operação aquecido e mais demanda por capacidade logística.

Para a operação, o efeito é claro: mais volume e mais oportunidade, mas também mais pressão por previsibilidade, compliance e eficiência ponta a ponta.

28/05/2026

Exportação simplif**ada virou a escolha de muita gente que quer ganhar velocidade e reduzir burocracia. E, em alguns cenários, ela realmente ajuda. O problema começa quando o exportador trata esse modelo como padrão para tudo.

Porque no comércio exterior, atalho sem critério costuma virar retrabalho. Produto, destino, valor, exigências do cliente e requisitos regulatórios mudam completamente o que é viável. O que funciona para uma remessa pode ser insuficiente para outra.

No vídeo de hoje, o Professor João Granato explica quando a exportação simplif**ada faz sentido, quais são os limites e quais sinais indicam que você precisa de outro caminho para exportar com segurança e previsibilidade.

Assista ao vídeo e avalie com objetividade: você está usando exportação simplif**ada como estratégia ou como pressa

Balança comercial do Brasil em 2026 está forte e isso aparece nos números. Em abril de 2026, o país registrou exportaçõe...
27/05/2026

Balança comercial do Brasil em 2026 está forte e isso aparece nos números. Em abril de 2026, o país registrou exportações de US$ 34,148 bi, importações de US$ 23,611 bi e superávit de US$ 10,537 bi, um recorde para meses de abril.

Agora vem a parte que interessa para quem vive logística, supply chain e comércio exterior no dia a dia. Quando o resultado cresce puxado por commodities, a operação ganha volume, mas também ganha sensibilidade. Basta uma oscilação de preço, demanda ou rota para o planejamento mudar de uma semana para outra.

O que essa leitura muda na prática para empresas e executivos:

Previsibilidade vira ativo: quem fecha processos e contratos com clareza sofre menos com variações de cenário.

Diversif**ação vira estratégia: ampliar mercados e mix de produtos reduz dependência e aumenta resiliência.

Competitividade depende do custo total: logística, compliance e eficiência operacional entram na mesma conta.

A balança ajuda a orientar o rumo, mas o trabalho do supply chain é transformar esse momento em vantagem de longo prazo.

Se quiser, a ABPL transforma esses dados em um checklist executivo do que acompanhar nos próximos meses, com foco em Brasil e EUA.

Dia da Indústria não é só uma data no calendário. É um lembrete bem prático para quem vive supply chain: quando a indúst...
25/05/2026

Dia da Indústria não é só uma data no calendário. É um lembrete bem prático para quem vive supply chain: quando a indústria cresce, a logística deixa de ser “suporte” e passa a ser estratégia.

É a indústria que puxa volume, exige previsibilidade e cobra eficiência no detalhe. Quem entrega consistência, ganha mercado. Quem opera no improviso, perde margem e credibilidade.

Por isso, falar de indústria é falar de três pontos que o nosso setor sente no dia a dia:

Previsibilidade para planejar compra, produção, estoque e embarque

Competitividade para reduzir custo total e aumentar nível de serviço

Integração Brasil e EUA para construir cadeias mais conectadas, ágeis e sustentáveis

Neste 25 de maio, a ABPL parabeniza a indústria brasileira e reforça o compromisso com uma agenda que fortalece operações globais por meio de relacionamento institucional, networking estratégico e conexões qualif**adas entre empresas e executivos.

A indústria produz. O supply chain sustenta. A logística posiciona.

21/05/2026

Temos uma profunda honra e gratidão pelo apoio recebido do Embaixador André Odenbreit Carvalho durante seu período à frente do Consulado-Geral do Brasil em Miami.

Ao longo de sua atuação, o Embaixador André demonstrou liderança exemplar, profissionalismo e um compromisso genuíno com o apoio à comunidade brasileira nos Estados Unidos.

Um exemplo marcante aconteceu durante as devastadoras enchentes no Rio Grande do Sul, quando a ABPL trabalhou lado a lado com o Consulado-Geral na mobilização de doações e assistência humanitária às famílias afetadas. A liderança do Embaixador André foi fundamental para o sucesso dessa iniciativa.

Também somos profundamente gratos pelo apoio do Embaixador André e do Consulado-Geral do Brasil em Miami ao desenvolvimento contínuo do Instituto ABPL, uma iniciativa educacional transformadora criada para ampliar oportunidades de desenvolvimento profissional para brasileiros nas áreas de logística, supply chain e comércio internacional. Em breve compartilharemos mais novidades!

Em nome da Associação Brasileira de Profissionais de Logística e Supply Chain, expressamos nossa sincera gratidão pela parceria, dedicação e extraordinário serviço prestado à nossa comunidade.

Obrigado, Embaixador André. Seu legado de liderança, diplomacia e serviço continuará nos inspirando por muitos anos, e temos certeza de que seu próximo capítulo na carreira diplomática será igualmente marcante e impactante.

Brasil e EUA voltaram para o centro das conversas estratégicas. A CNI apresentou uma agenda com mais de 30 medidas para ...
20/05/2026

Brasil e EUA voltaram para o centro das conversas estratégicas. A CNI apresentou uma agenda com mais de 30 medidas para fortalecer a parceria bilateral, com foco em competitividade, investimentos e integração de cadeias.

Para quem atua em Supply Chain, isso não é “notícia de Brasília”. É sinal de mudança prática em temas que afetam o dia a dia: custo, prazo, compliance, tecnologia, acesso a mercado e previsibilidade regulatória.

Endereço

Av. Olavo Fontoura, Nº 1.209 - Santana
São Paulo, SP
02012-021

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