Cenpec Tem como objetivo o desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da qualidade da educação pública e à participação no aprimoramento da política social.
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Somos uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que desenvolve projetos com foco no enfrentamento das desigualdades educacionais e na promoção de uma educação pública de qualidade, com equidade.

14/06/2026

Quando a cultura popular entra na escola, a aprendizagem ganha ritmo, memória e pertencimento 🪗.

Em Jaguaretama, no interior do Ceará, estudantes da EEMTI Instituto Imaculada Conceição celebraram o encerramento do ano letivo com xote, sanfona e homenagens a Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. A atividade, incentivada por professoras e professores, partiu da música nordestina para transformar o pátio da escola em espaço de encontro, expressão e conhecimento 🎶.

A experiência dialoga diretamente com o que os festejos juninos escolares podem representar: mais do que uma comemoração no calendário, eles são oportunidade de valorizar saberes, linguagens, histórias e tradições que fazem parte da vida dos estudantes e de suas comunidades.

Trazer a cultura popular para a escola é reconhecer que o conhecimento também está nos territórios, nas festas, nas músicas, nas danças, nos instrumentos, nas oralidades e nas memórias coletivas. É abrir espaço para que estudantes se vejam no currículo e compreendam a cultura como parte fundamental da formação integral 📚.

Quando a escola trabalha o xote, o baião, o forró, a literatura de cordel, as brincadeiras, as comidas, as vestimentas e os sentidos históricos das festas juninas, ela também cria caminhos para discutir identidade, diversidade cultural, regionalidade, arte, história e participação.

Valorizar as tradições da cultura popular na educação é fortalecer vínculos, ampliar repertórios e afirmar que a escola é também lugar de pertencimento, criação e celebração dos muitos Brasis que vivem dentro dela ✨.

Créditos do registro: .hellen, via .

No Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, os números ajudam a tornar visível uma violação que ainda é n...
12/06/2026

No Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, os números ajudam a tornar visível uma violação que ainda é naturalizada no Brasil.
Em 2024, 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil. Por trás desse dado, há trajetórias atravessadas pela pobreza, pelo racismo, pela desigualdade territorial e pela fragilidade das redes de proteção.
O trabalho infantil também compromete o direito à educação. Crianças e adolescentes nessa situação frequentam menos a escola, enfrentam jornadas incompatíveis com o estudo e têm seu desenvolvimento afetado por responsabilidades que não deveriam fazer parte da infância.
Enfrentar o trabalho infantil não signif**a responsabilizar famílias que vivem em situação de vulnerabilidade. Signif**a reconhecer que nenhuma criança deve ser levada a trabalhar por falta de renda, de proteção social, de creche, de escola em tempo integral ou de acesso a políticas públicas.
A resposta precisa ser coletiva e permanente: fortalecer a educação, a assistência social, os conselhos tutelares, a fiscalização, a aprendizagem protegida, a geração de renda para as famílias e os canais de denúncia.
Infância não é tempo de trabalho. É tempo de aprender, brincar, conviver, participar e construir futuro com dignidade.
👉 Que políticas precisam ser fortalecidas para que nenhuma criança precise trocar a escola pelo trabalho?

12/06/2026
11/06/2026

⚽ A Copa do Mundo gera conversas e expectativas em diferentes lugares: nas casas, nas escolas, nas ruas, nas redes sociais e no cotidiano de crianças, adolescentes e jovens.

Esse interesse coletivo também pode abrir caminhos importantes para a educação. No reels, , ex-jogador campeão do mundo e fundador da , destaca o potencial do esporte como atividade lúdica, capaz de comunicar, mobilizar e despertar o prazer de aprender.

Na perspectiva da educação integral, o esporte pode dialogar com diferentes dimensões do desenvolvimento: corpo, saúde, convivência, socialização, inclusão, cultura, participação e aprendizagem.

Para Raí, uma das grandes potências do esporte está justamente no lúdico. Quando crianças, adolescentes e jovens encontram prazer em aprender, novas possibilidades se abrem para a construção de vínculos, conhecimentos e experiências.

Em tempos de Copa, a escola também pode aproveitar essa mobilização para ampliar debates, aproximar estudantes de diferentes linguagens e fortalecer práticas comprometidas com o desenvolvimento humano.

🏫 Muito além da Copa, o esporte pode ser um caminho para aprender, conviver e participar.

⚽ O futebol atravessa conversas, memórias, afetos e expectativas. Ele aparece no recreio, nas salas de aula, nas família...
09/06/2026

⚽ O futebol atravessa conversas, memórias, afetos e expectativas. Ele aparece no recreio, nas salas de aula, nas famílias, nas redes sociais e no cotidiano de crianças, adolescentes e jovens.

Na escola, esse interesse pode ser um ponto de partida importante. A Copa do Mundo permite trabalhar história, geografia, cultura, linguagem, participação coletiva, convivência, diversidade e pertencimento. Também pode aproximar estudantes de diferentes temas, experiências e formas de aprender.

🚨 Mas é importante problematizar: o esporte não é, por si só, uma prática inclusiva ou educativa. Quando tratado apenas pela lógica da competição, do rendimento e da vitória, ele pode reforçar exclusões, estereótipos e desigualdades que já existem na sociedade.

🤔💭 Quem participa dos jogos? Quem f**a de fora? Meninas são incentivadas da mesma forma que meninos? Estudantes com deficiência encontram condições de participação? Crianças e adolescentes que não se identif**am com o futebol também são considerados? Que corpos, territórios e histórias aparecem quando falamos de esporte?

Na perspectiva da educação integral, o esporte pode contribuir para o desenvolvimento físico, intelectual, emocional, social e cultural dos estudantes, desde que esteja articulado ao currículo, ao território e ao projeto pedagógico.
Isso signif**a olhar para o esporte como linguagem, cultura, convivência e direito.

Signif**a criar oportunidades para que todas e todos participem, aprendam, expressem seus interesses e construam relações baseadas no respeito, na cooperação e na escuta.

Em tempos de Copa, a escola também deve entrar em campo: não para repetir apenas a lógica do espetáculo esportivo, mas para transformar o interesse pelo futebol em aprendizagem, inclusão e desenvolvimento integral.

🏫 A bola pode rolar. A aprendizagem também.

🌿 Falar em meio ambiente é reconhecer que a defesa da natureza não está separada da defesa da vida.No Dia Mundial do Mei...
05/06/2026

🌿 Falar em meio ambiente é reconhecer que a defesa da natureza não está separada da defesa da vida.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, a frase de Chico Mendes nos lembra que proteger a floresta é também proteger povos, territórios, modos de vida e o futuro comum da humanidade 🌎.

Sua trajetória segue como referência para pensar a justiça ambiental não apenas como uma pauta ecológica, mas como uma luta social, política e coletiva ✊🏽.

Que essa data nos convoque a olhar para a preservação ambiental como compromisso diário nas políticas públicas, nas comunidades, nas escolas, nos territórios e nas escolhas que fazemos como sociedade 🌱.

💬 Como essa reflexão aparece no seu cotidiano?

Educador(a), vamos conversar sobre ciência, diversidade e território na escola?No dia 16/06, o Solve for Tomorrow Brasil...
03/06/2026

Educador(a), vamos conversar sobre ciência, diversidade e território na escola?

No dia 16/06, o Solve for Tomorrow Brasil realiza o webinar “Ciência e diversidade nas escolas: diálogos com o território”, um encontro on-line para refletir sobre como diferentes saberes, vivências e realidades podem fortalecer a construção do conhecimento científico com os(as) estudantes.

A conversa terá a participação de Bárbara Carine, Felipe Borges e Eliade Ferreira, com mediação de João Verçosa.

📅 Data: 16/06/2026

🕔 Horário: 18h às 19h30

📍 Formato: on-line | YouTube

Inscreva-se pelo link e participe dessa conversa com a gente: https://forms.gle/tfZKHVDELZwBPMrs9

01/06/2026

🏫 Na rotina escolar, algumas mudanças pedem mais do que atenção: pedem responsabilidade, cuidado e encaminhamento adequado.

Neste vídeo, Letícia Araújo Moreira, coordenadora de programas e projetos do Cenpec, explica como a escola pode atuar quando identif**a situações que colocam crianças e adolescentes em risco.

🤝 A atuação da escola não substitui os órgãos competentes, mas pode ser decisiva para que a proteção chegue a tempo.

▶️ Assista e entenda como agir com cuidado, sem exposição e com responsabilidade.

🧩 Brincar é uma das formas mais importantes de as crianças conhecerem o mundo.Ao brincar, elas criam, imaginam, se movim...
28/05/2026

🧩 Brincar é uma das formas mais importantes de as crianças conhecerem o mundo.

Ao brincar, elas criam, imaginam, se movimentam, convivem, expressam sentimentos, constroem linguagem e elaboram formas próprias de aprender 🌱.

No Dia Mundial do Brincar, o Cenpec destaca a importância de garantir tempo, espaço e intencionalidade pedagógica para que o brincar esteja presente no cotidiano escolar 🏫.

Na Biblioteca do Cenpec, dois materiais com diversas oficinas ajudam educadoras(es) a fortalecer esse trabalho:

🎨 Criança, arte e imaginação
🧶 Tecendo a cultura das infâncias

Acesse os materiais gratuitamente e leve essas propostas para a sua escola 📚.

A trajetória do professor Galileu Pires, de Manacapuru (AM), mostra que investigação, planejamento e educação prática po...
27/05/2026

A trajetória do professor Galileu Pires, de Manacapuru (AM), mostra que investigação, planejamento e educação prática podem abrir caminhos mesmo sem uma estrutura ideal. Ao apostar nas aulas práticas, no envolvimento dos(as) estudantes e em projetos conectados ao território, ele encontrou no Solve for Tomorrow Brasil um impulso para mobilizar a comunidade escolar em torno da ciência e da inovação.

O projeto ArapaimaAtivo, orientado pelo professor Galileu e finalista na 12ª edição, nasceu de desafios reais das comunidades ribeirinhas: a falta de água potável durante a seca e o descarte de ossadas de pirarucu no meio ambiente. 💧♻️

O projeto mostra que planejar é organizar um percurso: observar o território, investigar o problema, levantar informações, testar possibilidades e aprimorar a solução. 🔎📝

Quer entender melhor como planejar o desenvolvimento de um projeto com seus(suas) estudantes?

📌Participe do Encontro e Plantão de Dúvidas sobre “Planejamento para o desenvolvimento de um projeto”

📅 Data: 11/06/2026 (quinta-feira)

🕒 Horário: das 18h às 19h30

💻 Plataforma: Google Meet

Inscreva-se no encontro: 👉🏽 https://forms.gle/wEcdPJKG7ATtCqQA8

Inscrições para 13ª edição abertas até o dia 30 de junho:

🔗 www.solvefortomorrowbrasil.com.br

Endereço

R. Artur De Azevedo, 289/Cerqueira César
São Paulo, SP
05404-010

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:30
Terça-feira 09:00 - 18:30
Quarta-feira 09:00 - 18:30
Quinta-feira 09:00 - 18:30
Sexta-feira 09:00 - 18:30

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