14/06/2026
Quando a cultura popular entra na escola, a aprendizagem ganha ritmo, memória e pertencimento 🪗.
Em Jaguaretama, no interior do Ceará, estudantes da EEMTI Instituto Imaculada Conceição celebraram o encerramento do ano letivo com xote, sanfona e homenagens a Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. A atividade, incentivada por professoras e professores, partiu da música nordestina para transformar o pátio da escola em espaço de encontro, expressão e conhecimento 🎶.
A experiência dialoga diretamente com o que os festejos juninos escolares podem representar: mais do que uma comemoração no calendário, eles são oportunidade de valorizar saberes, linguagens, histórias e tradições que fazem parte da vida dos estudantes e de suas comunidades.
Trazer a cultura popular para a escola é reconhecer que o conhecimento também está nos territórios, nas festas, nas músicas, nas danças, nos instrumentos, nas oralidades e nas memórias coletivas. É abrir espaço para que estudantes se vejam no currículo e compreendam a cultura como parte fundamental da formação integral 📚.
Quando a escola trabalha o xote, o baião, o forró, a literatura de cordel, as brincadeiras, as comidas, as vestimentas e os sentidos históricos das festas juninas, ela também cria caminhos para discutir identidade, diversidade cultural, regionalidade, arte, história e participação.
Valorizar as tradições da cultura popular na educação é fortalecer vínculos, ampliar repertórios e afirmar que a escola é também lugar de pertencimento, criação e celebração dos muitos Brasis que vivem dentro dela ✨.
Créditos do registro: .hellen, via .