Cenpec Tem como objetivo o desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da qualidade da educação pública e à participação no aprimoramento da política social.

Somos uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que desenvolve projetos com foco no enfrentamento das desigualdades educacionais e na promoção de uma educação pública de qualidade, com equidade.

Em toda eleição presidencial, algumas promessas fazem parecer que basta eleger uma pessoa para mudar o país inteiro. Qua...
18/09/2026

Em toda eleição presidencial, algumas promessas fazem parecer que basta eleger uma pessoa para mudar o país inteiro. Quando os resultados não aparecem, surge o argumento contrário: “o presidente não decide nada sozinho”.

No entanto, nenhuma dessas ideias explica bem como a democracia funciona.

Embora encontre limites, precise construir acordos e divida responsabilidades com outras instituições e esferas de governo, o presidente toma decisões que têm grande impacto sobre o país. Suas escolhas revelam quais problemas receberão atenção, quais grupos serão ouvidos e quem terá prioridade na distribuição dos recursos públicos.

Na educação, essa direção faz diferença, pois as decisões do governo federal podem contribuir para reduzir as desigualdades entre redes e territórios ou permitir que elas se aprofundem. Também podem colocar a educação no centro de um projeto de país ou deixá-la em segundo plano.

Por isso, votar melhor exige abandonar a ideia de que uma única pessoa será capaz de resolver todos os problemas. Ao mesmo tempo, reconhecer os limites do cargo não significa aceitar que eles sejam usados como desculpa para deixar de fazer aquilo que pode e deve ser feito.

Agora que percorremos os cargos em disputa nas eleições de 2026, salve a série para consultar antes do voto e compartilhe com quem também quer avaliar propostas e candidaturas com mais consciência 🗳️.

As escolhas feitas no Senado ajudam a definir quem ocupará instituições importantes, quais propostas avançarão e como o ...
16/09/2026

As escolhas feitas no Senado ajudam a definir quem ocupará instituições importantes, quais propostas avançarão e como o governo federal será acompanhado. São decisões que podem produzir efeitos por muitos anos e alcançar diferentes áreas da vida pública.

A educação tem um papel fundamental ao aproximar esses temas do cotidiano, traduzir o funcionamento das instituições e estimular a análise crítica. Não se trata de dizer em quem votar, mas de criar condições para que estudantes e comunidades escolares compreendam o que está em disputa e formulem suas próprias perguntas 📚.

A participação também pode continuar durante os mandatos. Pelo Portal e-Cidadania, é possível opinar sobre projetos, enviar perguntas para audiências e sabatinas e apresentar ideias legislativas. A atividade do Senado não precisa ficar restrita aos corredores de Brasília 👀.

Neste conteúdo, seguimos a série do Cenpec sobre os cargos das Eleições 2026. No próximo, vamos falar sobre a Presidência da República.

Acompanhe, salve e compartilhe a série 🗳️.

A etapa de semifinalistas avança e as equipes já concluíram quatro das sete semanas previstas no cronograma da Mentoria ...
16/09/2026

A etapa de semifinalistas avança e as equipes já concluíram quatro das sete semanas previstas no cronograma da Mentoria de Semifinalistas da 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil. 🔍💡

Durante a mentoria, estudantes e professores(as) participam de um percurso pedagógico de apoio ao desenvolvimento de seus projetos. A programação inclui atividades em um ambiente digital de aprendizagem, fóruns de discussão e trocas de experiências, e palestras sobre temas importantes para o desenvolvimento dos projetos, como prototipagem e metodologia científica.

Acompanhe todas as etapas do programa nas redes do Cenpec e no site do Solve for Tomorrow Brasil. Os 10 projetos finalistas da 13ª edição serão divulgados no dia 16 de outubro.

Acesse: https://solvefortomorrowbrasil.com.br/

Durante as eleições, é comum encontrar promessas que parecem simples: reformar escolas, ampliar vagas, valorizar profiss...
15/09/2026

Durante as eleições, é comum encontrar promessas que parecem simples: reformar escolas, ampliar vagas, valorizar profissionais ou criar novos programas. Mas, entre anunciar uma proposta e colocá-la em prática, existem leis, orçamentos, diferentes níveis de governo e responsabilidades que precisam ser consideradas.

Compreender esse caminho não significa decorar o funcionamento das instituições. Significa reunir condições para fazer perguntas melhores, avaliar se uma proposta é viável e reconhecer quando uma candidatura promete algo que não poderá realizar sozinha 🔎.

Esse aprendizado também faz parte da formação cidadã. Ao discutir como as decisões públicas são tomadas, a educação contribui para que crianças, adolescentes e toda a comunidade escolar participem da vida política com mais informação e autonomia 📚.

Neste conteúdo, começamos pelos deputados federais e estaduais. Nos próximos, vamos falar sobre senadores, governadores e presidente, mostrando como cada cargo participa das decisões que afetam a educação e o cotidiano da população.

Acompanhe a série do Cenpec, salve os conteúdos e compartilhe com quem também quer entender melhor as Eleições 2026 🗳️.

14/09/2026

A falta de conhecimento da população sobre as pessoas em quem vota e sobre as atribuições dos cargos políticos já foi transformada até em slogan de campanha eleitoral. Mas o que pode parecer brincadeira expõe um problema sério que não pode se repetir.

Às vésperas das Eleições 2026, muitas pessoas ainda não têm acesso a informações claras sobre os cargos em disputa e as responsabilidades de quem será eleito. Essa realidade não pode ser explicada apenas como falta de interesse de quem vota. Ela também evidencia o quanto as instituições políticas ainda estão distantes da população e como a formação para a participação cidadã encontra pouco espaço em nosso cotidiano.

Nesse cenário, a educação tem um papel fundamental. Sem promover partidos ou candidaturas, a escola pode ajudar estudantes a compreender como o Estado funciona, analisar propostas, reconhecer os limites de cada cargo e acompanhar as decisões que afetam suas vidas 📚.

Conhecer essas atribuições não resolve todos os desafios da democracia, mas cria melhores condições para identificar promessas que não podem ser cumpridas, fazer escolhas mais conscientes e cobrar das pessoas eleitas aquilo que realmente está sob a responsabilidade delas. Afinal, construir o futuro do país também passa por aprender a participar da vida pública 🗳️.

Ao longo desta semana, o Cenpec vai explicar o que faz cada um dos cargos que estarão em disputa nas Eleições 2026. Acompanhe a série, salve os conteúdos e compartilhe com outras pessoas que também querem entender melhor para votar, participar e cobrar 🤝.

10/09/2026

Em ano eleitoral, a educação aparece nos discursos, nos programas de governo e nas promessas de campanha. Mas qual é o espaço que ela ocupa, de fato, nos projetos apresentados à população?

Anna Helena Altenfelder, presidente do Conselho de Administração do Cenpec, participou ao vivo do Jornal da Cultura para contribuir com essa reflexão. A entrevista fez parte da série especial sobre os desafios das eleições de 2026.

Mais do que acompanhar slogans, este é um momento para observar quais compromissos estão sendo assumidos com a educação pública e com o enfrentamento das desigualdades que marcam o país.

▶️ Dê o play e acompanhe o debate.

Créditos: YouTube / TV Cultura

O Brasil tem motivos para reconhecer os avanços na alfabetização. Em 1940, apenas 44% da população com 15 anos ou mais s...
08/09/2026

O Brasil tem motivos para reconhecer os avanços na alfabetização. Em 1940, apenas 44% da população com 15 anos ou mais sabia ler e escrever. Em 2025, essa proporção chegou a 95%📚.

Essa mudança mostra que políticas públicas, investimentos e a ampliação do acesso à escola podem transformar realidades. Cada avanço representa mais pessoas com acesso à leitura e à escrita, conhecimentos importantes para participar da sociedade, acessar outros direitos e construir novos caminhos.

Mesmo com os avanços das últimas décadas, 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais ainda não sabem ler e escrever no Brasil. Esse número não se distribui de forma igual: alguns grupos e territórios continuam enfrentando mais barreiras para acessar esse direito 🔎.

A taxa de analfabetismo é maior entre pessoas pretas, pessoas idosas e no Nordeste do país. Por trás disso estão pessoas que, em diferentes momentos da vida, tiveram o acesso à escola negado ou interrompido. São trajetórias atravessadas pelo racismo, pela pobreza, pelas desigualdades entre os territórios, pela entrada precoce no mundo do trabalho e pela falta de oportunidades para retomar os estudos.

Também é importante lembrar que, para o Censo, saber ler e escrever significa conseguir produzir um bilhete simples. Garantir o direito à alfabetização vai além: envolve criar oportunidades para que todas as pessoas possam usar a leitura e a escrita com autonomia em diferentes situações da vida ✍️.

Por isso, a alfabetização precisa estar nos planos de governo. Preservar os avanços e chegar a quem ainda enfrenta barreiras exige fortalecer a Educação de Jovens e Adultos, ampliar as condições de acesso e permanência e desenvolver políticas que considerem as necessidades de cada território.

Neste 8 de setembro, Dia Internacional da Alfabetização, celebramos o caminho já percorrido e reafirmamos que ainda há muito a fazer para que esse direito alcance todas as pessoas 💛.

A democracia também se aprende nas relações construídas todos os dias.Quando a escola abre espaço para perguntas, escuta...
04/09/2026

A democracia também se aprende nas relações construídas todos os dias.

Quando a escola abre espaço para perguntas, escuta diferentes opiniões e inclui as(os) estudantes nas decisões, ela transforma valores democráticos em experiências concretas. Nesse processo, a leitura pode provocar conversas que ultrapassam as páginas e ajudam a observar criticamente a realidade.

Não se trata de ensinar respostas prontas, mas de criar condições para que crianças e adolescentes formulem perguntas, reconheçam conflitos e compreendam que viver coletivamente exige diálogo, responsabilidade e respeito às diferenças.

Neste carrossel, reunimos três sugestões para iniciar essa conversa em sala de aula 📚.

Salve a publicação e compartilhe com outras educadoras e outros educadores.

A prioridade absoluta não pode ter partido.A Agenda 227 realiza neste ano a campanha “Prioridade Absoluta nas Eleições 2...
03/09/2026

A prioridade absoluta não pode ter partido.

A Agenda 227 realiza neste ano a campanha “Prioridade Absoluta nas Eleições 2026” — propostas concretas de políticas públicas para garantir os direitos de crianças e adolescentes.

A campanha reúne mais de 500 organizações, redes e coalizões de todas as regiões do Brasil, unidas pelo que determina o Artigo 227 da Constituição: assegurar, com absoluta prioridade, os direitos de quem tem de 0 a 18 anos.

O objetivo é colocar a infância e a adolescência no centro dos debates eleitorais de 2026 — na disputa à Presidência e aos governos estaduais e distrital.

👉 Apoie a campanha: compartilhe esse post e marque a Agenda 227.

Acesse o site da Agenda 227 para conhecer as propostas:
🔗 agenda227.org.br



: card com fundo rosa e textura granulada em tons mais escuros. No alto, à direita, selo Eleições 2026. Na parte superior esquerda, em letras grandes amarelas e brancas, lê-se: a prioridade absoluta não pode ter partido. Um traço preto destaca a expressão “não pode”. Abaixo, em letras brancas, o texto: garantir direitos de crianças e adolescentes é dever de todas as candidaturas e de todos os governos. Na parte inferior esquerda, logo da Agenda 227. À direita, fotografia P&B de uma criança sorridente, usando camiseta e jardineira. Ao fundo da criança, elementos gráficos em amarelo e azul remetem à bandeira do Brasil. Na parte inferior, faixa cinza com textura granulada.

Em ano eleitoral, algumas escolas evitam qualquer conversa sobre política por receio de ultrapassar os limites da atuaçã...
02/09/2026

Em ano eleitoral, algumas escolas evitam qualquer conversa sobre política por receio de ultrapassar os limites da atuação pedagógica. Mas enfrentar a propaganda eleitoral não exige retirar as eleições do currículo 🗳️.

A escola pode explicar as atribuições dos cargos, analisar políticas públicas, verificar informações, discutir orçamento e avaliar a viabilidade das promessas. O cuidado necessário é não favorecer candidaturas, pedir votos ou transformar atividades escolares em ações de campanha 🏫.
Uma boa análise eleitoral não se limita a perguntar quem apresentou determinada proposta. Também investiga se o cargo tem competência para realizá-la, de onde virão os recursos, quais são as metas e quem será beneficiado 🔎.

Na educação, isso significa observar os compromissos com aprendizagem, equidade, financiamento, inclusão, valorização profissional e participação da comunidade escolar. Significa, ainda, cobrar que crianças e adolescentes sejam tratados como prioridade absoluta nas decisões públicas 📚.

Salve este guia e compartilhe com educadoras, educadores e comunidades escolares 🤝.

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