Childhood Brasil

Childhood Brasil A Childhood Brasil é uma organização sem fins lucrativos, com foco na proteção de crianças e adolescentes contra o abuso e a exploração sexual.

É impossível conceber uma ideia única de adolescência. Esse período da vida é experienciado e compreendido de formas dif...
04/10/2026

É impossível conceber uma ideia única de adolescência. Esse período da vida é experienciado e compreendido de formas diferentes entre comunidades e culturas ao redor do mundo.

Em meio a tantas experiências diversas, há aspirações que se aproximam: educação de qualidade, trabalho decente, participação signif**ativa, bem-estar, dignidade e oportunidades para construir o futuro que desejam.

Para a Childhood Brasil, falar sobre esse futuro também signif**a falar sobre proteção, participação e escuta. Signif**a criar condições para que crianças e adolescentes cresçam e se desenvolvam em ambientes seguros, dentro e fora da internet, com acesso à informação, orientação e espaços para expressar suas ideias e participar das decisões que impactam suas vidas, além de fortalecer a prevenção de violências.

Por fim, f**a a reflexão: estamos realmente ouvindo o que os jovens têm a dizer?

O choro é uma forma de comunicação da criança. Ao chorar, ela pode estar expressando tristeza, frustração, dor, cansaço ...
01/10/2026

O choro é uma forma de comunicação da criança. Ao chorar, ela pode estar expressando tristeza, frustração, dor, cansaço ou a busca por acolhimento. É uma forma natural da criança expor sentimentos, sobretudo, quando ainda não consegue utilizar as palavras.

Embora pareça uma frase inofensiva, ao escutar isso repetidamente, a criança pode aprender que o que sente não é importante, que chorar é sinal de fraqueza, que suas emoções incomodam os adultos ou que é melhor se calar do que falar sobre o que sente.

Esse silenciamento pode ser um risco para a proteção contra violências porque a criança pode internalizar algum sofrimento e não compartilhar com os adultos quando algo não vai bem.

Construir vínculos de confiança e permitir que crianças e adolescentes se expressem naturalmente também é uma forma de prevenção. Por isso, ao notar uma criança recorrendo ao choro, vale refletir: o que estou transmitindo quando repreendo ou tento interromper esse choro?



Descrição de Imagem:
Card único com textura de papel amassado branco apresenta o título: "Mandar a criança engolir o choro é uma violência. Essa frase ainda tão normalizada não é apenas uma "bronca", mas um silenciamento da criança. Mesmo que não intencionalmente, o que ela comunica é: "Se você expressar seus sentimentos, será punido." No cabeçalho contém a frase "isso também é sobre violência". No rodapé está o logotipo da Childhood Brasil e o perfil .

Dados para entender. Evidências para agir.A Coalizão Brasileira pelo Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes (.b...
30/09/2026

Dados para entender. Evidências para agir.

A Coalizão Brasileira pelo Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes (.brasileira) acaba de lançar a Plataforma INSPIRE Brasil, uma iniciativa que reúne 62 indicadores de monitoramento de estratégias de prevenção e resposta a todas as formas de violência contra crianças e adolescentes. Os indicadores estão consolidados em um painel interativo on-line e foram organizados a partir de 21 bases de dados.

A Plataforma apresenta a adaptação brasileira do marco global dos indicadores INSPIRE e conta com uma biblioteca de análises e publicações, permitindo acompanhar resultados, acessar evidências e consultar materiais de apoio, sendo o Brasil o primeiro país a adaptar esse conjunto de indicadores ao seu contexto nacional.

Produzir e utilizar dados e evidências é fundamental para dimensionar o problema da violência contra crianças e adolescentes, identif**ar desigualdades, orientar prioridades e fortalecer políticas públicas de prevenção e resposta.

A Childhood Brasil integra a Coalizão Brasileira junto com cerca de 90 organizações, entidades, universidades, coletivos, movimentos e redes que atuam em território nacional.

Acesse a Plataforma INSPIRE Brasil e saiba mais: inspirebrasil.org.br.

Ilustrações: Alerta!design ()

A troca de mensagens hostis e ofensivas pode acontecer em redes sociais, jogos on-line, fóruns, chats e aplicativos de m...
29/09/2026

A troca de mensagens hostis e ofensivas pode acontecer em redes sociais, jogos on-line, fóruns, chats e aplicativos de mensagens. Embora ocorra no ambiente digital e possa ser intensif**ada pela sensação de anonimato, isso não signif**a que essa prática possa ser banalizada.

Especialmente para crianças e adolescentes, o risco não está apenas nos comentários provocativos, mas também em situações que envolvem constrangimento, humilhação pública, cyberbullying, ameaças e outras formas de violência digital. Por isso, nomear uma violência e entender como e onde ela acontece é importante para preveni-la e interrompê-la.

Nesse contexto, também é fundamental ampliar o conhecimento sobre cidadania digital, para que adultos, crianças e adolescentes possam fazer um uso responsável, ético, seguro e consciente da internet.

Conta pra gente: você já conhecia o termo Flaming ou já vivenciou alguma situação desse tipo?



Descrição de Imagem:
Card único com fundo branco apresenta o signif**ado de "flaming" em formato de glossário: "Flaming (provocação online): Mensagens hostis, agressivas, vulgares ou ofensivas, direcionadas a uma pessoa ou grupo, em ambientes digitais." No cabeçalho está escrito "glossário" e no rodapé está o logotipo da Childhood Brasil e o perfil .

27/09/2026

Você já parou para refletir que, ao esperar que a criança esteja sempre sob controle, podemos estar ensinando mais sobre obediência do que sobre autonomia?

A infância também é tempo de brincar, experimentar, questionar, expressar sentimentos, testar limites, errar e descobrir o mundo. Crianças estão em desenvolvimento e é normal apresentar comportamentos vistos como contraditórios aos olhos de uma sociedade que cobra performance e perfeição de forma constante.

Permitir que se expressem sem medo e julgamento é especialmente importante quando falamos de proteção: uma criança que se sente confiante para ser quem é, aprende a falar sobre seus desconfortos e reconhecer seus limites, pode se sentir mais segura para pedir ajuda em situações de vulnerabilidade.

Educar também é olhar para as nossas próprias expectativas e perguntar: estou deixando a infância ter espaço para ser plenamente vivida?

Repost:
*A frase do card foi inspirada no vídeo.



Descrição:
Vídeo apresenta a atriz Juliana Didone discorrendo sobre a diferença entre educar uma criança e tentar controlá-la, nos levando a refletir e questionar padrões e comportamentos nocivos na educação de crianças e adolescentes.

Crianças e adolescentes têm direito de expressar seus sentimentos, opiniões, dúvidas e desconfortos. Permitir e incentiv...
24/09/2026

Crianças e adolescentes têm direito de expressar seus sentimentos, opiniões, dúvidas e desconfortos. Permitir e incentivá-los a falar abertamente, considerar suas perspectivas e ensiná-los a estabelecer limites pode contribuir para que situações de risco sejam identif**adas, comunicadas e prevenidas.

Você concorda que ouvir atentamente o que crianças e adolescentes têm a dizer também é uma forma de protegê-los da violência sexual?



Descrição de Imagem:
Card único com fundo vermelho apresenta o texto: "Frases que a crianças deveriam poder dizer sem medo: eu não quero que encostem em mim; alguém pediu uma foto minha; eu não gostei; alguém falou comigo de um jeito estranho; preciso de ajuda; eu não entendi o que aconteceu." No cabeçalho contém a frase "protegendo crianças e adolescentes". No rodapé está o logotipo da Childhood Brasil e o perfil .

No ambiente digital, crianças e adolescentes estão expostos a diferentes formas de violência, como cyberbullying, assédi...
22/09/2026

No ambiente digital, crianças e adolescentes estão expostos a diferentes formas de violência, como cyberbullying, assédio, aliciamento e violência sexual. Por isso, quando falamos sobre o uso de telas é importante olhar para além do tempo que passam conectados, e acompanhar, de perto, o que estão acessando, com quem interagem e como as experiências são assimiladas.

Quanto mais conhecimento os adultos tiverem sobre os conteúdos consumidos, as relações estabelecidas e os riscos presentes na internet, maiores são as possibilidades de construir um vínculo de confiança e uma experiência digital mais consciente e segura.

A prevenção da violência sexual também envolve compreender como e onde ela se manifesta para que, desta forma, tenhamos condições de interromper situações de risco.

Agora conta pra gente: como você media a relação das crianças e adolescentes com as telas? 👇



Descrição de Imagem:
Card único com fundo cinza apresenta citação do pediatra Thiago Castro, em entrevista para O Globo: "Tempo de tela é importante, mas não pode ser o único critério. Precisamos perguntar qual conteúdo aquela criança está consumindo, em que contexto o aparelho é usado, se existe interação com desconhecidos e como ela se comporta depois daquele acesso. O celular não é uma experiência única. O impacto depende muito da forma como ele entra na rotina da criança." No cabeçalho contém a frase "criança precisa de cuidado". No rodapé está o logotipo da Childhood Brasil e o perfil .

A violência contra crianças e adolescentes com deficiência ainda é uma realidade marcada pela invisibilidade, exclusão e...
20/09/2026

A violência contra crianças e adolescentes com deficiência ainda é uma realidade marcada pela invisibilidade, exclusão e violação. Romper esse ciclo é um grande desafio quando a sociedade ainda não os enxergam como sujeitos de direitos, que devem ser ouvidos, respeitados e protegidos.

Como destaca Mariana Rosa (), doutoranda em Educação pela USP, educadora popular e ativista na área da educação inclusiva, historicamente, nossa sociedade desenvolveu mais experiências de segregação e exclusão do que de inclusão.

Por isso, transformar esse cenário envolve fortalecer práticas anticapacitistas, ampliar a escuta e garantir uma rede de proteção preparada para abordar temas como educação sexual de forma acessível, respeitosa e adequada a cada fase do desenvolvimento.

Crianças e adolescentes com deficiência enfrentam diversas barreiras diariamente. Não podemos permitir que a prevenção e proteção contra violência sexual seja um tabu e se torne mais uma delas.

Vamos dialogar sobre isso?

18/09/2026

Você já conhece o Papo Na Mão Certa?

A jornalista e apresentadora Adriana Araújo () convida você a conhecer o podcast que celebra os 20 anos do Programa Na Mão Certa da Childhood Brasil.

Em cinco episódios, o podcast reúne diferentes vozes para discutir os desafios do enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. Um convite à informação, à reflexão e ao compromisso coletivo com a proteção de crianças e adolescentes.

➡ Ouça o Papo Na Mão Certa no Spotify. Novos episódios, toda quarta-feira.
Link na bio.



Descrição:
Card em formato animado mostra a jornalista e apresentadora Adriana Araújo convidando o público a acompanhar o Papo na Mão Certa, o podcast da Childhood Brasil, sobre o enfrentamento e desafios da violência sexual contra crianças e adolescentes. O background é cinza e composto por círculos coloridos. No rodapé está o logotipo do Podcast, da Childhood Brasil, do Programa Papo na Mão Certa e a url do link do Spotify.

O princípio da prioridade absoluta, conforme estabelece o Art. 227 da Constituição Federal, determina que crianças e ado...
17/09/2026

O princípio da prioridade absoluta, conforme estabelece o Art. 227 da Constituição Federal, determina que crianças e adolescentes tenham seus direitos garantidos de forma preferencial e imediata em qualquer circunstância.

Isso signif**a que o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à cultura, à liberdade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária devem estar acima de qualquer outro interesse, com destinação de recursos privilegiada e formulação e implementação de políticas públicas específ**as. Esses direitos também estão assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e por organizações como a ONU, por meio da Convenção sobre os Direitos da Criança.

Por essa razão, quando pensamos em situações de risco, violação de direitos e diferentes tipos de violências é importante saber que crianças e adolescentes devem receber todos os mecanismos de proteção, além da responsabilidade pela sua integridade ser compartilhada pelo Estado, família e toda a sociedade, ou seja, uma responsabilidade coletiva.

E se a proteção da infância é um compromisso de todos, vale refletir: como estamos transformando a prioridade absoluta em ações concretas no dia a dia e o que ainda precisa mudar para que esse princípio seja cada vez mais uma realidade?

Endereço

Rua Funchal, 513
São Paulo, SP
04551-060

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