14/05/2026
Criptografia pós-quântica: a ameaça não é futura. Ela já começou.
Imagine que alguém fotografa hoje a fechadura da sua casa, sem arrombar nada, e guarda essa imagem esperando o dia em que exista uma chave capaz de abrir qualquer fechadura.
Quando esse dia chegar, a invasão já estará praticamente feita!
É isso que acontece no mundo digital com o chamado harvest now, decrypt later: dados criptografados são coletados hoje para serem decifrados no futuro, quando computadores quânticos tiverem capacidade de quebrar parte dos sistemas atuais de segurança.
Estamos falando de transações bancárias, prontuários médicos, mensagens privadas, contratos, informações estratégicas e bases sensíveis de empresas e governos.
Nesse contexto, é importante destacar o trabalho de Alessandro de Oliveira Faria, associado a ABRIA, cientista brasileiro, membro fundador do Instituto Foton e sócio cofundador da OITI Technologies, empresa associada à nossa rede.
Alessandro de Oliveira Faria lançou a libzupt, uma ferramenta gratuita que permite a empresas e desenvolvedores iniciarem a transição para a criptografia pós-quântica, sem precisar abandonar toda a infraestrutura já existente.
Quem protege dados sensíveis não pode esperar o computador quântico “chegar” para começar a agir.
Bancos, hospitais, empresas de tecnologia, seguradoras, indústria farmacêutica, governo e qualquer organização que lide com dados críticos precisam começar agora a mapear riscos, atualizar protocolos e preparar sua arquitetura de segurança.
A criptografia pós-quântica não é apenas uma evolução técnica. É uma camada essencial de soberania digital, proteção de dados e continuidade dos negócios.
A libzupt está disponível GRATUITAMENTE para desenvolvedores:
github.com/cabelo/libzupt
Essa é para você: Os dados que a sua organização protege hoje continuarão seguros daqui a cinco ou dez anos?