Impulse São Paulo

Impulse São Paulo Somos é uma instituição sem fins lucrativos e tem missão informar para prevenir danos!

PARADA TAMBÉM É CUIDADO.A semana do Orgulho é um momento de celebração, visibilidade e resistência. Mas também é um mome...
03/06/2026

PARADA TAMBÉM É CUIDADO.

A semana do Orgulho é um momento de celebração, visibilidade e resistência. Mas também é um momento para olhar para a nossa saúde, fortalecer o autocuidado e cuidar uns dos outros.

Por isso, o Impulso no Rolê segue presente durante a semana da Parada, levando informação, acolhimento e testagem rápida em parceria com o Instituto Cultural Barong. Porque orgulho e prevenção caminham juntos.

Estaremos realizando testagem para HIV, sífilis e hepatites B e C em diferentes pontos da cidade, ampliando o acesso ao diagnóstico e fortalecendo o cuidado com a nossa comunidade.

Confira a agenda completa e descubra onde encontrar a nossa equipe nos próximos dias.

Porque Parada também é cuidado. Porque cuidar da nossa comunidade é um ato de orgulho. E porque celebrar quem somos passa também por garantir acesso à saúde, informação e acolhimento.

Nos vemos no rolê. Nos vemos no cuidado.

01/06/2026

Impulse Cast apesenra o episódio Chemsex: entre o prazer e o perigo.

Trazemos uma reflexão necessária sobre um tema que ainda é cercado por silêncio, estigma e desinformação dentro da própria comunidade LGBTQIAPN+: o Chemsex.

Para aprofundar esse debate, recebemos .marinhosp, psicólogo com atuação clínica baseada na Gestalt-Terapia, pós-graduado em Psicologia do Tráfego e Avaliação Psicológica, além de atual Diretor de Advocacy e Comunicação da Impulse SãoPaulo. Ao longo do episódio, João compartilha sua visão sobre os desafios, vulnerabilidades e caminhos possíveis para abordar o tema de forma responsável, acolhedora e baseada em evidências.

O Chemsex é um fenômeno complexo que atravessa questões relacionadas à sexualidade, saúde mental, pertencimento, prazer e redução de danos. Por isso, acreditamos que o debate precisa ir além dos julgamentos, criando espaço para informação qualif**ada, escuta ativa e cuidado com as pessoas impactadas por essa realidade.

Na Impulse São Paulo, entendemos que falar sobre Chemsex é também falar sobre saúde sexual, saúde mental, prevenção combinada e fortalecimento comunitário. Quanto mais informação e diálogo tivermos, maiores serão as possibilidades de acolhimento, prevenção e cuidado.

Assista ao episódio completo de "Chemsex: Entre o Prazer e o Perigo" pelo link disponível na bio.

Que outros temas relacionados à saúde sexual e saúde mental você gostaria de ver no ImpulseCast? Deixe sua sugestão nos comentários.

01/06/2026

Seguindo a série de conversas que realizamos na apresentação especial de “HIV no Tribunal”, hoje compartilhamos um trecho da nossa troca com Américo Nunes .nunes.773 , ativista da luta contra o HIV/AIDS, presidente do Instituto Vida Nova , ele esteve presente em organizações que há décadas atuam na defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e no fortalecimento da resposta comunitária à epidemia.

Durante a conversa, Américo traz reflexões importantes sobre os desafios que ainda atravessam o debate público sobre HIV, o papel da sociedade civil na construção de políticas públicas e a necessidade de mantermos espaços permanentes de informação, acolhimento e enfrentamento ao estigma.

“HIV no Tribunal” provoca justamente esse movimento: transformar uma experiência artística em uma conversa que ultrapassa o palco e alcança a sociedade. Porque quando falamos sobre HIV, não estamos falando apenas de saúde. Estamos falando de direitos, dignidade, acesso à informação, combate ao preconceito e cuidado coletivo.

Ao longo da história da resposta ao HIV no Brasil, movimentos sociais, coletivos, organizações e ativistas tiveram papel fundamental na conquista de direitos, na ampliação do acesso à prevenção e ao tratamento e no enfrentamento do estigma que ainda impacta a vida de tantas pessoas.

Seguimos compartilhando esses encontros porque acreditamos que ouvir diferentes perspectivas fortalece a construção de uma sociedade mais informada, mais empática e mais comprometida com a promoção da saúde e dos direitos humanos.

Essa é mais uma das conversas que nasceram a partir da apresentação realizada no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo, e que reforçam a importância de mantermos esse diálogo vivo.

28/05/2026

Dando continuidade à série de conversas que estamos compartilhando sobre o espetáculo “HIV no Tribunal”, hoje trazemos um trecho especial com Marta McBritton, uma das idealizadoras do projeto e presidente do Instituto Cultural Barong.

Na conversa, Marta reflete sobre o papel da sociedade civil na ampliação dos debates levantados pela peça — mostrando como falar sobre HIV, estigma, desinformação e acolhimento precisa ir muito além do palco.

“HIV no Tribunal” provoca justamente essa reflexão: quantas vezes pessoas vivendo com HIV ainda são julgadas socialmente antes mesmo de serem ouvidas? E de que forma todos nós podemos contribuir para transformar esse cenário?

A arte tem o poder de abrir diálogos, gerar identif**ação e criar espaços de escuta. Mas a continuidade dessas conversas também depende da participação da sociedade, das organizações, dos coletivos, dos profissionais de saúde, da mídia e de cada pessoa disposta a combater o preconceito através da informação e da empatia.

Seguimos compartilhando esses encontros porque acreditamos que ampliar vozes, perspectivas e vivências também é uma forma de prevenção, acolhimento e transformação social.

Nos próximos dias, continuaremos publicando novos trechos das conversas realizadas após a apresentação especial do espetáculo no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo.

No último dia 13 de maio, estivemos presentes no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo, para acompanhar uma apresentação...
28/05/2026

No último dia 13 de maio, estivemos presentes no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo, para acompanhar uma apresentação especial do espetáculo “HIV no Tribunal”, espetáculo do Instituto Cultural Barong que transforma o palco em um espaço de reflexão, escuta e diálogo sobre HIV, estigma, responsabilidade afetiva, desinformação e direitos humanos.

A proposta da peça chama atenção justamente por trazer a temática do HIV para dentro de um tribunal — um espaço simbolicamente marcado por julgamentos. Sem entregar spoilers, o espetáculo provoca reflexões importantes sobre como pessoas vivendo com HIV ainda enfrentam estigmas, preconceitos e opiniões atravessadas pela desinformação, muitas vezes antes mesmo de serem verdadeiramente ouvidas.

Com uma narrativa intensa e sensível, a peça amplia discussões necessárias sobre prevenção, acolhimento, saúde mental, vulnerabilidade e combate ao estigma, mostrando como essas conversas seguem extremamente atuais e urgentes.

Mais do que assistir a um espetáculo, foi uma oportunidade de escutar diferentes perspectivas e reforçar a importância de seguirmos falando sobre HIV de forma responsável, humana e livre de preconceitos.

Ao longo dos próximos dias, vamos compartilhar pequenos trechos das conversas que tivemos sobre a apresentação e o tema com Marta McBritton, idealizadora do projeto e presidente do Barong, com os atores Clóvis e Mônica, além de Guga e Américo, que estiveram na plateia e aceitaram dividir suas percepções sobre os temas abordados pela peça.

Porque falar sobre HIV ainda é necessário. E ouvir diferentes vivências também faz parte da transformação.

Faltam 12 dias para a 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo pegando um gancho no tema desse ano que é  "A rua convoca...
26/05/2026

Faltam 12 dias para a 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo pegando um gancho no tema desse ano que é "A rua convoca, a urna confirma" fizemos uma pequena adaptação para falar de ORGULHO.

E mais do que entrar no clima da maior parada LGBTQIAPN+ do mundo, esse também é um momento de atenção, consciência e mobilização da nossa comunidade.

A Parada existe porque nossa comunidade nunca aceitou desaparecer.

Antes dos trios, dos palcos e das multidões, vieram pessoas que ocuparam as ruas mesmo sem proteção, direitos ou espaços seguros. Pessoas que transformaram medo em coragem, silêncio em voz e resistência em movimento.

Há 30 anos, a mostra que existir também é um ato político.

E continua sendo.

Porque enquanto ainda existirem ataques à nossa comunidade, discursos de ódio, tentativas de apagar direitos e ameaças à democracia, nossa presença nas ruas continuará sendo necessária.

A rua sempre foi o lugar onde denunciamos, resistimos e mostramos que existimos. Mas também precisamos estar atentos às decisões que impactam diretamente nossas vidas, nossos corpos e nosso acesso à saúde, segurança e dignidade.

Precisamos pensar em como escolhemos nossos representantes, quem ocupa espaços de poder e quais vozes realmente defendem a população LGBTQIAPN+.

Porque orgulho também é consciência.
Orgulho também é participação.
Orgulho também é cuidado coletivo.

A Avenida Paulista não virou símbolo da nossa comunidade por acaso.
Ela foi ocupada.
Ano após ano.
Por pessoas que decidiram lutar pelo direito de viver com liberdade, dignidade, orgulho e acesso à saúde.

Por isso a Impulse São Paulo diz que:

A rua convoca.
E o ORGULHO responde.

Neste mês da Parada, a Impulse São Paulo segue ocupando, acolhendo, informando e cuidando da nossa comunidade porque prevenção, saúde sexual, saúde mental e pertencimento também fazem parte dessa luta.

Nosso corpo ocupa.
Nosso corpo resiste.
Nosso corpo vota.

A Parada LGBTQIAPN+ de São Paulo nunca foi apenas sobre ocupar uma avenida.Ela sempre foi sobre ocupar espaços, garantir...
23/05/2026

A Parada LGBTQIAPN+ de São Paulo nunca foi apenas sobre ocupar uma avenida.

Ela sempre foi sobre ocupar espaços, garantir direitos, dar visibilidade às nossas existências e lembrar que a diversidade também constrói essa cidade.

Ver avançar um projeto que tenta retirar a Parada da Avenida Paulista acende um alerta importante sobre o direito à livre manifestação, à cultura, à cidadania e à presença da comunidade LGBTQIAPN+ nos espaços públicos.

E essa discussão vai muito além de uma simples mudança de local.

Quando se tenta afastar a Parada de um dos espaços mais simbólicos e centrais da cidade, o recado que f**a é perigoso: o de que pessoas LGBTQIAPN+ não podem estar em qualquer lugar. Que nossas vivências precisam ser deslocadas para espaços “menos visíveis”, controlados ou distantes da convivência pública.

Como se o orgulho precisasse ser escondido.
Como se nossas famílias, afetos, corpos e histórias fossem inadequados para serem vistos.
Como se diversidade fosse algo que devesse existir apenas longe dos olhos da sociedade.

A Paulista é símbolo de resistência, encontro, história e luta coletiva. Foi ali que milhares de pessoas encontraram acolhimento, informação, pertencimento e coragem para existir com orgulho.

A Impulse São Paulo acredita que ocupar as ruas também é promover saúde, conscientização, prevenção, cidadania e direitos humanos.

Nenhuma tentativa de silenciamento apaga décadas de luta, visibilidade e transformação social.

Porque orgulho não se proíbe.
Orgulho se vive. 🌈

A Virada Cultural também é um grande espaço de encontro, ocupação e pertencimento para a comunidade LGBTQIAPN+ 🌈Ela acon...
22/05/2026

A Virada Cultural também é um grande espaço de encontro, ocupação e pertencimento para a comunidade LGBTQIAPN+ 🌈

Ela acontece esse final de semana das 18h do dia 23 até as 18h do dia 24 de maio, serão 24 horas de cultura ,ocupação e entretenimento espalhados pela nossa cidade.

Entre shows, festas, performances e encontros espalhados pela cidade, São Paulo se transforma em um território vivo de cultura, diversidade e expressão.

Mais do que entretenimento, ocupar as ruas também é reafirmar nossa existência, fortalecer conexões e celebrar artistas, coletivos e movimentos que ajudam a construir uma cidade mais plural e acolhedora.

Mas cuidado também faz parte da celebração!

Se hidrate, cuide dos amigos, respeite seus limites, combine pontos de encontro e esteja atento à sua saúde física e mental durante a programação.

A cidade é nossa e viver a cultura com segurança, liberdade e acolhimento também é um ato coletivo.

Falar sobre saúde mental também é falar sobre cuidado, acolhimento e pertencimento.Na Impulse, acreditamos que saúde men...
20/05/2026

Falar sobre saúde mental também é falar sobre cuidado, acolhimento e pertencimento.

Na Impulse, acreditamos que saúde mental precisa ser tratada com seriedade, escuta e sem julgamentos. Muitas vezes, nossa comunidade enfrenta pressão, solidão, estigmas e sobrecargas emocionais que impactam diretamente a forma como nos relacionamos com o mundo e com nós mesmos.

Criar espaços seguros de conversa, apoio e troca também é prevenção.

Cuidar da mente faz parte do autocuidado. Pedir ajuda não é fraqueza. Falar sobre o que sentimos é importante e necessário.

Saúde mental importa.

Acolhimento salva.

Comunidade também é cuidado.

Você não precisa passar por tudo sozinho.

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