12/08/2026
Nota oficial em repúdio à escalada do assédio judicial contra Rui Costa Pimenta, presidente do PCO
A Associação Nova Roma manifesta profunda preocupação diante do acirramento da perseguição infundada a Rui Costa Pimenta e do aumento do uso de táticas de lawfare contra as vozes que se levantam em defesa da causa palestina no Brasil.
A Associação Nova Roma vem a público manifestar sua profunda preocupação com a operação "Causa Própria" deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal contra Rui Costa Pimenta, presidente do PCO e candidato à Presidência, sob acusações ainda não comprovadas de apropriação indébita eleitoral e lavagem de dinheiro. Mais do que uma investigação sobre supostos R$ 1,8 milhão em gastos gráficos, um valor irrisório se comparado aos milhões gastos por uma única campanha municipal, como a de Bruno Covas, o que se vê é mais um capítulo da lawfare que assola a política brasileira. A ação, ocorrida três dias após o lançamento da candidatura de Rui, com agentes arrombando sua casa modesta no Jabaquara às 6 da manhã e apreendendo celular e passaporte, tem todos os contornos de intimidação eleitoral, não de justiça.
O cenário ganha contornos ainda mais graves quando se considera a atuação paralela de setores organizados para silenciar o PCO. O apresentador do Podcast 3 Irmãos revelou que Rui Costa Pimenta foi proibido de entrar no estúdio do programa, financiado por sionistas, que vetaram sua participação. Essa interferência direta de lobistas estrangeiros na liberdade de expressão no Brasil escancara o verdadeiro motivo da perseguição: as posições firmes do PCO contra o genocídio em Gaza, contra o supremacismo sionista e em defesa da resistência palestina, que incomodam poderosos interesses internacionais.
Diante disso, é mais do que razoável suspeitar que a operação da PF seja apenas um artifício para inviabilizar a candidatura de Rui Pimenta e criminalizar um partido que ousa criticar o establishment. Os valores investigados são ínfimos perto do que outros partidos gastam rotineiramente, e a própria PF admite que se trata de indícios, não de provas. Não há bem algum apreendido, não há enriquecimento ilícito – há, sim, uma tentativa desesperada de calar uma voz incômoda.
Solidarizamo-nos com Rui e com o PCO, e conclamamos a sociedade a rejeitar essa nova demonstração de lawfare, que transforma suspeitas frágeis em espetáculo midiático para fins políticos. A defesa da democracia exige que denunciemos esse abuso e exijamos que as instituições atuem com isonomia, não como braços de interesses estrangeiros ou de adversários eleitorais. A Associação Nova Roma reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão, a soberania popular e a causa palestina, e continuará vigilante contra toda tentativa de silenciamento por meio do aparato judicial.