Instituto de Referência Negra Peregum

Instituto de Referência Negra Peregum Organização sem fins lucrativos, com natureza de direito privado que compõe o movimento negro.

Eduardo Januário é o mais novo Professor Livre Docente da FE-USP! ✊🏿🎓Entre os dias 11 e 12 de agosto, nas dependências d...
13/08/2026

Eduardo Januário é o mais novo Professor Livre Docente da FE-USP! ✊🏿🎓

Entre os dias 11 e 12 de agosto, nas dependências da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, o Prof. Dr. Eduardo Januário defendeu sua tese de Livre Docência intitulada "O Estado neocolonial brasileiro e os seus impactos na Educação". A banca examinadora foi presidida pelo Prof. Dr. Rosenilton Oliveira (FE-USP), além de ter sido composta pelos seguintes integrantes: Profa. Dra. Eunice Prudente (Largo São Francisco - USP), Profa. Dr. Silvana Nascimento (FFLCH - USP) Prof. Dr. Lincoln Secco (FFLCH - USP) e Profa. Dra. Lucimar Dias (UFPR).

A conquista acadêmica do professor Januário carrega consigo força da luta do movimento negro educador!

Viva Eduardo Januário, Professor Livre Docente da Universidade de São Paulo. Um homem negro brasileiro.🖤

13/08/2026

🎥 Territórios de Responsa: quando a juventude transforma o território em potência.

O que acontece quando arte, educação popular, cultura e cuidado se encontram? O resultado é o Territórios de Responsa: um projeto construído com a juventude negra, indígena, quilombola e periférica para fortalecer sonhos, ampliar horizontes e reafirmar que quebradas, quilombos e aldeias são territórios de futuro.

Este vídeo memória reúne histórias, encontros e vozes que marcaram essa trajetória, mostrando como cada oficina, aula, roda de conversa e apresentação cultural fortaleceu o protagonismo das juventudes em diferentes territórios do Brasil.

O projeto é um conjunto de iniciativas geridas pelo Instituto Peregum sobre consumo responsável de álcool, enfrentamento ao alcoolismo entre jovens, estratégias coletivas para redução de danos e compreensão dessa questão sem moralismos.

As ações abordaram esse tema sensível com olhares diversos e também com atenção aos efeitos nocivos de consumo excessivo de bebidas alcolicas na periferia, saúde mental de jovens pobres negros e indígenas e prevenção à violência.

▶️ Assista ao vídeo memória completo no nosso canal do YouTube e conheça essa experiência na íntegra.
E tem mais: uma nova edição do Territórios de Responsa está chegando! Em breve, novos territórios em diferentes estados, novos encontros e mais oportunidades para construir, junto com a juventude, caminhos de cuidado, autonomia e transformação.
📺 Link na bio.

12/08/2026

📚Militarização das escolas e o avanço do conservadorismo na educação

O debate sobre a militarização das escolas públicas precisa ser compreendido dentro de um contexto mais amplo de disputas sobre os rumos da educação brasileira.

A expansão das escolas cívico-militares, assim como propostas de educação domiciliar e de maior controle sobre os conteúdos e práticas pedagógicas, expressa o avanço de uma agenda que prioriza mecanismos de disciplina, vigilância e controle no cotidiano escolar.

Esse movimento merece atenção especialmente quando consideramos que a escola pública brasileira tem sido fundamental para a ampliação de direitos educacionais e para o reconhecimento da diversidade de seus estudantes. A implementação da Lei 10.639/03, das políticas de educação inclusiva e das ações afirmativas, por exemplo, contribuiu para ampliar a presença e o reconhecimento de sujeitos historicamente excluídos dos espaços de participação e decisão.

Para o Instituto de Referência Negra Peregum, defender uma educação pública democrática e antirra***ta significa garantir que escolas sejam espaços de conhecimento, participação, diversidade e reconhecimento, e não espaços orientados pela lógica da obediência e do controle.

No vídeo, Adriana Moreira, coordenadora de Educação do Instituto Peregum, analisa os impactos da militarização e as disputas que atravessam a educação pública brasileira.

Assista ao vídeo e acompanhe esse debate. ✊🏿📚

🌿 Proteger os povos indígenas é proteger o futuro do planeta.No Dia Internacional dos Povos Indígenas, reafirmamos que n...
09/08/2026

🌿 Proteger os povos indígenas é proteger o futuro do planeta.
No Dia Internacional dos Povos Indígenas, reafirmamos que não existe justiça climática sem o reconhecimento, a proteção e a garantia dos direitos dos povos originários.

Há séculos, os povos indígenas preservam florestas, rios e territórios fundamentais para o equilíbrio climático e a manutenção da vida. No entanto, seguem entre os mais impactados pelas mudanças climáticas, pelo desmatamento, pela mineração, pelos grandes empreendimentos e pela violência ambiental. Essas desigualdades não são naturais: são resultado de um modelo de desenvolvimento que historicamente concentra os impactos ambientais sobre povos e territórios racializados. É isso que chamamos de racismo ambiental.

Defender os direitos dos povos indígenas é enfrentar a crise climática, proteger a biodiversidade e construir um país comprometido com a justiça ambiental, a democracia e os direitos humanos.

Neste 9 de agosto, reconhecemos que a luta indígena é também uma luta por justiça climática e por um futuro onde a vida esteja no centro das decisões.
✊🏿🌎 Sem povos indígenas, não há justiça climática.

06/08/2026

de quem transforma memória em compromisso. ✊🏾

Há alguns meses, a UNEafro Brasil, ao lado da Coalizão Negra por Direitos e de diversos movimentos negros, estudantis e populares, ocupou as ruas para defender uma das maiores conquistas da luta antirra***ta: as cotas raciais e as ações afirmativas.

Esse momento reafirmou que essas políticas são resultado da organização do movimento negro e seguem sendo fundamentais para ampliar o acesso da população negra à educação, produzir reparação histórica e fortalecer a democracia.

Relembrar esse ato é lembrar que direitos só existem porque houve quem lutasse por eles — e porque seguimos dispostos a defendê-los.

As cotas não são privilégio. São justiça, reparação e a garantia de que mais jovens negros e negras possam acessar as universidades e transformar seus territórios.

Seguimos na luta, com a mesma convicção de sempre. ✊🏿

MovimentoNegro Educação JustiçaRacial ReparaçãoJá

06/08/2026

✨ de um encontro que fortaleceu a luta por uma educação popular, antirra***ta e transformadora.

No dia 18 de julho, o IFSP Campus Jacareí recebeu o Seminário de Educação Popular – Vale do Paraíba, reunindo educadoras, educadores, estudantes e lideranças de diferentes territórios em um dia de formação, trocas e construção coletiva.

Além da entrega das apostilas da UNEafro aos estudantes dos núcleos Yabás Núcleo de Estudos e Núcleo de Educação Popular Ginga de Angola, o seminário foi marcado por debates sobre o papel da educação popular no enfrentamento ao racismo, pela troca de experiências dos cursinhos populares da UNEafro e pela sistematização coletiva de conteúdos que seguem fortalecendo o movimento.

Com a participação de pessoas de Poá, São José dos Campos, Guarulhos, Itaquera, Bragança Paulista e Jacareí, reafirmamos que a educação popular é construída em rede, nos territórios e com a força da coletividade.

Seguimos juntos, fortalecendo nossos territórios por meio da educação popular. ✊🏿📚

Quando um desastre químico acontece, a emergência não termina quando o fogo diminui.O incêndio na Quema Química, em Itaq...
05/08/2026

Quando um desastre químico acontece, a emergência não termina quando o fogo diminui.

O incêndio na Quema Química, em Itaquaquecetuba (SP), levanta preocupações sobre a exposição da população a substâncias potencialmente tóxicas, a contaminação ambiental e, sobretudo, a ausência de informações públicas claras sobre os riscos e as medidas de proteção.

Na Nota Técnica elaborada pela pesquisadora Fernanda Pinheiro da Silva, destaca a necessidade de transparência por parte das autoridades, da divulgação oficial do inventário das substâncias envolvidas e da comunicação rápida e acessível dos protocolos de proteção à população.

O desastre também evidencia um problema estrutural: o racismo ambiental. A ausência de prevenção, fiscalização e resposta adequada tende a impactar de forma mais intensa os territórios periféricos e as populações historicamente vulnerabilizadas.

Pelo eixo Clima e Cidades, o Instituto Peregum atua para racializar o debate sobre justiça climática e direito à cidade, fortalecendo políticas públicas que protejam a população negra, os territórios periféricos e as comunidades tradicionais diante dos efeitos das crises ambientais.

📄 Leia a nota técnica completa. (LINK NA BIO)
🔁 Compartilhe este conteúdo para ampliar o acesso à informação qualificada.

🏆 A Copa do Mundo terminou, mas uma pergunta continua em campo: o futebol ainda é ra***ta?Embora o esporte seja um espaç...
05/08/2026

🏆 A Copa do Mundo terminou, mas uma pergunta continua em campo: o futebol ainda é ra***ta?

Embora o esporte seja um espaço de paixão, sonhos e transformação, episódios recentes mostram que o racismo segue marcando a experiência de atletas negros dentro e fora dos gramados.

Ao mesmo tempo, é impossível contar a história do futebol sem reconhecer o protagonismo negro. Foram jogadores, comunidades e as várzeas que ajudaram a construir o futebol-arte que encanta o mundo até hoje.

Mas combater o racismo no futebol exige ir além das arquibancadas. É preciso garantir que crianças e adolescentes negros tenham acesso ao esporte com dignidade, pertencimento e oportunidades, reconhecendo o futebol como uma ferramenta de educação, fortalecimento da identidade e transformação social.

É desse compromisso que nasce o Projeto N'Gungas, iniciativa do Instituto Peregum que utiliza o futebol de várzea para promover a educação antirra***ta, fortalecer a identidade de meninos negros e incentivar a participação comunitária.

⚽ Nesta publicação, mostramos por que enfrentar o racismo no futebol também significa investir na formação de novas gerações e apresentamos o Curso N'Gungas e o Almanaque N'Gungas, materiais que ajudam educadores, lideranças e comunidades a transformar o esporte em um espaço de cuidado, pertencimento e garantia de direitos.

Deslize os cards, conheça a iniciativa e baixe gratuitamente o Almanaque pelo link da bio.

***ta

📣 O resultado está disponível!Já pode ser consultada a lista de pessoas selecionadas para a 6ª edição do curso “Gênero e...
05/08/2026

📣 O resultado está disponível!

Já pode ser consultada a lista de pessoas selecionadas para a 6ª edição do curso “Gênero e Raça na Educação Básica: uma introdução”.
As pessoas contempladas receberão um e-mail com as orientações necessárias para realizar a validação da matrícula no Sistema Apolo da Universidade de São Paulo.

📅 Período de validação da matrícula: 6 a 10 de agosto de 2026.
📚 Início dos encontros síncronos: 10 de agosto de 2026, às 19h.
⚠️ Atenção: somente as pessoas que concluírem a matrícula no sistema oficial da USP estarão efetivamente matriculadas e terão direito ao certificado de conclusão do curso.

Verifique também as caixas de spam, lixo eletrônico e promoções do e-mail informado durante a inscrição.

🔗 Consulte o resultado pelo QR Code, pelo link na bio ou no site do Instituto Peregum.
Parabéns às pessoas selecionadas!

***ta

31/07/2026

✊🏾 Mulheres negras nos espaços de poder e liderança

Em julho, o Programa Pontes e Desafios para a Justiça Racial promoveu um encontro potente para conversar sobre presença, participação e protagonismo das mulheres negras nos espaços de decisão, liderança e formulação de políticas públicas.

Um diálogo necessário sobre os desafios impostos pelo racismo e pelo sexismo, mas também sobre as estratégias e caminhos para ampliar a participação política e institucional das mulheres negras e fortalecer a democracia.

O encontro reuniu Joice Marques, Joseanes Lima e Rosangela Hilário, com mediação de Ingrid Sampaio, coordenadora de Advocacy do Instituto Peregum.

Seguimos fortalecendo redes, construindo caminhos e ocupando espaços para transformar a política e as instituições. ✊🏾🖤

Julho das Pretas é todo dia.

Endereço

Rua 24 De Maio, 276
São Paulo, SP
01041-905

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