Celebridade Vira-Lata

Celebridade Vira-Lata www.celebridadeviralata.com.br Calendário com renda revertida para castrar cães e gatos de pessoas carentes, protetores e ONGs. Há doze anos no ar!

Calendário com renda revertida para castrar cães e gatos de pessoas carentes, protetores e ONGs. Quase 12.000 castrações realizadas!

21/09/2026

O time que vai fazer um estado de São Paulo melhor de verdade e fazer o Brasil avançar ainda mais! É 13!

26/08/2026
02/08/2026

Com a chegada de Baby, a segunda moradora mais jovem do Santuário, recebemos algumas perguntas sobre a possibilidade de ela ter um filhote no futuro e se as elefantas que vivem aqui ainda seriam fisicamente capazes de ter filhos. Entendemos essa curiosidade e sabemos que a ideia de ver nossas elefantas se tornando mães pode parecer encantadora. Mas também acreditamos que é importante explicar por que as elefantas do Santuário nunca serão colocadas para reprodução.

A gestação de um filhote de elefante dura cerca de 22 meses — a mais longa entre todos os mamíferos. Enquanto a maioria dos mamíferos possui apenas um corpo lúteo, uma glândula temporária responsável por controlar os hormônios durante a gestação, as elefantas podem ter até 11. Sem entrar em todos os detalhes da reprodução dos elefantes, basta dizer que a exigência física de carregar um filhote é enorme, mesmo para uma elefanta jovem e saudável.

As elefantas podem dar à luz, em média, a cada quatro ou cinco anos e há registros de fêmeas que tiveram até 12 filhotes ao longo da vida. Na natureza, a primeira gestação costuma ocorrer entre os 14 e 15 anos nas elefantas africanas e um pouco mais tarde nas asiáticas. A capacidade reprodutiva permanece relativamente estável entre os 16 e os 40 anos e depois começa a diminuir gradualmente, embora algumas elefantas com mais de 60 anos ainda apresentem ciclos reprodutivos. No Santuário, porém, a maioria das elefantas é considerada geriátrica e tem mais de 49 anos. Assim, com exceção de Baby e Guille, nenhuma delas está em uma faixa etária adequada para levar uma gestação até o fim.

Além da idade, existe outro fator ainda mais importante. As marcas físicas e emocionais deixadas por décadas de cativeiro vão muito além do que podemos compreender. Apenas elas sabem o que viveram. O maior presente que podemos oferecer é a oportunidade de se recuperar física, emocional e mentalmente. Colocá-las em uma situação de reprodução ou submetê-las a uma gestação de 22 meses não seria apropriado para sua idade, para sua condição física e nem faz parte da filosofia do Santuário. Além disso, a Global Federation of Animal Sanctuaries (GFAS), organização responsável por nossa acreditação, estabelece que verdadeiros santuários não realizam reprodução intencional de animais.

Embora tenhamos o privilégio de acompanhar diariamente a recuperação dessas elefantas e compartilhar essa transformação com todos vocês, o Santuário ainda é uma forma de cativeiro. É, sem dúvida, o melhor que o cativeiro pode oferecer, mas a conservação da espécie precisa acontecer em seu habitat natural. Trazer novos filhotes para viver em um santuário não lhes proporcionaria a vida que merecem.

Sabemos que a ideia de um filhote de elefante desperta encantamento e poderia até transformar a dinâmica da manada, mas nossa missão é oferecer um lar seguro aos elefantes que já foram aprisionados pelo ciclo do cativeiro criado pelos seres humanos. Não acreditamos que seja ético - nem apropriado — perpetuar esse ciclo por meio da reprodução.

Nosso compromisso é proporcionar a esses elefantes a oportunidade de viver o restante de suas vidas voltados para si mesmos, para sua recuperação e para os laços que constroem uns com os outros. E é a isso que continuaremos dedicando todos os nossos dias.

22/06/2026

Deputado enviou quase R$ 12 milhões em emendas a entidade sob suspeita de forjar castração de cães

O deputado federal Bruno Lima (Podemos-SP) enviou quase R$ 12 milhões em emendas para a Associação Catarinense de Gestão Hospitalar, Conhecimento e Assistência Social (CHC), responsável pelo programa Castra+ em São Paulo. A iniciativa prevê a castração de cães e gatos em 17 municípios paulistas por meio de um convênio com o Ministério do Meio Ambiente. Do valor previsto em contrato, mais de R$ 5,5 milhões já foram pagos.

De acordo com reportagem do portal Metrópoles, há inconsistências em registros de animais atendidos pelo projeto. Apenas 61 dos 500 registros analisados continham o nome do tutor do animal. Outros 346 não apareciam no Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas), mantido pelo governo federal. Mais 93 estavam registrados em nome da Clinicão, empresa contratada para realizar os procedimentos.

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