Católicas pelo Direito de Decidir

Católicas pelo Direito de Decidir Católicas pelo Direito de Decidir é uma organização não governamental feminista que atua no Brasil desde 1993. Essas pessoas serão banidas da página.

Trabalhamos por justiça social, buscando o diálogo inter-religioso e a mudança dos padrões culturais e religiosos que cerceiam a autonomia e a liberdade das mulheres, especialmente no exercício da sexualidade e da reprodução. Também trabalhamos pelo fim da violência contra as mulheres, por uma cultura de paz e de igualdade de gênero. Esta página no Facebook é especial para que possamos trocar cont

eúdos sobre nosso trabalho, a atuação de outras organizações e coletivos parceiros, além de permitir a troca de informação, ideias e experiências com pessoas no Brasil e no mundo. Gostaríamos de ressaltar que Católicas defende a democracia, os direitos humanos e o direito que cada pessoa tem que defender suas ideias, mesmo que diferentes das nossas. Mas ressaltamos que, neste espaço, não vamos aceitar pessoas que incitem a violência, insultem e acusem outras pessoas, digam palavras ofensivas, ou tenham qualquer outro comportamento desrespeitoso e ameaçador. Siga Católicas pelo Direito de Decidir no Instagram e Twitter:

O jogo democrático tem regras claras: nenhuma religião deve ditar as decisões do Estado. Direitos são para todas as pess...
19/06/2026

O jogo democrático tem regras claras: nenhuma religião deve ditar as decisões do Estado. Direitos são para todas as pessoas, independentemente de sua fé. Quando o fundamentalismo invade o campo da política pública, é cartão vermelho! 🚩⚽



🤖 Imagem gerada por meio de inteligência artificial (IA).

Hoje é dia   e queremos contar a você sobre as atividades em que  esteve presente, entre os dias 25 e 27 de maio, em Bra...
18/06/2026

Hoje é dia e queremos contar a você sobre as atividades em que esteve presente, entre os dias 25 e 27 de maio, em Brasília. Foram reuniões, oficinas e lançamento de livro.

Participamos de espaços de diálogo e incidência sobre população, desenvolvimento, direitos humanos e Estado laico, contribuindo para o debate sobre diversidade familiar e justiça social. Também celebramos o lançamento de uma publicação que reúne reflexões fundamentais sobre direitos e sociedade no Brasil.

Arraste para o lado e confira os destaques dessa agenda!

Por que setores conservadores do catolicismo insistem em defender a criminalização do ab**to? A realidade mostra que ess...
16/06/2026

Por que setores conservadores do catolicismo insistem em defender a criminalização do ab**to? A realidade mostra que essa política não reduz o número de ab**tos nem protege vidas. Ao contrário, contribui para o aumento da mortalidade materna, sobretudo entre mulheres pobres e negras.

Não se trata de uma questão abstrata. É preciso considerar as condições concretas em que as mulheres vivem. Em um país marcado por profundas desigualdades sociais, econômicas e raciais, que ainda falha em garantir educação sexual, acesso a métodos contraceptivos e atendimento adequado à saúde reprodutiva, criminalizar o ab**to significa transferir às mulheres o peso de responsabilidades que deveriam ser compartilhadas pelo Estado e pela sociedade.

A moral sexual religiosa não deve ser compreendida de forma dogmática. Decisões éticas exigem atenção à realidade e às circunstâncias concretas da vida humana. Quando normas religiosas são aplicadas sem reflexão crítica, corre-se o risco de legitimar práticas que ampliam o sofrimento e a exclusão de mulheres que já se encontram em situação de vulnerabilidade.

A defesa da legalização do ab**to não deve estar subordinada a um debate religioso. Trata-se de uma questão de direitos, saúde pública e cidadania em um Estado laico, cuja atuação deve se fundamentar na Constituição e na garantia da dignidade de todas as pessoas.

No interior do próprio catolicismo existem diferentes interpretações teológicas. Muitas delas reconhecem a capacidade ética das mulheres para tomar decisões sobre suas vidas e sua reprodução. Não há contradição entre ser católica e defender a descriminalização e a legalização do ab**to.



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💥¿Cómo impacta la instrumentalización de la religión en nuestras democracias latinoamericanas?En América Latina, las ten...
12/06/2026

💥¿Cómo impacta la instrumentalización de la religión en nuestras democracias latinoamericanas?

En América Latina, las tendencias fundamentalistas, tanto religiosas como políticas, han adquirido una influencia creciente en la configuración de narrativas, políticas públicas y agendas legislativas. Su incidencia ha contribuido a retrocesos significativos en materia de derechos humanos, justicia de género y gobernanza democrática en la región.

A partir de estudios de caso en Argentina, Brasil, Colombia y Perú, el informe “No en el nombre de la Fe”, desarrollado por el Foro Ecuménico de Sur América (FESUR) y ACT Alliance, documenta cómo la instrumentalización de la religión opera como una estrategia sistemática para movilizar el miedo, legitimar agendas regresivas y restringir derechos fundamentales.

En un contexto regional marcado por ciclos electorales en curso o próximos –incluyendo países como Argentina, Brasil, Colombia y Perú– el evento se plantea como un espacio de diálogo para fomentar el debate regional sobre la relación entre religión, democracia y derechos humanos.

👉Reserva tu lugar aquí:
https://forms.gle/GswgbsEG9B1KTtff6

Detalles del evento:
Fecha: Miércoles, 24 de junio
Hora: 16:00 - 19:00
Lugar: Hotel Ramada Plaza, Salón Evolution. Vía Israel y Calle 71, San Francisco. Panamá, República de Panamá.
Duración apróximada: 16 a 19 hrs.

Tem partida que se ganha no placar. Outras, na garantia de direitos. Respeitar a decisão de mulheres, meninas e pessoas ...
12/06/2026

Tem partida que se ganha no placar. Outras, na garantia de direitos. Respeitar a decisão de mulheres, meninas e pessoas que gestam e assegurar o acesso ao ab**to legal, seguro e gratuito é uma vitória que também importa! 💚



🤖 Imagem gerada por meio de inteligência artificial (IA).

Católicas pelo Direito de Decidir esteve no III Congresso de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes qu...
09/06/2026

Católicas pelo Direito de Decidir esteve no III Congresso de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes que aconteceu em Brasília, entre os dias 18 e 21 de maio.

A organização compartilhou informações de pesquisa sobre barreiras ao ab**to legal e a estratégia do campo cristão conservador, tanto no judiciário quanto no campo da saúde, para dificultar acesso aos serviços.

Também colaboramos nas propostas do eixo saúde, defendendo que ampliar o acesso ao ab**to legal deve ser prioridade na revisão do Plano Decenal Nacional de Enfrentamento da Violência contra Crianças e Adolescentes, assim como a garantia da laicidade e estratégias antirracistas estejam em toda formação de profissionais de saúde.

Na tradição cristã, a celebração de Corpus Christi evoca a sacralidade da carne, a memória de um Deus que se fez corpo.N...
04/06/2026

Na tradição cristã, a celebração de Corpus Christi evoca a sacralidade da carne, a memória de um Deus que se fez corpo.

No entanto, quando lançamos o olhar da teologia feminista sobre essa festividade e a confrontamos com a realidade das mulheres no Brasil, emerge uma contradição dolorosa: ao mesmo tempo em que se tapetam as ruas para adorar um corpo divino, os corpos concretos das mulheres continuam sendo profanados, vigiados e punidos pelo fundamentalismo religioso.

O corpo feminino é espaço de revelação divina e de autonomia. Quando o fundamentalismo religioso atua politicamente para impedir a legalização do ab**to no Brasil, fazendo com que o debate sobre os direitos reprodutivos seja frequentemente sequestrado por discursos moralistas, ele opera uma dissociação violenta da fé encarnada, que instrumentaliza o sagrado para gerar culpa e cercear a liberdade.

O corpo das mulheres é o corpo de Cristo hoje. Um corpo que sofre as dores do abandono do Estado, que é julgado nos tribunais da moralidade pública e que sangra na ilegalidade do ab**to.

Em menos de dois minutos, o Senado aprovou ontem (02/06) o PDL 3/2025. O projeto revoga a Resolução 258 do Conanda e amp...
03/06/2026

Em menos de dois minutos, o Senado aprovou ontem (02/06) o PDL 3/2025. O projeto revoga a Resolução 258 do Conanda e amplia as barreiras de acesso à saúde para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

A resolução orientava a garantia de direitos já previstos em lei e o atendimento adequado a meninas que enfrentam uma gravidez decorrente de estupro. No Brasil, cerca de 20 mil meninas e adolescentes dão à luz todos os anos, mas apenas uma pequena parcela consegue acessar o ab**to legal.

Não se trata de "defender a vida": forçar crianças a gestar é violência!

Precisamos seguir denunciando os ataques aos direitos de crianças e adolescentes e defendendo o acesso ao cuidado, à proteção e à justiça.

🚨 URGENTE: PDL 3/25 na agenda do Senado!Enquanto a Câmara aprova mais direitos para os trabalhadores com o fim da escala...
28/05/2026

🚨 URGENTE: PDL 3/25 na agenda do Senado!

Enquanto a Câmara aprova mais direitos para os trabalhadores com o fim da escala 6x1, o Senado quer restringir direitos de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. O Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quer incluir na pauta desta terça-feira o PDL 3/2025, que derruba a resolução do Conanda criada para organizar o fluxo de atendimento das crianças e adolescentes vítimas de estupro.

O Projeto já foi aprovado na Câmara e não depende de sanção presidencial se aprovado no Senado, então precisamos agir agora!

👉🏽 Diga NÃO ao projeto votando na consulta pública do Senado: bit.ly/PDL3NAO

Na prática, este projeto gera mais desinformação e insegurança para os profissionais que atuam na rede de proteção à infância e adolescência, dificultando o acesso à esse direito para crianças e adolescentes vítimas.

Endereço

São Paulo, SP

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