Católicas pelo Direito de Decidir

Católicas pelo Direito de Decidir Católicas pelo Direito de Decidir é uma organização não governamental feminista que atua no Brasil desde 1993. Essas pessoas serão banidas da página.

Trabalhamos por justiça social, buscando o diálogo inter-religioso e a mudança dos padrões culturais e religiosos que cerceiam a autonomia e a liberdade das mulheres, especialmente no exercício da sexualidade e da reprodução. Também trabalhamos pelo fim da violência contra as mulheres, por uma cultura de paz e de igualdade de gênero. Esta página no Facebook é especial para que possamos trocar cont

eúdos sobre nosso trabalho, a atuação de outras organizações e coletivos parceiros, além de permitir a troca de informação, ideias e experiências com pessoas no Brasil e no mundo. Gostaríamos de ressaltar que Católicas defende a democracia, os direitos humanos e o direito que cada pessoa tem que defender suas ideias, mesmo que diferentes das nossas. Mas ressaltamos que, neste espaço, não vamos aceitar pessoas que incitem a violência, insultem e acusem outras pessoas, digam palavras ofensivas, ou tenham qualquer outro comportamento desrespeitoso e ameaçador. Siga Católicas pelo Direito de Decidir no Instagram e Twitter:

09/08/2026

Campanha da ‘Católicas pelo Direito de Decidir’ recoloca ab**to no debate em ano eleitoral

Há 20 anos, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) marcou um passo fundamental no enfrentamento à violência contra as...
07/08/2026

Há 20 anos, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) marcou um passo fundamental no enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil. Criada após anos de mobilização e da luta da cearense Maria da Penha Maia Fernandes por justiça, a lei reconhece a violência doméstica e familiar como uma violação de direitos humanos e estabelece medidas de proteção, prevenção e responsabilização dos agressores.

Apesar dos avanços, muitos desafios permanecem, como o acesso à proteção, a efetivação das políticas públicas e o combate à impunidade.

Enfrentar a violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, entre outras, é um compromisso coletivo para garantir que todas as mulheres possam viver com dignidade, segurança e liberdade.

06/08/2026

Hoje é dia e trazemos alguns registros da participação de Católicas pelo Direito de Decidir no Seminário de Justiça Reprodutiva do Nordeste – Nós por Nós Nós por Nós Observatório de Justiça Reprodutiva do Nordeste, realizado em Salvador (BA). Ao lado de outras companheiras de luta, marcamos presença na mesa “Autonomia Reprodutiva, Justiça e Direito de Decidir”.

Também estivemos na Marcha por Reparação e Bem Viver, que marcou a culminância do Seminário de Justiça Reprodutiva no Nordeste e reafirmou que falar de justiça reprodutiva é enfrentar o racismo, defender direitos e fortalecer o bem viver.

Seguimos em movimento, porque a luta por justiça reprodutiva, dignidade, liberdade e reparação se constrói coletivamente, em cada passo, em cada encontro e em cada voz que se soma à transformação.

Ter saúde também significa ter acesso a informações, acolhimento e serviços que respeitem a autonomia reprodutiva de cad...
05/08/2026

Ter saúde também significa ter acesso a informações, acolhimento e serviços que respeitem a autonomia reprodutiva de cada pessoa. Quando o ab**to legal é negado ou dificultado, direitos são violados e vidas são colocadas em risco. Garantir esse acesso faz parte do compromisso com uma saúde pública integral, baseada no cuidado, na dignidade e na justiça social e reprodutiva. Neste Dia Nacional da Saúde (05/08), reafirmamos que todas as pessoas devem poder tomar decisões sobre seus próprios corpos com segurança, respeito e apoio.

29/07/2026

A cearense Maria de Araújo nasceu em 1862 e foi uma mulher negra, pobre e muito religiosa. Foi em suas mãos que a hóstia teria se transformado em sangue, episódio que marcou a trajetória de Padre Cícero e fez de Juazeiro um importante centro de peregrinação.

Embora tenha se tornado uma das figuras centrais desse acontecimento, ela foi investigada, silenciada e mantida em reclusão. Maria de Araújo teve sua memória apagada pela Igreja Católica e sua história revela o que aconteceu com muitas mulheres negras na tradição católica.

A escritora e historiadora Dia Nobre Dia Bárbara Nobre conta mais sobre a trajetória da beata Maria de Araújo em seu livro "Incêndios da alma" e também na live "Marias e Madalenas, de ontem e de hoje: Gênero, raça e apagamentos da Igreja Católica", disponível no canal no YouTube de Católicas pelo Direito de Decidir.

Trazemos esse registro lindo da nossa participação na Marcha por Reparação e Bem Viver, realizada no último 25 de julho,...
27/07/2026

Trazemos esse registro lindo da nossa participação na Marcha por Reparação e Bem Viver, realizada no último 25 de julho, em Salvador (BA). Ao lado de movimentos de mulheres negras e organizações sociais, Católicas pelo Direito de Decidir esteve presente nessa caminhada, que marcou a culminância do Seminário de Justiça Reprodutiva no Nordeste e reafirmou que falar de justiça reprodutiva também é enfrentar o racismo, defender direitos e fortalecer o bem viver.

Da Praça da Piedade à Cruz Tombada, ocupamos um percurso que carrega a memória da resistência da população negra. Marchamos para celebrar a vida e a força das mulheres negras, mas também para denunciar as desigualdades que seguem atravessando seus corpos e territórios.

Em breve, vamos compartilhar mais registros da nossa participação no Seminário de Justiça Reprodutiva no Nordeste. Seguimos em movimento porque a luta por justiça reprodutiva, dignidade, liberdade e reparação se constrói coletivamente, em cada passo, em cada encontro e em cada voz que se soma à transformação.

Mulheres negras vivas: vivas para sonhar, criar, transformar e ocupar todos os espaços que historicamente lhes foram neg...
25/07/2026

Mulheres negras vivas: vivas para sonhar, criar, transformar e ocupar todos os espaços que historicamente lhes foram negados. Neste 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e, no Brasil, Dia Nacional de Tereza de Benguela, reafirmamos que viver com dignidade é um direito.

Mulheres negras seguem sendo as mais afetadas pelas desigualdades em diversos setores da sociedade. O racismo atravessa o acesso à saúde, à educação de qualidade, ao trabalho digno, e às redes de apoio.

Honrar esta data é reconhecer suas lutas, celebrar suas trajetórias e defender condições justas e dignas para que suas vidas floresçam plenamente. Mulheres negras vivas, com direitos, justiça e futuro.

Diversas organizações da sociedade civil brasileira, entre elas Católicas pelo Direito de Decidir, denunciaram à ONU os ...
21/07/2026

Diversas organizações da sociedade civil brasileira, entre elas Católicas pelo Direito de Decidir, denunciaram à ONU os impactos da suspensão da resolução do Conanda que orientava o atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e garantia o acesso ao ab**to legal.

A denúncia alerta que a decisão enfraquece a proteção de meninas, amplia as desigualdades no acesso aos serviços e afeta de forma desproporcional crianças negras, indígenas, quilombolas e moradoras de regiões afastadas. As organizações pedem que a ONU questione o Estado brasileiro e recomende o restabelecimento da resolução, fundamental para a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Acompanhe HOJE, às 19h, a nossa live "Marias e Madalenas, de ontem e de hoje" e vamos refletir juntas sobre a beata Mari...
15/07/2026

Acompanhe HOJE, às 19h, a nossa live "Marias e Madalenas, de ontem e de hoje" e vamos refletir juntas sobre a beata Maria de Araújo, Maria Madalena e tantas outras mulheres negras apagadas pela Igreja Católica. Com participação de:

✨ Ana Selma Costa: Teóloga feminista, biblista e integrante do CEBI e da Rede de Ativistas de Católicas pelo Direito de Decidir.

✨ Dia Nobre (): Historiadora, escritora e autora do livro "Incêndios da alma", sobre a beata Maria de Araújo.

✨ Jamile Godoy (mediação): Antropóloga, pesquisadora e integrante da equipe de Católicas pelo Direito de Decidir.

🗓 15 de julho de 2026 (quarta-feira)
⏰ Às 19h
📍 Transmissão ao vivo pelo YouTube: www.youtube.com/cddbr
💡 Atividade gratuita, sem necessidade de inscrições.

Do ponto de vista histórico e geográfico, Maria Madalena nunca foi uma mulher branca. Liderança entre os seguidores de J...
13/07/2026

Do ponto de vista histórico e geográfico, Maria Madalena nunca foi uma mulher branca. Liderança entre os seguidores de Jesus e primeira testemunha da ressurreição, foi embranquecida ao longo da história e teve seu protagonismo apagado.

No Julho das Pretas, convida você para a live "Marias e Madalenas, de ontem e de hoje", um diálogo sobre a presença das mulheres negras e os apagamentos promovidos pela Igreja Católica.

✨ Ana Selma Costa: Teóloga feminista, biblista e integrante do CEBI e da Rede de Ativistas de Católicas pelo Direito de Decidir.

✨ Dia Nobre (): Historiadora, escritora e autora do livro "Incêndios da alma", sobre a beata Maria de Araújo.

✨ Jamile Godoy (mediação): Antropóloga, pesquisadora e integrante da equipe de Católicas pelo Direito de Decidir.

🗓 15 de julho de 2026 (quarta-feira)
⏰ Às 19h
📍 Transmissão ao vivo pelo YouTube: www.youtube.com/cddbr
💡 Atividade gratuita, sem necessidade de inscrições.

Endereço

São Paulo, SP

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